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SULARDA BULUNAN MİKROORGANİZMALAR VE OLUŞTURDUĞU HASTALIKLAR

TİP II DİYABETİKLİ KİŞİLERDE SERUM GAMA-GLUTAMİL TRANSFERAZ AKTİVİTESİ

SULARDA BULUNAN MİKROORGANİZMALAR VE OLUŞTURDUĞU HASTALIKLAR

A recepção é segmentada em duas áreas. Tem-se a recepção do ambulatório que gerencia os atendimentos realizados em regime ambulatorial. No caso estudado, tem-se atendimentos ambulatoriais de ginecologia e obstetrícia. A outra área da recepção realiza as internações, foco da análise do projeto.

A recepção é a porta de entrada para o inicio do processo da prestação de serviço hospitalar. Qualquer erro ou lançamento equivocada poderá repercutir em todo o andamento da cobrança da conta pelo Hospital.

Para procedimentos eletivos, ou seja, procedimentos previamente agendados pelo paciente e/ou médico não incorrendo risco de vida ao beneficiário o processo de internação é um pouco diferente das internações emergenciais no qual há risco de vida da mãe ou do filho.

Normalmente com os procedimentos eletivos o paciente vai ao Hospital em posse do pedido de internação (ANEXO A) devidamente autorizado pela Operadora. Nesse caso, o médico já fez a solicitação do procedimento e este encaminhado à auditoria que analisou e autorizou.

A premissa essencial da autorização é estar o formulário preenchido com o nome do beneficiário que fará o procedimento, nome do Hospital e o nome do médico credenciado pela operadora que fará o procedimento.

Com a guia autorizada, a recepção faz as primeiras validações, como identificação do paciente, procedimento que será realizado, tipo de acomodação que tem direito (carteira de identificação do convênio) e demais documentos necessários pertinentes. Tira-se uma cópia da carteirinha da beneficiária e anexa no prontuário.

Em o paciente indo ao Hospital sem a guia autorizada de internação o procedimento adotado pode divergir dependendo do convênio do qual faz parte. Há convênios que para cirurgias eletivas proíbem terminantemente a realização sem prévia autorização por envolver análise criteriosa do pedido médico. Nesse caso o paciente aguarda a recepção entrar em contato com o departamento responsável na Operadora para a autorização. O pedido é submetido a análise na Operadora que passará orientações a recepção do que será feito. A avaliação se restringe a verificar no cadastro se o beneficiário possui direito a realizar o procedimento no Hospital em questão, se não está em período de carência e em dia com as mensalidades.

Tendo qualquer restrição a Operadora barrará o atendimento solicitando que o paciente seja orientado a procurar o mais breve possível a Operadora. Além das verificações mencionadas, dependendo do caso seja necessária submissão do pedido para um médico auditor.

O pedido de internação uma vez autorizado será depois assinado pelo médico credenciado pela Operadora do paciente. Sem assinatura do médico credenciado solicitante e do número da senha de autorização, o pedido não terá validade alguma para posterior cobrança.

Em si tratando de horário não comercial ou do não funcionamento do setor de autorização de guias da Operadora, o paciente é orientado a procurar o setor de

relacionamento da Operadora do qual faz parte para pegar a autorização e só depois retornar ao Hospital.

O Hospital não fará a internação do paciente sem o consentimento da Operadora, nem mesmo para os casos emergenciais. A configuração do Hospital permite que o processo de comunicação com a Operadora seja feito sem colocar em risco a vida do paciente ou da criança. Tendo qualquer possibilidade de risco, o Hospital por força legal realiza a internação e o procedimento, estudando como proceder depois, se arcará com o prejuízo sozinho ou compartilhado com a Operadora.

Dificilmente o paciente vai ao Hospital por opção deliberada devido às suas características de atendimento concentrar em partos ou cesárea. O paciente que procura o Hospital já vem sendo acompanhada no pré-natal, no qual consulta o seu médico, decidindo em comum acordo onde será realizado o procedimento.

Operacionalmente para o Hospital em determinadas ocasiões é desgastante a espera da autorização, pois o paciente fica incomodado com a demora da Operadora, além de deixar toda a estrutura no aguardo para que o procedimento se inicie.

Os pedidos de internação possuem validade, variando de trinta a sessenta dias da data de autorização dependendo do convênio. Após o vencimento do pedido, os tramites para autorização iniciam tudo novamente com a requisição médica.

Em internações de emergência o encaminhamento e solicitação de internação são realizados pelo médico plantonista que está realizando atendimento no ambulatório. O médico plantonista pode ser credenciado pela própria Operadora, ou contrato do Hospital.

As internações de emergência necessariamente passam pelo ambulatório por precisarem de encaminhamento (pedido de internação) com a devida justificativa do médico que realizou o atendimento. Mesmo em caráter de emergência, e o paciente sendo encaminhado pelo médico plantonista, a recepção faz um contato (em caráter de urgência) solicitando informações e autorização para internação. Tudo ocorre antes do paciente ser internado, nenhum paciente é internado no Hospital sem autorização.

A consulta é mais para sabe se está em período de carência ou se há alguma restrição. Constando alguma irregularidade com o plano do beneficiário, o paciente é imediatamente notificado e orientado a ser transferido para outro Hospital (público ou privado) ou se gostaria de realizar o procedimento em regime particular.

Não sendo encontrado nenhum problema e autorizado pelo convênio inicia-se o processo de internação, no qual a paciente é encaminhada para sala de preparação, enquanto é

anestesista, médico auxiliar e o pediatra). Durante as preparações com a paciente já encaminhada, o acompanhante termina na recepção de realizar o cadastro da paciente.

