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12) RT-PCR (Reverse Transcriptase PCR): RNA hedeflerini çoğaltmak için geliĢtirilmiĢ bir yöntemdir Bu yöntemde önce RNA hedef dizileri reverse transkriptazlar
Em virtude da adoção do sistema de cotas que, no Brasil, reserva 30% do número de candidaturas às mulheres em cada partido84, a questão de gênero ganha uma importância especial nos estudos de recrutamento de candidatos. Em geral, estudos recentes têm apontado para o número reduzido de mulheres presentes em disputas legislativas em comparação com o elevado número de homens (Braga, Veiga e Miríade, 2009; Perissinotto e Miríade, 2009, Noll e Leal, 2008; Araújo e Alves, 2007).
A bibliografia especializada, no entanto, tem afirmado que a ―filtragem‖ por sexo, isto é, a exclusão das mulheres do mundo político, não ocorre no interior dos partidos – pelo menos, não totalmente – ―mas também, e principalmente, fora deles‖
84 A legislação exige o preenchimento de, pelo menos,
30% das vagas para ―um dos sexos‖, o que, na prática, se reverte para as mulheres.
(Perissinoto e Miríade, 2009, p. 307). Argumenta-se, basicamente, que o ―filtro‖ que exclui as candidaturas femininas teria uma natureza ―social‖ (Bolognesi, 2009, p. 76). Isto é, conforme Braga, Veiga e Miríade (2009), o baixo número de mulheres candidatas não pode ser atribuído apenas a um possível ―bloqueio‖ das candidaturas pelos partidos, mas também pela baixa ―oferta de candidatas‖:
(…) o baixo número de mulheres candidatas e eleitas pode ser resultado da ausência de demanda dos selecionadores – que tenderiam, direta ou indiretamente, a dificultar as candidaturas femininas – ou da falta de oferta de candidatas – na medida em que a divisão do trabalho dentro de casa, a discriminação no mercado de trabalho e o tradicional padrão de socialização fariam com que a mulher tivesse menos recursos de tempo e dinheiro, além de menor nível de ambição política. (Braga, Veiga e Miríade, 2009, p.134)
No caso do Rio Grande do Sul, em 2010, encontramos uma realidade não muito diferente da apontada por estudos nacionais recentes sobre recrutamento. No conjunto, considerando todos os candidatos escolhidos pelos partidos nas eleições para Câmara dos Deputados, a presença das mulheres ficou abaixo dos 30% exigidos pelas cotas (26,4%).
Tabela 6 - Sexo dos candidatos a Deputado Federal no RS, nas eleições de 2010, em percentuais
Conforme Araújo e Alves (2007), é possível considerar que, em distritos grandes, em virtude da diversificação da oferta de candidatos, ―se tornem necessários investimentos maiores por parte dos candidatos e partidos, seja na forma de capital financeiro, ou de outros capitais tais como redes de apoio ou estrutura partidária‖ (Araújo e Alves, 2007, p. 569). E isso, por sua vez, seria parte das razões pelas quais as mulheres tenderiam a se candidatar menos em distritos maiores do que nos distritos menores, e, da mesma forma, a se eleger menos (Araújo e Alves, 2007, p. 569). Sexo % Masculino 73,6 Feminino 26,4 Total 100,0% Fonte: TRE/RS N: 314
No entanto, mesmo nas eleições em distritos menores, como o caso estudado por Altmann (2010), em Pelotas, no pleito municipal de 2008, o percentual de mulheres tem sido decepcionante: naquela eleição, elas compuseram apenas 24,2% das candidaturas ao legislativo. Percentual quase idêntico ao que obtivemos na eleição para Câmara em 2010. Como lembrado por Altmann (2010), os estudos de recrutamento eleitoral no Brasil ―indicam que, mesmo após a aprovação das cotas de sexo (Lei 9.504/97), os partidos não têm atingido o patamar mínimo exigido pela legislação eleitoral (30%).‖ (Altmann, 2010, p. 130).
