• Sonuç bulunamadı

Tornar familiar aquilo que é estranho constitui uma função primordial das Representações Sociais. Este estudo, sobre a morte e o processo de morrer para médicos (as) e enfermeiros (as) que trabalham na UTI, constitui do ponto de vista conceitual, um conhecimento e um saber diferente das suas práticas. O significado atribuído remete para a esfera individual enquanto algo desconhecido, pois ao falar sobre a temática, as manifestações discursivas falam de um outro, o paciente. Este é representado de acordo com os ciclos da vida, quando expressam emoções, sentimentos e explicações para a morte e o morrer. Assim, a pressão, a focalização e dispersão das informações estudadas remetem para a condição de autoridade.

Assim, justificam e orientam suas experiências com a morte do outro que, mediante determinada situações revela o medo de pensar sobre sua própria morte, por ser um sentimento e uma atitude compartilhada universalmente pelas pessoas.

Neste estudo, tivemos por objetivo principal: apreender as representações sociais de médicos(as) e enfermeiros(as) que trabalham em UTI sobre a morte e o processo de morrer. Entendemos que as Representações Sociais da morte e do morrer do grupo estudado teria como significados os eventos biológicos, psicossociais e transcendentais e a imagem construída um ciclo.

Significados

• Eventos tr anscendentais • Eventos biológicos

MORTE E O PROCESSO DE MORRER = Eventos psicossociais

Imagem Ciclo

Em relação à morte de pessoas sob os seus cuidados, percebemos que há expressão de sentimentos de impotência, de fragilidade ou indiferença, contudo, em se tratando de pacientes crônicos e que consideram estar sofrendo, referem alívio; quanto aos fatores que interferem na construção destas representações, entendemos que estão relacionados à cultura, especialmente, à religião; não percebemos evidentes divergências nas representações entre enfermeiros (as) e médicos (as), existem apenas alguns momentos de disjunções.

Este estudo não pretende esgotar o tema acerca das representações sociais sobre morte e morrer para profissionais que trabalham em UTI. No entanto, pretendemos contribuir para a realização de novos estudos e para melhorar a qualidade da assistência prestada e qualidade de vida dos profissionais.

Pretendemos disponibilizar os dados para os pesquisados, que ao refletirem e discutirem sobre suas práticas podem minimizar sofrimentos e favorecer melhorias nas suas práticas profissionais.

Sugerimos que sejam realizadas atividades, tais como grupos de apoio, para os trabalhadores de UTI, quando deverão ser discutidas temáticas relacionadas à morte e o processo de morrer, a fim de se estabelecer uma relação de ajuda com pacientes, familiares e entre a equipe de trabalho.

ABRIC, Jean-Claude. O Estudo Experimental das Representações Sociais. In: JODELET, Denise (org.). As Representações Sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2001. p. 155-71.

______. A abordagem estrutural das representações sociais. In: MOREIRA, Antonia Silva Paredes; OLIVEIRA, Denise Cristina de (orgs.). Estudos interdisciplinar es de

Repr esentação Social. Goiânia: AB, 1998. p. 27-46.

ALEXANDRE, Marcos. O papel da mídia na difusão das representações sociais. Disponível em: http://www.facha.edu.br/publicacoes/comum/comum17/pdf/opapel.pdf. Acesso em: 11 nov. 2004.

ALVES, Rubem. Sobre a morte e o morrer. Folha de São Paulo, Caderno “Sinapse”, 12 out 2003, 3 p. Disponível em: <http://www.releituras.com/rubemalves_morte.asp>. Acesso em: 11 nov. 2004.

______. A morte como conselheira. In: CASSORLA, Roosevelt M. S. Da morte: estudos brasileiros. Campinas: Papirus, 1991. p.11-15.

ARIÈS, Philippe. Histór ia da Morte no Ocidente. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003. 312 p. BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: edições 70 Persona, 1977. 226p. BAUER, M. R. et al. Assistir o paciente oncológico: como as enfermeiras poderão enfrentar este desafio? Rev. Gau. Enf., Porto alegre, v. 12, n. , p. 27-32, jul. 1991.

BLACKMORE, Susan. Religiões como memeplexos. Disponível em: < http://www.str.com.br/Scientia/memeplexos.htm>. Acesso em: 03 dez. 2005.

