2.1. Sanayi
2.1.2. Potansiyel Tarım Ürünleri Matrisi
Hirst e Thompson (1998, p. 264), considerando Weber, destacam “que a característica que distingue o Estado moderno é o domínio do monopólio dos meios de violência dentro de um determinado território”. O Estado moderno fundamenta-se no território, na população e no governo. A idéia é que como Estados soberanos são eles que determinam suas políticas internas e externas e que as relações internacionais limitam-se pela exigência de que os Estados não interfiram nas questões internas de outros Estados. “A noção de um Estado ‘nação’ realmente reforça a concepção de um poder soberano que tem primazia dentro de um determinado território” (HIRST e THOMPSON, 1998, p. 266).
A globalização econômica, caracterizada principalmente pela internacionalização financeira e produtiva, em conjunto com: i) a emergência das idéias neoliberais e a perda de controle sobre os componentes essenciais da política econômica e a redução do Estado de bem-estar social; ii) o desenvolvimento de armas nucleares e as inovações tecnológicas na área militar; iii) a globalização da mídia e dos meios de comunicação, combinada à redução do controle do Estado sobre os meios de comunicação; iv) a globalização do crime organizado; v) a eminência do caráter multilateral da política externa; e vi) a emergência das localidades, favorecida pela descentralização do poder do Estado-nação; levam a redução do poder e da capacidade de governabilidade do Estado e, conseqüentemente, a uma crise de confiança e de legitimação do Estado. O que não elimina a sua importância e implica em nova configuração para a manutenção da governabilidade (HIRST e THOMPSON, 1998; CASTELLS, 1998, 2005 e 2006):
[...] O Estado moderno enquanto corpo político isolado, formado por governantes e governados, tendo uma jurisdição plena sobre um território demarcado – incluindo nesta jurisdição o direito ao monopólio da força coercitiva – e com legitimidade baseada no consentimento de seus cidadãos, estaria dando lugar a uma nova forma ou lógica de Estado, na qual as decisões políticas passam a estar permeadas e influenciadas por redes transnacionais intergovernamentais [...] (MARIANO e MARIANO, 2005, p. 133).
Souza Santos (2005), citando Jessop, destaca algumas características da transformação do poder do Estado:
[...] Em primeiro lugar, a desnacionalização do Estado, certo esvaziamento do aparelho do Estado nacional que decorre do fato de
as velhas e novas capacidades do Estado estarem a ser reorganizadas, tanto territorial como funcionalmente, aos níveis subnacional e supranacional. Em segundo lugar, a desestatização dos regimes políticos refletida na transição do conceito de governo (government) para o de governação (governance), ou seja, de um modelo de regulação social e econômica assente no papel central do Estado para outro assente em parcerias e outras formas de associação entre organizações governamentais, para-governamentais e não- governamentais, nas quais o aparelho de Estado tem apenas tarefas de coordenação enquanto primos entre pares. E, finalmente, uma tendência para internacionalização do Estado nacional expressa no aumento do impacto estratégico do contexto internacional na atuação do Estado, o que pode envolver a expansão do campo de ação do Estado nacional sempre que for necessário adequar as condições internas às exigências extraterritoriais ou transnacionais [...] (JESSOP apud SOUZA SANTOS, 2005, p. 37-38).
A realidade atual é que o papel do Estado mudou e “[...] sua capacidade de controlar seu povo e os processos sociais internos declinou”. Uma das mudanças diz respeito à guerra. “Classicamente, a guerra era vista como um meio de decisão, em que a vitória acabava com uma questão entre os Estados que não poderia ser resolvida de alguma outra maneira”. A possibilidade de guerrear está limitada pelo desenvolvimento de armas nucleares, com o desenvolvimento dessas armas a guerra se torna impossível. Os conflitos só poderiam ocorrer em locais distantes de áreas nucleares (HIRST e THOMPSON, 1998, p. 274 e 276).
