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1.3. Ermeni Meselesini Doğuran Tarihi Gelişmeler

1.3.1. Sanayi Devrimi ve Fransız Ġhtilali

 É igualmente responsável por decidir acerca dos procedimentos e mecanismos apropriados para facilitar a tomada de decisões das Partes de importação [Artigo 10.º (7)]; por definir os pormenores dos requisitos necessários par a manipulação, transporte, embalagem e identificação de organismos vivos modificados [Artigo 18.º (2,a)]; pela consideração, decisão e revisão sobre as regras de funcionamento do Centro de Intercâmbio de Informação para a Segurança Biológica, incluindo os relatórios sobre as suas actividades [Artigo 20.º (4)]; por adoptar um processo para a elaboração adequada de regras e de procedimentos internacionais no domínio da responsabilidade civil e da indemnização por perdas e danos resultantes de movimentos transfronteiriços de organismos vivos modificados [Artigo 27.º].iii

30.º (2,a) e Artigo 31.º são

obviamente aplicáveis à MOP do Protocolo.

MOP do

PROTOCOLO NAGOYA

 O Artigo 26.º (4) estipula que a MOP do Protocolo é responsável, para além de analisar regularmente a implementação do Protocolo e tomar as decisões necessárias para promover a mesma, por desempenhar as seguintes funções:

«…a) Fazer recomendações sobre quaisquer temas necessários à implementação do presente Protocolo; b) Estabelecer órgãos subsidiários conforme julgados necessários à implementação do presente Protocolo; c) Buscar e utilizar, conforme adequado, os serviços, a cooperação e a informação disponibilizada por

organizações internacionais, intergovernamentais e não governamentais competentes;

d) Estabelecer formas e periocidade de transmissão de informação a ser submetida em conformidade com o Artigo 29.º do presente Protocolo a apreciar essa informação bem como os relatórios submetidos por qualquer órgão subsidiário;

e) Considerar e adoptar, conforme exigido, emendas ao presente Protocolo e se Anexo, bem como a quaisquer outros Anexos adicionais considerados necessários à sua implementação;

f) Exercer funções que possam ser exigidas para a implementação do presente Protocolo…».

 É igualmente responsável pela consideração e decisão das modalidades de operação Base de Dados sobre Acesso e Repartição de Benefícios, incluindo os relatórios sobre suas actividades [Artigo 14.º (4)]; pelo acompanhamento periódico o uso de modelos de cláusulas contratuais sectoriais e intersectoriais [Artigo 19.º (2)]; acompanhar de forma periódica o uso e adopção de códigos de conduta, directrizes e melhores práticas e/ou padrões específicos [Artigo 20.º (2)].

 O Artigo 26.º (5) da CBD estipula que

«…O regulamento interno da

Conferência das Partes bem como o regulamento financeiro da Convenção serão aplicáveis, mutatis mutandis, no âmbito do presente Protocolo, salvo decisão contrária por consenso da Conferência das Partes na sua qualidade de reunião das Partes no presente Protocolo…», o que significa

que a Regra 40 das “Rules of Procedure” da COP se aplica igualmente à MOP do “Protocolo de Cartagena”.

UNCCD

 O Artigo 22.º (2) estipula o seguinte:

«…A Conferência das Partes é o órgão supremo da Convenção e, de acordo com o seu mandato, tomará as

 A Regra 47 das “Rules of Procedure” da COP da UNCCD estipula que as Partes farão todos os esforços para conseguir

b) Promover e facilitar o intercâmbio de informação sobre as medidas adoptadas pelas Partes e determinar a forma e os calendários da comunicação da informação a ser submetida em conformidade com o artigo 26.º, examinar os relatórios e formular recomendações sobre eles;

c) Criar os órgãos subsidiários necessários à implementação da Convenção;

d) Examinar os relatórios que lhe sejam submetidos pelos seus órgãos subsidiários, aos quais ela deve dar orientação;

e) Acordar e aprovar, por consenso, o seu regulamento interno e as suas regras de gestão financeira, bem como os dos seus órgãos subsidiários;

f) Aprovar emendas à Convenção em conformidade com os artigos 30.º e 31.º;

g) Aprovar ainda o seu programa de actividades e o seu orçamento, incluindo igualmente os dos seus órgãos subsidiários, e tomar as medidas necessárias ao seu financiamento;

h) Sempre que apropriado, cooperar com os órgãos e organismos competentes, quer sejam nacionais, internacionais, intergovernamentais ou não governamentais, bem como utilizar os serviços e as informações por eles prestados;

i) Promover e reforçar o relacionamento com outras convenções pertinentes, evitando duplicação de esforços; e

j) Exercer outras funções que sejam consideradas necessárias à prossecução dos objectivos da presente Convenção…».

 A COP é ainda encarregue, na sua primeira sessão, de aprovar as suas “Rules of Procedure” [Artigo 22.º (3)], o qual deverá, entre outras coisas, reger a participação dos “observadores” nas suas sessões [Artigo 22.º (7)].

 É ainda responsável por examinar periodicamente, de acordo com as recomendações do Comité para a Ciência e Tecnologia, as prioridades de investigação para o combate à desertificação e da mitigação dos efeitos da seca [Artigo 17.º (2)], bem como por criar e reforçar redes de centros regionais de educação e formação com os mesmos fins [Artigo 19.º (4)].

 No que diz respeito aos “Mecanismos Financeiros” da Convenção, a COP deverá promover a sua disponibilidade e encorajar a maximização da disponibilização de fundos para que as Partes mais afectadas implementem em pleno a Convenção, podendo para tal, se necessário, considerar a adopção de uma série de métodos e políticas alternativas. É igualmente responsável pela identificação e acordo das modalidades do Mecanismo Global criado pela Convenção [Artigo 21.º (1) e (5)].

