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A deterioração físico-ecológica, social-econômica-cultural e legais do passivo ambiental da área – DPAA somados ao resultado da avaliação dos impactos ambientais da lavoura canavieira, representado pelo grau de deterioração real média total - DLR (matriz de Leopold/Rocha) e dividido por 2, será igual ao valor da deterioração média do passivo ambiental (DPA).

O valor da DPA multiplicado pelo valor monetário do custo das ações antrópicas - VAA (custo da lavoura canavieira), ocorridas na área de estudo durante a sua implantação, resultará no passivo ambiental pecuniário desta ação, para o município de Batatais, SP.

Assim, o cálculo da deterioração média do passivo ambiental é regido pela equação 1.

Onde, DPA: Deterioração média do passivo ambiental (%); DPAA: Deterioração físico-ecológica, sócio-econômica-cultural e legal do passivo ambiental da área em estudo; DLR: Grau de Deterioração Real Médio Total (Matriz de interações Leopold/Rocha).

Logo, para o cálculo do valor pecuniário de Passivo Ambiental aplica-se a equação 2.

Equação 1

Onde, PA: Passivo Ambiental pecuniário (R$); DPA: Deterioração do Passivo Ambiental; VAA: Valor monetário do custo de todas as ações antrópicas dos ativos aplicados na área de estudo.

3 Resultados e discussão

Dos 117 cruzamentos da avaliação de impactos ambientais da lavoura canavieira no município de Batatais – SP foram possíveis 40 cruzamentos.

Os cruzamentos das ações propostas na modificação do regime, transformação do território e construções, processos, alteração do terreno, recursos naturais, tráfegos variáveis, situação e tratamento de resíduos e outros, com os fatores ambientais, características físicas e químicas da terra, da água, e dos processos; condições biológicas da flora e da fauna, fatores culturais de usos do território, recreativos, estéticos e de interesse humano, nível cultural, serviços de infraestrutura, relações ecológicas e outros, com relação aos valores pesquisados, podem ser observados na Tabela 1.

Tabela 1 - Médias dos 40 cruzamentos da avaliação de impactos ambientais da lavoura canavieira no município de Batatais, SP.

AÇÕES PROPOSTAS ADAPTADA POR ROCHA

Modificação do Regime 1 a 13 Transformação do Território e Construções 1 a 19 Extração de Recursos 1 a 7 Processos 1 a 15 Alteração do Terreno 1 a 6 Recursos Renováveis 1 a 5 Tráfegos Variáveis 1 a 11 Situação e Tratamento Resíduos 1 a 14 Outros

1 a 7 Média Totais Reais Mag.* Imp.* Mag. Imp. Mag. Imp. Mag. Imp. Mag. Imp. Mag. Imp. Mag. Imp. Mag. Imp. Mag. Imp. Mag. Imp. Mag. Imp.

F AT O RE S AM B IE N T AI S Características Físicas e Químicas Terra 1 a 6 8,00 8,75 9,00 9,00 - - - - 6,00 8,00 9,00 10,00 10,00 10,00 8,00 8,00 4,00 4,00 7,71 8,25 54,00 57,75 Características Físicas e Químicas Água 1 a 7 8,67 10,00 - - - 8,67 10,00 8,67 10,00 Características Físicas e Químicas Atmosfera 1 a 3 6,67 10,00 4,00 4,00 - - - - 5,00 2,00 6,00 6,00 - - - - 5,50 3,00 5,43 5,00 27,17 25,00 Características Físicas e Químicas Processos 1 a 9 7,63 8,75 - - - 10,00 10,00 - - - 8,82 9,38 17,63 18,75 Condições Biológicas Flora 1 a 9 8,83 9,67 8,50 8,00 - - - 7,00 8,00 - - - - 8,00 10,00 8,08 8,92 32,33 35,67 Condições Biológicas Fauna 1 a 9 9,10 10,00 10,00 10,00 - - - 10,00 10,00 - - 5,00 8,00 8,53 9,50 34,10 38,00 Fatores

Culturais Uso Território 1 a 9 7,22 9,78 4,67 8,67 - - - - 4,67 6,67 8,00 9,00 8,00 8,00 - - - - 6,51 8,42 32,56 42,12 Fatores Culturais Recreativos 1 a 7 - - - - Fatores Culturais Estéticos e de interesse humano 1 a 10 8,50 10,00 8,00 9,50 - - - - 7,50 10,00 5,00 7,00 - - 3,00 4,00 3,00 3,00 5,83 7,25 35,00 43,50 Fatores