Sendo assim, os Estados nucleares “[...] criaram uma ordem civil mundial por meio de seus tratados, não só limitando as guerras como concedendo, aos outros Estados, poderes de inspeção e de supervisão [...]”. As armas nucleares acabaram, conseqüentemente, com a possibilidade de guerra entre os Estados avançados21 (HIRST e THOMPSON, 1998, p. 275- 276).
[...] O novo sistema de segurança está sendo construído, basicamente, para defesa contra a ação de bárbaros externos que até hoje permanece sem denominação específica. Ao adotar tal procedimento, os Estados-Nação, inclusive os mais poderosos, vêem-se capturados em um emaranhado de interesses e negociações que assume formas diferentes para cada questão abordada. Sem a necessidade de tomada de decisões de vida ou morte, como ocorria na era nuclear da Guerra Fria ao se considerar a perspectiva de confronto entre as superpotências e seus aliados, o quadro difuso de uma política externa
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Isso não quer dizer que viveremos em um mundo pacífico. Estado menores lutarão uns contra os outros. Estados avançados serão ameaçados pelo terrorismo (HIRST e THOMPSON, 1998, p. 277).
com geometria variável traduz-se na incapacidade cada vez maior de qualquer Estado agir por conta própria na arena internacional [...] (CASTELLS, 2006, p. 307).
Além disso, as alterações tecnológicas na área militar levam os Estados- nação a dependerem dos fornecedores deste tipo de tecnologia. O que representa uma grande vantagem para os países que a possuem. “[...] Ao contrário de outros períodos históricos, não há um único Estado que seja auto- suficiente na produção de armas, com exceção dos Estados Unidos [...]”. O que lhe confere a categoria de “superpotência”, mas isto não significa “plena soberania” dos Estados Unidos “no exercício de política externa [...] por causa da” sua “débil posição financeira e política [...] no que diz respeito a comprometer suas forças no exterior” (CASTELLS, 2006, p. 309). O questionamento não é só se a guerra é possível, dada à proliferação das armas nucleares, mas também se ela é possível por causa dos “custos extremamente elevados das armas de alta tecnologia” (MCINNES apud CASTELLS, 2006, p. 309).
Outra mudança importante para o enfraquecimento da base central do Estado é o desenvolvimento das tecnologias de comunicação e informação, o que tirou “do Estado à exclusividade de controlar seu território, reduzindo sua capacidade de controle e de homogeneização. [...] A homogeneidade cultural completa e exclusiva é cada vez menos possível”. O crescimento da articulação internacional impossibilita que se ignorem as “culturas internacionalizadas” (HIRST e THOMPSON, 1998, p. 278 e 279):
[...] Não há uma cultura única, global, imposta por oligopólios da informação. Há uma produção global de imagens, sons e informações, que às vezes recebem inputs de todo o mundo e de todas as culturas, e se recombina empresarialmente no seio de cada cultura, cada sociedade e para cada audiência específica. [...] Há uma multiplicidade de mensagens e de fontes emissoras, que se adaptam a pluralidade de audiências/mercados e seus diferentes gostos, a partir de uma rede empresarial cada vez mais concentrada em seu capital e cada vez mais inter-relacionada em sua estrutura, competindo e aliando-se ao mesmo tempo [...] (CASTELLS, 1998, p. 5).
O desenvolvimento da internet permite a troca de informação entre os indivíduos, tanto nas sociedades democráticas, quando nas sociedades autoritárias. A característica principal desta estrutura é sua capacidade de escapar do controle do Estado. “Na medida em que os meios de comunicação participam da globalização empresarial e que dita globalização é essencial para seu acesso à informação e recursos, o Estado perde o controle da informação,
quer dizer, o elemento básico no qual descansava seu poder através da história” (CASTELLS, 1998, p. 5).
