3. RİSK DEĞERLENDİRİLMESİ
3.2 Risk Değerlendirmesinin Mevzuattaki Yeri
Para atender à segunda questão de estudo, foi realizada uma discussão aberta sobre projetos na escola e interdisciplinaridade. Ao ser divulgado o convite para o grupo de professores de Ciências da Natureza e da Matemática para participar desse encontro, professores das outras disciplinas se interessaram, incluindo dois que atuam na 3ª série. Participaram 17 professores do Ensino Médio, envolvendo disciplinas de Química, Biologia, Física e Matemática, além de professores de outras disciplinas. Contou-se, também, com a presença da orientadora deste estudo e de duas pesquisadoras em Ensino de Ciências e Matemática da UFRN.
Entende-se, assim, que tal encontro constituía um momento interessante para contribuir com uma aproximação dos professores com relação às perspectivas teóricas que sustentam esta estratégia de organização das atividades de ensino.
Este encontro ocorreu em 18 de dezembro de 2006, na própria escola, (contexto desta pesquisa) e caracterizou-se em uma discussão dialogada, norteada não somente pelo referencial teórico, mas, também, pelas categorias que emergiram a partir das respostas dos questionários. O encontro com os professores durou 4
horas, iniciando com uma apresentação da evolução dos documentos legais, depois uma explanação oral das OCEM.
Em seguida, foram apresentadas diferentes perspectivas sobre o termo interdisciplinaridade à luz do referencial teórico, conforme quadro 3. Durante esta apresentação foi realizada uma entrevista coletiva semi-estruturada. Sendo que esta coletiva, foi considerada mais adequada para esta etapa, numa perspectiva de grupo colaborativo devido ao número elevado de professores presentes na ocasião, por ser a pouca disponibilidade de horário dos mesmos, constituindo, como uma das dificuldades encontradas em reunir o grupo de estudo, o que não permitia uma entrevista individual.
Este instrumento de pesquisa tinha como objetivo completar e esclarecer informações provenientes do questionário aplicado na 1ª etapa relativo, principalmente, às dificuldades apontadas pelos professores para trabalhar projetos na escola. Nesse momento a entrevista foi filmada e as falas dos professores e foram transcritas, as quais estão apresentadas no apêndice F.
Durante o encontro, foi realizada uma discussão dialogada sobre o trabalho com projetos escolares enquanto estratégia didática para organização de conteúdos na aprendizagem dos estudantes e os diferentes sentidos dados para o termo interdisciplinaridade segundo alguns autores.
Nesse sentido, é importante sinalizarmos aqui os pontos apresentados que nortearam a discussão dialogada com os professores. Sobre a questão dos projetos foram adotados como referencial os próprios documentos legais e os autores já sinalizados nesta dissertação. Sobre os diferentes sentidos relativos à interdisciplinaridade foram levadas em conta as idéias iniciais dos professores, confrontando-se com as idéias de Fazenda (2002), afirmando que não há uma única definição para o termo. Apresenta, em seus estudos, um histórico das diferentes concepções teóricas para explicar a dinâmica interdisciplinar em seu funcionamento. Assim, a autora ressalta que a interdisciplinaridade vem sendo discutida há muito tempo, tendo ocorrido o ápice dessas discussões em Nice, no ano de 1970, durante um seminário internacional da OCDE - Organização de Cooperação para o Desenvolvimento Econômico. Neste evento, as discussões centravam-se no campo da pesquisa e da inovação do ensino, reunindo pesquisadores em torno do objetivo de “tornar claros os conceitos de pluri, inter e transdisciplinaridade à luz de reflexões
epistemológicas” (FAZENDA, 2002). Entre eles podemos citar Jean Piaget, H. Heckhausen, M. Boisot, E. Jantsch e A. Lichnerowicz.
