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Siyasi Partilerin Youtube Paylaşımlarında ki Görüntü Türü

5.1. Araştırma Bulguları ve Değerlendirme

5.1.1. Siyasi partilerin Anayasa Referandumu Sürecinde Sosyal Medya

5.1.4.1. Siyasi Partilerin Youtube Paylaşımlarında ki Görüntü Türü

Cana na América Latina

As

monoculturas

têm se

expandido em

áreas indígenas e

em outros

territórios de

povos originários

Aproveitando- se da legítima preocupação da opinião pública internacional com o aquecim ent o global, grandes em presas agrícolas, de biot ecnologia, petroleiras e automotivas percebem que os biocombustível representam uma fonte importante de acumulação de capital.

A biomassa é apresentada falsamente como nova matriz energética, cujo princípio é a energia renovável. Sabemos que a biomassa não poderá realmente substituir os combustíveis fósseis e que tampouco é renovável.

Algumas características inerentes da indústria da cana são a destruição do meio ambiente e a superex ploração do trabalho. Utiliza- se principalmente da mão- de- obra migrante. Portanto, estimula processos de migração, tornado os trabalhadores mais vulneráveis e dificultando ainda mais sua organização. O duro trabalho no corte da cana tem causado a morte de centenas de trabalhadores. As mulheres trabalhadoras no corte da cana são ainda mais ex ploradas, pois recebem salários mais baix os ou, em alguns países, como na Costa Rica, não recebem seu salário diretamente. O pagamento é feito ao marido ou companheiro. É comum também a prática do trabalho infantil em toda a América Latina, assim como a ex ploração de jovens como principal mão- de- obra no estafante corte da cana.

Os trabalhadores não têm nenhum controle sobre a pesagem de sua produção e consequentemente de seu salário, pois são remunerados por quantidade de cana cortada e não por horas trabalhadas. Esta situação tem sérios efeitos para a saúde e causa até mesmo a morte de muitos trabalhadores por fadiga, pelo trabalho ex cessivo que demanda o corte de até 20 toneladas de cana por dia. A maioria das contratações é terceirizada por intermediários ou “gatos”. Isso dificulta a possibilidade de reivindicação dos direitos trabalhistas, pois não ex iste um contrato formal de trabalho. A figura do empregador é escondida nesse processo, que nega a própria relação de trabalho.

O Estado brasileiro estimula a utilização de terras dos assentamentos de reforma agrária e de pequenos agricultores, que atualmente são responsáveis p o r 7 0 % d a p r o d u ção d e al i m en t o s, p ar a p r o d u z i r b i o co m b u st ívei s, comprometendo a soberania alimentar.

Portanto, assumimos o compromisso de:

Ampliar e fortalecer as lutas dos movimentos sociais na América Latina e no Caribe, por meio de uma articulação entre as organizações dos trabalhadores ex istentes e as entidades de apoio.

Denunciar e combater o modelo agrícola baseado no monocultivo concentrador de terra e renda, destruidor do meio ambiente, responsável pelo trabalho escravo e a super ex ploração da mão de obra. A superação do atual modelo agrícola passa pela realização da Reforma Agrária ampla que elimine o latifúndio.

Fortalecer as organizações de trabalhadores rurais, assalariados e camponeses para const ruir um novo m odelo alicerçado na agricult ura cam ponesa e na agroecologia, com produção diversificada, priorizando o consum o interno. É preciso lutar por políticas de subsídios para a produção de alimentos. Nosso principal objetivo é garantir a soberania alimentar, pois a ex pansão da produção de biocombustíveis agrava a situação de fome no mundo. Não podemos manter os tanques cheios e as barrigas vazias.

São Paulo, 28 de fevereiro de 2007,

Associação Brasileira de Reforma Agrária - ABRA Comissão Pastoral da Terra - CPT Grito dos Ex cluídos/ as Continental Rede Social de Justiça e Direitos Humanos Movimento dos Trabalhadores Sem Terra - MST

Serviço Pastoral dos Migrantes - SPM Via Campesina

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