(Rantz 1982) mostraram-se altamente confiáveis na determinação de pequenas vazões nas microbacias e de grande praticidade. Os pluviômetros alternativos também apresentaram ótimos resultados.
As condições dos fluxos hídricos subterrâneos foram estabelecidas indiretamente por meio de informações hidrológicas e hidroquímicas. Em especial, a análise da curva de recessão forneceu elementos importantes sobre as condições dos aqüíferos e do potencial hídrico das bacias.
Os métodos utilizados na determinação dos índices hídricos apresentaram-se adequados, sendo que apenas o método da correlação, utilizado para determinar o coeficiente de recessão, mostrou-se impreciso quando aplicado à séries fluviométricas relativamente pequenas. O método Matching Strip, também utilizado para determinar o grau de inclinação da curva de recessão, apresentou maior precisão e valores mais coerentes com os obtidos pelo tradicional método de Barnes. Da mesma forma, o método Smoothed minima também apresentou resultados coerentes, embora haja diferenças com os obtidos pelo método de Barnes em conseqüência do próprio princípio de cada método.
Utilizando-se da equação de Maillet e Rorabaugh, assumindo-se todas as condições pressupostas, foi possível estimar a difusividade e ainda indicar possíveis valores para a transmissividade das microbacias. Contudo, deve-se lembrar que embora a equação de Maillet seja amplamente utilizada por ser de mais fácil tratamento matemático, sua aplicação é mais fiel nos estágios finais da recessão. As equações quadráticas tendem a fornecer valores mais exatos da transmissividade e coeficiente de armazenamento para toda a recessão (Dewandel et. al. 1993).
Enfim, a partir de informações do meio hídrico superficial, conseguiu-se definir parcialmente as condições dos aqüíferos, reforçando a importância da interconexão entre os fluxos superficiais e subterrâneos. Trata-se de uma forma de investigação de custo relativamente baixo e cujos dados iniciais, explicitamente a vazão, por vezes, já existem em bancos de dados hidrológicos. Dado ainda que esta inter-relação deve ser considerada na gestão dos recursos hídricos, trata-se de uma ferramenta de análise que merece continuidade dos estudos.
Em termos das variáveis que participam da definição do potencial hídrico de uma bacia hidrográfica, vale destacar que, além numerosas, atuam de forma integrada, tendo geralmente seus efeitos superimpostos. Conseqüentemente, a determinação do grau de influência de cada fator e a avaliação do potencial hídrico de uma bacia a partir de suas características são tarefas complexas.
Contudo, frente às análises dos dados expostos e discutidos neste trabalho, considerando as limitações e ressalvas, e levando-se em conta ainda que as interpretações são suportadas por evidências de campo, pode-se concluir que:
Microbacias estruturadas em terreno granito-gnáissico tendem a apresentar maior potencial de produção de água que microbacias em xistos e filitos.
Em termos de condicionantes geomorfológicos, sob mesmas condições geológicas, bacias com maior slope index, ou seja, com relevo mais acentuado, tendem a um menor potencial hídrico.
Considerando que, em geral, o manto de intemperismo é mais espesso em terrenos granito- gnáissicos e com relevo mais plano, esta característica (resultado de interações, em especial, do clima e da própria geologia e geomorfologia) contribui para o maior potencial hídrico de uma bacia
Sob mesmas condições geológicas, as formas de uso e ocupação do solo presentes nas microbacias não se destacaram como diferencial no potencial hídrico das mesmas (não considerando aqui a presença de feições erosivas). Porém, esse resultado não pode ser interpretado como uma falta de influência do uso e ocupação do solo em relação à produção de água. Seriam necessários estudos mais extensos para uma interpretação mais precisa, inclusive abordando o efeito temporal a partir do qual é mais evidente a inter-relação dinâmica existente entre as características físicas, uso e ocupação e água.
As voçorocas provocam intensos impactos sobre o regime hidrológico, com diminuição do fluxo de base e picos de cheia pronunciados, caracterizando um cenário em desequilíbrio. Esses impactos ganham maiores proporções quando se considera a elevada concentração do fenômeno de voçorocamento no CMB, unidade que representa cerca de 20% do Alto rio das Velhas.
A influência específica da geologia na produção de água das bacias com dados hidrológicos históricos não foi claramente identificada. São bacias que apresentam relativa diversidade litológica, cujas contribuições podem estar se superpondo, e também estão localizadas próximas à megaestruturas, que podem igualmente estar influenciando no comportamento dos fluxos hídricos. Adicionalmente, as características geomorfológicas e de uso e ocupação do solo destas bacias, que também interferem nos resultados, não puderam ser analisadas.
O conhecimento das variáveis que interferem no potencial hídrico de uma bacia constitui ferramenta essencial no contexto de gestão dos recursos hídricos. Assim, pretende-se que as informações aqui apresentadas possam contribuir para o melhor gerenciamento dos recursos hídricos, fornecendo subsídios para determinação de estratégias de exploração, bem como em ações de preservação.
Diante das dificuldades e limitações encontradas, pode-se listar algumas recomendações para trabalhos futuros:
- Caracterização mais detalhada das formas de uso e ocupação do solo na investigação de suas influências no potencial hídrico de bacias;
- Monitoramento hidroquímico mais contínuo visando interpretações mais minuciosa a respeito das condições dos fluxos;
- Utilização de software específico para aplicação da técnica smoothed minima, viabilizando sua aplicação para séries fluviométricas extensas;
- Aplicação de equações quadráticas para descrever o comportamento do fluxo e comparação com a equação de Maillet;
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