Em seus estudos, Fazenda apresenta um quadro que mostra a relação descrita por Hilton Japiassú, correspondente às diferentes terminologias empregadas por quatro grandes estudiosos do assunto. São eles: Guy Michaud, H. Heckhausen, M. Boisot e E. Jantsch, conforme quadro abaixo:
Quadro 4: Correspondência terminológica descrita por Hilton Japiassú-OCDE
G.MICHAUD H.HECKHAUSEN M.BOISOT E. JANTSCH
Disciplinaridade Disciplinaridade --- Multidisciplinaridade Multidisciplinaridade Interdisciplinaridade Heterogênea Pseudo-interdiscipli- naridade Interdisciplinaridade Restritiva Pluridisciplinaridade Interdisciplinaridade Linear; Interdisciplinaridade Cruzada Interdisciplinaridade Auxiliar Interdisciplinaridade Estrutural Interdisciplinaridade Auxiliar Interdisciplinaridad Complementar Interdisciplinaridade Unificadora Interdisciplinaridade Linear Interdisciplinaridade Estrutural Disciplinaridade Cruzada; Interdisciplinaridade Transdisciplinaridade --- --- Transdisciplinaridade
Fazenda (2002) sinaliza para uma aproximação dos seus estudos em torno dos conceitos de pluri, multi, inter e transdisciplinaridade, demonstrando os aspectos relevantes a cada um deles. Para a autora, a Multi e a pluridisciplinaridade, apresentam um modo de justaposição de conteúdos substanciais de disciplinas heterogêneas, proporcionando certa integração desses conteúdos, em uma mesma disciplina sem evoluir o bastante, ocorrendo no máximo uma correlação entre métodos, teorias ou conhecimentos.
Quanto à interdisciplinaridade, ocorre uma relação de reciprocidade, da mutualidade. Nesse caso, pode haver um encadeamento de idéias que permita o “diálogo” entre as pessoas interessadas. Com isso, podemos destacar que a interdisciplinaridade fica a depender realmente da “atitude” dos envolvidos na
problemática em questão. Tal envolvimento, a colaboração entre as diversas disciplinas podem proporcionar uma “interação” a uma intersubjetividade, possibilitando um trabalho interdisciplinar efetivo. Ocasionando, com isso, modificações e evitando concepções fragmentadas relacionadas ao conhecimento. A autora considera também que a transdisciplinaridade encontra-se em um patamar mais elevado mediante o exposto sobre os demais critérios desse assunto, já mencionados, ao tratar-se dos níveis multi, pluri e inter. Por fim, ressalta ainda que o real sentido da interdisciplinaridade trata-se de uma “questão de atitude”. (FAZENDA, 2002, p. 40).
Todos estes pontos foram apresentados neste encontro sendo norteados constantemente por questionamentos, indagações e posicionamentos dos professores. Alguns reconheciam que desconheciam as teorizações sobre o termo interdisciplinaridade e que não sabiam que atitudes deveriam ter para vivenciá-la. Apesar disso, o interesse do grupo de professores foi de direcionar as discussões para como trabalhar os projetos interdisciplinares, já que não era o que estavam realizando.
Portanto, o objetivo inicial de se realizar uma oficina para elaboração e/ou reelaboração de projetos foi redirecionado em virtude da demanda trazida pelo grupo, que demonstrou grande envolvimento no momento da entrevista coletiva que retomavam com outros questionamentos e dúvidas1, principalmente aquelas relativas às dificuldades para trabalhar.
A Entrevista Coletiva e a discussão dialogada tiveram início partindo das questões que haviam sido sinalizadas nas respostas dos questionários:
O que vocês entendem por projetos?
Quais as dificuldades para planejar os projetos na escola? Sabemos que a falta de tempo é uma das dificuldades. Se tivessem tempo, vocês saberiam como planejar?Como seria esse planejamento? Em que fase do projeto ocorre o envolvimento dos alunos? Como deve ser esse envolvimento?
