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Didem’in sadakat, sağduyu ve özen borcu yatırım fonu katılma belgesi sahiplerine yöneliktir ve onların çıkarlarını gözeterek hareket etmesi gerekir

Belgede SERMAYE PİYASASI ÇALIŞANLARI (sayfa 31-35)

iii. Müşterilere Karşı Görevler

Yorum 4: Didem’in sadakat, sağduyu ve özen borcu yatırım fonu katılma belgesi sahiplerine yöneliktir ve onların çıkarlarını gözeterek hareket etmesi gerekir

Participaram do encontro as professoras: A, B, E e F.

Neste encontro, conforme combinamos anteriormente, as professoras apresentaram as atividades investigativas e os resultados da aplicação das mesmas.

A professora F entregou o relatório de sua atividade as demais professoras apenas comentaram sobre suas investigações.

Professora F:

“Atividade ‘enchendo a mão pra ganhar’ material: pinos mágicos

agrupamento: duplas (Paulo e Renã)

Numa mesinha agrupei os alunos e sobre ela coloquei o balde de pinos. Pedi que de olhos fechados pegassem uma certa quantidade de pinos e colocassem sobre a mesa à frente deles.

Logo que retiraram os pinos agrupando num monte, já comentaram ‘eu peguei muito e você pouco’. Assim questionei se sabiam o quanto de pinos havia em cada monte (estimaram números altos devido aos agrupamentos que eles fizeram 50,100).

Então pedi que registrassem esses números na lousa e em seguida fizeram a contagem, logo perceberam que não ia dar e que seria bem menos: Renã = 32 e Paulo = 19.

Contaram registraram e em conversas logo perceberam quem tirou o maior e venceu. Questionei entre os números que tiraram quanto a mais tem o Renã?

O Paulo logo disse que tinha que contar e juntos contavam e na folha do Renã registraram a diferença.

A mesma atividade fiz em outro momento com grupos de quatro crianças. Observando como registravam: todos os grupos contavam, registravam, comparavam e ajudavam o outro a escrever o número quando este não sabia e questionava ‘qual é o quarenta e três?’ Os demais respondiam ‘é o 4 e o 3’.”

A professora F comentou:

Professora F - “Na atividade ‘enchendo a mão pra ganhar’, quando eu perguntei ‘por que você acha que tem mais?’ o Paulo respondeu ‘ por que eu fui rápido então peguei mais’. Também observei a contagem de cada um, após a contagem Renã comentou:’30 é muito mais que 19 e eu tenho mais’. Aí perguntei ‘quanto a mais você tem?’ os alunos contaram o monte que tinha 30 até o 19, depois eles separaram e contaram o que passava de 19. Para esta atividade, primeiro fiz com estes alunos que considero muito bons. Quando apliquei a mesma atividade a outros alunos percebi que tinham dificuldade em comparar, na contagem também apresentavam dificuldades, eles sempre olhavam o volume do monte de pinos e se baseavam aí para comparar. No geral as crianças gostaram da atividade”

Professora B:

“Atividade – comparação de números.

Professora B – “Fiz a atividade com 4 alunos individualmente.

Mostrei os números 38, 142 e 51, que estavam escritos em uma folha e questionei qual era o maior deles e o por quê. As respostas foram:

Jéssica – o maior é o 51, pois o cinco é maior. Jonatan – o maior é o 38 porque tem 8

Carlos - o maior é o 142, porque é cem Marina – o maior é o 142 porque tem mais Marcela – o maior é o 51 porque começa com 5

Percebi que as crianças pensaram antes de responder e que realmente possuem hipóteses sobre os números.”

Professora A:

Apliquei a atividades sobre a função social do número, ou melhor, onde encontramos os números. Também apliquei a atividade de comparação entre números com mesma quantidade de algarismos.

Professora A - “Perguntei à classe ‘aonde encontramos os números?’

a primeira resposta que disseram foi ‘no calendário’, creio que é porque fazemos todos os dias. Depois ficaram em silêncio e continuei questionando se era só no calendário que encontramos os números e começaram a surgir novas respostas:

• Televisão; • Contagem; • Casa; • Ônibus;

• Casa da minha avó.

Pensei que fossem falar que encontramos números nas ‘idades’, mas não falaram, esta atividade demorou, eu fui dando as dicas e perguntando bastante. Falei ‘fora da escola onde mais vocês vêem os números’, aí foram saindo as respostas.

Apliquei também a atividade de comparar números. Mostrei 12 com 21 e o 23 com 32. perguntei ‘o que esses números têm de parecido?’, as crianças conseguiram perceber que eram os algarismos, mas não chamaram de algarismos.. depois perguntei ‘ qual é o maior?’, então algumas crianças disseram que era o doze e outras já discordavam e

Nas duas atividades que apliquei para a classe, então, só sei que algumas crianças sabem, outras já ficam quietas.”

Professora E – “Eu fico admirada. Na verdade a gente fala assim por que a atividade que a gente repercute coletivamente, então realmente a gente não sabe precisamente na atividade que você está dando, dependendo do que você está interagindo com eles, quem falou ou quem não falou. A grande maioria repete o que um ou outro fala. A gente não sabe como todos os alunos estão, quando a atividade é coletiva.”

Neste momento, todas as professoras concordaram com a professora E. Porém, a professora A concluiu - “Mas aquele que não sabe está ouvindo”

Percebi que neste momento estava ocorrendo reflexão sobre a ação, que conforme Schön (2000) é um dos momentos de reflexão sobre a ação ocorrida.

Continuamos a apresentação das atividades com a apresentação da professora E, que aplicou a uma adaptação da atividade 517. É válido retoma-la

neste momento, devido à adaptação feita pela professora E, para melhor observação.