BOEMER, Magali Roseli. A morte e o morrer. 2. ed. São Paulo: Cortez, 1989. 135 p. ______. A temática da morte sob a perspectiva da pesquisa do fenômeno situado. In: Cader nos da Sociedade de Estudos e Pesquisa Qualitativos. v. 2, n. 2. São Paulo: A sociedade. 1991. p. 65-84.

BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução 196/96. Brasília, 1996.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria no

. 3432 de 12/08/1998 - em vigor . Estabelece critérios de classificação para as Unidades de tratamento Intensivo – UTI. Disponível em: <http://www.amib.com.br/portaria3432.htm>. Acesso em: 01 ago. 2004.

BURLÁ, Claudia; PY, Ligia. Humanizando o final da vida em pacientes idosos: manejo clínico e terminalidade. In: PESSINI, Leo; BERTACHINI, Luciana (Org). Humanização e Cuidados Paliativos. São Paulo: Edições Loyola, 2004, p. 125-47.

CASSORLA, Roosevelt M. S. (Coord). Da morte: estudos brasileiros. Campinas: Papirus, 1991. 241 p.

CAVE, Janet et al. Mistérios do desconhecido: prolongamento da vida. São Paulo: Abril, 1993. 144 p.

CINTRA, Eliane de Araújo; NISHIDE, Vera Médici; NUNES, Wilma Aparecida. Assistência de enfer magem ao paciente cr ítico. São Paulo: Atheneu, 2000. 671 p.

CHAHON, Vera Lúcia. A mulher impura: menstruação e judaísmo. Rio de Janeiro: Achiamé, 1982. 94 p.

COSTA, Mildred Patrícia Ferreira da. Ressuscitação cardiopulmonar: aspectos da

comunicação e do tempo. In: SILVA, Maria Júlia Paes da (Org.). Qual o tempo do cuidado? Humanizando os cuidados de Enfermagem. São Paulo. Centro Universitário São Camilo: Loyola, 2004. p. 111-121.

CROSSETTI, Maria da Graça; BUÓGO, Míriam; KOHLRARAUSCH, Eglê. O cuidar de enfermagem como ação terapêutica na atenção à saúde individual: a especificidade das ações de natureza propedêuticas e terapêuticas de enfermagem e sua interface com as ações de enfermagem complementares aos atos de outros profissionais. In: Anais do 50O

. Congr esso Brasileir o de Enfer magem: cuidar – ação terapêutica da enfermagem. Salvador: ABEN- Seção Bahia, p. 94-109, 1998.

D’ASSUMPÇÃO, Evaldo A. Tanatologia: ciência da vida e da morte. Arquivos de Tanatologia e Bioética. V. 01. Belo Horizonte: Fumarc, 2002. 47 p.

______. Dizendo adeus: como viver o luto, para superá-lo. Belo Horizonte: PUC Minas, 2001. 79 p.

DOMINGOS SOBRINHO, Moisés. Poder simbólico, signo hegemônico e representação social: notas introdutórias. In: CARVALHO, Maria do Rosário; PASSEGGI, Maria da Conceição; DOMINGOS SOBRINHO, Moisés.(Orgs.) Representações sociais. Mossoró, RN: Fundação Guimarães Duque, 2003. p. 63-82.

DRUMOND, Thaís Costa et al. Cathivar: humanizando o atendimento em câncer e AIDS. Belo Horizonte, UFMG, 2002. Disponível em:

<http://www.saudebrasilnet.com.br/premio_2002_arquivo/trabalho60.asp>. Acesso em: 18 nov. 2004.

ESCUDEIRO, Cristina Lavoyer. Enfermagem e Teoria das Representações Sociais: uma alquimia a mais na arte de pesquisar. Livro de resumos da jor nada internacional sobre r epr esentações sociais: teoria e campos de aplicação. Natal, RN, 1998. p. 58.

FERRAZ, Aidê Ferreira. et al. Assistência de enfermagem a paciente em fase terminal. Rev. Bras. Enf. Brasília, v. 39, p. 50-60, jan./fev./mar. 1986.

FREUD, Sigmund. Totem e Tabu. Rio de Janeiro: Imago, 1974. 179 p.

GUERRA, Débora Rodrigues. Morte na UTI: compreensão de enfermeiras. Fortaleza, CE. Monografia (Graduação). Universidade Estadual do Ceará. Graduação em Enfermagem. 1998. 90 p.

