Grup I I Mann-Whitney U Test
6. SONUÇ VE ÖNERİLER
Comojá itado,emrelaçãoàestruturadoTamanduáforamfeitasnovasmodelagensdeformaa
onter3 amadasdistintas(Figura5.4). Aprimeirarefere-seàinterfa e,ondeosusuáriosinteragem
omo sistema. Existem aqui dois omponentes de interação,um que ontémasfun ionalidades
normalmente existentesno sistema desegundageraçãoeoutroque abrangeasfunções que om-
põem onível de abstração riado pelo espe ialista. A segunda amada refere-se ade entidades,
que possui omo omponentes A tion Manager e Extension Manager. O A tion Manager éres-
ponsável por todasas fun ionalidades do sistema de segunda geração. Já o Extension Manager
exe utatodasasfunçõesrela ionadasàsfun ionalidadesdeextensãoeabstração. Aúltima amada
onsistenosdadospersistentes. São oslo ais ondeosdadossãoarmazenadose deondesão on-
sultados. Modelandodessaforma,oobjetivoeradeixaras amadasmaisindependentes, tornando
aimplementaçãodomodeloamaisexívelpossíveleomodeloimplementadomaisindependente.
Apartirdamodelagemem amadas,épossívelsepararasfun ionalidadesespe í asdosistema
desegundageração,quenesse asoabrangemoprópriosistema,oA tionManagereosservidoresde
dados,mineraçãoevisualização,dasfunçõesquesãoprópriasdomodelo,queabrangemonívelde
abstração,oExtensionManagereoservidordeextensão. Dessaforma,os omponentesquefazem
partedomodelosóse omuni amem doispontos omosistema desegundageração: entre nível
deabstraçãoeA tion ManagereentreExtensionManager eosservidoresdedados,visualizações
e minerações. A vantagem dessa omuni açãoser em pontos lo alizadosenvolve aspe tos omo
organização,fa ilidadedemudanças,sene essáriaseindependên iaentrefun ionalidades.
Ainda em relação à modelagem, foram elaboradosdiagrama de lasses e diagramaentidade-
rela ionamento(ER), apresentados no Apêndi e A. Nesses diagramas, épossível visualizar aor-
ganizaçãoerelaçãoentre asentidades riadasnaimplementaçãodoprotótipo(grupos, onsultas,
tarefas, entre outras). Para o modelo, não é ne essário riar um ban o de dados espe í o, é
su iente apenas estender oexistente de formaa omportar oarmazenamento de entidades que
Figura5.4: EstruturaemCamadas
representaum onjuntodeusuários omosmesmosobjetivosinseridosnomesmo ontexto. Cada
grupoérepresentadoporseususuários,basesealgoritmos. Porexemplo,épossível riarumgrupo
deauditoresquepodemtrabalharembasesde omprasdogovernoepodemexe utardeterminados
algoritmos. Cada usuáriono grupodevepossuirumperl, quedeterminasuasresponsabilidades
epermissões.
A riaçãodessespersfoibaseadonomodelo,que onformeapresentadono apítulo4, onsi-
deradoispapéispossíveisparaosusuários:oespe ialistaeoleigo. Emrelaçãoaessa ara terísti a,
nosistema forammodelados essesdoispers,alémdoadministrador. Oadministradorérespon-
sávelporgeren iartodososre ursosdosistema. Eleé apazderealizartodasasfun ionalidades,
a res entandoeex luindogrupos,usuários,basesealgoritmos. Ousuárioespe ialistatempermis-
são para riar abstrações,(sendo asde entradadenominadas onsultas)e espe i ar omo serão
apresentadassuassaídas,alémdetambémtera essoàsfun ionalidadesdisponíveisparaosleigos.
Já ousuário leigoparti ipa de um grupoe pode exe utar as onsultas riadase ompartilhadas
dentrodogrupo,alémdevisualizarosresultadosobtidos,apli ando-osemseu ontexto.
