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Radyasyon Güvenliği El-Kitabı Formatı

Belgede Tıbbi Personel için Güvenlik (sayfa 78-81)

3. RADYOAKTİF RİSKLERE KARŞI VÜCUDU KORUYUCU TEDBİRLER

4.1. Radyoaktif Risklere Karşı Çevreyi Korumanın Önemi ve Yolları

4.1.1. Radyasyon Güvenliği El-Kitabı Formatı

A apresentação da base teórica e prática, a partir da qual se idealiza este estudo está estruturado e desenvolvido a partir de um caráter interdisciplinar e/ou multidisciplinar. Isso se deve a proposta da Tese, que busca explorar conceitos de diversos campos de investigação, em prol da sociedade e da natureza – indivíduo, sociedade, e meio ambiente e a interrelação dos mesmos. O estudo estruturado desenvolvido, buscou usufruir a multidisciplinaridade, com regras e procedimentos de uma pesquisa evoca uma justaposição de várias disciplinas para a realização de um

determinado trabalho, sem implicar coordenação ou um relacionamento mais profundo dentre as diversas disciplinas, (JAPIASSÚ, 1976).

O que ocorre neste trabalho, é que ao se discutir o assunto que têm despertado o interesse de diferentes áreas de conhecimento, de diversas literaturas ou de ideias individualizadas ou de coletivas a ter como premissas, é um fato que as intervenções proporcionadas e sofridas por sua utilização, sobretudo no ambiente espacial geográfico, ou do planeta Terra. Este planeta Terra, como “Mãe da Vida”, onde está inserido diversos seres, que exibe conexão interdependentes denominada “Relações Sociedade-Natureza”.

2.1.1 Relação Sociedade-Natureza

Como exposto anteriormente cabe colocar que, a existência do homem e seus modos de viver, relaciona a sobrevivência humana em interdependência, evidencia as condições de relacionamento ao meio ambiente. Assim, o meio ambiente como bem comum, onde permite a permanência de todos os seres, inclusive, que são indivíduos humanos, componentes da sociedade.

A sociedade é definida como ”reunião de pessoas unidas pela mesma origem e pelas mesmas leis”, (COSTA e MELO, 1999). As pessoas unidas são indivíduos que manifestam a existência do homem como um ser, onde cabe a interrelações dos mesmos ou com o ambiente onde eles vivem. A sociedade, enfatiza Marx (1948, apud SOBRAL, 2005), na relação “Homem-Natureza”, é a total consubstanciação do homem com a natureza, a verdadeira ressurreição do naturalismo do homem, e a realização do humanismo da natureza.

Porém, da natureza, ao respeito do ser, exibe ordem na qual destaca o homem como ser humano, dentre outros seres, como sujeito. Isso quer dizer o ser humano na qualidade do sujeito, é oposto ao algo que a pertença (objeto). Portanto o objeto a respeito da natureza designa como diversos recursos que impõem uma paisagem ou como componentes de geossistemas.

É neste contexto que, os recursos adquiridos e existentes como objeto, e por outro o ser humano, como sujeito, que prática as técnicas, na exploração dos recursos naturais, como ação antrópica. Esta ação antrópica implica concepção numa visão determinista defendida pelo darwinismo social e grande parte do behaviorismo, (CASSETE, 1995).

Pois, na prática, realmente demonstra, que, o ser humano em relação à natureza impõe a prática da dominação, ao meio natural extraindo os seus recursos contido para as próprias necessidades.

A princípio, o meio natural mantém interrelações de diferentes componentes se mostram em estado de equilíbrio dinâmico, até o momento em que a população humana passam a interferir cada vez mais, de forma intensa na exploração de recursos naturais. O homem se apropria, ele participa do ecossistema em que vive, modificando- o. Por sua vez, os ecossistemas reagem, determinando adaptações ao homem. No momento atual, não há ecossistemas que não sejam modificados, (TRICART, 1977). Os comportamentos humanos introduzidos na natureza com alterações nos seus diferentes componentes levam ao comprometimento da funcionalidade do sistema, quebrando o equilíbrio dinâmico, (SPÖRL e ROSS, 2004).

Neste contexto, nas relações Homem-Natureza, observa-se que a sociedade demonstra o seu domínio sobre as “leis da natureza” no processo de apropriação, que muitas vezes não considera os seus efeitos negativos. É por isso, tende haver uma nova visão que concilia e contribui para amenizar esses atos antrópicos de dominação e destruição da Natureza, ou do meio natural onde exerce a vida de todos os seres.