Foi surpreendente a participação dos professores ao exporem suas angústias e o reconhecimento de limitações para desenvolverem projetos na escola. Tais limitações podem ser referenciadas pelos estudos de Ivani Fazenda (1989) que, discutindo sobre as dificuldades comuns entre os que desenvolvem pesquisa em
1 Os novos questionamentos e colocações dos professores estão transcritos literalmente nos
educação, apresenta várias lacunas frutos do processo educativo, como a falta do desenvolvimento da competência de escrever e falar dos estudantes, resultantes da “escola do silêncio”. A falta de estímulos para o desenvolvimento da autoria da escrita e da expressão oral aparece como agentes ocasionadores das diversas dificuldades apresentadas na ambiência das instituições escolares, repercutindo como uma herança negativa da fase escolar na vida dos estudantes que antecede a graduação e, por conseguinte, a pós-graduação.
Essa dificuldade em ler, interpretar e compreender advém de uma formação inadequada na escola de 1º e 2º graus. Considero a superação dessas dificuldades um dos atributos básicos para o exercício do pesquisar ao lado do aprimoramento do gosto por conhecer, a inquietude no buscar e o prazer pela perfeição. Quem não se propuser a desenvolvê-los dificilmente conseguirá terminar uma dissertação de mestrado. Outro conjunto de dificuldades comumente citado está na escolha do tema, no enunciado do problema e em seu encaminhamento. (FAZENDA, 1989, p.16).
Assim, entre as dificuldades, os professores reafirmaram a falta de tempo, o excesso de carga horária nas escolas (já que muitos trabalham em mais de uma instituição), a falta de apoio da própria instituição e dos colegas para a realização das atividades do projeto e para a exposição dos resultados, a falta de reuniões voltadas para o planejamento de projetos e discussão das idéias e temas, a falta de conhecimento por parte dos professores com relação à elaboração de projetos, sejam disciplinares, sejam interdisciplinares, a falta de comprometimento dos professores e a falta de envolvimento dos alunos, como mostra a fala a seguir:
Professor “D”: “Dificuldade de disponibilidade de tempo da equipe para discussão.”
O fator tempo para o planejamento em equipe, para se pensar sobre os temas a serem estudados, para a definição de tarefas e atividades foi retomado nas falas dos professores diversas vezes.
Os professores sinalizaram a necessidade de se promoverem estudos, reflexões e oficinas práticas dentro da própria instituição. Alguns deles falaram que não acontecem reuniões regulares voltadas para se planejarem projetos a serem desenvolvidos na escola e que elas se restringem a um trabalho burocrático da escola. Fica claro na exposição desses professores, a necessidade de mudança na formatação das reuniões pedagógicas mensais, de forma que se priorize o tempo para o planejamento de projetos escolares por equipe de professores.
O excesso da carga horária trabalhada pelos professores foi também um consenso entre eles, afirmando que não era somente na própria escola, mas também em outras instituições.
Cabe destacar que durante a exposição dialogada, alguns professores mostraram-se inquietos ao entenderem que é possível organizar projetos disciplinares, e que não é errado ou proibido desenvolvê-los. Após a explanação dos documentos legais durante o encontro com os professores e a explicação das diferentes concepções de interdisciplinaridade à luz dos estudos de Ivani Fazenda, alguns professores reconheceram que possuíam um entendimento equivocado sobre projeto interdisciplinar, conforme expressa a fala a seguir:
Professor “P”: “Então, pelo que você está nos apresentando, nenhum dos projetos que a gente fazia era projeto interdisciplinar?!”
A partir do comentário do professor “P”, pode-se inferir que o mesmo faz referência aos projetos desenvolvidos pelo grupo de professores em que ele pôde presenciar. Um exemplo é o projeto intitulado Reservatórios Potiguares, desenvolvido com os alunos da 2ª série do Ensino Médio, do qual o referido professor teve oportunidade de participar acompanhando os alunos em uma aula de campo para visitar os açudes do interior do Estado. Nesse projeto, os professores
das disciplinas envolvidas entregavam aos alunos os roteiros das visitas, orientando o que deveria ser observado ou que informações deveriam ser coletadas na região do açude visitado. No entanto, cada professor elaborava o seu roteiro com os objetivos próprios de cada disciplina, não havendo uma integração, ou seja, o que havia era uma junção de disciplinas que não dialogavam.
