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3. GEREÇ (HASTALAR) VE YÖNTEM

3.4 PET/BT Görüntülerin Değerlendirilmesi

2.14.1 – Custos de produção

O sistema de custos é um conjunto de procedimentos administrativos que registra, de forma sistemática e contínua, a efetiva remuneração dos fatores de produção empregados nos serviços rurais. Os objetivos são auxiliar a administração na organização e controle da unidade de produção, revelar ao administrador as atividades de menor custo e mais lucrativas, além de mostrar os pontos críticos da atividade (Santos et al., 2002).

Dentre os procedimentos utilizados para a avaliação econômica da atividade agropecuária, o custo de produção representa um dos principais parâmetros, e pode ser definido como a soma dos valores de todos os recursos (insumos e serviços) que são utilizados no processo produtivo de uma atividade (Frank, 1978; Reis, 2002). Segundo dados da Universidade Federal de Lavras (1999), o custo de produção é um dos parâmetros utilizados na tomada de

decisão para definir se o negócio é rentável ou não. A estimativa do custo de produção está ligada à gestão de tecnologia, ou seja, à alocação eficiente de recursos produtivos, e ao conhecimento dos preços destes recursos.

Segundo Reis (2002), considera-se custo operacional todo aquele exigido para que as operações produtivas ocorram, sendo, portanto, imprescindíveis para a execução das operações e dos processos produtivos. Os custos operacionais totais (COT) são calculados somando-se os custos operacionais variáveis (COV) e os custos operacionais fixos (COF).

Os custos operacionais fixos são aqueles correspondentes aos recursos que não são assimilados pelo produto no curto prazo. Assim, considera-se apenas a parcela de sua vida útil por meio de depreciação. Também se incluem nesse grupo os recursos que não são facilmente alteráveis no curto prazo e que seu conjunto determina a capacidade de produção, ou seja, a escala de produção. Enquadram-se nesta categoria: benfeitorias, máquinas, equipamentos, consultorias fixas, impostos e taxas fixas.

Os custos operacionais variáveis são aqueles referentes aos insumos que se incorporam totalmente ao produto no curto prazo, não podendo ser aproveitados ou claramente aproveitados para outro ciclo. São aqueles alteráveis no curto prazo, ou seja, durante um ciclo produtivo (seja na produção de carne ou leite), podem ser modificados. Também os recursos que exigem dispêndios monetários de custeio enquadram-se nesta categoria: fertilizantes, agrotóxicos, combustíveis, alimentação, medicamentos, manutenção, mão-de-obra, serviços de máquinas e equimentos, entre outros.

A análise econômica é a comparação entre a receita obtida na atividade produtiva com os custos, incluindo, em alguns casos, os riscos, permitindo a verificação de como os recursos empregados no processo produtivo estão sendo remunerados (Reis, 2002). De acordo com Nix (1995), Corrêa et al. (2000), Reis (2002) e Nogueira (2004), para fazer esta comparação, podem ser utilizados os seguintes indicadores:

• Margem bruta = receita total – custos variáveis;

• Lucro operacional ou Margem líquida = receita total – custos operacionais totais.

Os indicadores são usados para que o administrador possa ter uma visão mais precisa da situação pela qual a empresa está passando.

2.14.3 – Análise de investimentos

As análises de investimentos têm o tempo como componente fundamental de seu processo. Isto ocorre, pois um investimento é uma decisão que envolve desembolso de capital realizado no presente que proporcionará receitas no futuro. Por esse motivo, ao avaliá-lo, é preciso projetar as receitas e despesas que ocorrerão em tempos diferentes e então ajustá-las para que se possa fazer uma análise econômica adequada.

Uma empresa é estruturada para maximizar o lucro de seu investimento. Dessa forma, os critérios para investir permitem determinar o valor de um grupo de propostas, de forma que se possa escolher entre elas, a partir de uma ordenação das mais lucrativas (Chudleigh, 1982).

Outros indicadores financeiros que podem ser usados para se avaliar um investimento são (Antunes e Ries, 2001):

• Retorno sobre o investimento operacional (RIO) = lucro operacional ÷ capital investido na atividade (patrimônio + desembolsos no período);

• Retorno do capital investido (RCI) = lucro total ÷ capital investido na atividade (patrimônio + desembolsos no período).

A análise de projetos é de extrema importância. No cenário mundial atual, onde a liberação de crédito é cada vez mais escassa, cenários mais promissores permitem retorno seguro do investimento minimizando risco e taxas de juros aplicadas nos negócios.

Um investimento em qualquer situação é um desembolso que é feito visando gerar um fluxo de benefícios futuros, usualmente superior a um ano. Hoje, em função da própria dinâmica dos negócios, as técnicas de análise de investimentos estão sendo usadas tanto para análise de investimentos de porte, associados a longos horizontes de planejamento dentro de um projeto, como também para operações de curto prazo, onde as operações de compras a vista e compras a prazo são efetuadas (Lapponi, 2000).

O grande campo de aplicação das técnicas de análise de investimentos, sem dúvida, ainda está associado ao processo de geração de indicadores utilizados na seleção de alternativas superiores de investimentos. A decisão de fazer investimento de capital é parte de um processo que envolve a geração e avaliação de diversas alternativas que atendam as especificações técnicas dos investimentos. Após relacionadas as alternativas viáveis tecnicamente, é que se analisará quais delas são atrativas financeiramente (Penedo, 2005).

O ponto de resíduo indica o nível de produção no qual a atividade tem seu custo operacional igual à receita total (Reis, 2002). Indica o quanto a empresa tem que faturar para não trabalhar no prejuízo (Antunes e Ries, 2001; Reis, 2002; Correia Neto, 2007). Sua determinação orienta a formação das metas de faturamento mínimo a serem atingidas (Correia Neto, 2007).

2.15 Avaliações econômicas na

Benzer Belgeler