Conquanto, na prática demonstra, o resultado dos trabalhos, que, estes resultam de produtos de matérias primas extraídas da Natureza, óbvio, são para as necessidades humanas, e essas necessidades, impõe relações dentre os mesmos coloca a sociedade no contexto de um sistema Assim, o homem, ao respeito do ser – humano, na vigência do organismo que exibe o relacionamento intrínseco dentre os diversos recursos naturais, que, para Morin (1999), é indissociável.

Relacionado ao componente do estrato geográfico das paisagens, o indivíduo, atribui e, individualizam diferentes atividades às diversas formas do relevo/espaço natural como de seus fatores atuantes, e intervenientes, que modificam a paisagem natural em paisagem cultural. No contexto das formas do relevo de uma paisagem, que oferece características específicas dos seus sistemas ambientais, associando-os aos recursos naturais contidos. Esses recursos naturais, que impõem diferentes características, devido às diferenças do relevo, manifestados em parcelas ou pequenas unidades territoriais associados à paisagem.

Nessas parcelas de paisagens desenvolvem-se ambiente e dinâmica ambiental estável apropriada, dinamizam a evidência de diferentes formas de uso e

ocupação da terra: pecuária, culturas de subsistência, extrativismo mineral, atividade pesqueira, salinas, extrativismo vegetal, irrigação, lavouras de vazante, dentre outras. Essas culturas de subsistência mostram, também, a forma como o indivíduo impõe o fluxo de troco de materiais, que por fim, estabelecem permanências fixas como zonas habitacionais.

Nos espaços geográficos é visto uma sociedade como rede de relacionamentos sociais podendo por exemplo, grupos agricultores, pescadores, (grupos primários) ou grupos de pessoas institucionalizadas pelos serviços públicos relacionarem-se entre sí e com os diversos tipos Organizações Não Governamentais- ONGs, dentre outros.

O espaço no contexto relação homem e meio é produto social como resultado das relações “Homem-Hociedade-Natureza”. Isso é um processo de ampliação da divisão social do trabalho que mantém íntima relação com uma divisão espacial da sociedade, (VIANA, 2013). É nesse contexto onde há o fluxo de materiais como produtos de trabalho, destaca-se a constituição da oposição cidade e campo, (MARX e ENGELS, 2002). Assim, observa-se que, as diversas compartimentações do espaço geográfico em sistemas geoambientais, onde desenvolvem-se atividades socioeconômicas que individualiza os produtos da expansão da divisão social do trabalho, que por sua vez, destaca a compartimentação espacial.

Assim, o relevo como componente do estrato geográfico, é um dos componentes geoambientais que atrai e reflete o jogo de interações naturais e sociais, segundo a opinião de Cassete (1995). Os seres os humanos, na sua concreticidade, não ficam ausentes em um espaço geográfico, pois, eles estão inseridos e fazem parte da própria natureza usufruindo uma relação intrínseca, dentre os mesmos, e, com a própria natureza.

A Natureza, no contexto ambiental, condiciona a permanência dos seus diversos componentes (relevo,solo, vegetação, água, ar, luz e diversos organismos inclui o ser humano), que para estes designam como conjunto de coisas que apresentam uma ordem, que realizam tipos ou se produzem segundo leis, (COSTA e MELO, 1999). Estes diversos componentes, da natureza, mencionados como solo, vegetação, água, ar, luz e diversos organismos inclui o ser humano, no contexto regional, vincula-se em determinada escala, chamada paisagem geográfica.

A paisagem geográfica, no contexto estadual considera-se como território natural que determina a identidade nacional, (RATZEL, apud ORTEGA VALCAREL, 2000). Para o autor essa identidade nacional foi o resultado da relação homem e meio, definindo o, e ou, usufruindo diversas atividades de trabalho, modificando a paisagem natural com técnicas apropriadas ou não, resultando o que se chama de paisagem cultural, que é a paisagem construídas a partir de processos culturais e socioeconômicos. Esta paisagem cultural identifica-se como o resultado da convivência do homem com a natureza, de uma maneira muito específica denominada identidade nacional, e, que pode ser entendida ou considerada como património de um país ou mundial dependendo da qualidade estável e critérios adquiridos para uma paisagem.