Culturais Nível Cultural 1 a 4 - - - - Fatores Culturais Serviços e infraestrutura 1 a 6 - - - 4,00 5,00 6,00 7,00 - - 5,00 10,00 2,00 2,00 4,25 6,00 17,00 24,00 Relações Ecológicos 1 a 7 5,00 7,33 - - - 4,00 4,00 - - 4,50 5,67 9,00 11,33 Outros 1 a 2 - - - -

TOTAIS MÉDIOS DE TODO O EMPREENDIMENTO 6,83 7,84 26,75 30,61

*Mag: Magnitude dos impactos negativos; *Imp: Importância dos impactos negativos. Matriz de Leopold elaborada em 1971 para o "United States Geological Survey"

Os resultados das médias dos valores encontrados, dos quais os fatores ambientais dos processos e serviços e infraestrutura obtiveram média de 8,82 e 4,25%. Sendo o maior e menor valor para a magnitude do impacto, respectivamente. A maior e menor média encontradas para a importância do impacto foram 10,00 e 5,00% para os fatores ambientais água e atmosfera, respectivamente.

Substituindo-se os valores totais reais da magnitude e importância, obtidos na avaliação de impacto ambiental (TABELA 1), na equação do modelo matemático para avaliação da deterioração ambiental real, resulta-se no grau de deterioração real causado pelas ações propostas, sobre os fatores ambientais para a lavoura canavieira, no qual, as características físicas e químicas da terra, tiveram sua magnitude local e regional avaliada em 74,60%, com uma importância ambiental de 80,56%, sendo estes os maiores valores encontrados (TABELA 2).

Tabela 2 - Resultados finais dos cruzamentos com respectivos totais virtuais e grau de deterioração.

Fator Ambiental Totais reais

Totais virtuais máximos Grau de deterioração real (%) y = 1,5873x – 11,111 Mag* Imp* Mag* Imp* Mag* Imp*

Características físicas/químicas da terra 54,00 57,75 70 70 74,60 80,56

Características físicas/químicas da água 8,67 10,00 70 70 2,65 4,76

Características físicas/químicas da atmosfera 27,17 25,00 70 70 32,02 28,57

Características físicas/químicas dos processos 17,63 18,75 70 70 16,87 18,65

Condições biológicas: flora 32,33 35,67 70 70 40,21 45,51

Condições biológicas: fauna 34,10 38,00 70 70 43,02 49,21

Fatores culturais: usos do território 32,56 42,12 70 70 40,57 55,75

Fatores culturais: estéticos e culturais 35,00 43,50 70 70 44,44 57,94

Fatores culturais: serviços e infra-estrutura 17,00 24,00 70 70 15,87 26,98

Relações ecológicas 9,00 11,33 70 70 3,17 6,87

Médias Totais 26,75 30,61 70 70 31,34** 37,48**

Grau de deterioração real médio total (DLR) = (Mag** + Imp**) / 2 = 34,41%

*Mag: Magnitude dos impactos negativos utilizados no modelo matemático; *Imp: Importância dos impactos negativos utilizados no modelo matemático. ** Médias totais da magnitude e importância dos impactos negativos.

A magnitude e a importância das ações propostas sobre as características físicas e químicas da água foram os menores valores encontrados, sendo 2,65% e 4,76%, respectivamente.

Com relação às características físicas e químicas da atmosfera a magnitude foi de 32,02%, enquanto que a importância foi de 28,57%. Ainda na Tabela 2, o grau de deterioração causado pelas ações propostas sobre o fator ambiental - características físicas e químicas - dos processos, teve sua magnitude avaliada em 16,87%, enquanto que a importância foi de 18,65%.

Nas condições biológicas e da flora a magnitude foi de 40,21% e a importância foi de 45,51%, enquanto que na fauna, a magnitude foi de 43,02% e a importância de 49,21.

Os fatores culturais usos do território, estéticos e culturais, e serviços e infraestrutura apresentaram magnitude igual a 40,57; 44,44 e 15,87% respectivamente. Enquanto que, a importância apresentou valores respectivos de 55,75; 57,94 e 26,98%.