Atividade 5:

“Investigar como as crianças estabelecem correspondência entre quantidades. Conte para classe a seguinte historia: “Um menino que passava férias no sitio da avó viu no galinheiro uma galinha que chocava vários ovos. No outro dia ele viu que haviam nascido vários pintinhos e foi correndo dar esta noticia para a avó. Ela perguntou: quantos pintinhos nasceram? Um grande problema! O menino não sabia contar e a avó não podia ir até o galinheiro. Como ele poderia mostrar à ela quantos pintinhos nasceram.”

Professora E – “a minha atividade é a número 5, a dos ovos. Iniciei contando a história, fizemos dramatizações e depois pensamos em soluções. A primeira que surgiu foi de ajudar por telefone. Aí perguntei: ‘mas como ajudar por telefone?’ e eles responderam: ‘Ah professora, a gente fala um, um; coloca um pintinho do lado, depois outro.’

No caso a criança pega um pintinho e coloca do lado, vai pegando, vai pegando um por um e fala ‘peguei um, peguei outro, peguei outro’ e ao mesmo tempo vai colocando na cestinha, aí vai separando.

17 Vide anexo V.

A segunda resposta foi de ir até lá.”

Neste momento todas nós presentes na sala ficamos curiosas, interrompemos a apresentação da professora E e perguntamos ‘como ir até lá? A professora E continuou, então sua apresentação, explicando novamente, pois nós não tínhamos entendido o sentido da primeira resposta. Pensávamos que o menino iria telefonar para a avó, mas na verdade as crianças, alunos da professora E, é que iriam ligar para ajudar o menino a contar os pintinhos.

Após a explicação da professora E, percebemos qual era o problema que a professora E tinha proposto a seus alunos

Por isso que disse adaptação da atividade 5, pois ela apenas mudou a questão principal que era ‘Como ele poderia mostrar a ela quantos pintinhos nasceram?’ para ‘Como podemos ajudar o menino a contar à avó quantos pintinhos nasceram?’

Após a explicação a professora E continuou sua apresentação:

Professora E – “Como eu dizia, a segunda resposta foi de ir até lá, ou seja, de nós da classe irmos até lá para ajudar o menino. A proposta é essa: o menino não sabe contar, como nós podemos ajudá-lo a dizer para a vovó quantos pintinho têm, mas que a vovó não fique sabendo que ele não sabe contar.

A terceira resposta foi que ele deveria falar para a avó que a galinha não havia botado nenhum ovo.

A quarta resposta foi pedir para os vizinhos ajudarem.”

Professora F – “Eles só utilizaram a Matemática na primeira resposta.”

Professora E – “Pois é, ficamos uns 40 minutos só nisso, e eu fala “Vamos, vamos...”

Professora E – “Dependendo da proposta não é difícil de aplicar uma atividade, o difícil nesta foi eu não poder dar sugestões, fiz o possível para ser neutra e deixar que eles resolvessem.”

Professora A – “Normalmente quando vamos fazer uma atividade de sondagem em L.O.E. nós não interferimos, mas quando é em Matemática queremos dar a resposta ou falar coisas que facilite que o aluno chegue na resposta correta. É difícil não ‘ajudar’, vem aquela questão da ansiedade de não aceitar a dúvida do aluno e o erro”.

Professora B – “Mas é complicado essa coisa do erro. Por exemplo, quando você dá um problema para o aluno e ele não arma a continha certo, mas coloca a resposta correta você considera certo?”

Pesquisadora – “Se ele resolveu o problema, então está certo.”

Professora B – “Eu considero errado, pois ele não sabe armar a conta, então não sabe fazer.”

Professora A – “Às vezes o aluno faz cálculo mental. Eu já tive aluno que sabia fazer só calculo mental, mas na hora de armar a conta ele não fazia nada e errava todas”

Professora B – “Mas este aluno acertou ou não?”

Pesquisadora – “Quando você dá um problema e o aluno te dá a resposta certa, então ele resolveu o problema proposto e é considerado certo, não importando a maneira que ele utilizou para a resolução. Existe uma crença que cada problema têm só uma maneira de resolver e isso não é verdade, existem problemas com várias maneiras de resolução, outros com mais de uma resposta e outros até que não tem solução. Agora, se o objetivo de sua questão não é a resolução do problema, mas sim verificar se ele sabe o algoritmo, então ele errou. Mas qual a importância do algoritmo para o problema se ele conseguiu resolver sem ele?”

Professora F – “Quando um aluno tem uma conta no papel e não consegue resolver, muitas vezes, se você fala ele consegue com cálculo mental”.

Professora B – “Pensando assim, eu acho que agente até pode considerar correta a questão do aluno que não sabe armar a continha e acerta o resultado por cálculo mental, mas continuo achando que ele tem que fazer a continha certa, ele tem que saber armar a continha e resolver da forma correta.”

Analisando as observações feitas pela professora B, concordo com Pozzo (1998) sobre a existência de mitos típicos dos estudantes sobre resolução de problemas matemáticos, o autor afirma que um destes mitos é que normalmente a maneira correta de resolver um problema matemático é utilizando a última regra dada pelo professor e que somente existe uma resposta correta para cada problema. Nesta discussão percebi que este mito estava presente entre a professora B, pois ela tem dificuldade em aceitar que um aluno consiga chegar num resultado correto utilizando recursos que não seja os ensinados por ela.

Encerramos o encontro combinando que para o próximo iríamos elaborar coletivamente uma seqüência de atividades. Elas poderiam utilizar os materiais que julgassem necessários para a elaboração desta seqüência e deveriam trazê-lo no próximo encontro.

Belgede SERMAYE PİYASASI ÇALIŞANLARI (sayfa 31-35)