Diante da fala do professor “P” e das observações do grupo de professores de Ciências Naturais e Matemática dos orientadores pedagógicos, pode-se afirmar que os projetos que os docentes desenvolviam, apesar de os intitularem como interdisciplinares, apresentavam uma pseudo-interdisciplinaridade. Esta opinião foi também sinalizada nas respostas aos questionários da 1ª etapa, o que mostra a necessidade de se desenvolver uma formação em serviço para esses professores quanto ao desenvolvimento de projetos interdisciplinares.
O projeto Reservatórios Potiguares é um dos que estão citados como exemplo de projetos desenvolvidos pelos professores nas respostas organizadas na tabela 7 a seguir:
Tabela 7: Exemplo de projetos desenvolvidos pelos professores
Respostas à pergunta 3 do questionário – parte 3
Prof 3) Relate um exemplo de projeto em que você esteve envolvido na
sua escola. Como foi o planejamento, desenvolvimento e avaliação? Categorias
A Tema: Mais consciente. Este projeto abarcou toda a instituição escolar.Todas as turmas da 1ª série do Ensino Médio, juntamente com alguns professores, com características interdisciplinares e com foco em estudos das várias disciplinas envolvidas. Tentando melhorar a conscientização ecológica, ambiental, gerando atitudes positivas em que possam transformar o nosso mundo em um lugar mais gostoso de se viver a partir do ambiente escolar.
- Projeto interdisciplinar; - Temática: Conscientização ecológica;
B O projeto de aplicação do SIMA (Sistema Marista de Avaliação) foi utilizado meticulosamente, planejado por uma equipe técnica, divulgado, experimentado e contextualizado com toda a equipe de professores e alunos, para só depois ser aplicado e reavaliado.
- Projeto de avaliação de conteúdos
disciplinares
C Reservatórios Potiguares - Foi um projeto de grande interesse e produtividade desenvolvido por professores e alunos. O planejamento envolveu os professores de áreas afins com a temática da água, meio ambiente, carcinicultura e a comunidade que gira em torno da realidade visitada em cidades potiguares. Creio que foi um sucesso, necessitando apenas uma revisão na sistemática de avaliação.
- Projeto interdisciplinar; - Temática: Água e Meio Ambiente, comunidades locais. - Faltou avaliação
D Projeto de Física, Matemática e Ed. Física. Planejamento. Desenvolvimento: através de atividades práticas com os alunos onde os mesmos coletam dados e elaboram tabelas e gráficos. Avaliação: através de relatórios onde constam todos os dados (tabelas e gráficos) obtidos pelos alunos.
- Projeto interdisciplinar; - Temática: Esporte; Matemática, Física.
E Construção de mini-estufas. Apresentei aos alunos o que deveríamos fazer durante as aulas e qual o tempo disponível. Durante as aulas nós construímos as estufas e dividimos com diferentes tipos de solo, para observar que a germinação dependia de vários fatores. Avaliei desde a participação na discussão sobre a atividade, pelo compromisso na execução do trabalho e pela conclusão final.
- Projeto disciplinar; - Temática:
Construção objetos;
F Mais consciente. A partir do plano de trabalho do marista, o AKATU + VOCÊ. No projeto Mais consciente, organização da turma, a cantina para apontar pontos positivos e negativos, quanto ao tratamento de materiais e alimentação. Na avaliação foram consideradas todas as atividades desenvolvidas pelos estudantes. Como produto final: a campanha publicitária educativa e a exposição.
