• Sonuç bulunamadı

Evre 3 : Organ hasarına bağlı belirti ve bulguların ortaya çıkması

F. Anjiotensin-II Reseptör Blokörleri (ARB):(losartan, valsartan, telmisartan vb)

2.3. PSİKİYATRİK ÖLÇEKLER (NÖROPSİKOLOJİK TESTLER)

GEOSSINTÉTICO DE POLIPROPILENO -

(GEOMANTA E TNT)

4.1 POLIPROPILENO (PP)

O polipropileno é um polímero termoplástico sintético, obtido pelo craqueamento do petróleo, a partir do monômero de propileno ou propeno, e unido constitui longas cadeias de moléculas. Sua síntese ocorreu pela primeira vez em 1954, com Giulio Natta, químico italiano, o qual ganhou um prêmio Nobel na química em 1963, juntamente com o alemão Karl Ziegler para o trabalho em polímeros. A produção comercial do polipropileno só teve significância na década de 60. Portanto é uma resina plástica bastante jovem no mercado. Segundo Agopyan e John (1994), as fibras de polipropileno quando comparadas às fibras vegetais apresentam as vantagens de serem quimicamente inertes em ambientes alcalinos (tornando-se compatíveis com a mistura em matrizes cimentícias). Possuem superfície hidrófoba, não têm poros, portanto não absorvem a água da mistura e podem ser fabricadas em diversas geometrias.

As fibras do polipropileno não apresentam problemas de corrosão, são flexíveis e possuem preço menor por volume. O polipropileno é a fibra mais leve (Tabela 4.1) que existe. Comparando-o as outras fibras, o PP é 40 % mais leve que o algodão, 35 % mais leve que o poliéster, 32 % mais leve que a lã, 23 % mais leve que o acrílico e 21% mais leve que a poliamida.

O polipropileno atualmente é um dos mais importantes termoplásticos comerciais, com aproximadamente 2,5 milhões de toneladas produzidas nos Estados Unidos e 6,5 milhões de toneladas produzidas mundialmente. O uso de aproximadamente 700 mil toneladas de fibras e filamentos de polipropileno é um indicativo da sua versatilidade. Ele é usado também para moldagem por sopro, moldagem por injeção e filmes extrudados (BAUMHARDT, 2004).

Enquanto o consumo de todas as resinas cresceu em média 5,6 % ao ano nos últimos 10 anos, o polipropileno tem crescido 9,5 % ao ano neste mesmo período (SUZANO PETROQUÍMICA, 2005). A produção nacional de polipropileno tem também sua importância por ser um grande consumidor de propeno.

Tabela 4.1 Comparação da densidade, isolação térmica e absorção de umidade entre as fibras. FIBRAS Densidade g/cm³ Isolação térmica Absorção de umidade (%) Polipropileno 0,91 6,0 0,05 Algodão 1,50 17,5 7,0 a 8,0 Lã 1,32 7,3 16,0 Acrílico 1,17 8,0 1,5 a 2,5 Poliamidas 1,14 10,0 4,0 Poliéster 1,38 7,0 0,4 a 0,5 Fonte: (MÔNACO, 2001).

O polipropileno utilizado como reforço aumenta a resistência mecânica do cimento, além de proporcionar as seguintes vantagens:

1. Elimina o aparecimento de fissuras durante o período de cura causada pela retração plástica do cimento geopolimérico, proporcionando maior retenção de água;

2. Reduz a permeabilidade e o aumento da resistência ao impacto;

3. Aumenta a tenacidade do cimento e a sua resistência à abrasão (superficial), pois evita a exsudação que altera o fator água x cimento;

4. Reduz os custos;

5. Melhora a coesão do cimento; 6. Não oxida e tem longa duração; 7. Não conduz eletricidade;

8. Contribui para diminuir o peso do pavimento; 9. Serve como reforço.

4.2 GEOSSINTÉTICOS

Geossintéticos podem ser definidos como: produtos industrializados poliméricos (sintéticos ou naturais), cujas propriedades contribuem para melhorias geotécnicas, nas quais eles desempenham funções de: reforço, filtração, drenagem, proteção, separação, controle de fluxo (impermeabilização) e controle superficial (Figura 4.1).

Figura 4.1 Aplicações típicas de geossintéticos e de proteção ambiental (PALMEIRA, 1998). A evolução mundial dos geossintéticos pode ser vista como se segue. Em 1950, os geossintéticos foram empregados como elementos de filtros para aplicação antierosiva em obras hidráulicas em alguns países. Em 1960, os geossintéticos foram utilizados como elementos separadores e de reforço em materiais com características mecânicas e físicas diferentes, principalmente em obras viárias. Em 1970, eram aplicados em reforços de grandes aterros e barragens. Foi nessa época introduzido como elemento prolongador da vida útil de recapeamento asfáltico. Em 1971, iniciou-se a era dos geossintéticos no Brasil com fabricação do primeiro geotêxtil não tecido. Em 1980, utilizaram geossintéticos na recuperação das áreas poluídas e na construção de obras de contenção e proteção ambiental. Em 1990, surgiu uma multiplicidade de produtos e usos deste material. Apesar da grande experiência acumulada nas últimas décadas, as condições territoriais, econômicas e sociais do Brasil têm retardado a disseminação destas informações.

