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Plastik Sanatlar ve Sinemanın Buluştuğu Noktalar

1. GÖRSEL ANLATIM VE SİNEMA

1.1. Sinemanın Diğer Sanatlarla İlişkisi

1.1.1. Plastik Sanatlar ve Sinemanın Buluştuğu Noktalar

O principal objetivo de um plano de emergências é reduzir o risco à vida exposta a um desastre potencial e real. Os motivos secundários envolvem a redução de danos, assegurar a segurança pública durante os desastres e cuidar dos sobreviventes (ALEXANDER, 2002).

Com o objetivo de se conhecer os planos emergenciais aplicados internacionalmente, foram definidas as principais características que deveriam ser levantadas em um trabalho de revisão. Detectou-se a necessidade de estudar os planos em dois níveis distintos de gestão: a gestão do risco interno relativo à operação e manutenção da barragem, materializada pelo Plano de Emergência da Barragem (PEB); e a gestão do risco no vale a jusante, materializado pelo Plano de Emergência Externo do município (PEE).

Realizou-se extensa revisão bibliográfica e visitas técnicas orientadas com o intuito de se conhecer as principais características relacionadas ao PEB e ao PEE, conforme roteiro a seguir:

1. estrutura e composição dos planos; 2. ferramentas computacionais utilizadas; 3. mapeamento das áreas de risco;

4. critérios adotados nos estudos de ruptura e propagação; 5. estratégias de mitigação de desastres;

6. estrutura e avaliação de danos e da vulnerabilidade; 7. divisão das responsabilidades pelas ações de resposta; 8. processos de notificação e sistemas de comunicação; 9. composição de sistemas de aviso e alerta;

10. preparação de resposta a emergências;

11. rotinas de testes, atualizações e treinamentos; e

12. formas de percepção do risco pelos donos da barragem e pela população.

Especificamente para o PEB, pesquisou-se ainda sobre os instrumentos de monitoramento da barragem, análise de riscos e metodologias de análise de propagação de cheias. Para o PEE,

brasileira. Foi então empreendida uma visita técnica à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (CEDEC-MG) a fim de conhecer a sua organização a nível estadual e o preparo para atendimento a emergências. Visitou-se ainda o Centro de Operações de Emergências estadual, onde foi possível conhecer como esse centro está equipado e organizado para responder a crises e quais as orientações dadas para a elaboração de PAEs. Levantou-se dados relativos às defesas civis municipais do estado para saber como estão estruturadas.

De forma a enriquecer ainda mais essa revisão e conhecer, na prática, a implantação de planos de emergência em países com grande experiência na área, o autor empreendeu uma viagem a Portugal e Espanha. Ambos países se destacam na elaboração de guias e procedimentos para o desenvolvimento dos planos de emergência de barragens, fruto da evolução vivenciada em suas leis relacionadas ao tema. O primeiro destaca-se pela experiência adquirida por empresas, entidades governamentais e centros de pesquisa com o Projeto NATO-PO- FLOODRISK, cujo objetivo principal foi o desenvolvimento de novas metodologias para a gestão dos riscos relativos a acidentes em barragens européias. O segundo é o país europeu com o maior número de barragens e possui regulamentação e guias bastante técnicos que orientam a elaboração dos planos, o que permitiu significativo avanço na implantação de planos de emergência em muitas de suas barragens.

Como preparação foram levantadas as principais dúvidas encontradas durante a revisão da bibliografia e posteriormente selecionadas as principais organizações e profissionais a serem visitados.

Na cidade de Lisboa, em Portugal, foram realizadas visitas técnicas aos Departamentos de Hidráulica e Ambiente, Geotecnia e de Barragens de Concreto do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), ao Instituto Superior Técnico (IST) e ao Instituto Nacional da Água (Autoridade nacional de segurança de barragens). Na cidade do Porto visitou-se o Departamento de Segurança de Barragens da EDP (Energias de Portugal) e no interior do país, as barragens de Alqueva e Penacova, com planos de emergência implantados e com sistemas de aviso instalados na comunidade a jusante.

Na Espanha, foram realizadas visitas ao Departamento de Inspeção de Barragens do Ministério do Meio Ambiente (MMA) – autoridade nacional de segurança de barragens – e ao Departamento de Segurança de Barragens do Canal Isabel II (Empresa de abastecimento de água da comunidade autônoma de Madri). Foi realizada ainda uma reunião com

representantes da equipe de segurança de barragens da Iberdrola, principal empresa espanhola do setor elétrico. Visitou-se a barragem de El Atazár, do Canal Isabel II, para conhecer o seu sistema de monitoramento de segurança e de atendimento a emergências e que, segundo seus proprietários, é a que possui maior quantidade de instrumentos de monitoramento no mundo.

Os resultados dessas visitas às entidades portuguesas e espanholas foram compilados no Relatório de Visita Técnica a Portugal e Espanha (BALBI, 2007).

Os dados obtidos na pesquisa bibliográfica e nas visitas técnicas foram consolidados em itens que compuseram as bases metodológicas para a elaboração de Planos de Emergência de Barragens e Planos de Emergência Externos. Para o PEB os dados foram organizados em sete tópicos principais: conteúdo básico, detecção de situações de emergência, procedimentos de ação, mapas de inundação, cenários de ruptura, estudos da cheia de ruptura, treinamentos e revisão dos planos.

Com relação ao PEE, os dados foram organizados em cinco tópicos principais: conteúdo básico, situação do vale, procedimentos de ações emergenciais, planos para contingências gerais e disseminação do plano. Em ambos, os tópicos foram apresentados na ordem em que usualmente estão dispostos nos PAEs revisados.

Para cada plano foram propostos passos que norteiam a sua elaboração, permitindo a utilização orientada dos tópicos discutidos nas revisões dos planos de emergência. A essa associação de passos com elementos apresentados nas revisões chamou-se proposta metodológica.

Tal proposta não pretende ser um documento único de aplicação direta, mas sim uma base onde os responsáveis pela preparação dos planos tenham subsídios suficientes para elaborarem seus próprios PAEs.

Benzer Belgeler