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DNMT3B proteini, kontrol grubundaki GV ve MII oositler ile 1-hücreli ve 2-hücreli embriyolarda nükleer bölgede yoğun, sitoplazmada ise

BULGULAR 4.1 İmmünofloresan Bulguları

15. DNMT3B proteini, kontrol grubundaki GV ve MII oositler ile 1-hücreli ve 2-hücreli embriyolarda nükleer bölgede yoğun, sitoplazmada ise

Como dito anteriormente, os periódicos científicos surgiram no século XVII, quando foi criada a primeira revista francesa denominada de Journal des Sçavans, seguida da revista inglesa chamada Philosophical Transactions. No Brasil, a primeira revista surgiu em 1910, chamada “Memórias do Instituto Osvaldo Cruz”. De acordo com Souza (1992), periódicos são:

publicações editadas em fascículos, com encadeamento numérico e cronológico, aparecendo a intervalos regulares ou irregulares, por um tempo indeterminado, trazendo a colaboração de vários autores, sob a direção de uma ou mais pessoas mas geralmente de uma entidade responsável, tratando de assuntos diversos, porém dentro dos limites de um esquema mais ou menos definido. (SOUZA, 1992, p.18)

Stumpf (2000) afirma que no Brasil periódicos podem ser sinônimos de revistas, publicações periódicas e publicações seriadas, mas a autora prefere o termo publicações seriadas por ser uma categoria mais abrangente. Assim, Stumpf define publicações seriadas como:

publicações editadas em partes sucessivas, com indicações numéricas ou cronológicas, destinadas a ser continuadas indefinidamente. Elas incluem, como espécie, periódicos, jornais, anuários, anais de sociedades científicas, entre outros. Assim, os periódicos se constituem em uma das categorias das publicações seriadas, que apresentam como características particulares serem feitas em partes ou fascículos, numeradas progressiva ou cronologicamente, reunidas sob um título comum, editadas em intervalos regulares, com a intenção de continuidade infinita, formadas por contribuições, na forma de artigos assinados, sob a direção de um editor, com um plano definido que indica a necessidade de um planejamento prévio. (STUMPF, 2000)

Sabe-se que os periódicos científicos constituem a fonte de informação mais acessada na comunidade científica. Segundo Tenopir e King (2001), os periódicos têm sido o recurso informacional mais acessado e lido pelos cientistas desde a década de 70 até o ano de 2001, com média de leitura de 130 artigos por ano. Este fato deve-se à qualidade que os periódicos trazem para a ciência, permitindo a comunicação formal dos resultados de pesquisas, a preservação do conhecimento, a renovação do conhecimento e a propriedade intelectual. Também foi constatado na pesquisa de Tenopir e King (2001) que a leitura do periódico destina-se tanto ao contexto acadêmico quanto ao não acadêmico para os cientistas e que sua finalidade se instala no campo da pesquisa, do ensino, serviços de alerta e leitura básica.

Após o surgimento da Internet, o modo de comunicar resultados científicos começa a demonstrar sinais de transição. As novas tecnologias da informação e comunicação – TICs entram em cena para revolucionar os meios de acesso à informação. O uso dos computadores e da Internet vai facilitar a comunicação entre os pesquisadores, o acesso rápido às fontes, a atualização constante dessas fontes e, principalmente, a quebra de barreiras geográficas. No Brasil, também se observa um significativo aumento na produção e publicação da informação após a chegada da Internet.

A década de 90 marcou o início de uma expansão vertiginosa do volume e variedade de informação disponível na Internet. Atualmente, o número crescente de empresas, órgãos governamentais, associações profissionais, universidades e indivíduos que oferecem informações na Internet tornam-na uma ferramenta fundamental para os profissionais da informação. (CENDÓN, 2003, p. 275)

É também na década de 90 que surgem os periódicos eletrônicos. Os periódicos eletrônicos podem ser produzidos ou não no meio eletrônico. Mas a característica marcante desta inovação é a disponibilização e acesso ao artigo por meio de um suporte eletrônico, mantendo ou não o documento impresso. No Brasil, algumas instituições mais conhecidas, como o Scientific Electronic Library Online- SCIELO9, a Capes, com o Portal de Periódicos vem provendo acesso às publicações eletrônicas nacionais e internacionais. Ambas as instituições são consideradas importantes para a disseminação da comunicação científica e para o desenvolvimento da ciência. A World Wide Web - WWW também tem sido uma grande aposta para a busca de informações científicas. Muitos pesquisadores têm utilizado com bastante frequência os mecanismos de busca para chegarem ao documento desejado, assim mostram pesquisas.

