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Salîbî'ye Göre Elohimli Mûsâ’nın Yahve ile Konuştuğu Dağın Konumu

acesso universal a educação superior, sistema de partidos políticos, domínio da lei codificada e formal e legislaç oàso ialàp og essista.37

O planejamento necessário à organização das cidades – tanto no caso europeu, para reconstruí-las, como no caso norte americano, para adaptá-las ao novo âmbito econômico em formação – foi propiciado a partir da adoção do ideário do Planejamento Urbano advindo, em parte, da Arquitetura e Urbanismo Modernos, e se articulava, em cada cidade, aos planos econômicos nacionais, regionais ou de serviços – os quais pretendiam garantir os direitos da população [tais como o acesso à saúde, educação e moradia]:

Sob o olho vigilante e a mão forte do Estado foram tomadas medidas para eliminar habitações miseráveis e construir casas, escolas, hospitais, fábricas, etc., modulares através da adoção dos procedimentos de planejamento racional e dos sistemas de construção industrializada que os arquitetos modernistas há muito tinham proposto. E tudo isso integrado por uma profunda preocupação, expressa repetidas vezes nas leis, com a racionalização dos padrões espaciais e dos sistemas de circulação para promover a igualdade [ao menos de oportunidade], o bem-estar e o crescimento econômico.38

No entanto, os governantes não estavam necessariamente interessados no rebatimento social da experiência ideológica moderna de reconstrução, mas sim nas questões de custo e eficiência que garantiriam uma reorganização acelerada e urgente das cidades.

Sabe-se que este modelo de reconstrução e sua utilização dada por questões emergenciais, isolada das preocupações ideológicas do Modernismo de 1920 e 1930 – que postulavam a construção de um novo mundo – e sem alterar o estatuto da propriedade privada da terra – contrariamente a um dos principais pressupostos modernos, a condição do solo ser público –, sofreu inúmeras críticas39

. E estas abriram caminho para a formulação de várias propostas arquitetônicas e urbanísticas, não necessariamente relacionadas à questão da reconstrução, mas ligadas a uma intenção de criar alternativas outras ao modelo de Planejamento Urbano e ao ideário Moderno de Zoneamento.

37 LEVY, E. Democracia nas Cidades Globais: Um Estudo sobre Londres e São Paulo. São Paulo. Studio Nobel. 1997. p.31. 38 HARVEY, D. Op. Cit. p.71.

39 Dentre as críticas, destaca-se a de Jane Jacobs no livro The Death and Life of Great American Cities, publicado em 1961, o qual é um dos primeiros e mais bem articulados escritos anti-modernistas. Este texto busca uma definição de novas abordagens sobre a vida urbana e a conformação da cidade. Segundo Harvey, sobre a crítica de Jacobs, o período do pós-guerra admitiu, na Europa e nos Estados Unidos:

P ojetosàpa aàpessoasàdeà ai aà e daà ueàseàto a a àpio esà e t osàdeàdeli ü ia,àdeàva dalis oàeàdeàdesa pa oàso ialàge al do que as favelas que pretendiam substituir. Projetos de habitação para pessoas de renda média que são verdadeiras maravilhas de estupidez e de sujeição, privados de toda a jovialidade ou vitalidade da vida na cidade. Projetos de habitações de luxo que mitigam sua inanidade, ou tentam, com a vulgaridade insípida. Centos culturais incapazes de sustentar uma boa livraria. Centros cívicos que só não são evitados pelos vagabundos, que têm menos escolhas de locais de vagabundagem do que outros. Centros comerciais que são imitações apagadas de shoppings suburbanos padronizados com lojas de departamentos. Calçadões que vão do nada a lugar nenhum e que não tem quem passe neles. Vias expressas que desfiguram as grandes cidades. Isso não é reconstrução de cidades; trata-seàdeàdevastaçãoàdeà idades. à

Vale registrar que mesmo não sendo uma formulação moderna, o zoning acabou por se amalgamar ao urbanismo moderno, principalmente, com a difusão da Carta de Atenas em 1943. É justamente a partir dessa identificação entre Zoneamento, Planejamento Urbano Monofuncional e Modernismo que Jacobs [1961] estruturou sua crítica.

