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SÖNÜMSÜZ TİTREŞİM YUTUCU UYGULAMASI

Belgede MAKİNE LABORATUVARI II (sayfa 87-93)

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SÖNÜMSÜZ TİTREŞİM YUTUCU UYGULAMASI

Das entrevistas dos docentes, podemos destacar indicadores que definem o que se entende por prática como componente curricular. Foram encontradas definições como: vivência, atividade, atividade que inclui o estágio, elemento articulador de teoria e prática de ensino. O destaque é dado à prática de ensino, 50% das manifestações entendem a prática como componente curricular como prática de ensino.

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...esses alunos já entram na prática de ensino desde o primeiro semestre. (P 8)

...no curso de..., desde quando entrou essa nova diretriz, nós temos pensado em colocar como prática como componente curricular em cada disciplina porque seria importante para os alunos, desde o primeiro semestre, tendo contato com a sua prática de ensino. (P 11)

Tais declarações vêm reforçar uma confusão entre os conceitos que, conforme legislação que norteia a reestruturação da proposta, discutida neste estudo, deveriam se diferenciar. Entendendo que prática como componente curricular abrange a prática de ensino e o estágio, não se limitando a esses. Assim, há que se distinguir, de um lado, a prática como componente curricular e, de outro, a prática de ensino e o estágio obrigatório definidos em Lei. A primeira é mais abrangente: contempla os dispositivos legais e vai além deles (Parecer CNE/CP 28/2001, p.9).

No entanto, como já se abordou também neste estudo, a definição do conceito prática como componente curricular diferenciando-se da prática de ensino, na lei, só é evidenciada quando se acompanha a leitura e a evolução dos Pareceres redigidos até a resolução das diretrizes curriculares para formação de professores. Nesse processo, os relatores dos pareceres que norteiam a Resolução CNE/CP 1 e 2/2002, também mostram uma confusão na eleição dos conceitos, primeiro determinado como prática de ensino (Parecer 21/2001) e depois, corrigido para prática como componente curricular (Parecer 28/2001). A alteração realizada, no Parecer 28/2001, se deu, em algumas passagens, mudando apenas as palavras, prática de ensino para prática como componente curricular, dando continuidade ao texto anterior, tendo, em alguns momentos o acréscimo de texto, parágrafos, para explicitar tal diferença. Constatação possível a partir da leitura e comparação dos pareceres citados, o que foi realizado neste estudo.

Se até na leitura dos documentos legais, podemos notar essa confusão, o que esperar da constatação advinda da leitura restrita da resolução que apenas cita os conceitos?

O conceito da prática como componente curricular, deverá ser compreendido, diante da indicação legal da necessidade de superar a limitação da prática que deve compor o processo de formação docente, como prática de ensino e, em alguns casos, apenas como estágio. Essa confusão é detectada também em um dos relatos:

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No curso de... a prática ela está aliada a algumas disciplinas, é..., especialmente as disciplinas da área da metodologia de ensino, o que eu entendo que favorece a confusão entre prática como componente curricular e prática de ensino. (P. 8)

Isso exemplifica a dificuldade de se implementar no curso o que se definiu e o que foi interpretado da legislação. O próprio projeto pedagógico parece assumir essa confusão, quando se definem apenas algumas disciplinas de cunho pedagógico para dar conta dessa prática. Uma prática que passa a ser considerada ainda como prática de ensino e se restringe a esta. Das outras indicações, destaca-se a idéia de vivência como definição de prática entendida como componente curricular. Três professores fizeram uma referência semelhante a esta:

O nosso entendimento aqui, até pela discussão que a gente vem tendo do projeto político pedagógico da prática, a gente procura não dicotomizar a idéia de prática e teoria, então a gente costuma tratar como vivência. (P 1 ).

Vivência pode ser definida como experiência pessoal, e esta, por sua vez, é sinônimo de prática de vida, do que se experimenta e é resultante do exercício contínuo de uma ação (Ferreira, 1993). Se estendermos esse conceito ao de prática como componente curricular, da maneira que foi manifestado pelo professor, temos de admitir que essa ação deve-se limitar ao currículo, abrangendo as possibilidades das experiências nesse âmbito. No entanto, a prática como componente curricular vai além desse tipo de experiência, pois, como se constata neste estudo, ela deve promover a reflexão, análise e discussão dessa vivência no âmbito educacional.