GUIMARÃES,Carlos Antonio Fragoso. A Reencar nação nos Primeiros Séculos do Cr istianismo. Disponível em:

<http://geocities.yahoo.com.br/carlos.guimaraes/origenes.html>. Acesso em: 03 dez. 2005. HAESBAERT, Ricardo Arend. Federação Nacional dos Enfermeiros. In: Anais do 48O.

Congr esso Brasileir o de Enfer magem: a Enfermagem, os 70 anos da ABEn e as perspectivas para o próximo milênio. São Paulo: ABEN, p. 349-52, 1997.

HUDAK, Carolyn M; GALLO, Barbara M. Cuidados Intensivos de Enfermagem. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1994. 1013 p.

JODELET, Denise (org.). As Representações Sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ. 2001. 420 p. KELEMAN, Stanley. Viver o seu mor rer. São Paulo: Summus. 1997. 110 p.

KLAFKE, Teresinha Eduardes. O médico lidando com a morte: aspectos da relação médico- paciente terminal em cancerologia. In: CASSORLA, Roosevelt M. S. (Coord). Da mor te: estudos brasileiros. Campinas: Papirus, 1991. 241 p.

KOURY, Mauro Guilherme Pinheiro. Cultura e subjetividade: questão sobre a relação luto e sociedade. In: KOURY, Mauro Guilherme Pinheiro; LIMA, Jacob Carlos; RIFIÓTIS,

Theophilos (Orgs.). Cultura e subjetividade. João Pessoa: Editora Universitária, 1996. p. 29- 46.

KOVÁCS, Maria Júlia. Mor te e desenvolvimento humano. 2. ed. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1992. 246 p.

______. Comunicação nos programas de cuidados paliativos: uma abordagem multidisciplinar. In: PESSINI, Leo; BERTACHINI, Luciana (Org). Humanização e Cuidados Paliativos. São Paulo: Loyola, 2004. p. 275-89.

KÜBLER-ROSS, Elizabeth. A roda da vida: memórias do viver e do morrer. Rio de Janeiro: GMT, 1998. 313 p.

______. Sobre a morte e o morrer: o que os doentes terminais têm para ensinar a médicos, enfermeiras, religiosos e aos seus próprios parentes. 8. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998. 296 p.

______; KESSLER, David. Os segredos da vida. Rio de Janeiro: Sextante, 2004. 218 p. LANDMANN, Jayme. A ética médica. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1985. 300 p. LIMA, Adriana Aparecida de Faria. A morte, o tempo e o cuidar. In: SILVA, Maria Júlia Paes da (Org.). Qual o tempo do cuidado? Humanizando os cuidados de Enfermagem. São Paulo.Centro Universitário São Camilo: Loyola, 2004. p. 158-168.

MARTINS, Mary Anne Fontenele. Práticas educativas: limites entre o bater e o não bater – contribuições ao estudo de violência intrafamiliar. Fortaleza, CE. Dissertação (mestrado). Universidade Federal do Ceará. Mestrado em Saúde Pública. 2002. 142 p.

MORSE, Martha. A caminhada de uma médica com a morte. Revista Espaço Acadêmico. N. 30, nov. 2003. Disponível em: <http:// www.espacoacademico.com.br/030/30emorse.htm>. Acesso em: 15 jul. 2005.

MOSCOVICI, Serge. Representações Sociais: investigações em psicologia social. Petrópolis: Vozes, 2003. 404 p.

______. Das representações coletivas às representações sociais: elementos para uma história. In: JODELET, Denise (org.). As Representações Sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ. 2001. 420 p.

OBA, Maria das Dores Vale et el. A morte mediante as representações sociais dos profissionais de saúde. Rev. Bras. Enferm, Brasília. v. 55, n. 1, p. 26-30. jan./fev. 2002 OLIVEIRA, Maria Francinete de. Representações sociais, relações de gênero e programas de assistência e educação à saúde da mulher no climatér io. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal-RN. Tese (Doutorado em Educação). 2001. 190 p.

ORLANDO, José Maria da Costa. UTI muito além da técnica: a humanização e a arte do intensivismo. São Paulo: Atheneu. 2001. 584 p.

PASSOS, Elizete Silva. De anjos a mulheres: ideologias e valores na formação de enfermeiras. Salvador: EDUFBA/EGBA, 1996. 209 p.

