• Sonuç bulunamadı

O professor pode utilizar o texto na íntegra ou apenas trechos do material para complementar o estudo da Teoria da Evolução, para introduzir a temática, para concluir o assunto.

Se utilizado como sugestão de leitura, é importante que o professor aplique em seguida uma atividade que aborde a leitura. Essa atividade pode ser uma roda de discussão, um teatro, produção de texto ou de uma ficha de leitura, variando conforme a faixa etária utilizada.

Podem ser utilizados trechos em avaliações, solicitando que os alunos discutam com respostas; ou que forneçam respostas alternativas; ou que complementem o conceito; ou que deem exemplos de situações em que se possa aplicar aquele conceito. Os alunos podem utilizar como fonte de pesquisa, ou como leitura complementar.

REFERÊNCIAS

ADAMS, D. O salmão da dúvida. Trad.: Fabiano Morais. São Paulo: Arqueiro, 2014. ALMEIDA, A. V.; FALCÃO, J. T. R. A estrutura histórico-conceitual dos programas de pesquisa de Darwin e Lamarck e sua transposição para o ambiente escolar. Ciência & Educação, v. 11, n. 1, p. 17-32, 2005.

BARDIN, LAURENCE. Análise de Conteúdo. Lisboa: Edições 70. 1977. 225 p. BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: PCNs Brasil.

Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro092.pdf>. Acesso em: 25 mar. de 2014.

BRASIL. Lei nº 11.904, de 14 de janeiro de 2009. Institui o Estatuto de Museus e dá outras providências. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-

2010/2009/Lei/L11904.htm>. Acesso em: 29 set. 2015

BELLINI, LUISA. Avaliação do conceito de evolução nos livros didáticos. Estudos em Avaliação Educacional. v. 17, n. 33, jan./abr. 2006.

CARLÉTTI, CHRYSTIAN. A percepção infantil das questões relacionadas à Teoria da Evolução: um estudo com crianças do Rio de Janeiro ∕ Chrystian Carlétti – Rio de Janeiro, 2008. Dissertação (mestrado) – Instituto Oswaldo Cruz, Ensino em Biociências e Saúde, 2008.

CHAGAS, ISABEL. Aprendizagem não formal/formal das ciências: Relações entre museus de ciência e escolas. Revista de Educação. 3(1). p. 51-59. 1993.

DARWIN, CHARLES. A Origem das Espécies. Trad.: Eduardo Nunes Fonseca. 1. ed. São Paulo: Folha de São Paulo, 2010. 368 p. Coleção Folha: livros que mudaram o mundo. v.1. DIAMOND, J.; EVANS, E. M. Museums Teach Evolution. Evolution 61-6: 1.500-1.506. DOBZHANSKY, THEODOSIUS. Nothing in Biology Makes Sense except in the Light of Evolution. The American Biology Teacher. vol. 35, n. 3, mar. 1973. p. 125-129.

DRIVER, R.; ASOKO, H., LEACH, J. et al. Construindo conhecimento científico na sala de aula. Química Nova na Escola. n. 9. 1999.

FACHADA Museu Espaço do Conhecimento UFMG. Disponível em:

<http://www.belohorizonte.mg.gov.br/atrativos/roteiros/passado-e-presente/espaco-tim-ufmg- do-conhecimento>. Acesso em: 10 abr. 2015.

GAY, HONOR. Talking About Evolution in Natural History Museums. Evo Edu Outreach (2012) 5:101-103.

HARCOURT-SMITH, W. E. H. Up from the Ape: the Sptzer Hall of Human Origins at the American Museum of Natural History. Evo Edu Outreach (2012) 5: 4-8.

INSTITUTO Brasileiro de Museus. Conceito de museu. Disponível em:

<http://www.museus.gov.br/os-museus/o-que-e-museu/>. Acesso em: 8 abr. de 2015. LOPES, M. M. A favor da desescolarização dos museus. Educação e Sociedade, n. 40, p. 443-455. 1992.

MAARSCHALK, J. Scientific literacy and informal science teaching. J Res. Sci. Teac., 25, 135-146. 1988.