As relações ecológicas registraram uma magnitude de 3,17% e importância de 6,87%.

Com relação aos fatores ambientais recreativos, nível cultural e outros, as ações propostas não causaram deterioração.

O grau de deterioração médio total do empreendimento, considerando os cruzamentos das ações propostas com os fatores ambientais foi, respectivamente, 31,34% e 37,48% para a magnitude e para a importância dos impactos. De posse destes valores pode-se calcular o grau de deterioração real médio total, sendo este da ordem de 34,41%. Este valor é usado no cálculo do passivo ambiental pecuniário.

Após a obtenção do grau de deterioração real médio total, procede-se a quantificação, por pesos, dos parâmetros físico-ecológico, social-econômico-cultural e legais do passivo da área estudada.

Pela análise do Gráfico 1, verifica-se que as subdivisões uso potencial da terra, qualidade do ar, pesca e caça, agricultura, extração de madeira, beleza cênica,

paisagem nativa, valores arquitetônicos e habitações ilegais, obtiveram o valor ponderado 10, ou seja, são as subdivisões que apresentam a pior situação ambiental, dentro da área do município.

Encontra partida, apresentaram melhor situação ambiental, o extrativismo com valor 1, seguido pelas subdivisões paisagem, densidade populacional, acesso a região, abastecimento de água e saneamento e barragem com valor 2.

A Tabela 3 expõe, além dos parâmetros utilizados, as subdivisões, juntamente com os valores significativos encontrados. Somando-se os valores significativos encontrados, obteve-se um peso total de 159, que foi aplicado ao modelo matemático para a obtenção da unidade crítica de deterioração ou deterioração do passivo ambiental, da área do município de Batatais, SP.

Gráfico 1 - Representação da ponderação dos valores para os parâmetros escolhidos.

Uma vez que 10% é o limite máximo de deterioração até o qual a natureza consegue recompor-se por si mesma, e tendo sido encontrada para a área do município de Batatais um valor igual a 53,22%, caracterizando um alto grau de deterioração ambiental, torna-se indispensável a ajuda humana na recuperação do meio ambiente. Tabela 3 - Valores dos parâmetros (encontrado, máximo e mínimo) e unidade crítica de

deterioração.

DIAGNÓSTICO PARÂMETRO SUBDIVISÕES ENCONTRADO MIN VALORES SIGNIFICATIVOS MAX

O CUPAÇÃO DA T ERRA VIRG EM DO MUNI CÍP IO DE BAT AT AIS P O R AÇÕ ES ANT RÓ PICA S

A A1 Terra virgem ocupada 3 1 10

B

B1 Exuberância da fauna silvestre 7 1 10

B2 Vegetação 9 1 15

B3 Recursos hídricos (águas superficiais) 7 1 10

B4 Recurso hídrico (águas subterrâneas) 9 1 10

B5 Uso potencial da terra 10 1 10

B6 Qualidade do Ar 10 1 10 C C1 Extrativismo 1 1 10 C2 Pesca e caça 10 1 10 C3 Agricultura 10 1 10 C4 Pastagem 2 1 10 C5 Mineração 3 1 10 C6 Extração de madeira 10 1 10

D D1 Beleza cênica D2 Paisagem nativa 10 10 1 1 10 10

E1 Valores arquitetônicos 10 1 10

F F1 Densidade populacional F2 Habitações ilegais 10 2 1 1 10 10

F3 Obras de lazer e recreação 5 1 10

G

G1 Acesso a região 2 1 10

G2 Abastecimento de água e saneamento 2 1 10

G3 Energia elétrica 4 1 10

G4 Barragem 2 1 10

G5 Ruído 6 1 10

G6 Rede de coleta, triagem, deposição e/ou reciclagem dos RSU 3 1 10

H H1 Responsabilidade civil pelo dano ambiental H2 Instrumentos de políticas públicas 1 1 10

ambientais (EIA/RIMA) 1 1 10

TOTAIS 159* 27 275

y = 0,4032x - 10,8864 53,22% (DPAA)

Pela análise dos dados disponíveis no site Canasat do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), para a lavoura canavieira no município de Batatais, SP para o ano de 2013, verifica-se na Tabela 4 que a lavoura canavieira ocupa cerca de 47.774 ha, ou seja, 55,8% da área do município encontra-se impactada por esta atividade.

