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Hipotez 4. Diz osteoartrit şiddetinin denge, fiziksel performans, kas kuvveti, diz stabilizasyonu ve dizin eklem pozisyon hissi üzerine etkisi yoktur.

6. SONUÇLAR ve ÖNERİLER

No período em que se realizou a pesquisa, a AQ detinha a responsabilidade pela manutenção e pela disseminação das premissas do SG por toda a CEMIG. Dessa forma, caberia a essa unidade promover meios para a consolidação e a disseminação, no ambiente corporativo, da linguagem idealizada pelo superintendente da AQ. Tais necessidades poderiam ser atendidas pela concepção de uma linguagem uniforme, obtida a partir da tradução do conhecimento sobre o SG do nível individual (representado pelos funcionários da AQ, especialistas no assunto) para o nível organizacional. O conhecimento organizacional poderia, então, ser preservado e consultado quando necessário, por diferentes setores da empresa. Tais constatações, alinhadas com as propostas da presente pesquisa, comprovaram a viabilidade de realizá- la na AQ. A pesquisa na AQ abrangeu a construção e a validação de um modelo para a MO sobre o SG CEMIG.

As considerações realizadas na revisão de literatura também indicaram a viabilidade da pesquisa e apontaram a construção de um SMO como forma de operacionalizar a metáfora da MO. Entretanto, em função de limitações inerentes à pesquisa e dos objetivos definidos, não se propôs a construção do SMO completo, mas apenas do seu componente de representação do conhecimento. Conforme explicado no capítulo um, tal componente foi concebido como um modelo que, por sua vez, consistia de (A) processos humanos, expressos pela concepção de uma linguagem organizacional, e de (B) processos tecnológicos, representados pela construção de uma ontologia. A metodologia de pesquisa contemplou esses dois tipos de processos:

A. Processos humanos: os instrumentos de pesquisa utilizados para coleta de dados

forneceram termos133 relevantes sobre o SG, utilizados no âmbito da AQ. Tais instrumentos foram selecionados de acordo com sua capacidade de: (a) proporcionar a identificação de termos nas diversas fontes de informação da organização (especialistas no SG, documentos de especificação do SG, documentos utilizados para implantar o SG, sistemas informatizados de controle do SG, etc); (b) descrever tais termos a partir de seu contexto de utilização e do consenso entre os funcionários, privilegiando as atividades que os funcionários executam em sua rotina de trabalho no SG; (c) comprovar a validade do

133

Considera-se, no presente trabalho, que um termo é uma palavra, ou conjuntos de palavras que formam uma expressão, representativa de um conceito.

conjunto de termos obtido, ou seja, certificar-se de que tal conjunto é representativo do conhecimento organizacional sobre o SG;

B. Processos tecnológicos: a construção da ontologia envolveu um processo

gradual de formalização do conhecimento obtido a partir dos instrumentos de pesquisa. Os termos coletados foram definidos e inseridos na ontologia como conceitos, como relações ou como atributos de conceitos. Além disso, tais conceitos e relações foram organizados, na estrutura hierárquica da ontologia, abaixo de conceitos mais genéricos, obtidos em ontologias de alto nível e organizacionais, o que proporcionou sua contextualização e melhor capacidade de descrever o ambiente pesquisado. A ontologia implementada possibilitou a explicitação dos conceitos e das relações, proporcionando a criação da linguagem organizacional e gerando o componente de representação do conhecimento de um SMO.

No âmbito dos dois processos planejados para concepção do modelo, cabe destacar a atividade de validação do próprio modelo. Além de verificar se os procedimentos planejados foram realizados corretamente, a validação teve por objetivo responder às questões de pesquisa propostas no capítulo um: o conhecimento

apreendido na ontologia representa e preserva o conhecimento do domínio estudado? A ontologia é uma estrutura capaz de gerar e manter uma linguagem organizacional uniforme para a organização? Possibilita desenvolvimentos futuros consistentes com a metáfora da MO? Pretende-se responder a tais questões a partir dos resultados da

validação do modelo apresentada no capítulo seis, e de discussões complementares apresentadas no capítulo sete.

A FIG. 31 apresenta, esquematiza e descreve brevemente os procedimentos metodológicos, os quais são detalhados nas seções posteriores do presente capítulo.

Etapa Sub-etapa Breve descrição da etapa

5.3.1) Métodos para coleta de dados

Seleção dos métodos para coleta de dados, dentre aqueles citados na revisão de literatura.

5.3.2) Formulários para coleta de dados

Descrição dos formulários utilizados para registro dos dados coletados.

5.3.3) Protótipo para validação do modelo

Descrição das funcionalidades do protótipo utilizado pelos funcionários para validação do modelo.

Seção 5.3 Instrumentos de pesquisa 5.3.4) Questionários para validação do modelo

Descrição dos três tipos de questionários utilizados, os quais foram respondidos pelos funcionários após o uso do protótipo, com vistas à validação do modelo.

5.4.1) Amostra

Determinação da amostra selecionada para a pesquisa: abrangência na unidade da empresa, processos selecionados, funcionários participantes, etc.

5.4.2) Entrevistas Descrição dos quatro tipos de entrevistas utilizados e da forma de condução, síntese e extração de termos. 5.4.3) Análise de

cenários

Obtenção de narrativas, orientada pela tabela de conceitos raiz e conduzida através de entrevistas; geração do relatório de cenário e extração de termos.

5.4.4) Análise de documentos/sistemas

Descrição da utilização de documentos e telas de sistemas informatizados para extração de termos.

Seção 5.4 Coleta de dados para construção do modelo para a MO 5.4.5) Pesquisa e análise de ontologias

Identificação de ontologias utilizadas para extração de termos genéricos e comuns às organizações.

5.5.1) Linguagem e ferramenta de implementação

Apresentação dos critérios utilizados para a seleção da ferramenta e da linguagem de implementação da ontologia.

5.5.2) Concepção das camadas superiores

Descrição do formulários, ferramentas e processos utilizados na construção das camadas superiores da ontologia.

5.5.3) Estágios informal e semi-informal

Passagem do estágio informal para o semi-informal; descrição da obtenção de noções intensionais e extensionais, bem como dos formulários e dos procedimentos utilizados.

5.5.4) Estágio semi- formal

Reorganização hierárquica dos termos; refinamento da estrutura e organização em formulários.

Seção 5.5 Construção da ontologia

5.5.5) Estágio formal

Implementação de conceitos, de relações e de atributos na ferramenta; explicitação dos três níveis presentes no processo de formalização.

5.6.1) Uso do protótipo Pré-teste, adaptações e apresentação do protótipo aos funcionários, bem como de instruções para seu uso. Seção 5.6

Validação do

modelo 5.6.2) Aplicação dos questionários e avaliação

Orientações fornecidas aos funcionários sobre os questionários; coleta de impressões sobre a experiência; descrição da tabulação de dados.

Benzer Belgeler