MACDONALD, T.; WILEY, E. O. Communicating Phylogeny: Evolutionary Tree Diagrams in Museums. Evo Edu Outreach, p. 14-28, 2012.

MACFADDEN, B. J. Evolution, museums and society. Trends in Ecology and Evolution. vol. 23. n. 11. 2008.

MACFADDEN, B.J. et al. Fossil Horses, Orthogenesis, and Communicating Evolution in Museums. Evo Edu Outreach. 5:29-37. 2012.

MARANDINO, M.; IANELLI, I. Modelos de educação em ciências em museus: análise da visita orientada. Ensaio Pesquisa em Educação em Ciências. 2012.

MARANDINO, M. A Biologia nos museus de ciências: a questão dos textos em bioexposições. Ciência & Educação, v. 8, n. 2, p. 187-202, 2002.

MARANDINO, M. Transposição ou recontextualização? Sobre a produção de saberes na educação em museus de ciências. Revista Brasileira de Educação. maio/jun./jul./ago. 2004. MARANDINO, M. Museus de Ciências como Espaços de Educação. In: Museus: dos Gabinetes de Curiosidades à Museologia Moderna. Belo Horizonte: Argumentum, 2005, p. 165-176.

MEDEIROS, T, A.; MAIA, E, D. A Teoria da Evolução: as dificuldades encontradas na relação ensino-aprendizagem. Ensino e aprendizagem de conceitos científicos. Atas do IX Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências – IX ENPEC Águas de Lindóia, SP – 10 a 14 de novembro de 2013.

OLIVEIRA, R. I. R., Utilização de espaços não formais de educação como estratégia para a promoção de aprendizagem significativas sobre evolução biológica. Programa de Pós-

Graduação em Ensino de Ciências, UnB, Brasília, 2011.

PICKERING, J.; FAWCETT, L.; MUNSTERMANN, L. An Alternative Approach: Teaching Evolution in a Natural History Museum Through the Topic of Vector-Borne Disease. Evo Edu Outreach. 2012. 5: 62-67

PRECIOSO, N. L.; SALOMÃO, S. R. Leitura em aulas de ciências: a contribuição dos livros paradidáticos. Revista da SBEnBio. n. 7. out. 2014.

QUEIRÓZ, G. et al. Construindo saberes da mediação na educação em museus de ciências: o caso dos mediadores do museu de astronomia e ciências afins/Brasil. I Encontro Ibero-

americano sobre Investigação em Educação em Ciências, Burgos, Espanha, 16-21 de setembro de 2002.

RIBEIRO, M. G. Mediação – a liguagem humana nos museus. In: MASSARANI, Luisa Rodari; MERZAGORA, Matteo; RODARI, Paola. Diálogos e Ciência: mediação em museus e centros de ciência. Rio de Janeiro: Museu da Vida ∕ Casa de Oswaldo Cruz ∕ Fiocruz, p. 67- 74, 2007.

RIDLEY, MARK. Evolução. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 752 p.

ROCHA, Vânia; SCHALL, Virgínia Torres; LEMOS, Evelyse dos Santos. A contribuição de um museu de ciências na formação de concepções sobre saúde de jovens visitantes. Interface (Botucatu) [on-line]. vol.14, n. 32, p. 183-196, 2010.

RODRIGUES, Micaías Andrade. A leitura e a escrita de textos paradidáticos na formação do futuro professor de Física. Ciênc. Educ., Bauru, v. 21, n. 3, p. 765-781, 2015.

RONDOW, N. von; OLIVEIRA, L.M.L.P.R.O ensino da termodinâmica na pespectiva sociointeracionista: proposta de um livro paradidático. VII Enpec. Florianópolis, 8 de novembro de 2009.

SALA Pangeia. Disponível em:

<https://annalamas.files.wordpress.com/2011/08/exposic3a7c3a3o.jpg>. Acesso em: 10 abr. 2015.

SALA Museu. Disponível em: <http://www.mineirosnaestrada.com.br/bh/espaco-do- conhecimento>. Acesso em: 10 abr. 2015.