No entanto, citando os trabalhos de Marques (2007) e Miguel e Queiroz (2006), a autora faz menção a dois fenômenos correlatos, relacionados à participação feminina nas eleições brasileiras, que merecem análise: em primeiro lugar, como mostrado por Marques (2007), o ―efeito positivo‖ do dispositivo das cotas de gênero nas listas partidárias não deve ser descartado, visto, por exemplo, o fato de o número de candidatas mulheres estar efetivamente crescendo, como ilustra o autor com seu estudo sobre a eleição de 2004 em São Carlos. Por outro lado, ―o simples aumento quantitativo das candidaturas femininas – ainda reconhecidamente reduzido, apesar de eventuais avanços – não esgota a questão‖ (Altmann, 2010, p. 130). Afinal,
Miguel e Queiroz (2006, p. 368) afirmam que o número de mulheres candidatas efetivamente cresceu no país, seja nas eleições municipais, seja nas gerais, em resposta ao incentivo trazido pela lei de cotas, mas que houve, igualmente, um incremento de candidaturas sem qualquer viabilidade eleitoral, lançadas apenas para indicar o esforço partidário para seguir o ―espírito da lei. (Altmann, 2010, p. 130)
Em resumo: se, por um lado, as cotas, de fato, aumentaram as candidaturas femininas, por outro, muitas dessas candidaturas têm aspecto ―meramente formal‖, sem qualquer competitividade efetiva. Os partidos recorreriam, basicamente, a candidaturas ―laranjas‖, visando o cumprimento da lei – lembrando que, diferentemente de outras eleições, em 2010, ela passou a exigir o preenchimento
da cota, e não apenas a reserva de vagas.
Sendo assim, como se comportaria o RS nesse contexto?
Primeiramente, cabe avaliar se, ao longo das últimas eleições, o número de mulheres candidatas à Câmara dos Deputados tem aumentado, principalmente a partir da implantação do mecanismo de cotas. Nesse sentido, optou-se por avaliar, em série histórica, o percentual de mulheres dentre os candidatos considerados ―aptos‖ pela justiça eleitoral, isto é, entre os que de fato disputaram cada eleição.
Gráfico 2 - Candidaturas à Câmara dos Deputados conforme o Sexo (1990- 2010), em %
Fonte: TSE
Nota-se, no Estado, o incremento linear do percentual de mulheres candidatas nas últimas seis eleições. De um percentual de 4,09%, em 1990, chegou- se a 23,16%, em 2010. No entanto, os percentuais das eleições mais recentes (2002, 2006 e 2010) continuam abaixo dos 30% exigidos pela legislação, conforme a reserva de vagas iniciada com a Lei 9.504/97 - que vigorou já na eleição de 1998 - e reforçada com a nova redação dada pela Lei 12.034/0985. Uma nota positiva é que, em 2010, o número de candidatas aptas a concorrer dobrou em relação ao pleito de
85 Ressalte-se que mecanismo de cotas de gênero iniciou, no Brasil, como a Lei nº 9.100, de 1995,
que, então, previa 20% de vagas reservadas para as mulheres. 95,91 93,81 92,27 89,34 88,50 76,84 4,09 6,19 7,73 10,66 11,50 23,16 0 20 40 60 80 100 120 1990 1994 1998 2002 2006 2010 Masculino Feminino
2006. Efeito provável do maior rigor imprimido pela Lei 12.034/09.
Por outro lado, nota-se, na comparação entre o total de candidatos (aptos e inaptos) e os ―aptos‖, em 2010, a diminuição do percentual de mulheres, de 26,4% para 23,16%. Praticamente a metade dos candidatos considerados ―inaptos‖ pela justiça eleitoral - 42 (quarenta e dois) – são mulheres. 20 (vinte) candidatas tiveram seu pedido de registro indeferido ou renunciaram.