No regime particular o paciente assina um termo que lhe ciência dos valores que serão cobrados, bem como as condições de internação. No ato é feito uma antecipação de pagamento para garantir o recebimento do Hospital.

O processo descrito corresponde essencialmente a internações para realização de partos e cesáreas. Para a internação na pediatria ou na UTI diretamente, o pedido de internação já vem com o paciente ou é encaminhado pelo médico responsável. Nenhum paciente vai ao Hospital por simples ato deliberado. Necessita-se invariavelmente pedido de internação do médico para internação.

O Hospital realiza procedimentos de plástica para fins estéticos. Porém, tais procedimentos por não serem cobertos pelos convênios e consequentemente não sofrem nenhuma restrição quanto a sua realização, sai do foco da pesquisa que é justamente estudar o processo para utilização de tecnologia no Hospital.

Com a paciente já internada, a recepção abre um prontuário no qual está detalhado com as figuras das telas do sistema.

Figura 9 - Abertura de novo registro de internação Fonte: elaborado pelo autor

A recepção acessa o módulo “Controle de internação hospitalar” (Figura 9), clicando no menu “internação” abrirá opções, no qual será escolhida “registro de nova internação” para se abrir um registro para o paciente internado.

Figura 10 - Abertura de novo registro de internação Fonte: elaborado pelo autor

Na tela para abertura de novo registro (Figura 10), a recepção inserirá o código do convênio pelo qual o paciente é beneficiário e em seguida no bota destacado “prontuário” para criar o prontuário do paciente no sistema.

Figura 11 - Seleção do prontuário Fonte: elaborado pelo autor

Conforme Figura 11 no campo “nome” fará a busca do paciente clicando no botão localizar. Caso ele já tenha passado pelo Hospital, constará na listagem o nome e consequentemente seus dados cadastrados. Encontrando o beneficiário, seleciona o prontuário e clica-se no botão “confirma” para retornar a tela anterior. Caso contrário, a recepção criará um novo prontuário a partir do clique no botão “incluir novo prontuário” (Figura 12).

Figura 12 - Criação de um novo prontuário Fonte: elaborado pelo autor

Para criar novo prontuário a recepção faz o preenchimento de todos os dados do paciente conforme Figura 12. Os dados da Figura 12 são informações obrigatórias, uma vez que serão base para o cadastro do paciente no Hospital. Será a matriz de fonte de informação para a ANS – Agência Nacional de Saúde Suplementar quando depois a conta for exportada. Caso algum dado seja esquecido, o sistema está programado para não deixar gravar, surgindo uma mensagem de erro. Na aba “complemento” a recepção poderá preencher dados complementares do paciente. Finalizado o preenchimento, clica-se no botão “gravar”.

Com os dados cadastrais do paciente preenchidos e criado o prontuário, volta-se para a tela inicial conforme Figura 10, no qual a recepção informará os dados do responsável. Caso o responsável é o próprio paciente clica-se no botão “o mesmo”. Caso o paciente seja uma criança menor de idade, os dados do responsável deverão ser preenchidos. O próximo passo é clicar na aba “guia” no qual a abrirá outra janela (Figura 13).

Figura 13 - Insere guia de autorização no sistema Fonte: elaborado pelo autor

Na Figura 13 corresponde à tela com os dados da guia de autorização para a realização do procedimento. A recepção inserirá o número do registro criado, puxando assim os dados do paciente. A recepção escolherá o convênio e preencherá os demais dados que estão na guia autorizada de internação: “número da guia”, “código” da guia (para internação por exemplo é o código 4), “numero da guia principal”, o período de autorização, “data da emissão”, “data de validade”, “data de solicitação”, “previsão de internação”, “senha de autorização”, “código” do prestador, “código” do médico solicitante, “padrão de acomodação”, “quantidade de diária solicitada e autorizada” e “CID”.

Na aba “procedimento” inserirá os dados do (s) procedimento (os) autorizado (s). Além de complementar as informações do CID na aba “CID Guia”.

Terminando clica-se no botão confirma e assim estará criado o prontuário e registro do paciente. Todos os dados da guia precisam estar em conformidade com a guia para não gerar retrabalho para os demais setores que farão lançamentos de itens na conta do paciente. Além de servir como base para os setores de conta corrente, auditoria e faturamento.

Em sendo um procedimento de cesárea ou parto, a recepção deverá criar também o registro do recém-nascido (RN) que ficará atrelado ao da mãe enquanto ela estiver internada.

Caso a mãe receba alta antes do RN, cria-se um novo registro para o RN desvinculando com o registro inicial. Para este caso é somente em situações que o RN for para a UTI.

Para criação do registro do RN bastará acessar o módulo “controle de internação hospitalar” (Figura 9), clicar no menu “registro do RN”, no qual serão digitados todos os dados do RN. É importante que seja criado o registro separadamente ao da mãe porque todos os lançamentos (diárias, taxas, materiais, medicamentos e OPMEs) saem para o RN e não para a mãe.

O RN terá direito ao convênio da mãe por um período de até trinta dias a partir do dia do seu nascimento. Ultrapassando os trinta dias e a mãe não optando em incluir o RN no seu convênio, perde-se todo e qualquer direito o RN de convênio. Nota-se que logo após o nascimento a mãe já solicita no convênio a inserção do RN no convênio, evitando qualquer transtorno futuro.

Benzer Belgeler