Oà u a is oà te à uat oà fu ç esà p i ipais,à ueà s o:à p i ei a e te,à assegu a à aosà ho e sà o adiasà saudáveis, ou seja, locais onde o espaço, o ar puro e o sol, essas três, condições essenciais da natureza, lhe sejam largamente asseguradas; em segundo lugar, organizar os locais de trabalho, de tal modo que, ao invés de serem uma sujeição penosa, eles retomem seu caráter de atividade humana natural; em terceiro lugar, prever as instalações necessárias à boa utilização das horas livres, tornando-as benéficas e fecundas; em quarto lugar, estabelecer o contato entre as diversas organizações mediante uma rede circulatória que assegure as trocas, respeitando as prerrogativas de cada uma. Essas quatro funções, que são as quatro chaves do urbanismo, cobrem um domínio imenso, sendo o urbanismo a consequência de uma maneira de pensar levada à vida pública por uma técnica de ação. [...]. O zoneamento, levando em consideração as funções chave – habita, trabalhar, recrear-se – o de a àoàte it ioàu a o. 40

Team X, Louis Kahn, Megaestruturalistas, Archigram, Metabolistas, Aldo Rossi, Situacionistas, Robert Venturi, entre outros, são alguns exemplos de arquitetos, urbanistas e grupos que realizaram propostas da década de 1950 aos anos 1970, as quais visavam dar conta de uma nova situação em que a constituição de um novo homem não era mais o objetivo da arquitetura, mas sim o atendimento às necessidades do homem comum – novo objeto de reflexão.

Entretanto, não convém ao texto aprofundar-se em cada uma destas experiências. Cabe ressaltar a relevância de tal produção para a arquitetura e urbanismo internacionais, porém, o que nos interessa é a conjuntura que se sucedeu a esse período, a qual começou a ser traçada a partir da década de 1970.

Os vetores econômicos levaram a um agravamento dos problemas do sistema capitalista industrial que no início dos anos 1970 atingiram o seu ápice. Os Estados de Bem Estar Social [do hemisfério Norte] e os Estados Centralizadores [dos regimes totalitários da América Latina] assistiram à erosão de sua base fiscal paralelamente à estagnação da economia. Para continuar em vigor, processou-se uma profunda reformulação do modo de produção.

áàp ofu daà e ess oàdeà ,àe a e adaàpeloà ho ue do petróleo, evidentemente retirou o mundo capitalista doà sufo a teà to po à daà estagflaç o"à [estag aç oà daà p oduç oà deà e sà eà altaà i flaç oà deà p eços]à eà p sà e à movimento um conjunto de processos que solaparam o compromisso fordista. Em conseqüência, as décadas de 70 e 80 foram um conturbado período de reestruturação econômica e de reajustamento social e político [...]. No espaço social criado por todas essas oscilações e incertezas, uma série de novas experiências nos domínios da organização industrial e da vida social e política começou a tomar forma. Essas experiências podem representar os primeiros ímpetos da passagem para um regime de acumulação inteiramente novo, associado com um siste aàdeà egula e taç oàpolíti aàeàso ialà e àdisti ta.41

A doutrina Neoliberal, inicialmente na Inglaterra com a vitória dos conservadores ingleses no governo de Margareth Thatcher, norteou os processos de reformulação da economia. Basicamente, esta

40 IV CONGRESSO INTERNACIONAL DE ARQUITETURA MODERNA [CIAM]. Carta de Atenas. Atenas. Novembro de 1933. Disponível em: <http://portal.iphan.gov.br/portal/baixaFcdAnexo.do?id=233>. Acesso em dez/2012.

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doutrina econômica se aliou à ideia da livre competição entre as empresas. Seu princípio era a igualdade de direitos e deveres a serem admitidos e executados por elas, em uma conjuntura que promoveria uma competição justa e com uma mínima intervenção dos Estados Nacionais.

Conforme Levy [1997], a concepção neoliberal associou, dentre outras questões, a descentralização política e a intensificação dos processos de privatizações, cabendo ao Estado e seus governos o papel de proteger e incentivar as iniciativas, sobretudo econômicas, das empresas e dos cidadãos.

“egu doàG ee à[ ], para a maior parte dos neoliberais os objetivos dos governos devem ser quatro: 1. Proteger seus cidadãos de inimigos estrangeiros reais ou potenciais;