Dentre as que tiveram suas candidaturas indeferidas, 3 (três) integravam o PSOL, 1 (uma) o PCdoB , 1 (uma) o PRP e 1 (uma) o PTB. Mas o dado que chama atenção é exatamente o número de candidatas que renunciaram: 14 (quatorze), sendo 6 (seis) do PMDB; 2 (duas) do PSDB; 2 (duas) do PTB; 3 (três) do PV e 1 (uma) do PP.
O registro com renúncia posterior pode ser um ―atalho‖ utilizado pelos partidos pra ―driblar‖ a Lei 12.034/09. O partido registra a candidata, preenche o percentual de 30%, cumprindo a lei, e a mesma renuncia com a campanha em andamento. Tal prática, por demais ―estratégica‖, no entanto, não foi, por óbvio, admitida explicitamente nas entrevistas realizadas com os dirigentes partidários. De outra feita, as renúncias podem manifestar - pura e simplesmente - a desistência, em meio ao pleito, de candidatas sem qualquer chance de eleição, dada a própria ―artificialidade‖ do processo de seleção (isto é, a candidata apenas ―ofereceu o nome‖ para o partido cumprir a cota, como alguns dirigentes admitiram em entrevista). A respeito da ―artificialidade‖ do recrutamento de candidatas, as falas dos dirigentes do PP e do DEM parecem ser sugestivas:
Eu sou contra, contra as cotas das mulheres.(...) Isso não tem efeito nenhum, ninguém preenche as cotas. Pra que ter cotas? (…) As mulheres internamente tinham que ser prestigiadas, evidentemente, sim. Mas não é um espaço de 30% que elas têm agora... Tu tem que preencher, e não preenche.. Se tiver uma mulher que é líder, ela cria um espaço natural no partido. Então, eu sou contra as cotas das mulheres. O partido tem que ter consciência de que a mulher é importante em política. A minha mulher nunca fez política partidária, nunca foi num comício comigo, mas tem intuição
política muito melhor que a minha às vezes. Lê, acompanha política, tem intuição . Bom, o partido tem que aproveitar essa liderança. (…) Por que existe essas cotas? Tu imaginar que um partido não tenha capacidade, mas veja bem: um partido político que quer governar não tenha capacidade de saber valorizar, de dar o espaço para as mulheres. É preciso de um espaço. Mais isso não é problema das mulheres. Mas como que um partido que tenha uma noção de bem comum... Quais são os princípios básicos, né? Não tenha noção, bom, as pessoas tem méritos, tem que ser valorizado (sic) (...) Ai inventaram uma lei. Aumentou o número de mulher? Lógico que aumentou o número de mulher... (…)Aumentou a participação das mulheres na sociedade. O partido tem que saber valorizar isso. Vai ser uma lei que vai dizer? (...) Ninguém conseguiu preencher. Se preencheu com algumas laranjas. Sem nenhuma consciência política, sem consciência de ser candidato. Estes, sim, são os erros (…) Isso desvaloriza quem é candidato. É melhor o partido ter trinta candidatos, quarenta bem preparados. O cara vai fazer 2 mil votos (sic). Não é isso. Aqueles 2 mil votos que a pessoa vai fazer tu vai dar o tempo de televisão...(…) Investe em qualidade.
(Dirigente estadual do PP)
Essa resolução diz que é 30% dos inscritos (…) É 30% de mulheres, mínimo 30% de mulheres...Se tu colocar dez, três têm que ser mulher(sic). Isto é um absurdo essa adequação de última hora. E com um detalhe: se o partido não tiver se adequado na inscrição, não era aceita a inscrição da chapa. E vem prazo pra ti inscrever a chapa. Isto foi o que gerou todos os partidos, sem exceção, inclusive nós, botar pessoas – a fulana, a ciclana- que emprestou o nome (…) Não fez campanha, e fez zero voto. (…) O que a justiça depois reclamou que teve um grande número de laranjas, mas ela provocou isso, ela fez isso (…) Tu não tem como preparar 10, 15 pessoas. Em dois dias garimpar 10, 15 nomes do mesmo sexo para concorrer. Ainda mais daquele que normalmente tem menor disponibilidade. Ou por tradição, ou por disponibilidade ou por cultura. Seja lá pelo que for. Mas tu não tem mulheres se dispondo tanto pra concorrer. (Dirigente estadual do DEM)
Ambos os entrevistados destacaram que o recrutamento de mulheres, muitas vezes, tem um caráter meramente formal de preenchimento das cotas; confirmando, assim, a percepção de Miguel e Queiróz (2006, p. 368).