PITTA, Anna. Hospital: dor e morte como ofício. 2. ed. São Paulo: HUCITEC. 1991. 198 p. PY, Ligia; OLIVEIRA, Ana Claudia. Humanizando o adeus à vida. O Mundo da Saúde, São Paulo, v. 27, n. 2, p. 240-247, 2003.

REZENDE, Ana Lúcia Magela et al. Ritos de morte na lembrança de velhos. Série Enfermagem – Repensul. Florianópolis: Ed. Da UFSC, 1996. 154 p.

RODRIGUES, Maria Socorro Pereira, LEOPARDI, Maria Tereza. O método de análise de conteúdo: uma versão para enfermeiros. Fortaleza: Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura, 1999,118 p.

SÁ, Celso Pereira de. Núcleo Central das Representações Sociais. Petrópolis: Vozes, 1996. 189 p.

SHEEHY, Gail. Novas Passagens: um roteiro para a vida inteira. Rio de Janeiro: Rocco, 1997. 480 p.

SILVA, Marcimedes Martins. Representação social e comunicação. São Paulo: PUC-SP. 1992. Disponível em: <http:// www.avesso.net/suicid2.htm.>. Acesso em: 01 ago. 2004

SPINK, Mary Jane (Org.). O conhecimento no cotidiano: as representações sociais na perspectiva da psicologia social. São Paulo: Brasiliense, 1993. 311 p.

______. Desvendando as teorias implícitas: uma metodologia de análise das representações sociais. In: GUARESCHI, Pedrinho; JOVCHELOVITCH, Sandra. Textos em

Repr esentações Sociais. Petrópolis: Vozes, 1994. p. 117-145.

SOUZA FILHO, Edson Alves. Análise de Representações Sociais. In: SPINK, Mary Jane (Org.). O conhecimento no cotidiano: as representações sociais na perspectiva da psicologia social. São Paulo: Brasiliense, p. 109-45, 1993.

TOLSTÓI, Liev. A morte de Ivan Ilitch: seguido de senhores e servos. Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Publifolha, 1998. 140 p.

VERGÈS, Pierre. Representações Sociais da Economia: uma forma de conhecimento. JODELET, Denise (org.). As Representações Sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ. P. 343-62. 2001.

VIORST, Judith. Perdas Necessárias. São Paulo: Melhoramentos, 1986. 335 p. VILA, Vanessa da Silva Carvalho; ROSSI, Lídia Aparecida. O significado cultural do cuidado humanizado em Unidade de Terapia Intensiva: “muito falado e pouco vivido”. Rev. Latino-Am. Enfer magem, Ribeirão Preto, v. 10, n. 2, mar./abr. 2002.

VOLMERO, Maria Fernanda. Morte. Super Interessante. São Paulo: Abril. v. 16, n. 1, p. 36- 44, fev. 2002.

VON ZUBEN, Newton Aquiles. Questões de Bioética: morte e direito de morrer. Disponível em: <http://www.fae.unicamp.br/vonzuben/morte.html>. Acesso em : 11 nov. 2004.

WAGNER, Wolfgang. Sócio-gênese e características das representações sociais. In: MOREIRA, Antonia Silva Paredes; OLIVEIRA, Denise Cristina de (orgs.). Estudos inter disciplinar es de Repr esentação Social. Goiânia: AB, 1998. p. 03-25.

WEIL, Pierre. As fronteiras da evolução e da morte. 6 ed. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1991, 131 p.

APÊNDICE A

TESTE DE ASSOCIAÇÃO LIVRE DE PALAVRAS

01. Nome da pesquisa: AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA MORTE E DO PROCESSO DE MORRER PARA PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA – UTI

2. Nome da orientadora da pesquisa: Profa. Dra. Maria Francinete de Oliveira 3. Nome da mestranda: Débora Rodrigues Guerra

4. Dados de identificação dos (as) entr evistados (as): a. Sexo

b. Religião c. Idade d. Profissão

e. Tempo de formado f. Tempo de trabalho na UTI

g. Estado civil, se não solteiro (a), há quanto tempo h. Filhos (as), caso sim, idade

5. A palavr a mor te lhe lembr a o quê? (Em tr ês palavr a s) _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________ 6. A palavr a mor r er lhe lembr a o quê? (Em tr ês palavr as) _____________________________________________ _____________________________________________ _____________________________________________