Este impacto pode ser quantificado, em termos de valor monetário, para mitigar a deterioração ocasionada por esta atividade, a partir do emprego deste montante.

Ainda na Tabela 4, apresentam-se as áreas correspondentes a cada estágio da lavoura canavieira, segundo a classificação do INPE, com seus respectivos valores monetários de implantação/manutenção estimados. A valorização dos estágios da lavoura canavieira que ocorre na área de estudo, ocorreu por simulação, depois de realizada pesquisa sobre o assunto. De modo que, os valores monetários estimados não fugissem à realidade, obtendo um valor monetário total da ação antrópica (VAA) da ordem de R$ 132.190.000,00.

De posse dos valores do grau de deterioração físico-ecológica, social- econômica-cultural e legais do passivo ambiental da área (TABELA 3) e do grau de deterioração real médio total (TABELA 2), pode-se pela equação 1 calcular o valor da deterioração média do passivo ambiental, obtendo-se o valor de 43,82%.

Assim, para o cálculo do valor pecuniário de passivo ambiental (PA), multiplicou- se o valor da deterioração média do passivo ambiental pelo valor monetário total da ação antrópica da Tabela 5, conforme equação 2, resultando em um valor de R$ 57.919.048,50.

Tabela 4 - Exposição dos preços por ha das ações antrópicas ocorridas.

Ações antrópicas Hectares Preço/ha (R$) Valor estimado (R$)

Canavial soca 34.848 1.500,00 52.272.000,00

Canavial em reforma 6.665 6.000,00 39.990.000,00

Canavial reformado 5.080 6.000,00 30.480.000,00

Canavial em expansão 1.181 8.000,00 9.448.000,00

Sendo o valor de R$ 57.919.048,50 o total do passivo ambiental de todas as ações antrópicas oriundas da lavoura canavieira para o município de Batatais – SP, susceptíveis de serem valoradas, este montante deverá ser empregado de modo a inverter ou melhorar a situação ambiental do município, tendo sempre em vista a condição original da área. Assim, a Tabela 5 apresenta o preço do passivo ambiental de cada estágio da lavoura canavieira para o município de Batatais-SP.

Pela análise da Tabela 5, verifica-se que o estágio cana soca recebeu maior valor de passivo ambiental da ordem de R$ 22.902.976,80). Considera-se por isso ter sido este o que provocou maior deterioração ambiental.

Por sua vez, o menor valor monetário de passivo ambiental de R$ 4.139.641,20 refere-se ao estágio de canavial em expansão, que apesar de possuir o maior preço por hectare, possui a menor área, denotando um baixo impacto sobre o que concerne a transformação de novas áreas em canaviais.

Como considerações, ressalta-se a importância de que o conhecimento da situação ambiental do sistema de produção da cana-de-açúcar é um instrumento que servirá para a tomada de decisão de seus gestores, como é um direito de qualquer cidadão.

Além do passivo ambiental, este processo deve gerar dados em termos dos riscos associados ao sistema de produção. Foi possível a valoração e a determinação dos valores de mercado, na medida que os dados foram obtidos a partir de preços e bens disponíveis no mercado, corroborando com Camelo et al. (2013).

Tabela 5 - Ordem decrescente de valor monetário do passivo ambiental a ser pago por estágio da lavoura canavieira no município de Batatais, SP.

Ação Antrópica Valor (R$)

Canavial soca 0,4664 x 52.272.000,00 = 22.902.976,80

Canavial em reforma 0,4664 x 39.990.000,00 = 17.521.618,50 Canavial reformado 0,4664 x 30.480.000,00 = 13.354.812,00 Canavial em expansão 0,4664 x 9.448.000,00 = 4.139.641,20

Na metodologia, as limitações foram quanto a qualidade e a confiabilidade dos resultados em que os mesmos dependem essencialmente das informações disponíveis na literatura e das informações pessoais obtidas em reuniões e discussões para o levantamento de dados. Assim, recomenda-se trabalhos que realizem um levantamento sistemático e consistente do desenvolvimento real e seus resultados em campo, considerando a identificação de ações adicionais àquelas levantadas.