Cadaumdosusuários,espe ialistaouleigo,podepossuirN onsultas,sendoque ada onsulta
possui N instân ias de tarefas de mineração (1 para ada exe ução da onsulta om diferentes
parâmetros). Como já itado anteriormente, onsultas são as abstrações de entrada dos dados
presentesnainterfa edoprotótipo. Elassãoasabstraçõesfeitaspeloespe ialistaquesãoa essadas
pelosleigos,sãoquestõesrela ionadasao ontextodeapli açãoquepodemservariadaseexe utadas
espe ialistaemabertoemuma onsultaemandarexe utar,é riadaumatarefa,sendoessauma
linhade omandoaserexe utadapeloalgoritmodemineraçãoemsi. Assim, adanovaexe ução
édenominadatarefademineração.
Cada onsulta possui também des riçõesque ompõem a base de onhe imento. Para ada
etapada riação, sãoapresentadas algumas questõesaserem respondidas, queirão onstituir as
expli açõesvistas pelos leigosao interagirem oma onsulta. Para ada questãoéexpli itado o
perlaquemaquelainformaçãosedestina. No asodeinformaçõesté ni assãodire ionadasaos
espe ialistaseasqueenvolvemexpli açõesgeraissãomaisdire ionadasaosleigos.
Essa ara terísti a é muito importante, visto que a Engenharia Semióti a, teoria utilizada
omobaseparaomodelo,entendeainteraçãohumano- omputador omouma omuni açãoentre
designereusuário. E abasede onhe imentopossuiumpapelrelevanteemapresentaraousuário
leigooqueodesigner,no asooespe ialista,estavapensandonomomentode onstruiraabstração.
Todoodesenvolvimentodoprotótipofoibaseadonaarquiteturadomodelodes ritono apítulo
4. Entretanto,nestaprimeiraversão,nemtodasasfun ionalidadesdesejadasforamimplementadas.
Algumasdasfun ionalidadesdesejadas,masquenãoforamimplementadasnessa primeiraversão
doprotótiposão:
•
Desenvolvimento do di ionário de forma ompleta, podendo em todos os asos editar os valoresdasdimensõesléxi as,sintáti as esemânti as;•
Disponibilidade dosparâmetrosdesuporte e onançapara riação do orpodas onsultas (exemplo, riar onsultas da forma: Quais os ompradoresganharam a ima de <CONFI-ANCA>dasvezes...). Aversãoatualsópermiteainserçãodeatributos;
•
Disponibilidade de operadores matemáti os, omo menor que, igual a para valores na riaçãodas onsultas;•
Possibilidadedo espe ialista riarnovasformasde visualização omo tabulare grá ae de ltrosparainteração omosresultados.Todasessasfun ionalidades estãodes ritasedo umentadasparaposteriorimplementação. É
importante ressaltarque emboraessas fun ionalidadessejam desejáveispara umusomais amplo
do protótipo, a versãoatual do protótipopermite a riação de onsultas úteis de a ordo om o
modeloepermitemaapre iaçãotantodomodelo, omo dopróprioprotótipo. Asfun ionalidades
nãoimplementadassãoapresentadas omo trabalhosfuturosaseremdesenvolvidosnoprotótipo.
De forma a ilustrara versão riada do protótipo, as suasprin ipais telas estão apresentadas no
Apêndi eB.
Apósserimplementadooprotótipo,avaliaçõesforamrealizadas omoobjetivodeavaliá-la. A
seçãoaseguirapresentaasavaliaçõesrealizadas,alémdosresultadosobtidos.
5.2.3 Utilização do protótipo
Parademonstrarautilização doprotótipo,foram riadas onsultasrela ionadasaos ontextos
itadosem 4.3.2. As onsultas foram riadaspela própriaautorae tinha porobjetivoavaliar se
oprotótipo permitia a riação das onsultas geradasnos enários utilizados para uma avaliação
ini ialdo modelo,des rita naseção 5.3. Foram utilizados dois enáriosdistintos, ode vestibular
por não termos a esso àbase de dados. Nos ontextosutilizados foi possível exe utar tarefas e
obterosresultadosdeformatextual. Issoporque essetipodevisualizaçãoé onsideradabási ae
podeserutilizadaemtodos ontextose onsultas.