APÊNDICE B

ROTEIRO DE ENTREVISTA SEMI-ESTRUTURADO

1. Nome da pesquisa: AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA MORTE E DO PROCESSO DE MORRER PARA PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA – UTI

2. Nome da orientadora da pesquisa: Profa. Dra. Maria Francinete de Oliveira 3. Nome da entrevistadora: Débora Rodrigues Guerra

4. Data da entr evista: ___ /___/ 2005

5. Início da entr evista: _____ Tér mino da entr evista : _____ 6. Dados de identificação dos (as) entr evistados (as):

a. Sexo b. Religião c. Idade d. Profissão

e. Tempo de formado f. Tempo de trabalho na UTI

g. Estado civil, se não solteiro (a), há quanto tempo h. Filhos (as), caso sim, idade

7. O que a mor te r epr esenta par a você?

8. O que r epr esenta par a você o mor r er e a mor te de uma pessoa que está sob os seus cuidados na UTI?

APÊNDICE C

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Ciências da Saúde

Departamento de Enfermagem Programa de Pós-Graduação em Enfermagem

Curso de Mestrado

Natal, ____ de ___________ de 2005 Senhor(a) Diretor (a),

Vimos solicitar a colaboração de V. Sa., no sentido de conceder autorização para que a mestranda Débora Rodrigues Guerra possa proceder a coleta de dados de seu estudo intitulado “AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA MORTE E DO PROCESSO DE MORRER PARA PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA – UTI”, nesta Instituição.

Informamos que o termo de autorização encontra-se em anexo.

Agradecemos antecipadamente,

_________________________________ Profa. Dra. Maria Francinete de Oliveira

Orientadora do estudo

APÊNDICE C COMPLEMENTO

Univer sidade Feder al do Rio Gr ande do Nor te Centro de Ciências da Saúde

Departamento de Enfermagem Programa de Pós-Graduação em Enfermagem

Curso de Mestrado

TERMO DE AUTORIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO

TÍTULO DO ESTUDO: “AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA MORTE E DO

PROCESSO DE MORRER PARA PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA – UTI”

PESQUISADORES: Débora Rodrigues Guerra

Profa. Dra. Maria Francinete de Oliveira 01. Após análise do pr ojeto e da solicitação:

( ) Autorizamos a coleta de dados na instituição. ( ) Não autorizamos a coleta de dados na instituição. 02. Quanto à divulgação:

( ) Autorizamos menção do nome da instituição no relatório técnico-científico. ( ) Não autorizamos menção do nome da instituição no relatório técnico-científico. 03. No que diz r espeito ao r elatór io escr ito:

( ) Requeremos a apresentação dos resultados na instituição. ( ) Não requeremos a apresentação dos resultados na instituição.

Natal – RN, ___ de _____________ de 2005 __________________________

APÊNDICE D

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM Campus Universitário sn – Lagoa Nova, Natal/RN

Cep. 59072-970, Fone 3215 3196

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Natal-RN, ____ de _____________ de 2005 Prezado (a) Sr. (a),

Vimos, por meio deste, esclarecer que, enquanto discente do programa de Pós- Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande no Norte, estamos realizando uma Dissertação de Mestrado sob o tema: “AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA MORTE E DO PROCESSO DE MORRER PARA PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA – UTI”.

Este estudo tem como objetivos: apreender as representações sociais de médicos (as) e enfermeiros (as) que trabalham em UTI sobre a morte e o processo de morrer; identificar convergências e divergências das representações sociais de enfermeiros (as) e médicos (as) ) que trabalham em UTI em relação à morte e o processo de morrer; conhecer as representações sociais de enfermeiros (as) e médicos (as) que trabalham em UTI em relação à morte e o processo de morrer de pessoas que estão sob os seus cuidados; identificar os fatores que influenciam na construção das representações sociais de enfermeiros (as) e médicos (as) que trabalham em UTI sobre a morte e o processo de morrer.