Nesta transição da publicação tradicional para a eletrônica, algumas mudanças ocorreram na ciência, pois, além do formato impresso, surge o formato eletrônico como uma forte tendência a se instalar na comunicação científica. Cruz et al. (2003) enumeram algumas vantagens e desvantagens do surgimento das publicações eletrônicas.

Como vantagens, os autores alegam:

a) Rapidez na produção e distribuição da informação científica; b) Acessibilidade de qualquer lugar onde haja equipamento adequado; c) Custos de assinatura, que tende a cair;

d) Rrecursos multimídia, com a exploração de vários recursos audiovisuais; e) Links, como forma de acesso à outros documentos ou assuntos correlatos; e

f) Disseminação da informação de forma mais rápida e eficiente, diminuindo o tempo com que o periódico levava para chegar ao leitor.

As desvantagens implicam dificuldades de driblar:

a) Barreiras socioculturais, como a adaptação do usuário à interface

eletrônica;

9 Produto de uma parceria entre Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo – Fapesp, Centro de

Informação em Ciências da Saúde para a América Latina e o Caribe (Bireme) e a Organização Mundial de Saúde (WHO).

b) Barreiras econômicas, incluindo acesso e custo do usuário para obtenção de

um artigo, por exemplo; e

c) Barreiras tecnológicas, que questionam a infraestrutura de rede e conexão

para garantir a qualidade do acesso aos periódicos eletrônicos.

Deve-se lembrar que nesta transição de documentos impressos para documentos eletrônicos não parece implicar o desaparecimento de bibliotecas e de documentos impressos. Apesar de as TICs provocarem uma revolução na forma de comunicação nas comunidades científicas, muitos pesquisadores ainda preferem recorrer às fontes de informação tradicionais por questões de confiabilidade. Meadows (1999), ao abordar os periódicos eletrônicos, afirma que estes ainda não são integralmente aceitos pela comunidade científica, pois há uma desconfiança quanto ao meio eletrônico, os artigos não são avaliados previamente antes da veiculação10, existem problemas humanos e econômicos, e os periódicos eletrônicos funcionam como fonte de lucro para os editores. O autor ainda afirma que o acesso às fontes de informação por meio eletrônico é uma questão de preferência entre os pesquisadores, o que não exclui a forma tradicional de acesso, pois ambas se complementam.

No futuro, a comunicação científica provavelmente se dará, primordialmente, no meio eletrônico. Observa-se também que, pelo meio eletrônico, há uma tendência do aumento da comunicação interpessoal entre os pesquisadores; a posse da informação deu lugar ao acesso à informação e aos documentos de forma integral; em muitos casos o usuário tende a ter autonomia em suas buscas, processo denominado de desintermediação por Lévy (2000); e há uma economia de tempo e redução de custos para o acesso às fontes, e as barreiras geográficas foram rompidas.

Por outro lado, um grande esforço tem sido feito pelas bibliotecas para se adaptarem às novas formas de comunicação. De acordo com Cruz et al, (2003), alguns aspectos devem ser observados para disponibilizar periódicos eletrônicos, tais como, a seleção, aquisição, catalogação, armazenamento, acesso ao usuário, treinamento de equipes e usuários, participação em consórcios, avaliação de uso, política de desenvolvimento de coleções e a conservação do acervo eletrônico. Todos estes aspectos são profundamente importantes e devem ser discutidos e aplicados para que o acesso à coleção eletrônica atenda às expectativas do usuário.

10 Ressalva-se que atualmente existem muitos periódicos eletrônicos que têm seus artigos avaliados por pares,