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Tip I ve III kollajeni parçalayan ve kollajenaz I olarak da bilinen MMP1’in ekspresyonunun kolorektal kanser, gastrik kanser, özefageal kanser, metastatik melanom

SONUÇ VE ÖNERİLER

Este trabalho procurou identificar a obra do arquiteto padovano Andrea Palladio quais as influências da experiência de suas cinco viagens à cidade de Roma e entender qual é o seu processo de projeto. Além disso, procurou estudar os palácios por ele projetados para a cidade de Vicenza para entender quais as semelhanças e as diferenças entre os mesmos e qual a relação deles com a malha citadina preexistente.

Para isso no primeiro capítulo procurou-se descrever e analisar o contexto espaço-temporal no qual Palladio viveu, um contexto de mudanças econômicas, políticas e sociais, com o fortalecimento de uma nova classe social e a centralização cada vez maior do governo. Para além das mudanças socio-econômicas é um momento também de grandes mudanças culturais, momento em que a arquitetura passa a ser reconhecida como uma das artes

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Como colocado no segundo capítulo, são membros da nova classe social os principais comitentes de Palladio, que deram a ele a possibilidade de construir não apenas grandes edifícios mas um grande número deles: famílias como os Thiene, os Porto, os Barbaran, entre outras, são os principais incentivadores do trabalho do jovem arquiteto. Destaca-se aqui o nome do conde Giangiorgio Trissino, responsável pela formação de Palladio como arquiteto e pelas primeiras viagens do mesmo à cidade de Roma. Ao lado de Trissino está o humanista Daniele Barbaro, com o qual o arquiteto padovano vai a Roma e trabalha na ilustração da tradução do tratado de Vitrúvio. O talento de Palladio é inegável, mas é inegável também que não foi apenas graças ao talento que seus projetos foram reconhecidos e imitados no mundo todo: encontrar um contexto favorável em uma cidade que, saída de uma guerra, precisava ser reconstruída, encontrar comitentes sedentos de mudanças e conhecer humanistas como Trissino e Barbaro que, além de acompanhá-lo nos estudos de arquitetura o apresentaram às famílias mais ricas e poderosas de Vicenza, são fatores que contribuíram a fazer do jovem cortador de pedras Andrea di Pietro dalla Gondola o arquiteto Andrea Palladio.

Graças ao trabalho de ilustração da tradução do tratado vitruviano com Barbaro, Andrea pôde certamente estudar a fundo estes escritos, a ponto de traduzir as palavras do livro em imagens e utilizar as regras ditadas pelo arquiteto romano nos projetos de seus próprios edifícios, como a simetria, a proporção e o arranjo das partes das construções.

Do tratado vitruviano Palladio também retira informações para completar os croquis que ele elabora das antiguidades romanas durante suas viagens à Cidade Eterna. Durante as viagens ele escreve dois livretos nos quais descreve não apenas os usos e costumes dos romanos, mas também muitos de seus monumentos e elabora inúmeros desenhos, sobretudo dos templos e das termas. Destes, retira elementos para a composição de seus próprios projetos. Elementos como colunas, capitéis, frontões, abóbadas e arcos reaparecem nos projetos palladianos tanto de palácios quanto de villas, como descrito no terceiro capítulo.

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Os projetos de palácios palladianos para a cidade de Vicenza trazem muitos dos elementos da arquitetura romana antiga. No quarto capítulo foram estudados cinco destes palácios, aqueles que o próprio Palladio publicou em seu tratado de 1570: Thiene, Porto, Chiericati, Valmarana e Barbaran da Porto. O desafio que Andrea se propõe nestes projetos é aquele de conseguir unir os costumes vênetos com a tradição romana antiga e tudo isso respeitando construções preexistentes, alinhamentos pré-definidos e terrenos limitados por outros edifícios.

Faz isso de maneira magistral. Os cinco palácios analisados apresentam elementos de projeto que se repetem, como o uso dos pátios centrais, a marcação do andar nobre, a tripartição da fachada no sentido horizontal com as trabeações e no vertical com a marcação das entradas, a simetria entre os corpos, a proporção entre os cômodos. A repetição dos elementos não se dá como imitação ou cópia, mas sempre como releitura: ora o pódio trazido dos templos romanos, utilizado para “elevar” o andar nobre, aparece sob forma de marcação de fachada, como no palácio Porto, ora aparece mais baixo, elevando todo o edifício do solo para protegê-lo, como no palácio Chiericati; as logge internas ora são colocadas entre dois cômodos, como no palácio Valmarana, ora circundam todo o pátio, como é o caso do palácio Porto e ora fazem parte do próprio pátio, como no projeto para a família Barbaran.

Em todos os palácios a seqüência de cômodos é clara: entra-se neles por um portão que passa por um corredor ou um vestíbulo que levam à loggia que dá para o pátio, próxima da qual estão as escadas para o andar superior, o piso nobre, no qual está a sala central, o ponto focal de todo o projeto. Em boa parte dos seus projetos para as villas as escadas que levam ao salão principal estão colocadas na frente do edifício, posicionamento possibilitado pelas dimensões dos terrenos onde aquelas eram construídas e pela inexistência de impedimentos próximos, como ruas ou edifícios vizinhos. Estas escadas levam a logge, corredores, átrios ou vestíbulos, espaços pelos quais a passagem é obrigatória para chegar

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ao grande espaço da casa, assim como nos antigos templos romanos eram obrigatória a ascensão pelas escadas e a passagem pelo pórtico para entrar no grande salão.

Nos palácios, onde o espaço é limitado pelas dimensões do terreno e pelo alinhamento de ruas e edifícios contíguos, Palladio leva a escada para dentro da construção, tirando-a do eixo central e muitas vezes duplicando-a, mas mantém a seqüência que vai de espaços menores aos maiores para entrar no coração do projeto. Assim como nos templos o salão era o lugar de adoração dos deuses e de realização de rituais religiosos, nos palácios e nas villas a sala central é o lugar onde o dono recebe seus convidados, onde organiza cerimônias e recepções, onde ele tem a possibilidade de mostrar toda a sua riqueza e seu poder.

Palladio atende às vontades e necessidades de comitentes em busca de magnificência e nobreza, criando para cada um deles um projeto diferente, com arranjos e características diferentes, mas com elementos que, como já dito, se repetem. Consegue criar, através do reuso e do rearranjo destes elementos como palavras numa frase, uma linguagem palladiana. Cria uma linguagem que tem sua origem na antiga Roma, nas palavras transcritas por Vitrúvio e nas palavras escondidas dentro das ruínas dos antigos edifícios. Começa a usar essa linguagem em seus primeiros projetos quase como uma criança que está aprendendo a escrever. Aos poucos essa linguagem é lapidada pelas exaustivas viagens, pelos incontáveis estudos, pelas observações que dão origem a inúmeros desenhos, e as palavras se tornam cada vez mais refinadas. São essas as palavras que ele escreve em seu tratado e nas fachadas de seus palácios. São com essas palavras que ele, mesmo inconscientemente, gravará seu nome na história da arquitetura.

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Benzer Belgeler