SCHNETZLER, R. P.; Construção do conhecimento e ensino em ciências. Em Aberto, Brasília, ano 11, n. 55. jul./set. 1992.

TORRES, Lilia. O livro paradidático como ferramenta para o Ensino da Educação

Ambiental. Dissertação (Mestrado em Educação). Unisal-SP. Americana: Centro Universitário Salesiano de São Paulo, 2012, 74 p.

WHITE et al. Integrative cases for teaching evolution. Evolution: Education and Outreach 6:17, 2013.

WISHART, J.; TRIGGS, P. Museum Scouts: Exploring how schools, museums and interactive technologies can work together to support learning. Computers & Education. 2010. p. 669-678.

ANEXOS

Anexo A – Carta-convite e termo de consentimento dos mediadores

Belo Horizonte, março de 2015. Aos

Senhores Mediadores do Espaço do Conhecimento UFMG Prezado(a) Mediador,

Apresento meus cumprimentos e informo que você foi selecionado(a) para participar da pesquisa científica denominada Análise do Potencial das Ações Educativas dos Museus e

Espaços de Ciências sobre os Visitantes em Relação às Suas Concepções Prévias a Respeito de Evolução Biológica.

Essa pesquisa será realizada pela aluna de mestrado Renata Barbosa Figueira, orientada pela pesquisadora Dra. Virgínia Torres Schall, responsável pelo Laboratório de Educação em Saúde e Ambiente do Centro de Pesquisa René Rachou – FIOCRUZ.

O objetivo geral da pesquisa é avaliar o impacto das ações educativas sobre as concepções prévias a respeito de evolução biológica dos visitantes de museus e espaços de ciências. Esclarecemos que você foi selecionado por ser mediador do museu Espaço do Conhecimento UFMG.

A participação é voluntária e não obrigatória. Esclarecemos que não haverá tipo de pagamento ou gratificação financeira pela participação dos sujeitos. Apresentamos a garantia expressa de liberdade do sujeito de se recusar a participar ou retirar seu consentimento, em qualquer fase da pesquisa, sem penalização alguma e sem prejuízo ao seu cuidado. Procuraremos garantir sigilo que assegure a privacidade dos sujeitos quanto aos dados confidenciais envolvidos na pesquisa. O seu nome não será citado em documento produzido na pesquisa.

Essa pesquisa será realizada de acordo com os preceitos do Comitê de Ética, respeitando-se a confidencialidade dos dados, poderá propiciar a construção de material educativo, subsidiar novos estudos e, também, possíveis melhorias para o ensino de evolução. Ressaltamos que todas as informações fornecidas serão utilizadas pelos pesquisadores exclusivamente para os propósitos da pesquisa.

Assim, solicitamos a colaboração e o apoio na realização da referida pesquisa. Atenciosamente,

______________________________________ Renata Barbosa Figueira

Identidade: MG 11.626.348 CPF: 103.830.496-28

Av. Augusto de Lima, 1.715 – Barro Preto | Belo Horizonte (CEP: 30190-002) Tel.: 3474-6178 Cel.: (31) 9232-0739

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA PARTICIPAÇÃO EM PESQUISA

Gostaríamos de convidar você para participar da pesquisa denominada Análise do Potencial

das Ações Educativas dos Museus e Espaços de Ciências sobre os Visitantes em Relação às Suas Concepções Prévias a Respeito de Evolução Biológica.

Você foi escolhido por ser mediador do Espaço do Conhecimento UFMG. Você não tem obrigação de participar da pesquisa e a qualquer momento você pode desistir de participar e retirar seu consentimento. Se não quiser participar, não haverá prejuízo para você nem para sua relação com o pesquisador.

O objetivo deste estudo é avaliar o potencial das ações educativas sobre as concepções prévias a respeito de evolução biológica dos visitantes de museus e espaços de ciências.

Sua participação na pesquisa consistirá em responder individualmente a uma entrevista relatando sua vivência como mediador no Espaço do Conhecimento UFMG.

Os riscos relacionados com sua participação são mínimos, mas se houver dificuldade ou constrangimento, você poderá comunicar à pesquisadora a sua desistência sem prejuízo para você.