No contexto da globalização da mídia, o Estado-nação “enfrenta três grandes desafios: globalização e não exclusividade da propriedade22;
flexibilidade e capacidade de penetração da tecnologia; e autonomia e diversidade da mídia.” Além disto, “[...] paralelamente à globalização da mídia, tem-se verificado em diversos países um crescimento extraordinário da mídia local [...]” (CASTELLS, 2006, p. 298 e 302).
[...] Isso não quer dizer que os Estados não tenham mais nenhuma participação na mídia. Os governos ainda detêm controle de meios de comunicação importantes, ações de capital e influência sobre ampla gama de organizações do mundo das comunicações. [...] Contudo, ainda que os governos tenham influência sobre a mídia, boa parte de seu poder já foi perdida, salvo os casos em que os veículos de comunicação estão sob o controle de Estados autoritários. Além disso, a mídia precisa conquistar sua independência por ser este um componente básico de credibilidade – não só perante a opinião pública, mas diante da pluralidade dos detentores de poder e dos anunciantes, pois a publicidade é a base econômica da mídia [...] (CASTELLS, 2006, p. 299-301).
Outro fator que contribui para a discussão sobre a redução do poder do Estado é a globalização do crime organizado. O crime tem transformado de forma intensa as ações do governo e em alguns casos o Estado não tem como reagir.
[...] A novidade não é o maior grau de penetração do crime e seu impacto na política. A novidade é a conexão global do crime organizado, condicionando relações internacionais, tanto econômicas como políticas, à escala e ao dinamismo da economia do crime. A novidade é o profundo envolvimento e a desestabilização dos Estados- Nação em uma série de contextos submetidos à influência do crime transnacional [...] (CASTELLS, 2006, p. 304).
No âmbito das relações internacionais desenvolve-se uma cooperação entre Estados-nação que visa o combate ao crime organizado. Um crime que se diversifica cada vez mais, não se limitando ao tráfico de drogas, incluindo o
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As estações de rádio e televisão foram privatizadas em larga escala e as redes oficiais que permaneceram tornaram-se praticamente idênticas às redes da iniciativa privada, pois tiveram de vincular sua programação aos índices de audiência e/ou às receitas provenientes dos comerciais (CASTELLS, 2006, p. 299).
tráfico de armas, de tecnologias, de materiais radioativos, de obras de arte, de pessoas, de órgãos humanos, de assassinos mercenários e contrabando de mercadorias, articulados internacionalmente e viabilizados por um circuito de lavagem de dinheiro, conectado aos mercados financeiros globais (CASTELLS, 2006).
“Em muitos casos, toda a estrutura do Estado, não raro incluindo as mais altas esferas de poder, está entremeada de vínculos criminosos, pela corrupção, ameaças ou financiamento ilegal da política, causando enormes estragos na conduta das questões públicas” (CASTELLS, 2006, p. 304).
A cooperação multilateral entre os Estados-nação pode resultar de fatores elencados anteriormente, mas também do crescimento da informação e preocupação com as grandes questões ambientais. Existe, cada vez mais, uma percepção de que os problemas de degradação do meio ambiente não podem ser controlados sem uma articulação coordenada dos Estados. A política externa assume cada vez mais um caráter multilateral. O problema é que, como estes encontros assumem, na maioria das vezes, um formato de discussões que não se encaminham para ações práticas de solução dos problemas, principalmente porque os Estados agem em defesa de seus interesses, desconfia-se da capacidade destes aparatos lidarem com as questões que preocupam as sociedades.
Para Castells (2006), os Estados-nação buscam reduzir sua fragilidade agrupando-se na direção de governos supranacionais, o que, em sua opinião, acaba comprometendo ainda mais sua soberania.
