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3.2. Analizlerde Kullanılan Cihaz ve Malzemeler

3.3.3. Stover A rdışık Ekstraksiyon Metod

Conforme a descrição dos conjuntos de princípios normativos que compõem os níveis da Teoria da Classificação Facetada ( apresentado no Quadro 5),

Ranganathan considera o Cânone da Sequência Útil, aplicado nos Renques, como

um Princípio. O autor traz esse Cânone em uma seção a parte, nomeando-o, a todo momento, de Princípio. Dessa forma, conclui-se que o Cânone da Sequência Útil nos Reques e o Princípio Sequência Útil são a mesma coisa

O Canone da Sequência Útil é o estabelecimento de alguns princípios que, segundo Gomes, Motta e Campos (2006), formalizam aspectos da ordenação, quando esta se torna necessária. Este Cânone pode ser visualizado na FIG. 14, a seguir:

FIGURA 14 – Diagrama dos princípios do Cânone da Sequência Útil Fonte: Adapatado de Ranganathan (1967) pela autora

Conforme diagrama apresentado na FIG. 14, o Cânone da Seqüência Útil traz os princípios: Posterior no Tempo, Posterior na Evolução, Contiguidade Espacial

Medida Quantitativa, Complexidade Crescente, Seqüência Canônica, Princípio da Garantia Literária e Ordem Alfabética. Esses princípios são considerados,

tanto para assuntos quanto para idéias isoladas; Ranganathan (1967) enfatiza que os mesmos devem ser considerados segundo a perspectiva em que são apresentados, a menos que outro aspecto mais adequado ao contexto prevaleça. O

Posterior no Tempo é uma ordenação apresentada quando os assuntos se

originam em tempos diferentes, deve-se apresentá-los na sequencia temporal progressiva, a não ser que outra questão seja mais adequada para o contexto. Ranganathan (1967) exemplifica com as religiões apresentadas em sequencia de seu surgimento. Ex: Religião: Veda/ pós Veda/ Jainismo / Budismo / Judaismo / Cristianismo / Islamismo. Já Posterior na Evolução se dá quando os assuntos são apresentados em diferentes estágios de evolução, eles devem ser apresentados na sequencia evolucionária. Ex.: Na medicina temos embrião / criança/ adolescente e velho. A Contiguidade Espacial está relacionada à disposição do objeto no espaço, ao longo de uma linha unidirecional, radial ou circular. Alguns dos princípios aparecem em pares antagonicos, assim:

a) As Entidades em Linha Vertical podem ser ordenadas de ’Baixo para cima’, onde Ranganathan exemplifica na Botânica – segmentos de uma planta: Raiz, Caule, Folha, Flor, Fruto, Semente; e podem ser apresentadas de ‘Cima para Baixo’, onde Ranganathan exemplifica na Medicina um possível arranjo das partes do corpo; Cabeça, Rosto, Pescoço, Tórax, Abdomen, Região pélvica, Extremidades superiores, Extremidades inferiores.

b) As Entidades que podem ocorrer em Linha Horizontal podem ser ordenadas da ‘Esquerda para Direita’ ou da “Direita para Esquerda. Um exemplo para esses casos é apresentado por Gomes, Motta e Campos (2006) na matemática, onde o arranjo das unidades de medida (km, hm, dam ...), pode ser apresentado nas duas sequencias, mantendo-se a consistência dos arranjos como a questão principal.

c) As Entidades que se apresentam em Linha Circular podem ser ordenadas em ‘Direção Horária ‘ e ‘Direção anti-horária’. Como exemplo Ranganathan apresenta os doze signos do Zodíaco.

d) As Entidades que se apresentam em uma Linha Radial, ao longo de um círculo ou de um cilindro, pode ser ordenada ‘Do Centro para a Periferia’,

Ranganathan (1967) exemplifica na Medicina: osso, músculo, tecido conectivo, pele, pelo; e também ‘da Periferia para o Centro’, exemplificado por Gomes, Motta e Campos (2006) na área de morfologia botânica, a constituição do pericarpo - o próprio fruto, excluídas as sementes: epicarpo, mesocarpo e endocarpo.

e) O Princípio ‘A Partir de um Ponto’ indica um renque que pode ser convenientemente ordenado a partir de um ponto, separando-se ao longo de uma linha, por exemplo, a sequência dos planetas do sistema solar (iniciando ou terminando com o planeta Mercúrio).

f) A Contigüidade Geográfica é apresentada por Ranganathan (1967), visando observar o fato das divisões administrativas da superfície da Terra (continentes, países... etc.) serem estabelecidas em uma superfície e não em uma linha. Como conseqüência, pode-se utilizar, conjuntamente, mais de um dos princípios mencionados. Pode-se exemplificar que, na ordenação dos países das Américas, devem-se estabelecer os critérios de contigüidade a serem utilizados.

O Princípio da Medida Quantitativa é apresentado para os renques que admitem distinções por quantidade, pode ser avaliado segundo dois princípios. O princípio da ‘Quantidade Crescente’ é exemplificado por Ranganathan (1967) na Geometria, pelo número de dimensões (linha, plano, três dimensões... n - dimensões). No princípio da “Quantidade Decrescente’, Ranganathan (1967) exemplifica com as bibliotecas, sendo estas ordenadas pelo número decrescente da população a ser atendida: Biblioteca Mundial, Biblioteca Nacional, Biblioteca Estadual, Biblioteca Distrital, Biblioteca Municipal. O da Complexidade Crescente é a possibilidade de se ordenar um renque na sua complexidade crescente, caso ela exista. Ranganathan exemplifica no universo da Lingüística: som isolado, sílaba, palavra, frase... com base na característica ‘Elementos’. O da Seqüência Canônica é a ordenação sugerida quando existe uma sequencia específica que é tradicionalmente adotada, mesmo que não exista uma característica em que se possa basear para se justificar essa sequência. Ranganathan apresenta vários exemplos, entre eles o das ‘pedras preciosas’ na Mineralogia: Diamante, Rubi, Opala, Topázio, Espinélio, Pérola; e as formas de Literatura: Poesia, Drama, Ficção, Cartas, Discurso, outras formas de prosa. No Princípio da Garantia Literária o termo ‘garantia Literária’ foi introduzido

por Hulme (1911). Este princípio define a ordenação de um assunto em função da quantidade decrescente de documentos publicados ou a serem publicados sobre os mesmos. Segundo Ranganathan (1967), deve-se ter muito cuidado na aplicação deste princípio; Gomes, Motta e Campos (2006) consideram que o resultado da aplicação deste princípio não trás bons resultados e ele é citado pelo fato de existir quem o adote. E por fim a Sequência Alfabética que é utilizada quando não se adota nenhuma outra sequência apresentada; tem uma aplicação muito restrita, mas pode ser útil em contextos limitados e temporários, como o nome dos alunos, em uma sala de aula, por exemplo.

Benzer Belgeler