O território, na sua concreticidade, apresenta algo de materialidade física, que em si, converte conjunto de espaços e paisagens geográficos. Embora dentre essas paisagens geográficas de uma forma natural existente em determinadas áreas, se estabelecem na coexistência dos sistemas naturais, do habitat além dos sistemas socioeconômico e culturais.

Sob essas paisagens geográficas distribuem-se os diversos geossistemas, e dentro desses exibem os ecossistemas, que por si individualiza diversos tipos de recursos naturais. Esses diversos tipos de recursos naturais, por sua vez atraem pessoas com suas diversas atividades socioeconômicas, políticas, educacional, cultural etc.

Nessas paisagens geográficas, surgem espaços geográficos, para Santos (1996) como um todo indissociável, ocasionando relações intrínsecas que é solidário, mas por outro é contraditório de sistemas e de objetos e ações na superfície do sistema.

Em certas regiões, essas paisagens podem evoluir a patrir de suas relações realizadas entre solos, vegetação e clima, expressas como tipos-climax de vegetação ou o ótimo de vegetação para um determinado ambiente, (DREW, 1994), como por exemplo, nas zonas denominadas florestas tropicais e úmidas. Com a intervenção humana convertida por diversas atividades como agricultura, pastos, extrativismo vegetal e outras, virou estas florestas em florestas secundárias, o seu equilíbrio, pode ser rompido.

Geralmente, as práticas de interferências no uso dos recursos naturais não respeitam a aptidão dos próprios recursos, como ressalta Oldeman (1994), afirmando que as práticas inadequadas no cultivo de terra contribuíram para a degradação de 562 milhões de hectares, aproximadamente 38% dos 1,5 bilhão de hectares de terras

agricultáveis de todo o mundo. Isto quer dizer, quando as parcelas territoriais destinados às atividades socioeconômicas como a agroindústria causam degradação ambiental, o que pode significar que as parcelas territoriais vinculadas às atividades agrícolas de subsistências, devem procurar novas terras para produzir.

Conforme Cassete (1995), a relação Homem-Natureza é um processo de produção de mercadorias ou de transformação da natureza, advindo das retiradas materiais em diversas parcelas territoriais. Por isso para entender, essas condições como ambientais, classificadas antrópicas se utilizarmos a visão sistêmica é possível entender, que qualquer alteração na dimensão econômica, por exemplo, vai alterar a dimensão social, que por sua vez pode provocar mudanças na estrutura espacial, ecológica e cultural, (ALMEIDA, 2011).

Na visão holística, a modificação da paisagem, causa impactos socioambientais em razão de alteração nas unidades geoambientais, como por exemplo o desmatamento – quanto um elemento horizontal – uma sequência identificável de solos, terreno e elementos de uso de terra e hidrológicos associados à paisagem ou unidades territoriais, como das planícies costeiras com introdução das atividades de pescas, turismo e lazer, que transformam o território em estas áreas degradadas e poluídas.

Geralmente, quando o clima e as atividades humanas se combinam, tornando um solo anteriormente fértil em área devastada, a degradação aparentemente é irreversível. Posteriormente irão alterar as condições climáticos atmosféricos e por diante se alastram aos aquíferos confinados no substrato mais profundo – como componente vertical, (ARAÚJO, 2014).

Em Timor-Leste, principalmente do Município de Covalima, a população humana, por direito cultural, cuja posse de terras, como propriedades particulares podem ser exploradas de forma a extrair o suficiente para a subsistência da família. Já o Estado, na titularidade dos ministérios, por sua vez utilizam o solo para construção de edifícios públicos, escolas, edifícios administrativos, além do uso do solo para a agrícola e recursos aquáticos para pesca, etc., que para a população humana denominada por agricultores, pescadores e extrativistas. Assim, também das instituições religiosas além de diversas organizações não governamentais, utilizam o solo para a construção de edifícios, como igrejas, capelas, escolas, hospitais, postos sanitários, e edifícios de orfanatos, etc.

Portanto, dia-a-dia, tanto do fator natural quanto do humano atua na fragmentação da terra ou parcelamentos territoriais, em torno de um sistema geoambiental constituído em pequenas propriedades, onde há um crescimento populacional associando com demandas atividades socioambientais. Os outros organismos, por si mesmo, são incessantes, numa totalidade e são inerentes dentre dos mesmos, revertendo condições interdependentes aos diversos componentes.