No caso específico do PP, o dirigente destacou, ao afirmar sua contrariedade às cotas para a mulheres, que, antes mais nada, em seu partido, a qualificação
pessoal e o ―mérito‖ são determinantes para a escolha de um candidato, mais que o gênero. Isso fica claro na passagem em que o mesmo afirma que ―se tiver uma mulher que é líder, ela cria um espaço natural no partido‖.
Álvares (2008b) lembra o papel jogado pelo ―porteiro‖ (gatekeeper) nos processos de seleção de candidatos. Conforme a autora, a demanda por candidatos relaciona diretamente os aspirantes aos que selecionam. Por isso, a ―seleção depende então da percepção que o ―porteiro‖ (gatekeeper) quanto aos recursos dos aspirantes em habilidades, experiência e qualificação‖ (Álvares, 2008b, p. 899).
Quando o dirigente progressista afirma que é melhor ter menos candidatos mais ―bem preparados‖ - ou que se deve ―investir em qualidade‖ - ficam mais claros alguns dos atributos que os candidatos devem possuir no partido. No caso específico da fala em questão, a ―densidade eleitoral‖ pareceu ser o atributo mais próximo do que o dirigente entende por ―qualidade‖. ―Densidade‖ que, inclusive, deve ser valorizada, conforme a fala do dirigente, para fins de distribuição de recursos partidários, como o ―tempo de TV‖.
Transparece na fala dirigente - por se tratar de um caso de ―escassez‖ - o incômodo com a necessidade de preencher os 30% das cotas para mulheres com candidatas que, por ventura, venham apenas ―ocupar‖ formalmente o espaço. Em caso de não-obrigatoriedade, certamente, o percentual de candidatas seria muito menor no partido. Conforme Álvares (2008b), na interação entre a oferta e demanda de nomes, o obstáculo à entrada de mulheres se dá também ―pela avaliação do partido àqueles/as com mais qualificação e que expressem prospecção de força eleitoral‖ (Álvares, 2008b, p. 928).
Por sua vez, o fato de o dirigente estadual do DEM citar a questão da ―disponibilidade‖ (além da ―tradição‖ e da ―cultura‖) como fatores impeditivos das candidaturas femininas nos remete à discussão sobre o ―tempo livre‖ enquanto recurso político de grande valia (Norris, 1997). Recurso que pode justamente estar faltando às mulheres brasileiras que eventualmente desejam militar no mundo da
política, visto que, muitas vezes, elas ―estão submetidas a uma dupla jornada de trabalho, o que faz com que a participação em reuniões, comitês, grupos políticos, e outras atividades inerentes a atividade política, seja restrita ao universo masculino‖ (Bolognesi, 2009, p. 85).
Trata-se assim, conforme Álvares (2008b), ainda do condicionamento sociocultural que tem historicamente apartado as mulheres da política. A percepção do dirigente do DEM se coaduna, nesse caso, com a ideia de que um ―filtro social‖ (ou mesmo ―cultural‖) tem impedido o ingresso de contingentes maiores de mulheres na política brasileira - o que faz com que a ―oferta‖ de candidatas no dito ―mercado político‖ ainda seja decepcionante.
No plano propriamente institucional, a postura refratária do dirigente do PP em relação ao mecanismo de cotas contrasta muito fortemente com a opinião expressada por outros dirigentes partidários, como o do PT. Isso, em certo sentido, só reforça o que já foi dito por Araújo e Alves (2007) acerca da maior ―permeabilidade‖ dos partidos de esquerda às mulheres (ou, nesse caso, a mecanismos legais que as incluam no jogo político)86:
[Opinião sobre as cotas] São corretas, necessárias, são um avanço para qualificar a democracia brasileira. O país continua patriarcal, continua machista. É um país que tem mais de 50% de mulheres na sua população e não tem 7% de mulheres na Câmara Federal. Ora, se isso não é uma distorção, se isso não é uma desigualdade a ser corrigida, enfim, então é difícil de entender o que é um processo de estímulo à formação da cidadania, um processo de estímulo à democracia, à participação das pessoas na luta, na vida democrática. Então, quando tem uma distorção, se as mulheres são 7% e objetivamente são 52% da população, tem que corrigir. E não é com apelo, não é pedindo, lembrando. Não, tem que corrigir com regras, que podem ser temporárias, podem ser mais permanentes, podem ser mais longas, menos longas, mas tem que corrigir.(...) Então, essa objetividade tem que ser respondida com medidas afirmativas, com ações afirmativas, com formas de a
86 Em 2010, o PCdoB teve o melhor desempenho de todos os partidos no preenchimento das cotas,
atingindo o número de candidaturas femininas necessárias para preencher o percentual exigido em lei em treze estados. O PT, por sua vez, aprovou, em 2011, uma alteração no seu estatuto que prevê a ―paridade de gênero‖: participação feminina de 50% na composição das direções, delegações, comissões e cargos com funções específicas de secretarias.
sociedade corrigir a distorção que herdamos. Quem é o culpado? Não se sabe. Mas que existe o problema, existe. Então, herdamos uma situação discriminatória, desigual, então, como corrigir? Corrigir por lei. (Dirigente estadual do PT)
Para finalizar, tratando da comparação interpartidária da representação feminina, passamos a avaliar as variações do percentual de candidatas entre os partidos que conformam o objeto do presente trabalho.
Tabela 7 - Sexo dos candidatos à Câmara dos Deputados no RS, nas eleições de 2010, conforme o partido, em percentual
Dentre os partidos, os que apresentaram 30% ou mais de candidatas em suas nominatas foram os seguintes: PSB (34,80%), PTB (33,33%), PP (31,60%), PSOL (31, 60%), PCdoB (30,76%). Por sua vez, PSDB (27,3%), PMDB (26,7%), PT (25%), PDT (25%) e DEM (23,1%) ficaram abaixo do mínimo exigido pelas cotas. Por fim, o PPS foi o partido com o menor percentual de mulheres em sua nominata (14,30%). Esse partido foi o principal responsável por puxar ―para baixo‖ o percentual de candidatas entre os partidos considerados de ―esquerda‖ pela literatura convencional.
De fato, confirmando o exposto por Araújo e Alves (2007) a esquerda elegeu mais candidatas - ou elegeu as únicas: Maria do Rosário (PT) e Manuela D‘ávila (PCdoB). No entanto, contrariando, a tendência verificada na literatura internacional, tal como destacada pelos autores, a ―direita‖ e o ―centro‖ ―superaram‖ a ―esquerda‖
Sexo PP PT PMDB DEM PSDB
Masculino 68,4 75,0 73,3 76,9 72,7
Feminino 31,6 25,0 26,7 23,1 27,3
Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0
Sexo PDT PTB PSB PPS PCdoB PSOL
Masculino 75,0 66,7 65,2 85,7 69,2 68,4 Feminino 25,0 33,3 34,8 14,3 30,8 31,6
Total 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0
quanto ao número de candidatas87. Muito, no entanto, pelo baixo percentual do PPS (que apresentou uma nominata muito pequena). Ao se retirar esse partido, os achados da presente pesquisa se assemelham ao que foi encontrado por Perissinotto e Miríade (2009) em seu estudo sobre o perfil dos candidatos à Câmara dos Deputados em 2006, quanto à relativa ―superioridade‖ dos partidos de esquerda na representação feminina.