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2. SİFON SAVAKLARIN HİDROLİĞİ

2.4. Konu İle İlgili Yapılan Çalışmalar

2.4.1. Sifon Savakların Hidrolik Yönden İncelenmesi

A análise SWOT (strengths, weakness, opportunities and threats) ou FFOA (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) é uma ferramenta utilizada para análise de ambiente interno e externo das corporações. É uma ferramenta simples de análise de cenários que identifica as diversas variáveis que influenciam, de modo direto e indireto, a operação das empresas. Recomendada para a fase de diagnóstico e formulação da estratégia empresarial, ajuda a empresa na tomada de decisão relativamente aos fatores internos e externos à sua operação. A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 60 e 70 usando dados da revista Fortune das 500

maiores corporações. A sua meta era identificar o porquê da falha do planejamento corporativo das empresas, identificando certo número de áreas importantes. A equipe usou as categorias: o que é bom no presente é satisfatório, bom no futuro é uma oportunidade; ruim no presente é uma falha e ruim no futuro é uma ameaça. (BORGES; 2013) Na análise SWOT os fatores internos são divididos em forças e fraquezas em relação a empresas concorrentes ou outros atores que atuam na mesma função. O ambiente externo é composto pelas perspectivas de evolução do mercado e das oportunidades e ameaças associadas. A análise evidencia os riscos internos e fortalece os pontos positivos de cada empresa. Por outro lado, a partir da análise de ambiente externo, mostra a chances de crescimento para as empresas e as deixa alerta diante dos riscos. A figura 1 a seguir ilustra a matriz SWOT.

Figura 1. Matriz SWOT ou FFOA Fonte: (BORGES; 2013)

Conforme já discutido em seções anteriores, o presente trabalho objetiva avaliar a aplicabilidade dos novos modelos de negócios norte-americanos para o mercado de energia solar brasileiro. A partir da contextualização do setor elétrico brasileiro e norte-americano é possível perceber como a expansão da energia FV e a formulação de novos modelos de negócios depende do equilíbrio de interesses entre diversos atores- desde empresas

concessionárias, consumidores, outras empresas do setor89 a órgãos regulatórios. E depende também de minuciosa avaliação de diversos aspectos do setor elétrico local. A análise do capítulo 3 demonstra que o mercado de energia FV no Brasil é ainda incipiente. As distribuidoras brasileiras ainda não se posicionaram de forma estratégica em relação à geração solar distribuída e estão em fase inicial de identificação dos benefícios e dos impactos da expansão desta fonte. Não sabem ainda o que podem oferecer como diferencial em relação aos demais atores do mercado e, sobretudo, que barreiras externas precisam ser superadas para possibilitar a sua inserção estratégica. Em contraste, o mercado norte-americano de energia FV distribuída apresenta maturidade em relação ao Brasil. As concessionárias já se posicionam neste mercado respaldadas por contextos regulatórios e de políticas públicas voltadas ao incentivo da fonte solar. Alguns modelos de negócios já estão colhendo resultados favoráveis e comprovando que as empresas podem transformar a expansão da energia solar em oportunidade de negócios. O objetivo do presente trabalho, entretanto, não é selecionar o melhor modelo entre os três apresentados. O que se espera é que as condições externas regulatórias e de políticas públicas sejam evidenciadas e que as empresas distribuidoras consigam identificar as opções estratégicas disponíveis. Portanto, a conjunção de fatores internos e externos complexos, a precocidade do mercado de energia FV brasileiro e a fase de posicionamento estratégico em que se encontram as distribuidoras brasileiras justifica a opção pela ferramenta SWOT. Ademais, o fato de não termos o objetivo de escolher um modelo ótimo para o mercado brasileiro não exige a aplicação de uma ferramenta quantitativa.

Conforme sinalizado na seção 2.4, o foco análise são todas as empresas distribuidoras brasileiras, sejam elas públicas ou privadas. As diferenças de operação entre os dois tipos de empresa não é importante para a presente análise de ambiente, já que o objetivo é avaliar se as distribuidoras devem assumir a posição estratégica que o modelo de negócio propõe. Apesar do foco nas distribuidoras, a ferramenta SWOT evidencia as oportunidades e ameaças do ambiente externo, fazendo com que os resultados de avaliação de cada modelo representem uma leitura de ambiente e sirvam como parâmetros de atuação aos demais atores do setor. Na seção seguinte serão caracterizados os ambientes externos e internos as distribuidoras a partir de informações dos dois capítulos anteriores. A matriz SWOT será então aplicada para cada modelo de negócios da seção 1.4.2 com objetivo de avaliar o mercado brasileiro. A aplicação da matriz SWOT para cada modelo de negócios deverá ser entendida da seguinte forma: 1)

89 Podem ser as empresas que desenvolvem os projetos de sistemas fotovoltaicos e os vendem prontos para operar como também as empresas conhecidas como IPP (Independent Power Producer) que atuam como geradores vendendo a energia diretamente aos consumidores ou às concessionárias através de contratos de longo prazo.

ambiente interno: as forças e fraquezas das distribuidoras brasileiras em relação a outros atores que podem executar o mesmo papel que lhes é atribuído em cada modelo de negócio. Na análise de cada modelo os atores serão definidos; 2) ambiente externo: considerando o contexto regulatório e de políticas públicas em vigor para o mercado de energia solar FV brasileiro, as oportunidades das distribuidoras de atuar sob aquele modelo de negócios. O quadrante de ameaças, por sua vez, reúne os fatores desfavoráveis de adoção do modelo de negócio em questão. O preenchimento dos quadrantes que compõem a análise SWOT apresentados no presente capítulo é de elaboração do próprio autor a partir de revisão bibliográfica e dos resultados da análise das seções anteriormente apresentadas neste texto. Os resultados foram também fundamentados nas entrevistas realizadas por este projeto de pesquisa, mencionadas na Introdução deste trabalho como nota de pé de página número 2.

Apesar de o foco do presente trabalho estar voltado à geração FV distribuída, o terceiro modelo de negócios apresentado, que consiste na aquisição de energia pelas distribuidoras, será também aplicado ao mercado brasileiro. Este modelo não está diretamente relacionado à geração distribuída e à adoção do sistema de compensação de energia. Consiste na aquisição de energia solar FV como qualquer outra fonte seguindo as regras de contratação via leilões regulados. Mas a recente participação da energia solar FV em leilões de energia nova, conforme apresentado na seção 2.3.1, configura este modelo de negócio como uma opção real para as distribuidoras brasileiras.

Benzer Belgeler