A equipe multidisciplinar que trabalhou para o levantamento de dados foi relevante e nos trabalhos desta natureza deverá ser sempre contemplada. A metodologia de levantamento de dados deverá ser sempre aperfeiçoada, aprimorando- se para um banco de dados municipal, estadual ou, até mesmo, federal.

4 Conclusões

A deterioração ecológica, socioeconômica e legal, obtida a partir da valoração ponderada dos parâmetros selecionados, resultou no grau de deterioração do passivo da área de 53,22% (DPAA).

O grau de deterioração real médio total, obtido na matriz de interação de Leopold/Rocha foi da ordem de 34,41%.

A deterioração média do passivo ambiental foi de 43,82%, resultando em um valor pecuniário de R$ 57.919.048,50.

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Apêndice 1 - Mapa de compartimentos hidrológicos para o município de Batatais-SP

Apêndice 2 - Mapa hipsométrico do município de Batatais, SP

Apêndice 4 - Mapa de unidades de mapeamento de solos do município de Batatais, SP

Apêndice 5 - Dados climatológicos de cinquenta municípios do estado de São Paulo. Longitude Latitude Elevação Temperatura média (ºC) Precipitação (mm) Evapotranspiração Real (mm) hídrica (mm) Deficiência

-46,98 -22,06 660 21,50 1346,00 946,00 80,00 -49,06 -20,51 558 23,30 1263,00 1017,00 167,00 -47,31 -20,83 740 20,70 1517,00 882,00 79,00 -48,01 -21,71 717 21,30 1326,00 928,00 84,00 -49,73 -20,3 479 23,70 1132,00 1011,00 227,00 -47,4 -22,13 684 21,30 1254,00 934,00 80,00 -48,51 -21,85 469 21,80 1332,00 968,00 80,00 -47,38 -22,3 611 21,40 1441,00 1013,00 11,00 -49,56 -20,73 545 23,00 1338,00 1056,00 106,00 -48,73 -22,06 450 23,00 1197,00 1046,00 119,00 -48,55 -20,43 545 23,30 1250,00 992,00 199,00 -48,5 -20,83 567 23,00 1296,00 989,00 173,00 -49,01 -21,71 400 23,50 1226,00 1098,00 122,00 -48,13 -22,28 620 21,60 1322,00 978,00 61,00 -47,73 -20,23 725 22,20 1524,00 942,00 135,00 -47,73 -20,23 725 22,20 1524,00 942,00 135,00 -48,85 -20,83 565 22,80 1334,00 964,00 177,00 -48,97 -21,13 536 23,20 1262,00 1059,00 122,00 -49,05 -21,06 482 23,30 1321,00 1023,00 169,00 -48,53 -20,71 589 22,80 1295,00 981,00 153,00 -47,63 -22,23 575 21,90 1341,00 969,00 89,00 -47,71 -21,38 690 21,10 1442,00 894,00 97,00 -47,63 -21,91 648 21,70 1348,00 949,00 91,00 -48,38 -22,36 681 21,20 1286,00 955,00 50,00 -48,31 -22,13 660 21,20 1303,00 959,00 47,00 -49,4 -22,41 509 22,30 1195,00 1042,00 56,00 -47,43 -20,55 1026 20,20 1545,00 847,00 82,00 -49,28 -21,63 440 23,20 1312,00 1094,00 93,00 -48,18 -20,49 645 23,10 1254,00 1073,00 94,00 -49,58 -21,9 492 22,70 1174,00 1035,00 96,00 -48,23 -21,4 602 22,30 1308,00 963,00 129,00 -48,31 -21,25 580 22,60 1333,00 987,00 128,00 -47,6 -20,31 870 21,10 1530,00 893,00 100,00 -48,36 -21,6 551 22,50 1308,00 985,00 128,00 -49,51 -20,81 567 22,80 1168,00 996,00 146,00 -47,01 -21,47 665 22,40 1527,00 1043,00 53,00 -46,95 -22,52 588 21,70 1325,00 988,00 59,00 -48,45 -21,21 680 21,70 1317,00 933,00 108,00 -48,65 -21,08 605 22,60 1395,00 1006,00 113,00 -47,68 -20,65 620 22,60 1472,00 967,00 147,00 -47,96 -20,71 610 22,30 1516,00 955,00 133,00 -48,21 -21,03 515 23,00 1373,00 1006,00 156,00 -47,8 -21,18 521 22,40 1529,00 1027,00 72,00 -48,75 -21,25 575 22,40 1258,00 949,00 148,00 -46,9 -21,63 680 21,60 1435,00 945,00 91,00 -49,38 -20,8 475 23,50 1240,00 1043,00 174,00 -47,33 -21,48 617 22,00 1461,00 954,00 110,00 -48,8 -20,81 560 22,70 1266,00 980,00 152,00 -48,5 -21,41 512 22,50 1340,00 990,00 124,00 -48,3 -20,86 530 23,10 1313,00 989,00 176,00