[...] Temos testemunhado [...] um processo irreversível de soberania compartilhada na abordagem das principais questões de ordem econômica, ambiental e de segurança [...]. Entretanto, o resultado desse processo não é o fortalecimento do Estado-nação, mas sim a erosão sistêmica de seu poder em troca de sua durabilidade. Isso acontece, em primeiro lugar, porque os processos ininterruptos de conflitos, alianças e negociações tornam as instituições internacionais cada vez mais ineficientes, de modo que a maior parte de sua energia política consumida no processo e não no produto, o que reduz substancialmente a capacidade de intervenção dos Estados, de um lado, incapazes de agir por conta própria e, de outro, paralisados nas tentativas de agir coletivamente [...] (CASTELLS, 2006, p. 313-314).
Paralelo a isto, a globalização econômica, encaminhada por meio da redução da presença do Estado na economia, conforme destacado nos itens anteriores, implica na redução da “soberania econômica nacional”:
[...] A disciplina dos mercados globais sobre as políticas econômicas nacionais significa a perda, definitiva, da soberania econômica nacional – se bem que não a perda da capacidade de intervenção. Em outras palavras, os estados, todos os estados, têm que navegar no sistema financeiro global e adaptar suas políticas, em primeiro lugar, as exigências e conjunturas de dito sistema. O qual traz dois problemas: o primeiro é que as regras do jogo inscritas nos mercados financeiros obrigam a manutenção de taxas de retorno dos investimentos que definitivamente desloca a geração de riqueza por meio da empresa privada, limitando a redistribuição (e o gasto público – que não é privado) ao que seja factível uma vez garantido um retorno normal em termos globais. E segundo, e muito mais importante, é que o comportamento dos mercados financeiros, freqüentemente, não obedece a critérios econômicos e sim a turbulências informativas, que, quando surgem, são utilizadas por movimentos especulativos que desencadeiam movimentos de capitais de tal amplitude que são incontroláveis pelos bancos centrais [...] (CASTELLS, 1998, p. 3).
Assim como a internacionalização financeira, a internacionalização produtiva, caracterizada pela intensificação das trocas internacionais de mercadorias e pela intensificação dos investimentos diretos, mobilizados pelas empresas transnacionais, conduz à homogeneização das políticas econômicas (monetária e fiscal), à manutenção de políticas de livre comércio e de liberdade de entrada do capital estrangeiro, entre outras, que nem sempre são harmoniosas com as políticas de desenvolvimento industrial e tecnológico essenciais para o desenvolvimento econômico do país.
Autores como Castells (1998; 2006) e Hirst e Thompson (1998), entre outros, consideram que é possível, mesmo nesta nova configuração econômica e política, que o Estado mantenha sua governabilidade. “[...] A questão do controle da atividade econômica em uma economia internacionalizada mais integrada é uma questão de governabilidade e não, simplesmente, dos papéis contínuos de governos” (HIRST e THOMPSON, 1998, p. 284).
Os Estados soberanos seriam aqueles que conseguiriam manter um controle sobre suas ações para atingir objetivos determinados em seu território. É importante destacar que a “[...] ‘governabilidade’ – ou seja, o controle de uma atividade, por alguns meios, de modo que um conjunto de resultados desejados seja obtido – no entanto, não é simplesmente incumbência do Estado”. Esta tarefa pode ser desempenhada por um conjunto de outras instituições “públicas e privadas, estatais e não estatais, nacionais e internacionais”. O papel que o Estado-nação terá é o de organizar “os diferentes níveis e funções da governabilidade. [...] Os poderes governantes (internacional, nacional e regional) precisam ser ‘suturados’ em um sistema relativamente bem integrado” (HIRST e THOMPSON, 1998, p. 284, 285).
1. através do acordo entre os principais Estados avançados e, particularmente, dos G3;
2. através de um número substancial de Estados que criam agências de regulação internacional para algumas dimensões específicas da atividade econômica, como a Organização Mundial do Comércio; 3. através do controle de amplas áreas econômicas pelos blocos
comerciais, tais como a União Européia ou a Área de Livre Comércio das América do Norte – NAFTA;
4. através das políticas de nível nacional que equilibram a cooperação e a competição entre as empresas e os principais interesses sociais; 5. através de políticas de nível regional de oferecer serviços coletivos aos
distritos industriais (HIRST e THOMPSON, 1998, p. 293).