A sua participação poderá auxiliar no desenvolvimento de metodologias e ações educativas a respeito do tema de evolução.

As informações obtidas por meio dessa pesquisa serão confidenciais e asseguramos o sigilo sobre sua participação. Os dados não serão divulgados de forma a possibilitar sua identificação, preservaremos a sua identidade e a dos demais participantes da pesquisa.

Você receberá uma cópia deste termo, em que constam o telefone e o endereço institucional do pesquisador principal e do CPqRR, podendo tirar suas dúvidas sobre o projeto e sua participação, agora ou a qualquer momento.

______________________________________

Renata Barbosa Figueira – (31) 9232-0739 – [email protected] Dra. Virgínia T. Schall/CPqRR – Tel.: (31) 3349-7741

Declaro que entendi os objetivos, riscos e benefícios de minha participação na pesquisa e concordo em participar.

_________________________________________ Sujeito da pesquisa

Anexo B – Carta-convite e termo de consentimento dos visitantes

Belo Horizonte, fevereiro de 2015. Aos

Senhores Visitantes do Espaço do Conhecimento UFMG Prezado(a) Visitante,

Apresento meus cumprimentos e informo que você foi selecionado(a) para participar da pesquisa científica denominada Análise do Potencial das Ações Educativas dos Museus e

Espaços de Ciências sobre os Visitantes, em Relação às Suas Concepções Prévias a Respeito de Evolução Biológica.

Essa pesquisa será realizada pela aluna de mestrado Renata Barbosa Figueira, orientada pela pesquisadora Dra. Virgínia Torres Schall, responsável pelo Laboratório de Educação em Saúde e Ambiente do Centro de Pesquisa René Rachou – FIOCRUZ.

O objetivo geral da pesquisa é avaliar o impacto das ações educativas sobre as concepções prévias a respeito de evolução biológica dos visitantes de museus e espaços de ciências. Esclarecemos que você foi selecionado por ser um visitante espontâneo do museu Espaço do Conhecimento UFMG.

A participação é voluntária e não obrigatória. Esclarecemos que não haverá tipo de pagamento ou gratificação financeira pela participação dos sujeitos. Apresentamos a garantia expressa de liberdade do sujeito de se recusar a participar ou retirar seu consentimento, em qualquer fase da pesquisa, sem penalização alguma e sem prejuízo ao seu cuidado.

Procuraremos garantir sigilo que assegure a privacidade dos sujeitos quanto aos dados confidenciais envolvidos na pesquisa. O seu nome não será citado em documento produzido na pesquisa.

Essa pesquisa será realizada de acordo com os preceitos do Comitê de Ética, respeitando-se a confidencialidade dos dados, poderá propiciar a construção de material educativo, subsidiar novos estudos e, também, possíveis melhorias para o ensino de evolução.

Ressaltamos que todas as informações fornecidas serão utilizadas pelos pesquisadores exclusivamente para os propósitos da pesquisa.

Assim, solicitamos a colaboração e o apoio na realização da referida pesquisa. Atenciosamente,

______________________________________ Renata Barbosa Figueira

Identidade: MG 11.626.348 CPF: 103.830.496-28

Av. Augusto de Lima, 1.715 – Barro Preto | Belo Horizonte (CEP: 30190-002) Tel.: 3474-6178 Cel.: (31) 9232-0739

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA PARTICIPAÇÃO EM PESQUISA

Gostaríamos de convidar você para participar da pesquisa denominada Análise do Potencial

das Ações Educativas dos Museus e Espaços de Ciências sobre os Visitantes, em Relação às Suas Concepções Prévias a Respeito de Evolução Biológica.

Você foi escolhida por ser visitante do Espaço do Conhecimento UFMG. Você não tem obrigação de participar da pesquisa e a qualquer momento você pode desistir de participar e retirar seu consentimento. Se não quiser participar, não haverá prejuízo para você nem para sua relação com o pesquisador.

O objetivo deste estudo é avaliar o potencial das ações educativas sobre as concepções prévias a respeito de evolução biológica dos visitantes de museus e espaços de ciências.