Deformaailustrarautilizaçãodoprotótipo,aseguirserãoapresentadosospassosrealizadosno
mesmoparaa riação,exe uçãoevisualizaçãodeuma onsulta riadano ontextode riminalidade
(OutrastelasdoprotótipoestãoapresentadasnoApêndi eB). O ontextode riminalidadeenvolve
aanálisededadosrela ionadosà riminalidadedeBeloHorizonte,quesão adastradoseanalisados
pelosresponsáveispelasegurançapúbli ada idade. Esse ontextotambémfoiutilizadonostestes
omusuários,des ritosnaseção5.3.
Os primeirospassos entãosão rela ionadosà riaçãoda onsulta em si. A onsulta que será
ilustrada onsistenaseguintequestão:Dadoos rimesqueo orrempela<|PERIODODODIA|>
nodiadasemana<DIADASEMANA>, oquepodemosarmarsobreostiposde rimeselo ais
deo orrên ia?.Para riaçãodamesma,sãorealizadososseguintespassosnoprotótipo:
1. Informações: Forne imento deum nomeedes rição para a onsulta aser riada (Figura
5.5);
2. Algoritmo: Es olhadoalgoritmoaserapli adoeforne imentodosvaloresparaosparâme-
trossuportee onança(Figura5.6;)
3. Base: Es olhadabaseeseleçãodosatributosqueserãoutilizadosnopro essodemineração
(Figura5.7);
4. Atributos: Visualização dasinstân ias dosatributos, podendo sele ionar instân ias espe-
í as edarnomes mais laros aosatributos para osusuários,quandone essário (Figura
5.8);
5. Consulta: Criaçãoda onsulta emsi. Atualmente omapossibilidadedeinseriratributos
no orpodasmesmas,deformaadeixaraes olhadosvaloresparaosleigosnomomentoda
interação(Figura5.9).
Figura5.5: [Informação℄Telade riaçãoda onsulta
É importanteressaltar queem ada telaháperguntasrela ionadas às onsultas paraosespe-
ialistasquevisam ompor aexpli açãoque serávisualizada porusuáriosleigos ouespe ialistas,
Figura5.6: [Algoritmo℄Telade riaçãoda onsulta
Figura5.7: [Base℄Tela de riaçãoda onsulta
•
Porqueaes olhadessaté ni ademineração?•
Porqueessesvalorespara osparâmetros?Oobjetivodasperguntaséguiar osusuáriosespe ialistasquantoao onteúdodasexpli ações
deinteresseaseremforne idas.
***
A forma de apresentação da onsulta riada para os usuáriosleigos pode ser vista na gura
Figura5.8: [Atributos℄Tela de riaçãoda onsulta
Figura5.9: [Consulta℄Tela de riaçãoda onsulta
tipode onsultaé interessante serexe utada deforma periódi aepara novosdados, sempreque
surgirem.
Ousuárioespe ialistadevetambém onguraraformade apresentaçãodosresultados, omo
elesserãovistospelosusuáriosleigos,sendoqueparaissoutilizamumtemplatedefault devisuali-
zaçãotextual(Figura5.11).
A telaapresentadanagura5.12representaavisualizaçãonal dosresultadospelosusuários
Figura5.10: Visualizaçãoda onsultasegundovisãodousuárioleigo
Figura5.11: Telade onguraçãotextual
5.3 Avaliação do protótipo om usuários reais
A avaliaçãodomodelousandooprotótipofoi realizada omaparti ipação dosusuáriosreais
dosistema, bus andoanalisar sea soluçãoatendia ao quese propunha. Assim, nesse momento,
desejava-se analisar avisão dos usuáriossobre asolução proposta, utilizando oprotótipo. Mais
uma vez, os enáriosutilizados para oteste foramosdo vestibulare riminalidade (des ritosna
seção 4.3.2). Paraessafasedaavaliação,forampreparadostestesemambiente ontrolado, riando
tarefasrela ionadasaos enáriossele ionados. Bus ava-seanalisaraexperiên iadosusuários,tanto
espe ialistasquantoleigos, omousodosistema, oletandoaopiniãodosmesmos,veri andosea
soluçãoatendeaoquesepropõeeanalisandoaper epçãodosusuáriossobreos ustosebenefí ios
doprotótipo(emodelo).