 A COP é também incumbida de designar o Secretariado Permanente e tomará as disposições necessárias para assegurar o seu funcionamento [Artigo 23.º (3)]; aprovar o mandato do Comité para a Ciência e Tecnologia [Artigo 24.º (1)], elaborar e manter uma lista de peritos independentes com conhecimentos especializados e experiência nas áreas pertinentes [Artigo 24.º (2)]; se necessário, nomear e aprovar o mandato de grupos ad hoc encarregados de fornecer informações e prestar assessoria sobre assuntos específicos [Artigo 24.º (3)]; e ainda de identificar as unidades científicas e tecnológicas mais indicadas

deverá ser adoptada através de uma maioria de dois terços dos votos das Partes presentes e votantes na sessão. A mesma Regra considera como excepções as decisões tomadas ao abrigo do Artigo 21.º e 22º. (2,g) da Convenção, os quais serão acordadas por consenso, ou caso fique definido de outra forma pela Convenção, pelas próprias “Rules of Procedure”, ou nas normas financeiras incluídas no Art.22.º (2,e).

 O Artigo 30.º (3) estipula o seguinte: «…As Partes não se pouparão a

esforços para alcançar, mediante consenso, um acordo sobre qualquer proposta de emenda à Convenção. Se todos os esforços para se tentar atingir o consenso resultarem vãos e nenhum acordo for atingido, a emenda será aprovada, em último recurso, por uma maioria de dois terços das Partes presentes e votantes na sessão…».

i Esclareça-se que o documento que contém as “Rules of Procedure” da COP da UNFCCC (FCCC/CP/1996/2) persiste, todo ele, sem ser adoptado oficialmente. Desde a sua 1ª sessão que a falta de acordo acerca da “Regra 42” impediu as Partes de adoptarem as regras processuais que passariam a gerir o órgão executivo da Convenção, porém, e para que tal não entravasse o seu desenvolvimento, decidiu aplicar-se o “draft” das “Rules of Procedure”, deixando pendente a Regra em questão. Contudo, o que inicialmente tencionava ser uma medida temporária, tem vindo a arrastar-se desde então, i.e., o “draft” das Regras vão sendo aceites em cada uma das sessões da COP, mas sempre com a excepção da “Regra 42”. Na prática, tal significa que, na ausência de acordo sobre uma votação por maioria, as decisões acerca de questões fundamentais devem ser tomadas por consenso (o que, regra geral, é o que acontece), dando assim a possibilidade a que, por um lado, um pequeno grupo de países possa perturbar uma negociação, e, por outro, que algumas Partes sejam pressionadas a aceitar uma qualquer decisão sem no entanto a respeitarem e, consequentemente, a não a implementarem com o rigor necessário.

ii Note-se que é comum que alguns dos mecanismos estipulados nos Protocolos sejam homólogos aos já estabelecidos na respectiva Convenção, pelo que, por vezes, a MOP assume automaticamente as funções atribuídas à COP, sendo por isso adicionáveis às responsabilidades aqui estipuladas.

(*) Fontes:

AMENZULI (s/data). Sample Selection of the Powers of COPs Under Various MEAs and their associated Protocols. In The Development of International Environmental Law at the

Multilateral Environmental Agreements. Conference of the Parties and its validity. Consult. 4 Fev. 2011, disponível em http://cmsdata.iucn.org/downloads/cel10_camenzuli.pdf. CBD. Convention on Biological Diversity: Text Convention on Biological Diversity by Article. Consult. 27 Jun. 2011, disponível em http://www.cbd.int/convention/text/. CBD. The Cartagena Protocol on Biosafety: Text by Article. Consult. 2 Set. 2011, disponível em http://bch.cbd.int/protocol/text/.

CBD. The Nagoya Protocol on Access and Benefit-sharing: Text of the Nagoya Protocol. Consult. 2 Set. 2011, disponível em http://www.cbd.int/abs/text/. CBD. Rules of Procedure for Meetings of the Conference of the Parties to the Convention on Biological Diversity. Consult. 17 Set. 2011, disponível em

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GDDC. Decreto n.º 7/2004 de 17 de Abril - Protocolo de Cartagena sobre Segurança Biológica à Convenção sobre a Diversidade Biológica. Consult. 14 Set. 2011, disponível em

http://www.gddc.pt/siii/docs/dec7-2004.pdf.

FIOCRUZ. Protocolo de Nagoia no Âmbito da Convenção da Diversidade Biológica sobre Acesso a Recursos Genéticos e a Repartição Justa e Equitativa dos Benefícios Decorrentes

de sua Utilização. Consult. 16 Set. 2011, disponível em http://www.fiocruz.br/omsambiental/media/PROTOCOLONAGOIAPORT.pdf. GRI-MAOT (2001). Convenções e Protocolos Internacionais de Ambiente. Lisboa: FERGRÁFICA.

UNFCCC. United Nations Convention Framework on Climate Change: Full text of the Convention, by Articles. Consult. 23 Ago. 2011, disponível em

http://unfccc.int/not_assigned/b/items/1417.php.

UNFCCC. United Nations Convention Framework on Climate Change: Text of the Kyoto Protocol. Consult. 23 Ago. 2011, disponível em

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UNFCCC. Conference of the Parties – Adoption of the Rules of Procedure (FCCC/CP/1996/2). Consult. 1 Set. 2011, disponível em http://unfccc.int/resource/docs/cop2/02.pdf. UNCCD. United Nations Convention to Combat Desertification: Text of the Convention including all Annexes. Consult. 27 Set. 2011, disponível em

ANEXO 8

“Grelha Cronológica das COP da UNFCCC”

Referência no texto:

pp.98, §1.

Fonte: