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2. GENEL BİLGİLER

2.3. Reaksiyon Zamanı

2.3.2. Reaksiyon zamanını etkileyen faktörler

No planeamento do projeto é elaborado um plano detalhado que contempla a calendarização das atividades, recursos necessários, riscos e qualidade, bem como as limitações condicionantes do próprio trabalho (Nunes, 2010). São definidas também atividades/estratégias para a concretização dos objetivos, e indicadores de avaliação que asseguram o seu cumprimento, a sua calendarização é efetuada através da formulação de um cronograma que acompanhará todo o projeto. Tendo em conta o serviço onde será desenvolvido o PIS e a temática em causa, as suas intervenções serão articuladas com a enfermeira coordenadora e equipa de enfermagem do serviço de gastrenterologia e responsável, equipa multidisciplinar e enfermeiros de ligação do GANDI.

3.4.1 Atividades e estratégias planeadas

Nunes (2010) refere que por atividades entende-se o elemento de trabalho realizado no decurso do projeto, em que o responsável por este tem um papel fundamental enquanto pessoa com competências para proporcionar contributos fundamentais para o avanço da prática de enfermagem. As estratégias referem-se à utilização dos meios definidos no planeamento tendo como objetivo principal utilizar de forma eficaz os recursos. Assim, para a concretização de cada objetivo especifico foram delineadas atividades/estratégias a desenvolver, explicitadas e justificadas seguidamente.

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Para a prossecução do 1º objetivo especifico – Promover a participação da equipa de enfermagem no desenvolvimento do PIS – foram delineadas 3 atividades: Elaboração do documento com os resultados da análise de conteúdo dos questionários e entrevistas semiestruturadas; Apresentação do documento à enfermeira coordenadora e Divulgação junto da equipa de enfermagem nas passagens de turno e por correio eletrónico, com o intuito de envolver a equipa e motivar a sua participação, contribuindo para o seu sucesso.

Para atingir o 2º e 3º objetivos específicos – Promover a atualização de conhecimento da equipa de enfermagem sobre a importância da nutrição e hidratação da pessoa internada e Promover a atualização de conhecimento da equipa de enfermagem sobre o seu papel na nutrição e hidratação da pessoa internada e seus registos – foram planeadas 8 atividades: Revisão da literatura sobre a importância da nutrição e hidratação da pessoa internada e papel do enfermeiro nesta temática; Compilação de dados estatísticos da importância da nutrição e hidratação da pessoa internada; Elaboração de plano de ação da formação; Elaboração da ação de formação; Elaboração de documento de avaliação da formação; Divulgação da formação nas passagens de turno e por correio eletrónico; Concretização da ação de formação e Aplicação de documento de avaliação da formação. Estas atividades e estratégias pretendem formar a equipa numa perspetiva organizacional realçando a competência coletiva. A ação de formação em contexto hospitalar pretende facilitar a compreensão dos processos de aprendizagem (Bártolo, 2007).

Selecionamos a formação como estratégia fulcral na execução do PIS por pretendermos integra-la no exercício do trabalho, uma vez que potencia os seus efeitos formadores e por constituir uma dimensão essencial na construção da identidade profissional, sendo importante quer para o individuo como para a organização (Bártolo, 2007). A formação profissional contínua em contexto de trabalho é a estratégia adotada pelo hospital X para manter os seus profissionais com conhecimentos atualizados, deste modo por já se tratar de algo conhecido e por elevar o potencial formativo transformando as experiencias em aprendizagens, pensamos que a formação no âmbito do tema do PIS é adequada.

O 4º objetivo específico – Identificar registos de enfermagem claros e objetivos relativos à nutrição e hidratação da pessoa internada – será atingido com as seguintes atividades: Revisão da literatura sobre registos de enfermagem relativos à nutrição e hidratação da

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pessoa internada; Elaboração de proposta de alteração dos registos de enfermagem no sistema de apoio à prática de enfermagem; Reunião com a enfermeira coordenadora e Elaboração de proposta de implementação da alteração dos registos de enfermagem. Os registos de enfermagem são testemunho que perdura no tempo, são forma de comunicar numa equipa, é o meio de individualização dos cuidados prestados e também os que facultam proteção legal, sendo necessário promover a sua qualidade adequação e eficácia. Pretendemos com as atividades apresentar uma proposta de alteração dos registos de enfermagem com base na revisão bibliográfica efetuada e na análise das entrevistas semiestruturadas de forma a colmatar falhas identificadas e especificar aspetos de forma clara e objetiva da nutrição e hidratação da pessoa internada pertinentes para a comunicação interprofissional eficaz, atingindo o objetivo especifico 4.

Para concretizar o 5º objetivo especifico – Elaborar e documentar orientações de boa prática sobre o papel do enfermeiro na nutrição e hidratação da pessoa internada e seus registos – foram delineadas 7 atividades/estratégias: Revisão da literatura; Elaboração de procedimento setorial; Validação do procedimento com a enfermeira coordenadora; Divulgação do procedimento na equipa de enfermagem nas passagens de turno, por correio eletrónico e no dossier de procedimentos existente no serviço; Avaliação do procedimento através da recolha de sugestões; Correção do procedimento se necessário e Implementar o procedimento. A criação de um procedimento setorial pretende ser uma linha orientadora dos cuidados de enfermagem relativos à nutrição e hidratação da pessoa internada e seus registos, pretendemos proporcionar aos enfermeiros um documento orientador baseado em informação fiável e atualizada para obter respostas satisfatórias de doentes e profissionais na resolução dos problemas da nutrição e hidratação.

Por último, o 6º objetivo especifico – Divulgar o conhecimento promovido sobre a temática do PIS pelo hospital X – será alcançado através de 7 atividades: Reunião com responsável do GANDI; Apresentação da proposta ao responsável do GANDI para a formação aos enfermeiros de ligação dos serviços do hospital X ao GANDI; Elaboração da proposta ao responsável do GANDI para a inclusão do procedimento setorial na Norma de Orientação Clínica (NOC) – Abordagem dos doentes submetidos a rastreio do risco de desnutrição; Dar conhecimento à equipa multidisciplinar do GANDI; Apresentação da ação de formação aos enfermeiros de ligação dos serviços do hospital X ao GANDI; Realização da ação de

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formação para os enfermeiros de ligação dos serviços do hospital X ao GANDI e Aplicação de documento de avaliação da ação de formação. Todo e qualquer projeto pressupõe a sua divulgação, sendo o PIS um meio de resolução de um problema e suprimento de uma

necessidade identificada, assumindo “um papel fulcral para o desenvolvimento dos

profissionais e para a melhoria dos serviços prestados aos clientes” (Nunes, 2010, p.31), pretendemos generalizar e divulga-lo na instituição, assim as estratégias delineadas darão a conhecer à instituição os esforços desenvolvidos para a melhoria de cuidados e obtenção da qualidade, fornecendo informação cientifica aos profissionais de modo adequarem as suas práticas, atingindo a excelência e obtendo ganhos em saúde.

No APÊNDICE 8, é apresentado o planeamento sob a forma de tabela, de modo claro e sistematizado, inclui os recursos necessários e indicadores de avaliação projetados para cada objetivo específico, a previsão orçamental referente a recursos humanos e materiais e a

previsão dos constrangimentos e forma de os ultrapassar. O cronograma é “um processo

interativo que determina as datas de início e de fim planeadas para as respetivas atividades

a desenvolver” (Nunes, 2010, p.20), assim realizamos um cronograma das atividades

planeadas (APÊNDICE 9), que serviu para a gestão do tempo, sendo um guia orientador para o desenvolvimento do projeto, que, não sendo estanque, sofreu alterações.

Benzer Belgeler