Como diz Marx (2001, p.140), “a existência natural do homem se tornou a existência humana e a característica se tornou, para ele, humana. Assim a sociedade constitui a união perfeita do homem com a natureza”. O homem constrói uma legítima natureza no próprio ser, gera a mutualidade que forma o único mundo: sociedade- ambiental. “Naturalismo e humanismo desenvolvido não expressariam mais contradições, pois o homem estabeleceria a natureza humana como a sua legítima natureza [...], naturalismo integral do homem e humanismo integral da natureza”, (SOBRAL, 2005, p.108-109).

Há uma indissociabilidade na conexão da relação homem-sociedade- natureza, dentre os diversos seres, como entidades naturalmente estabelecidas. Assim, o homem, a sociedade e a natureza, (natureza onde inserem também outros seres) são indispensáveis, inter-relacionados e interdependentes. As conexões destas entidades concede a existência homem-sociedade, e do mesmo dentre outros seres, usufruem os aspectos de vivência que mencionam a permanência do homem, sociedade e, outros seres, no espaço, geograficamente denominado território.

As relações dentre estas duas entidades apresentam uma relação intrínseca como os humanos, quanto outros seres, na capacidade do ser, se manifesta à auto interferência na sociedade ou conjunto de indivíduos, pois, deste modo usufrui o sentido de viver, de estar, através dos fluxos e demanda de necessidades. Esta demanda de necessidades humanas, ou modo de viver de outros seres, se relacionam com o uso das paisagens geográficas, com níveis de grandeza, como espaço, como território resultando num lar para desenvolver seu modo de vida para sobreviver. Nesse contexto, este trabalho apresenta que a existência do homem, não como indivíduo sem nenhuma relação com outras entidades ou com componentes da natureza, indivíduo neste contexto é um nó, destacando relações entre outros componentes do meio natural, onde estão inseridos outros seres, historicamente reverte o que se chama por sociedade ou conjunto de indivíduos no fluxo de relações. Para este trabalho o conhecimento das

relações Sociedade-Natureza é importante, devido à compreensão da indissociabilidade dos diversos componentes ambientais no espaço geográfico, vinculando todos os seres, que por si, reverte a permanência e a relação dos humanos, enquanto sociedade e dos mesmos em relação ao meio, à natureza, que na concreticidade, causa a origem da territorialidade, é neste contexto que a territorialidade instaura a inexistência do indivíduo.

Assim, como a população do Município de Covalima, no contexto da sociedade, é composta por indivíduos humanos como elementos da natureza, que por si só, tem de ter relacionamento com os recursos naturais do local onde estabelece a sobrevivência e a sua manutenção ao longo dos anos, através de diversas atividades socioeconômicas e culturais. A compreensão destas inter-relações entre as entidades de diferentes identidades, o humano, a sociedade e a natureza inclusive outro seres, eles, passam ser base, que, evidencia a formação da territorialidade.

2.1.2 Geossistema e Recursos Naturais

O espaço geográfico ou as paisagens que inserem determinadas geossistemas, estão associados a relevos, que, “constitui em produto do antagonismo das forças endógenas (forças tectogenéticas) e exogenéticas (mecanismos morfodinâmicos) registrados ao longo do tempo geológico, e responsável pelo equilíbrio ecológico, (CASSETI, 1995). Este autor realça que, devido, o jogo dos referidos componentes, imposto por uma dinâmica de interrelações dos mesmos, que, se estruturam o solo e a sua cobertura vegetal, os quais, associados às riquezas minerais, constituem a maior parte dos recursos responsáveis pela materialização da produção.

Os recursos naturais são um dos vetores vitais e estratégicos para a sustentação do desenvolvimento de um país. Contudo, os recursos naturais desencadeiam também fenômenos de disputa global, abrem oportunidades para conflitos multidimensionais caracterizados por guerras de interesses estratégicos, ou questões fronteirças devido à abrangência de recursos naturais como gás natural e petróleo, no caso do Mar de Timor entre Timor-Leste e Austrália, áreas associadas a zonas litorâneas do Município de Covalima, Figura 1.

A ilha de Timor-Leste foi dotado pela própria natureza de diversos tipos de recursos naturais abundantes, distribuídos por minerais nas categorias A e B (vital e estratégico), categoria C (não-vital e não-estratégico), petróleo, gás e possivelmente

hidro-energia. Os recursos naturais existentes em Timor-Leste definidos por categorias são: a) Recursos Energéticos: petróleo e gás natural; energia hidráulica; energia solar; energia eólica. b) Minerais: manganês; ouro; prata; estanho; cromo; fosfatos; bentonite; mármore; dolomite; wollastonite; gesso, clay-argila (matéria-prima para cerâmica e porcelana) e; sedimento caulim.