Sua participação na pesquisa consistirá em responder individualmente a um questionário sobre seus conhecimentos prévios de evolução e o que você visualizou no Espaço do Conhecimento UFMG.

Os riscos relacionados com sua participação são mínimos, mas se houver dificuldade ou constrangimento, você poderá comunicar à pesquisadora a sua desistência sem prejuízo nenhum para você.

A sua participação poderá auxiliar no desenvolvimento de metodologias e ações educativas a respeito do tema de evolução.

As informações obtidas por meio dessa pesquisa serão confidenciais e asseguramos o sigilo sobre sua participação. Os dados não serão divulgados de forma a possibilitar sua identificação, preservaremos a sua identidade e a dos demais participantes da pesquisa.

Você receberá uma cópia deste termo em que constam o telefone e o endereço institucional do pesquisador principal e do CPqRR, podendo tirar suas dúvidas sobre o projeto e sua participação, agora ou a qualquer momento.

______________________________________

Renata Barbosa Figueira – (31) 9232-0739 – [email protected] Dra. Virgínia T. Schall/CPqRR – Tel.: (31) 3349-7741

Declaro que entendi os objetivos, riscos e benefícios de minha participação na pesquisa e concordo em participar.

_________________________________________ Sujeito da pesquisa

Anexo C – Questionário piloto público espontâneo

Questionário público espontâneo Idade: Escolaridade: Religião:

1) Quando dizemos que um ser vivo evoluiu, queremos dizer que ele: a- Passou por melhorias

b- Passou por uma série de transformações c- Progrediu

d- Um ser não evolui 2) Evolução é um: a- Acontecimento b- Processo rápido c- Processo gradual d- Não existe evolução

3) Uma população ancestral é uma população: a- Com características pouco desenvolvidas b- Que deu origem a uma nova espécie

c- Que, após um processo gradual de transformações, originou uma nova população d- Não existe população ancestral. Todas foram criadas ao mesmo tempo

4) Na exposição, você observou uma árvore da vida. Nela, foi possível perceber que todos os seres estão interligados. A partir disso, discuta: existe um ser mais evoluído do que outro? 5) Pense na linha do tempo da evolução humana. Observamos nela que o Homo habilis é ancestral do Homo erectus. O que queremos dizer quando falamos que um ser é ancestral de outro ser?

Anexo D – Roteiro da entrevista piloto com os mediadores

Roteiro da entrevista piloto

1. Para você, o que quer dizer que um ser vivo evoluiu? 2. Existe um ser vivo mais evoluído do que outro? 3. Como ocorre a evolução de um ser?

4. Você acha que a religião interfere nos conhecimentos acerca de evolução biológica dos visitantes? Se sim, como?

5. Quais são as perguntas mais realizadas pelos visitantes a respeito de evolução? 6. Você tem algum caso para contar sobre alguma ação de visitante no andar

Anexo E – Questionário público espontâneo

Questionário público espontâneo

Idade: Escolaridade: Religião:

1) Na Teoria da Evolução Biológica, proposta por Charles Darwin, o termo “evolução” significa:

a- melhoria b- transformação

c- não conheço essa teoria

d- conheço a teoria, mas não sei responder à pergunta

2) A evolução biológica é: a- um processo rápido b- um processo gradual c- não conheço a teoria

d- conheço a teoria, mas não sei responder à pergunta

3) Marque abaixo o que você entende por “população ancestral”: a- uma população com características pouco desenvolvidas

b- uma população que, após um processo gradual de transformações, originou uma nova espécie

c- a população da Terra não sofre mudanças ao longo do tempo d- não sei

4) Um dos painéis da exposição apresenta uma árvore da vida. Nela, aparecem alguns seres interligados. Na sua opinião, existem seres mais evoluídos do que outros?

b- Justifique a resposta acima.

5) Na linha do tempo apresentada no 4°andar do prédio, o Homo abilis é ancestral do Homo erectus. O que você entende por ancestralidade?