- Projeto interdisciplinar; - Temática: Educação alimentar;
G As três etapas do projeto foram prazerosas e tranqüilas. -
H O projeto “Reservatórios Potiguares” vem sendo trabalhado durante alguns anos envolvendo as disciplinas de Geografia, História, Química e Biologia, nas quais cada professor vai cobrar dos alunos um relatório sobre o que foi verificado nas aulas de campo dirigidas em alguns municípios como: Caicó, Parelhas e Acari.
- Projeto interdisciplinar; - Temática: Água e Meio Ambiente, comunidades locais.
I Um projeto de leitura, envolvendo as disciplinas de Português e Literatura. O projeto tem como objetivo criar no aluno o prazer de ler, tendo contato direto com a biblioteca. (livros, revistas e jornais) e de manuseá-los, cria-se o interesse pela leitura.
- Projeto interdisciplinar; - Temática: leitura de diferentes materiais
J O projeto mais consciente foi planejado e desenvolvido de acordo com o tema Educação Ambiental, visando uma maior conscientização e valorização do Meio Ambiente. Como produto final eles produziram anúncios publicitários (poéticos), despertando a consciência crítica dos educandos.
- Projeto interdisciplinar; - Temática: educação e meio ambiente
Outra dificuldade, já citada anteriormente, que foi evidenciada nas respostas de alguns professores, está relacionada à falta de conhecimento quanto à elaboração e ao desenvolvimento de projetos escolares, sejam disciplinares, sejam interdisciplinares. Na fala do Professor “R”, percebe-se claramente essa dificuldade para elaborar projetos (saberes pedagógicos), mesmo o professor tendo a idéia e a vontade de desenvolvê-los com os seus alunos:
Professor “R”: “Eu tenho muita vontade de realizar projetos, mas não sei como fazer... Na época da Universidade, participei de um projeto sobre o estudo da Física a partir dos instrumentos de uma orquestra, gostaria de fazer com os meus alunos, mas nunca consegui”.
O projeto a que o professor “R” faz referência foi desenvolvido por uma professora da disciplina de Prática de Ensino de Física na UFRN, da turma em que o referido professor era aluno. De acordo com o relato da professora “O”, que também é professora do laboratório de Física do Colégio, esse projeto, que é intitulado Aprendendo sobre ondas através de um concerto didático, já foi desenvolvido com os seus alunos da 2ª série do Ensino Médio, realizando todos os passos e estudos para a explicação física do funcionamento dos instrumentos que compõem uma orquestra, embora os alunos não tenham assistido ao Concerto Didático, que era apresentado mensalmente no Teatro Alberto Maranhão pela Orquestra Sinfônica do RN, conforme relato da professora (apêndice E).
As respostas ao questionário na primeira etapa da pesquisa demonstravam a necessidade de se discutir com o grupo de professores sobre elaboração de projetos escolares e sobre as diferentes concepções de interdisciplinaridade, numa tentativa de fazer com que surgisse dos próprios professores o reconhecimento da falta de conhecimento e da necessidade de uma maior aproximação com o tema.
O não-entendimento dos termos disciplinaridade e interdisciplinaridade são evidenciados na fala a seguir:
Professor “D”: “Interdisciplinaridade é o ensino conjunto de disciplinas. Em minhas aulas busco abordar textos com temas abordados em outras disciplinas que facilitam (além de reforçar) o processo de interpretação.”
Essa resposta reforça o caráter de pseudo-interdisciplinaridade, reafirmando a hipótese inicial que motivou o desenvolvimento desta pesquisa. Tal hipótese encontra argumento nas idéias de Fazenda ao afirmar que:
[...] para vários autores, o conceito de interdisciplinaridade tem seu sentido em um contexto disciplinar: a interdisciplinaridade “pressupõe a existência de ao menos duas disciplinas como referência e a presença de uma ação recíproca” (Germain 1991, p.143). O termo “interdisciplinaridade” significa a exigência dessa relação (FAZENDA, 2002, p.46).