Figura 1–Questões fronteiriças de Timor-Leste. Fonte: Portugal (2016).

Para melhorar a capital de investimento na exploração de seus recursos naturais, o Governo da República Democrática de Timor-Leste (RDTL), principalmente, do Primeiro Governo Constitucional, priorizou o desenvolvimento de uma economia energética centrado no sector petrolífero, onde estabeleceu um fundo petrolífero através da Lei N.o 9/2005, 3 de Agusto Lei do Fundo Petrolífero. A referente Lei visa cumprir o preceituado no artigo 139.º da Constituição da República. Nos termos desta disposição, os recursos petrolíferos, como recurso natural, são propriedades do Estado, serão usados de uma forma justa e igualitária, de acordo com o interesse nacional, e os rendimentos ou os lucros deles derivados, como meios que, devem servir para a constituição de reservas financeiras obrigatórias, (RDTL, 2005).

Ainda esta lei, atribui que o Fundo Petrolífero tem o dever de contribuir para uma gestão equilibrado dos recursos petrolíferos para benefício da geração atual e das futuras gerações. O Fundo Petrolífero será uma ferramenta que irá contribuir para uma boa política fiscal, em que se considere e pondere devidamente os interesses a longo prazo dos cidadãos de Timor-Leste.

Assim, a extração e exploração de outros tipos de recursos energéticos e minerais existentes, também poderão vir a reverter para o investimento do Estado, como

capital de investimento e desenvolvimento, e como reservas para o benefício de todo o povo.

Além dos recursos naturais mencionado, há outros que atraem os cidadãos do país, ao introduzirem diversas atividades como trabalhos setorizados e fragmentados, bem como, agricultor, extrativismo vegetal, pescador, mineiros dentre outras atividades. São setores que exibem atividades como trabalho para a manutenção de vida ou sobrevivência, enquanto constitui culturas que regem como crenças étnicas no caso de, Timor-Leste, especialmente, o Município de Covalima.

O avanço das ciências e tecnologias, constitui a essência do desenvolvimento humano junto ao meio natural constitui o enfoque do relacionamento, e a interdependência dos mesmos, que impulsiona o progresso da humanidade em um ritmo bastante acelerado (devido a noção do termo desenvolvimento ser considerado idêntico ao crescimento).

Este desenvolvimento econômico e tecnológico crescente, atribuídos neste desenvolvimento, contribui condições de espontaneidade e rapidez do uso dos recursos naturais, que por sua parte são componentes das unidades geoambientais, geossistemas e ecossistemas associados ao espaço geográfico e com a paisagem geográfica.

Assim, o Município de Covalima, nos dias atuais com os seus padrões de produção e consumo, envolvem uma cultura de atividades agrícolas e demais atividades extrativistas ou socioeconômicas, executadas pelas diversas camadas sociais e paradoxalmente atinge tais camadas menos favorecidas. Cabe-nos refletir sobre a origem e a hegemonia de uma cultura pautada pela destruição do meio natural, que se baseia nos princípios de racionalização, desenvolvidas pelas ciências ocidentais que possibilitam a razão na busca de fins específicos.

Tanto a proteção ambiental, em face da crescente demanda, como a potencialização de novas possibilidades de oferta ambiental, adquirem importância extraordinária, cuja influência sobre o desenvolvimento se torna cada vez mais relevante. Uma abordagem básica relacionada às preocupações ambientais constitui-se na utilização positiva do meio ambiente, no processo de desenvolvimento.

Neste contexto da utilização positiva, devidamente para o Município de Covalima, constitui atividades humanas, que, tratam da valorização de recursos, que haviam sido incorporados às atividades econômicas, e considera as características especificas do meio natural que contribui a sua sustentabilidade. Deste modo, na

utilização positiva dos recursos o cidadão tem de estar ciente, que, estes recursos naturais são matérias ambientais, que por si, se evidenciam diversas atividades, associados e em conexão indissociável, de trabalho humano.

No contexto ético social e ambiental, estes recursos naturais, que, contribui partes da essência das matérias de atividades, constituem um simbiose jurídica indissociável. Isto quer dizer, a vinculação do homem ao solo, tanto rural como urbano,

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