Os produtos geossintéticos estão cada vez mais presentes no dia a dia das obras de engenharia no Brasil e no mundo. Há alguns anos, apenas os geotêxteis eram utilizados na construção de drenos subterrâneos. Mas hoje a opção de produtos disponíveis permite realizar obras mais rápidas, com menores gastos em equipamentos e mão - de - obra.

Como qualquer outro produto inserido em uma obra, os geossintéticos também devem merecer um projeto e/ou especificação adequados. Surge a preocupação da continuidade da eficiência desses materiais com o passar do tempo, levantando-se questões quanto ao seu desempenho e durabilidade ao longo do tempo de sua vida.

Aterro reforçado Aterro sobre solo mole Estrada não pavimentada

Drenagem//filtração Impermeabilização

A durabilidade deve ser entendida como a propriedade que garante o perfeito desempenho e integridade do material durante um determinado período de tempo, isto é, o material deve ser capaz de resistir, desde sua instalação, bem como o tempo durante sua utilização, aos agentes agressivos do ambiente no qual está instalado. Em função da quantificação da durabilidade são determinados também os fatores de segurança para projeto. Assim sendo, tem se estudado o aspecto da durabilidade de produtos geossintéticos. Hoje já se tem uma grande variedade dos produtos geossintéticos disponíveis no mercado.

No Brasil já há uma variedade razoável de geossintéticos, tanto nacionais como importados, que permite o engenheiro projetar e/ou especificar o mais adequado para cada circunstância.

A preocupação em se entender melhor os materiais sintéticos data de, pelo menos, duas a três décadas atrás. Porém, só no decorrer dos anos de 1980 - 1985 o RILEM Tecnichal Committeen 47 Synthetic Membranes (TC 47 SM) (WILLIAMSON; LENSCHOW, 1984) concentrou suas atividades no geotêxteis e geomembranas, com o objetivo de desenvolver metodologias e métodos de ensaios incluindo definições, nomenclaturas, recomendações de aplicações de testes mecânicos e hidráulicos, e recomendações para definir comportamentos de interesses de estudos imediatos, com vistas a se resolver problemas geotécnicos relacionados a esses produtos (GAMSKI, 1990).

As principais funções exercidas pelos geossintéticos são:

1. Separação: o geossintético é interposto entre dois materiais de naturezas diferentes, impede sua mistura e interpenetração, preservando suas características originais;

2. Reforço: o geossintético, através de suas propriedades mecânicas atua no sentido de reforçar a estrutura geotécnica na qual está inserido;

3. Proteção: o geossintético é colocado adjacente a outro elemento de uma obra geotécnica, o protege de danos mecânicos tais como abrasão, puncionamento e fratura;

4. Filtração: o geossintético, através de sua estrutura física retém a fase sólida deixando livre a passagem aos fluidos;

5. Drenagem planar: o geossintético, através de sua estrutura física, coleta e conduz fluidos em seu plano;

4.2.1 Terminologia e Classificação dos Geossintéticos

De acordo com o projeto de revisão da norma brasileira NBR 12553, os geossintéticos são agrupados, nomeados e classificados como segue:

1. Geobarra [GB]: produto em forma de barra com função predominante de reforço; 2. Geocélula [GL]: produto com estrutura tridimensional aberta constituída de células interligadas com função predominante de reforço e controle de erosão;

3. Geocomposto [GC]: produto industrializado formado pela superposição ou associação de um ou mais geossintéticos entre si ou com outros produtos;

4. Geoespaçador [GS]: produto com estrutura tridimensional constituída de forma a apresentar grande volume de vazios com função predominante do meio drenante;

5. Geoexpandido [GS]: produto fabricado a partir de um polímero expandido formando uma estrutura tridimensional leve, com finalidade principal de meio drenante;

6. Geoforma [GF]: estrutura com a finalidade de conter materiais de modo permanente ou provisório;

7. Geogrelha [GG]: produto com estrutura de grelha com função predominante de reforço e cujas aberturas permitem a interação do meio em que estão confinadas.

8. Geomanta [GA]: produto com estrutura tridimensional permeável, usado para controle de erosão superficial do solo, também conhecido como biomanta no caso de ser biodegradável;

9. Geomembrana [GM]: produto bidimensional, de baixíssima permeabilidade. É geralmente utilizada para controle de fluxo e separação nas condições de solicitação;

10. Georrede [GN]: produto com estrutura em forma de grelha, com função predominante de drenagem;

11. Geotêxtil [GT]: produto têxtil bidimensional permeável, composto de fibras