Um fator importante destacado pelos autores é que estes níveis de governabilidade não irão reduzir as desigualdades existentes. A pergunta que eles pretendem responder é se a governabilidade é possível ou não, e para eles é possível:
[...] Os Estados continuam ‘soberanos’, não no sentido de serem todo- poderosos [...], mas porque policiam os limites dentro de seu território e, à medida que são convincentemente democráticos, são representativos dos cidadãos [...] A soberania é alienável [...]. O Estado tem o papel de fonte de legitimidade para transferir poder ou sancionar novos poderes ‘acima’ e ‘abaixo’ dele: acima, através de acordos entre os Estados para estabelecer e cumprir as formas de governabilidade internacional; abaixo, por meio da ordenação constitucional dentro de seu próprio território da relação de poder e autoridade entre governos centrais, regionais e locais [...] (HIRST e THOMPSON, 1998, p. 295).
A continuidade do papel do Estado é reforçada, segundo os autores, não somente em função destas possibilidades de governabilidade compartilhada e articulada pelo Estado, mas também pela autoridade da lei.
Já para Castells (2006), apesar da manutenção da importância do Estado, eles perdem a soberania:
[...] Os Estados-nação perdem sua soberania porque o próprio conceito de soberania, desde Bodin, implica ser inviável perder “um pouco” de soberania: era esta precisamente a tradicional casus belli. Os Estados- nação podem reter seu poder de decisão, porém, uma vez parte de uma rede de poderes e contrapoderes, tornam-se, por si mesmos, desprovidos de poder; passam a depender de um sistema mais amplo de exercício de autoridade e influência, a partir de múltiplas fontes. [...] Isso não significa, contudo, que os Estados-nação perderam por
completo sua importância ou que irão desaparecer. [...] Os Estados- nação têm-se transformado de sujeitos soberanos em atores estratégicos, defendendo seus interesses e os interesses que se espera que representem em um sistema global de interação, dentro de uma soberania sistematicamente compartilhada [...] (CASTELLS, 2006, p. 354, 355 e 357).
Nesta nova configuração, as possibilidades de intervenção do Estado mudaram, mas não foram inibidas. Ao se pensar o Estado-nação como agente estratégico, entende-se que o Estado seria capaz de articular-se internacionalmente, sem deixar de responder as demandas internas. Como os Estados não podem controlar isoladamente os fluxos globais, “a diferença está, sobretudo, no êxito em termos de capacidade de intervenção [...]. E como as intervenções mais eficazes são as que se produzem em rede, de forma coordenada, distintos níveis de estado se convertem simplesmente em distintos nós de dita rede”. Daí surge à proposta do Estado rede e que depende da descentralização do Estado, “como primeiro passo na articulação de distintos níveis institucionais em uma rede complexa de conexão entre o local e o global” (CASTELLS, 1998, p. 9).
Este novo tipo de Estado não elimina o Estado-nação e sim o redefine. “[...] O Estado rede se caracteriza por compartilhar a autoridade (ou seja, a capacidade institucional de impor uma decisão) ao longo de uma rede de instituições” (CASTELLS, 1998, p. 11).
As novas configurações do Estado-nação, apresentadas neste item, implicam também na participação dos Estados em processos de integração regional. A integração regional é apresentada aqui como uma das características da globalização econômica e política, mas também como um processo de desenvolvimento das idéias neoliberais e, em alguns casos, como uma ação estratégica dos Estados na busca da manutenção da governabilidade. A regionalização será apresentada em item específico, separado das novas configurações do Estado-nação, por ser considerada uma característica da globalização e um fator importante para a criação da Rede Mercocidades.