Aavaliaçãorealizadapodeserdivididaemtrêsgrandesetapas: planejamentodostestes,apli a-
çãodostestes(in luindoentrevistas)eanálisedosresultados. Aseguirsãodes ritasasatividades
de adaumadessasetapas.
Figura5.12: Teladevisualizaçãotextualnal
•
Determinação do objetivo daavaliação:Oobjetivodaavaliação omosusuáriosfoidenido omosendoarespostaparaasquestões:
É possível queespe ialistas onsigam riar abstrações ( onsultas) úteispara os usuários -
nais? É possível que os leigos onsigam interagir om o sistema de mineração de segunda
geração semquesaibamos on eitos té ni osenvolvidos?
•
Determinação do ontexto de apli ação:Após denido o objetivo da avaliação, foram es olhidos os ontextos para apli ação dos
testes: aqualidadedeprediçãodasquestõesemrelaçãoaodesempenhodosalunos( ontexto
do vestibular, des ritona seção 4.3.2) ea análisede dados sobrea riminalidadeem uma
idade.
Uma preo upaçãofoi em limpar e organizar a base de dados de ada ontexto. As bases
de dadosforamforne idaspelos própriosusuários. Asdes riçõesdasbasesutilizadas estão
mostradasnatabela 5.1.
•
Seleção dosparti ipantes:Em seguida foram sele ionados os parti ipantes para os testes. Para ada ontexto, foi
sele ionadoumusuárioespe ialistaeumleigo,onde adaumdesenvolveutarefasrela ionadas
aoseuperl.
Emrelaçãoaoperldosusuários,no ontextodaanáliseda riminalidade,tivemosaparti-
ipação de doisusuários leigosdistintos, mas om ara terísti assemelhantes. Osdois são
pesquisadoresdoCRISP,CentrodeEstudosdeCriminalidadeeSegurançaPúbli a,que on-
sisteemumórgãovoltadoparaaelaboração,a ompanhamentodeimplementaçãoeavaliação
ríti adepolíti aspúbli asnaáreadajustiça riminal;ligadoàUniversidadeFederaldeMi-
nas Gerais(UFMG) [Crisp (2008)℄. Os doisparti ipantessão so iólogos, zerammestrado
naáreaesãofun ionáriosdoCRISP.Durantetodoopro essodeavaliação,elesparti iparam
Contexto Des riçãodasbases
Vestibular Abase dedadosoriginal ontémasnotasdasprovasde segunda
etapadosvestibulares daUFMG dosanosde2002, 2003,2004 e
2005,assim omonotasdosalunosnauniversidade. Paramelhor
análisedosdados,osmesmosforamanonimizados,deformaanão
permitirqueos andidatos/alunosfossemidenti ados,sendore-
tiradastambéminformaçõespessoais. Paraostestes,foiutilizado
partedabase, omosdadosdoanode2004. Informaçõesdosatri-
butosedis retizaçõesrealizadasestão apresentadasno Apêndi e
C.2.
Criminalidade Abase dedadosoriginalfoi disponibilizadapelo CRISP(Centro
de estudos de riminalidade e segurança públi a), órgão ligado
aUFMG. A base apresenta er a de 636.000registros o orridos
em2003da idadedeBeloHorizonte, ompostapor28atributos,
omonatureza, des riçãoe ódigodao orrên ia,além dedata e
horadoa onte imento. Algunsexemplosde rimesapresentados
são: trânsitourbano, ontrapessoa,in êndio,bus aesalvamento,
entre outros.