Apêndice 6 - Mapa de precipitação pluviométrica do município de Batatais, SP

10

Apêndice 8 - Mapa de evapotranspiração real anual do município de Batatais, SP

111

107

Apêndice 11 - Matriz de Leopold elaborada em 1971 para o “United States Geological Survey”.

ADAPTADA POR ROCHA AÇÕES PROPOSTAS Modificação do Regime Transformação do Território e Construções Extração de

Recursos Processos Alteração do Terreno Renováveis Recursos Variáveis Tráfegos

Situação e Tratamento

de Resíduos

Outros Médias Totais Reais 1 a 13 1 a 19 1 a 7 1 a 15 1 a 6 1 a 5 1 a 11 1 a 14 1 a 7 FAT ORE S A M BIE N TAIS Características Físicas e Químicas Terra 1 a 6 Características Físicas e Químicas Água 1 a 7 Características Físicas e Químicas Atmosfera 1 a 3 Características Físicas e Químicas Processos 1 a 9 Condições Biológicas Flora 1 a 9 Condições Biológicas Fauna 1 a 9 Fatores Culturais Usos do Território 1 a 9 Fatores Culturais Recreativos 1 a 7 Fatores Culturais Estéticos e de Interesse Humano 1 a 10 Fatores

Culturais Nível Cultural 1 a 4 Fatores Culturais Serviços e Infra-estrutura 1 a 6 Relações Ecológicas 1 a 7 Outros 1 a 2

TOTAIS MÉDIOS DE TODO O EMPREENDIMENTO 

Apêndice 12 - Parâmetros e subdivisões consideradas.

Parâmetros Subdivisões consideradas

a – Inundação da terra virgem a montante da barragem (considerando a paisagem nativa)

a1 – Área virgem inundada

b – Recursos naturais renováveis

b1 – Exuberância da fauna silvestre na área de

inundação;

b2 – Vegetação na área de inundação;

b3 – Recursos hídricos na área de inundação;

b4 – solos na área de inundação.

c – Uso e consumo c1 – Extrativismo na área de inundação.

d – Perfil estético/pesquisa

d1 – Beleza cênica e/ou potencial turístico na área de

inundação;

d2 – Sítios arqueológicos na área de inundação;

d3 – Sítios paleontológicos na área de inundação;

e – Valor da

existência/população

e1 – Aceitabilidade da população na área de inundação;

e2 – Valor de existência atribuído ao ambiente/população

na área de inundação. f – Fatores culturais

f1 – Valores arquitetônicos na área de inundação;

f2 – Bens tombados pelo patrimônio histórico-cultural na

área de inundação; f3 – Terras indígenas.

g – Aspectos sociais

g1 – Qualidade de vida das famílias desapropriadas;

g2 – Deslocamento forcado/compulsório;

g3 – Cria condições de absorção do excedente da mão-de-

obra;

g4 – Densidade populacional na área inundada;

g5 – Nível de renda das famílias (n0 de salários mínimos).

Moradores da área de inundação;

g6 – Indenizações – áreas de inundação;

g7 – Indenizações – área de inundação – índice de

satisfação das famílias;

g8 – Perda da identidade e modos de vida (quantos anos o

proprietário reside no local).

h – Infra-Estrutura

h1 – Acesso à região (rodovias municipais, estaduais e

federais, ferrovias e hidrovias) – rodovias inundáveis; h2 – Abastecimento de água;

h3 – Saneamento básico;

h4 – Energia elétrica.

i – Aspectos legais ii12 – Responsabilidade civil pelo dano ambiental; – Instrumentos de políticas publicas ambientais

Benzer Belgeler