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5. KAYNAK HATTININ ÖNEMİ 1 Kaynak Hattı

5.3. Kaynak Hattı Etkilerinin Önlenmes

5.3.1. Polimer Malzemenin Seçim

Neste subitem são apresentados e discutidos os dados referentes à parte 1 dos questionários respondidos pelos profissionais. Compreendem questões sobre os profissionais e seus projetos elaborados pelo PROMORE. Foram efetivamente contabilizados para a análise dos dados apenas aqueles devidamente preenchidos, os quais consistem em vinte e quatro profissionais, sendo seis atuantes e dezoito não atuantes.

Em relação ao tempo de formação dos profissionais, nenhum deles possui menos de dois anos de formação. Entre 3 e 5 anos há três profissionais de cada categoria, ou seja, três atuantes e três não atuantes. Entre 5 e 10 anos há apenas um profissional atuante contra cinco não atuantes. Já com mais de 10 anos de formação, há dois atuantes e dez não atuantes.

Dos seis profissionais atuantes, metade deles é composta por engenheiros civis e a outra metade por arquitetos. Dos dezoito não atuantes, treze são arquitetos e cinco

são engenheiros civis. Os não atuantes possuem tempo de formação entre 5 e 10 anos e se desligaram do PROMORE há cerca de 4 a 6 anos.

Sobre a quantidade de projetos arquitetônicos elaborados pelos profissionais, de acordo com a faixa de metragem quadrada, é possível dizer que é baixa até 30,00m²; média entre 31,00m² e 50,00m² e alta entre 51,00m² e 70,00m². Os profissionais atuantes em sua maioria mencionaram possuir entre 10 e 20 projetos, enquanto que dos não atuantes, apenas um profissional (engenheiro civil) possui mais de 50 projetos elaborados. Tal fato deve-se ao tempo de formação, bem como sua permanência em dois períodos de atuação.

Referente à questão 7: “Das residências construídas, você tem conhecimento de quantas estão concluídas e habitadas há mais de 1 (um) ano?”, cinco dos seis profissionais atuantes disseram saber. Dos profissionais não atuantes, dez mencionaram não saber, enquanto que oito disseram saber. Para ambas as categorias, em relação à quantificação das residências, alguns relataram não ter o controle sobre a situação das residências, entretanto, a maioria não respondeu. Dos vinte e quatro profissionais que responderam aos questionários, apenas seis tiveram seus projetos analisados, sendo um engenheiro civil (atuante) e cinco arquitetos (um atuante e quatro não atuantes). Foram visitadas nove habitações, das quais apenas duas são projetos de profissionais atuantes (um engenheiro civil e um arquiteto). As sete restantes são projetos de quatro arquitetos não atuantes.

A Figura 7 ilustra quantitativamente os profissionais participantes em relação às suas categorias. Já a

Figura 8 mostra a quantidade dos profissionais participantes em relação ao número

Figura 7 – Q

Figura 8 –

Já a questão 9: “Do residências que ainda quaisquer tipos de alte disse não saber; já os dezesseis apontaram nã saber e quantificaram e possuem este conhecim programa há determinad 0 1 2 3 4 5 A a Q u an ti d ad e d e p ro fi ss io n ai s 0 1 2 3 4 5 6 7 8 A a Q u an ti d ad e d e p ro je to s an al is ad o s

Quantidade de profissionais x categoria dos profiss

Quantidade de projetos x categorias de profissio

os projetos concluídos, você tem a possuem o projeto original, ou seja, teração?”, elucida que dos atuantes, ape s cinco restantes relataram que sabem. ão possuir esta informação, isto é, apena em número. Pode-se dizer que os pro

imento, são de fato aqueles que estão do tempo.

Arquiteto

atuante Arquiteto não atuante Eng. civil atuante Eng.at

Arquiteto

atuante Arquiteto não atuante Eng. civil atuante Eng.at

87

ssionais.

ionais.

conhecimento de a, que não sofreram enas um profissional . Dos não atuantes, as dois mencionaram rofissionais que não ão desvinculados do

. civil não atuante

g. civil não atuante

Em relação ao conhecimento de residências que sofreram algum tipo de reforma, houve empate entre os profissionais atuantes. Já dos não atuantes, doze responderam não saber enquanto que seis deles apontaram saber. Sobre ter conhecimento das residências que passaram por alterações com pequenas intervenções sem aumento de área construída, dos atuantes, quatro responderam não saber contra dois com resposta positiva. Todos os não atuantes responderam negativamente a esta questão.

Já sobre as residências que passaram por alterações com grandes intervenções e com aumento de área construída, em relação aos profissionais atuantes houve empate; já os profissionais não atuantes, catorze deles relataram não saber enquanto que apenas quatro responderam de forma positiva. Assim, confirma-se a tendência de que a maioria dos que não possui estas informações são justamente aqueles profissionais não atuantes, uma vez que não possuem controle sobre a situação dos projetos residenciais com o passar dos anos.

A questão 14: “Você permite que algum de seus projetos faça parte desta pesquisa? Caso sim, por favor, deixe o contato do proprietário e algumas características do projeto e/ou da residência”, trata dos profissionais que permitiram que seus projetos fizessem parte da pesquisa, com a premissa de que estes estivessem com suas obras concluídas e habitadas há pelo menos 1 (um) ano. Dos profissionais atuantes, dois deles não responderam à questão e, portanto, considera-se que não permitiram. Já os quatro restantes responderam e indicaram alguns proprietários e, portanto, permitiram a participação na pesquisa. Já em relação aos profissionais não atuantes, dos dezoito, quinze deles permitiram e em contrapartida três não permitiram.

As últimas duas questões da parte 1 do questionário são abertas. Em uma delas, é solicitado ao profissional mencionar, caso possua algum projeto ou situação em especial no decorrer de sua atuação no PROMORE. A seguir, três trechos que ilustram as referidas particularidades:

- Um arquiteto não atuante disse que elaborou dois projetos, os quais são considerados especiais: um deles foi construído com blocos de tijolo ecológico e o outro foi um projeto de um chalé (residência visitada);

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- Outro arquiteto não atuante mencionou que uma constante nos projetos elaborados pelo PROMORE são os muros de arrimo, que possuem alto custo para o proprietário. Entretanto, mesmo com tais dificuldades, em um de seus projetos foi possível trabalhar taludes para contenção e preservação do solo, sem necessariamente construir o muro de arrimo. O profissional salientou que esta conduta possibilitou o melhor aproveitamento da topografia13 do terreno e certamente um bom resultado projetual ou no mínimo apropriado às condições topográficas do local;

- Já outro arquiteto não atuante mencionou uma situação especial (ou insólita). Um de seus clientes, ao iniciar a construção da residência, executou a locação14 do projeto arquitetônico e as fundações15 (estacas16 e baldrame17) da referida residência de modo invertido. Ou seja, este fato ocorreu não por engano, mas em razão de que o proprietário acreditava que deste modo melhor seria para aproveitar a visão da paisagem. Este acontecimento condicionou ao detrimento de todo o estudo de insolação e ventilação planejado na concepção do projeto arquitetônico em questão. Para tanto, dada a situação, foi necessário refazer o projeto, para corrigi-lo perante a PMB, de acordo com a estrutura já executada.

Benzer Belgeler