Emrelaçãoapreparaçãodabase,dis retizaçõesforamrealizadas,
omoa riaçãodefaixasdehoráriosparaoatributohora: manhã,
tarde,noiteemadrugada. Alista ompletadosatributosestáno
Apêndi eC.2.
Tabela5.1: Des riçãodasbasesdedadosde ada ontexto
Emrelaçãoao usuárioleigo do ontextodevestibular, ontou-se om aparti ipaçãode um
pesquisador, professor do departamento de omputação no DCC, que tinha interesse em
levantar aspe tosinteressantessobre aanálisedaqualidadedovestibular.
Osusuáriosespe ialistassele ionados sãoalunosdegraduaçãoepós-graduaçãodo urso de
omputaçãodaUFMGparaos ontextosde riminalidadeedovestibular,respe tivamente.
Comoexperiên iaemmineraçãodedados,eles ursaramadis iplinademineraçãodedados
nosegundosemestrede 2007. Paraoespe ialistado ontextodevestibular,essefoioúni o
ontato que teve om o sistema Tamanduá 1.0 (versãojá existente). Já o espe ialista do
ontextode riminalidadehaviaparti ipadotambém deum ursoexterno, háaproximada-
mente2anos,sendoessede urtaduração(aproximadamente2horas). Osdoisparti iparam
dostrabalhosdes ritosnaseção4.3.2 omoalunos,masnãotiveramoutros ontatos omos
usuáriosleigosenvolvidos,alémdosqueo orreramduranteo urso.
•
Criação dos enáriospara as avaliações:Com oobjetivode des rever enários mais reais etarefas queseriam interessantes para os
usuários,antesdostestesemlaboratório,foramrealizadasalgumasreuniões omosusuários.
Aseqüên iaedes riçãodasatividadesrealizadassãoapresentadasaseguir:
Reunião om os usuários espe ialistas sele ionados (roteiro da reunião no
Apêndi e C.2)
O objetivo da primeira reunião, om os usuários espe ialistas, onsistia em apresen-
tar otrabalho de forma resumida eexpli ar ospassos que seriamexe utados durante
Reunião om os usuários espe ialistas e leigos (uma para ada ontexto;
roteirosdas reuniõesno Apêndi e C.2)
Osegundoen ontroo orreudeformaseparadapara ada ontexto. Assim,foirealizada
uma reunião om o espe ialista e leigo do ontexto de riminalidade e outra om o
espe ialistaeleigodo ontextodovestibular. Nessemomento,oobjetivodaavaliaçãoe
des rição dabasededadosforamapresentadosdeforma aigualaro onhe imento dos
usuáriosenvolvidossobre o ontextode apli ação. Oobjetivoda reunião eralevantar
as ne essidadesdos usuáriosleigos de forma aauxiliar a riação das abstrações pelos
usuáriosespe ialistas.
Reunião omosusuáriosespe ialistaspara geraçãodas onsultas(umapara
ada ontexto;roteiros dasreuniõesno Apêndi e C.2)
Em um ter eiro momento, foram feitos en ontros separados om os espe ialistas, de
forma adenir as onsultas que deveriam ser riadas, já sendo denido ostextos das
mesmas. Previamente, para ada ontexto de uso foi elaborado um resumo sobre as
ne essidadesqueforamlevantadasnareuniãoanterior.
•
Geração do material para as avaliações(in luindoaspe toséti os).Apósasreuniões,foram elaboradosostestesseparadamente om ada usuárioutilizandoo
sistema. Primeiroforamrealizadosostestesdosespe ialistaseposteriormentedosleigos. Os
roteirosdasavaliaçõesestão listadosaseguir:
Avaliação emlaboratório omos usuários espe ialistas (roteiro da avaliação
na seção 5.3.2)
Avaliaçãoemlaboratório omosusuáriosleigos(roteirodaavaliaçãonaseção