BÖLÜM 3: FİRMA STRATEJİLERİ VE STRATEJİ GELİŞTİRME
3.3. Strateji Araçları
Diagramas de variação usando sílica como índice de diferenciação foram gerados a partir dos resultados de FRX e ICP-OES (amostra ocelos) (Tabela 10 – Anexo II). Entre os
óxidos dos elementos maiores e menores (Figura 29), observa-se que os teores de SiO2 variam de aproximadamente 46% nos basaltos e 71% no riolito, e que o aumento desse teor é acompanhado pela diminuição no teor dos elementos constituintes de minerais máficos como CaO, Fe2O3, TiO2, MnO, MgO, que poderia ser atribuído, em linhas gerais, à extração de piroxênios e óxidos de Fe-Ti.
Na trajetória dos óxidos de TiO2 e MgO observa-se que a diminuição do teor desses elementos é muito forte até o quartzo monzodiorito, e inflete a partir daí, quando se mostra mais suave. O K2O mostra um aumento contínuo em seu teor, variando entre 0,9 e 6,9%. Os teores de Na2O e Al2O3 mantêm-se quase constantes, alcançando seu valor máximo nas amostras de quartzo monzonito e dos ocelos.
Um comportamento interessante é observado para P2O5, cuja trajetória é de um aumento no teor no início e diminuição no final, indicando um ponto de saturação a aproximadamente 55% de sílica. A partir desse momento é observada em lâminas, como já descrito, que a cristalização da apatita é precoce, confirmando a saturação.
Figura 29 - Diagramas de variação para os óxidos dos elementos maiores (em %) por FRX, e ICP-OES
Foram também gerados diagramas de #Mg e #Fe vs. SiO2 (Figura 30). Para o cálculo dos índices utilizou-se o ferro total seguindo indicações de Miyashiro (1974). Observa-se que as rochas mais diferenciadas (quartzo monzonito, riolito e ocelos) são mais pobres em Mg e mais
Figura 29 cont. - Diagramas de variação para os óxidos dos elementos maiores (em %) por FRX, e ICP- OES (amostra ocelo) utilizando da sílica como índice de diferenciação.
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ricas em Fe. É possível também identificar que a amostra dos ocelos não segue o trend
principal. 7.3 ELEMENTOS TRAÇOS
Os elementos traços foram analisados tanto por FRX e ICP-OES (amostra ocelo) (Tabela 11 – Anexo II) quanto por ICP-MS (Tabela 12 – Anexo II), e estão apresentados
também em diagramas de variação usando SiO2 como com índice de diferenciação.
Para elementos que apresentam concentração acima de 100 ppm, optou-se por utilizar os dados de FRX, uma vez que existe um maior número de amostras analisadas por esse método, que em muitos casos oferece resultados tão precisos quanto o ICP-MS. No caso de elementos de baixa concentração utilizaram-se sempre os resultados obtidos por ICP-MS, que é claramente o método mais preciso (cf. discussão no Capítulo 2.5) Para os elementos Nb e Y,
de grande importância na interpretação petrogenética, constatou-se que os resultados de ambos os métodos são bastante consistentes, como mostram a Figura 31. Na amostra do ocelo, que foi analisada por ICP-OES, foram obtidos dados apenas para alguns elementos traço (Ba, La, Sr, V, Y e Zr); esses dados têm precisão semelhante aos de FRX, e foram utilizados com os mesmos critérios acima nos diferentes diagramas, exceto no caso do Zr, que claramente mostrou perda de ~10%, e foi substituído pelo valor obtido por ICP-MS.
Nb e Y apresentam padrão de comportamento semelhante, atingindo o máximo de teor de concentração no quartzo monzodiorito e diminuindo então no riolito (Figura 31).
Figura 30 – Diagramas de #Mg e #Fe versus SiO2. Rochas mais diferenciadas (quartzo monzonito,
riolito e ocelos) mais pobres em Mg e mais ricas em Fe. Amostra dos ocelos não segue o trend
principal.
Entre os elementos analisados por FRX (Figura 32) apresentam comportamento incompatível o Ba, Rb e Zr, com destaque para o Ba, cujo teor aumenta com o fracionamento de 453 a 1150 ppm. Já o comportamento compatível é mostrado por Co e Cr que sofrem diminuição de teor de 42 para <3 e de 23 para <2 ppm, respectivamente.
Sr apresenta comportamento compatível a partir do diabásio, uma vez que nos intervalo basalto-diabásio mostra ligeiro aumento de 410 para 510 ppm, e só então passa a diminuir até aproximadamente 230 ppm no riolito. V é um elemento compatível cujos teores mostram variação muito grande, passando de ~420 ppm nos basaltos para <3 no riolito.
Zn revela um comportamento mais complexo, semelhante ao do Nb e Y, alcançando maiores teores nos quartzo monzodioritos, e diminuindo drasticamente no riolito.
Figura 31 – Diagramas de variação de Nb-Y com SiO2 como índice de diferenciação. À esquerda
diagramas gerados a partir dos dados de FRX e a direita por ICP-MS. Notar que os resultados obtidos por ambos os métodos são bastante semelhantes.
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Figura 32 - Diagramas de variação para os elementos traços (em ppm) segundo dados obtidos por FRX e ICP-OES (amostra ocelo) utilizando da sílica como índice de diferenciação.
Os diagramas para elementos analisados por ICP-MS (Figura 33) mostram que Ce, La, Th e U apresentam no geral comportamento incompatível; no entanto para Ce e La existe uma leve inflexão nos riolitos; o teor nos ocelos e quartzo monzonito foge ligeiramente à tendência, pois é um pouco mais baixo que nos riolitos. Nd acompanha o comportamento dos ETR leves (La e Ce), com comportamento incompatível até o quartzo monzodiorito, onde atinge o seu máximo, e diminuindo então de ~85 ppm para ~57 ppm no riolito Th tem comportamento típico de elemento incompatível ao longo de todo o intervalo de SiO2, mas um valor excepcionalmente elevado (15 ppm), confirmado por rechecagem da análise, foi obtido para o basalto do contato marginal.
Figura 32 cont. - Diagramas de variação para os elementos traços (em ppm) segundo dados obtidos por FRX e ICP-OES (amostra ocelo) utilizando da sílica como índice de diferenciação.
Figura 33 - Diagramas de variação para os elementos traços (em ppm) segundo dados obtidos por ICP- MS e ICP-OES (amostra ocelo) utilizando da sílica como índice de diferenciação.
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