Anexo F – Roteiro da entrevista com mediadores

Roteiro da entrevista com mediadores

1. Qual graduação você cursa?

2. Quanto tempo você trabalha no museu? 3. Para você, o que quer dizer evolução?

4. Existe um ser vivo mais evoluído do que outro?

5. Como ocorre a evolução? Rápida? Gradual? Processo?

6. Você acha que a religião interfere nos conhecimentos acerca de evolução biológica dos visitantes? Se sim, como?

7. Quais são as perguntas mais realizadas pelos visitantes a respeito de evolução? 8. Você tem algum caso para contar sobre alguma ação de visitante no andar “Origens”?

Anexo G – Transcrição das entrevistas

Mediador 1

1. Qual graduação você cursa? M = Ciências biológicas.

2. Há quanto tempo você trabalha no museu? M = 1 ano.

3. Para você, o que quer dizer que um ser vivo evoluiu?

M = Um ser vivo específico? Uma espécie? Geral? Que ele adquiriu características novas que favoreceu ele nesse ambiente. Que deixou mais adaptado para sobreviver dentro de um determinado ambiente.

4. Existe um ser mais evoluído do que outro?

M = Não. Cada um tem seu grau de evolução dentro do seu ambiente específico.

5. Como que ocorre a evolução? Rápida? Gradual?

M = Os seres vão evoluindo, se adaptando com suas necessidades de sobrevivência, de acordo com sua necessidade de alimento, de acordo com as influências do meio, temperatura, competição, tudo influencia. As características serão selecionadas para aquele ambiente. De forma bem lenta, até acontecer uma mudança no DNA, não lembro o tempo certo que demora. Até ter uma mudança no DNA, demora milhares de anos. A gente não consegue ver de um dia para outro; só estudando na história que a gente consegue ver essa observação.

6. Você acha que a religião interfere nos conhecimentos de evolução dos visitantes? M = Sim, porque tem alguns visitantes que acreditam que tudo aquilo não existe, porque não está na Bíblia. Algumas pessoas são mais céticas mesmo que aquilo não exista porque não tem citação na Bíblia e, por exemplo, lá no 4º andar, tem a parte da evolução do homem. Aí, tem muitos visitantes que perguntam se aquele homem é o Adão. E tentam lincar as duas coisas: a religião e a ciência.

7. Pensando nos visitantes, quais são as perguntas que eles mais fazem?

M = É de evolução. Tem bastante pergunta dos dinossauros, das aves, é uma parte que a gente comenta muito. Sei lá? Como surgiram as aves? O homem também é uma parte que causa bastante polêmica lá. A gente fala muito sobre a baleia. A diferença da baleia e da vaca, a questão da ancestralidade. O que foi o ancestral em comum quais as características semelhantes. E também no início lá, as primeiras bactérias, como elas deram origem aos seres mais complexos.

8. Você tem algum caso para contar sobre alguma ação de visitante no andar “Origens”? M = Dois casos que eu acho legal de citar. Uma mulher que perguntou se a gente que é cientista tem religião ou não. Aí, por exemplo, eu vim de uma família que é católica e tal e acredito em certos pontos. Não em tudo o que a religião fala. Mas aí ela falou se vocês não acreditam na ciência vocês devem acreditar na religião. Porque eu acredito no que está na Bíblia porque aquilo lá foram pessoas escolhidas por Deus e isso aqui é tudo mentira: está aí só para vocês terem conteúdo mesmo. E teve uma vez que veio um padre com o afilhado dele. E o padre assim bem legal explicando, passeando lá com o menino, que estava em idade escolar, então ele ia aprender evolução na escola. Aí o menino fez essa pergunta. Esse aqui é o Adão, padrinho? Aí, ele falou essa parte aqui é, ele não é o Adão, essa parte aqui a Bíblia fala. A Bíblia conta depois disso. Depois que aconteceu essa parte toda da evolução que a Bíblia entra. Aí, assim ele que quis que o menino não entrasse em conflito, que ele entendesse que ele vai aprender aquilo na escola. Que tem que aceitar como uma verdade, sem tirar a parte da religião.

Mediador 2

1. Qual graduação você cursa?

Benzer Belgeler