Assim, solicitamos a sua contribuição no sentido de participar de uma entrevista. Esclarecemos que:

• a mestranda se chama Débora Rodrigues Guerra, COREN – RN: 80828, discente do curso de Mestrado em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande Norte;

• o trabalho será realizado sob a orientação da Dra. Maria Francinete de Oliveira, enfermeira e professora do curso de Mestrado em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande Norte;

• a entrevista deverá ser gravada para posterior registro fiel dos dados;

• sua participação será voluntária e caso não queira responder a todos os questionamentos terá liberdade em participar até o momento que lhe convier; • não haverá nenhum dano ou prejuízo, se não desejar participar do estudo, e, poderá

retirar-se no momento que julgar oportuno;

• as informações obtidas serão confidenciais e utilizadas apenas como propósito científico, sem divulgar o nome do participante;

• não há previsão de gasto financeiro ou ressarcimento de despesas pelos participantes da pesquisa;

• terão acesso aos arquivos para constatação dos dados, a pesquisadora, e os demais profissionais envolvidos nesse estudo, sem, contudo violar a confidencialidade necessária;

• a pesquisadora arquivará este termo de consentimento, e que, nenhuma conjuntura ele será apreciado por outra pessoa;

• a autorização para o desenvolvimento de todos os passos anteriormente apresentados, será considerado a partir da assinatura do impresso e consentimento. • quaisquer dúvidas sobre questões éticas que envolvem a pesquisa, procurar o CEP- UFRN pelo telefone 215-3135 ou pelo end: Praça do Campus Universitário, Lagoa Nova, Cep. 59072-970.

Agradecemos a sua atenção, e caso aceite participar, solicito a sua confirmação neste documento.

Atenciosamente,

Débora Rodrigues Guerra Tel: 084.9968.2790 Endereço: Av. dos Ipês,

Cond. Parque dos Rios, Bloco Q, apto 301,

Neópolis; Natal – RN Endereço eletrônico: [email protected]

TERMO DE CONSENTIMENTO

Eu, _______________________________________, li e/ou ouvi o esclarecimento e compreendi a finalidade do estudo e qual procedimento a que serei submetido. Entendi que sou livre para interromper minha participação a qualquer momento, sem justificar minha decisão. Sei que meu nome não será divulgado, que não terei despesas e não receberei dinheiro por participar do estudo.

Autorizo o uso dos dados obtidos através da entrevista com o objetivo de desenvolver a pesquisa citada, como também a publicação do referido trabalho escrito, podendo utilizar inclusive meus depoimentos. Concedo também o direito de uso para quaisquer fins de ensino e divulgação em jornais e/ou revistas científicas, desde que mantenha o sigilo sobre a minha identidade, podendo usar pseudônimos.

Eu concordo em participar do estudo.

Natal – RN, ___ de ___________ de 2005. __________________________________ Assinatura do informante Nome: Endereço: RG. Fone: ( )

APÊNDICE E

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Ciências da Saúde

Departamento de Enfermagem Programa de Pós-Graduação em Enfermagem

Curso de Mestrado

TERMO DE COMPROMISSO

Declaramos que conhecemos e cumpriremos os requisitos da Resolução do Conselho Nacional de Saúde nº 196/96 de 10 de outubro de 1996 e suas complementares. Nos comprometemos a utilizar os materiais e dados coletados exclusivamente para os fins previstos no Protocolo.

Natal - RN, 22 de fevereiro de 2005

____________________________________ Enfa Débora Rodrigues Guerra

(mestranda)

____________________________________ Profa. Dra. Maria Francinete de Oliveira (orientadora)

APÊNDICE F

Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Ciências da Saúde

Departamento de Enfermagem Programa de Pós-Graduação em Enfermagem

Curso de Mestrado

D E C L A R A Ç Ã O

Declaramos que os resultados do estudo serão publicados unicamente para fins científicos sejam eles favoráveis ou não, será assegurado o anonimato dos participantes e retorno das informações coletadas. Serão submetidos à publicação em periódico técnico/científico de enfermagem.

Manteremos os instrumentos de pesquisa (formulários) por cinco anos arquivados no departamento de enfermagem / pós-graduação de enfermagem, a fim de que possam ser analisados futuramente, caso haja necessidade.

Aceitamos as responsabilidades pela condução científica do Projeto em apreço, cujo título é: AS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DA MORTE E DO PROCESSO DE MORRER PARA PROFISSIONAIS QUE TRABALHAM EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA – UTI.

Natal - RN, 22 de fevereiro de 2005

____________________________________ Enfa Débora Rodrigues Guerra

(mestranda) ____________________________________

Profa. Dra. Maria Francinete de Oliveira (orientadora)

_____________________________________________________________

8 ANEXOS

Benzer Belgeler