Vivência também é um conceito que pode ser generalizável a qualquer ação, ou experiência pessoal, o que lhe imprime um caráter abrangente, mas, ao mesmo tempo, pode ser considerada restritiva quando associada ao entendimento do que é essa prática como componente curricular, pois, nesse caso, se limita à ação que ocorre no âmbito curricular, não deixando claro que esta ação deve ser um movimento que extrapola a experiência pessoal. Do que se entende e se defende por prática como componente curricular, pode-se dizer que ela se estabelece baseada na ação, que pode ser considerada como vivência que se limita ao currículo, mas que guarda relação com a reflexão na medida em que deve vir atrelada a esta, o que poderá sugerir renovação.

Prática como componente curricular, sugere mais que uma simples vivência, sugere aprofundar o olhar sobre essa experiência.

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Uma outra manifestação que merece destaque nessa categoria de definição é de que esta prática como componente curricular é uma possibilidade na qual se inclui o estágio.

Os indicadores da própria diretriz curricular de formação de professores não contribuem para o entendimento dessa definição, já que separam prática como componente curricular do estágio supervisionado. Ao partirmos de tal referência, a manifestação docente estaria equivocada, no entanto, ao tomar o conceito na sua extensão, podemos concluir que estágio é uma forma de prática como componente curricular, já que oportuniza uma vivência e pode, a partir desta levar à reflexão, numa perspectiva de realizar prática reflexiva.

O estágio, já é, por si só, considerado prática pela lei. É parte das 800 horas de prática, citada na Resolução CNE/CP 2/2002. Prática que, aliada à questão do componente curricular, deve contribuir para promover a formação docente. Essa prática que se manifesta mediante ações de observação, regência e análise de uma vivência docente, por exemplo, se configurando como estágio, não deixa de ser um componente curricular, não deixa de fazer parte da prática que deverá ser prevista e, além disso, é obrigatória no currículo. Por essa condição, o estágio já se configura como componente curricular, no entanto, nota-se que há um destaque que o identifica de um lado e lhe define uma carga horária (lei) e, de outro, as demais práticas ações curriculares de formação de professores.

Essa condição de destaque e separação do estágio da prática como componente curricular, na Resolução CNE/CP 91 e 2/2002, pode sugerir a confusão e a separação dessa atividade do restante de atividades que se configuram como prática no curso. Nesse caso, temos uma armadilha: podemos repetir o que por tempos se configurou, e desde a promulgação da LDBEN se quer superar, um estágio que se limita a vivência profissional, que não progride além dessa condição, que não se encaminha para a reflexão, esta que dá sentido à ação. Assim o estágio apresenta-se como um obstáculo para os alunos futuros professores , por não encontrarem sentido no que estão aprendendo; uma prática divorciada das demais e dos conhecimentos do curso; que não se justifica no projeto de formação de professores, por não guardar relação com o currículo; que pode ser até, em outra leitura da lei, desconsiderada como prática curricular, aparecendo como um acessório do curso; que se justifica apenas pelo seu caráter obrigatório, sem nenhuma relação com as demais dimensões que caracterizam o currículo.

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É bom frisarmos, que os desdobramentos acima, sugerem uma leitura equivocada e, podemos dizer descuidada da lei, uma vez que a Resolução CNE/CP 1/2002 indicou o que se entende por prática e destacou a partir daí, o estágio como uma possibilidade de alcançá-la também.Ao definir, no entanto, uma carga horária (Resolução CNE/CP 2/2002), que também passou a ser uma exigência legal a partir da LDBEN, reconsiderada nas diretrizes, apontam para equívocos de interpretação, em que o estágio se diferencia e se divorcia da prática como componente curricular. Ou seja, ao contrário do que pode parecer, a disposição de uma carga horária, de um lado, para o estágio e, de outro, para a prática como componente curricular; a primeira é prática, pois compõe as oitocentas horas citadas na lei, sendo também curricular, haja vista que não se admite atividade, ou prática extracurricular no curso de formação profissional, conforme orientações do Ministério do Trabalho em carta recomendatória às IES(Notificação Recomendatória n. 6.100/2000).

Belgede MAKİNE LABORATUVARI II (sayfa 87-93)

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