5. BULGULAR
5.5. Pestisit Birikim Deneyleri
5.2.1. Pestisit analizleri
Tabela B1- Valores de dureza Vickers da resina K em função do tempo de exposição às microondas (minuto)
Corpo-de-prova Tempo T0 T1 T2 T3 T4 T5 CP1 3,40 2,20 4,20 5,66 7,33 6,98 CP2 1,45 3,74 4,07 6,68 7,34 6,52 CP3 2,90 4,12 4,90 6,88 6,65 7,15 CP4 2,61 2,87 3,45 3,69 5,15 5,72 CP5 1,65 3,24 4,54 6,09 6,35 7,71 CP6 4,45 3,54 4,55 4,19 5,52 7,97 CP7 4,23 5,35 5,20 6,87 6,70 7,45 CP8 3,57 3,54 6,24 6,13 5,85 6,70
Tabela B2- Valores de dureza Vickers da resina TR em função do tempo de exposição às microondas (minuto)
Corpo-de-prova Tempo T0 T1 T2 T3 T4 T5 CP1 8,92 7,76 7,73 9,82 9,82 6,95 CP2 8,08 6,85 6,04 9,49 9,53 9,24 CP3 6,19 6,25 9,15 7,60 9,25 9,37 CP4 7,16 7,90 8,15 7,67 7,28 8,31 CP5 5,93 8,94 8,11 7,59 7,43 8,88 CP6 7,15 8,10 8,36 8,04 7,96 8,17 CP7 8,36 7,94 8,12 8,91 7,72 8,34 CP8 8,68 10,11 7,81 7,37 8,78 7,95
Tabela B3- Valores de dureza Vickers da resina UGH em função do tempo de exposição às microondas (minuto)
Corpo-de-prova Tempo T0 T1 T2 T3 T4 T5 CP1 8,20 7,32 7,94 9,73 9,86 11,21 CP2 7,11 7,26 7,59 8,80 11,50 11,31 CP3 6,74 7,53 9,10 9,41 8,85 10,49 CP4 7,14 7,99 9,46 10,90 10,61 11,10 CP5 7,95 8,58 8,74 9,97 10,78 10,45 CP6 8,39 9,51 9,16 10,05 11,30 11,26 CP7 8,20 9,34 9,80 8,30 12,37 11,47 CP8 9,57 8,77 8,54 9,26 10,90 10,82
Tabela B4- Valores de dureza Vickers da resina NT em função do tempo de exposição às microondas (minuto)
Corpo-de-prova Tempo T0 T1 T2 T3 T4 T5 CP1 5,04 2,12 4,44 5,93 6,23 7,39 CP2 3,56 4,49 4,30 4,39 5,49 6,82 CP3 4,17 4,18 3,61 3,29 4,43 4,61 CP4 3,14 3,47 4,26 5,42 4,17 7,71 CP5 3,75 2,61 4,95 3,92 4,39 5,72 CP6 3,61 4,53 7,37 6,84 7,66 6,92 CP7 3,73 2,16 6,31 6,80 7,00 8,49 CP8 5,13 4,49 6,57 6,07 7,31 7,88
Tabela B5- Valores de dureza Vikers da resina L em função do tempo de exposição às microondas (minuto)
Corpo-de-prova Tempo T0 T1 T2 T3 T4 T5 CP1 19,92 20,04 17,49 15,51 18,18 16,41 CP2 18,57 19,66 18,52 17,53 18,80 18,85 CP3 18,94 17,39 19,00 17,19 17,65 16,37 CP4 18,13 17,80 17,41 16,59 16,48 18,48 CP5 19,34 17,00 16,06 17,40 16,90 17,44 CP6 17,66 20,71 16,02 16,93 17,04 17,57 CP7 19,31 18,11 18,83 16,32 17,73 17,61 CP8 18,17 17,63 17,52 17,43 16,74 17,61
RIBEIRO, D.G. Efeito da irradiação por microondas sobre a resistência à flexão e dureza de resinas acrílicas para reembasamento imediato. Araraquara, 2004. 159 f. Dissertação (Mestrado em Reabilitação Oral – Área de Prótese) – Faculdade de Odontologia, Universidade Estadual Paulista, Araraquara, 2004.
Re sumo
O uso do microondas tem sido indicado como um método efetivo na desinfecção de resinas acrílicas. Entretanto, há pouca informação sobre o efeito da irradiação do microondas nas propriedades mecânicas desses materiais. Considerando esses aspectos, o objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da irradiação por microondas sobre as propriedades mecânicas de resistência à flexão e dureza de resinas acrílicas. Os corpos-de-prova para a realização dos testes mecânicos foram confeccionados com os seguintes materiais: Kooliner (K), Tokuso Rebase Fast (TR), Ufi Gel Hard C (UGH) e New Truliner (NT), todas resinas indicadas para reembasamento imediato, e Lucitone 550 (L), que é uma resina para base de prótese. Para cada material foram confeccionados 48 corpos-de-prova que foram divididos igualmente em seis grupos. As resinas autopolimerizáveis (K, TR, UGH e NT) foram submetidas à irradiação logo após a confecção, enquanto que os corpos-de-prova da resina termopolimerizável (L) permaneciam 50 ± 2 horas em água a 37ºC ± 1ºC antes da irradiação. Para o procedimento de irradiação, cada corpo- de-prova foi individualmente imerso em 200 mL de água destilada e submetido a dois ciclos de irradiação pelas microondas, para simular o envio da prótese ao laboratório e o retorno dela ao consultório odontológico. Cada corpo-de-prova foi irradiado a uma potência constante de 650 W, variando-se o tempo de exposição: 1 minuto (T1), 2 minutos
(T2), 3 minutos (T3), 4 minutos (T4) ou 5 minutos (T5). O grupo controle
microondas. Os ensaios de resistência à flexão para todos os corpos-de- prova foram realizados em máquina MTS-810 Material Test System sob velocidade de 5 mm/minuto, utilizando o teste em três pontos a uma distância de 50 mm entre os apoios. Em seguida, um dos fragmentos do corpo-de-prova foi submetido ao teste de dureza Vickers, no Microdurômetro modelo 2100. Os valores de dureza foram determinados utilizando-se uma carga de 25 gf, por um período de 30 segundos. Doze mensurações foram realizadas em cada corpo-de-prova e a média foi, então, calculada. A análise de variância e o teste de Tukey foram utilizados para determinar a significância estatística (P=0,05). Os resultados demonstraram que para a resina K (T0= 32,72 MPa; T1= 36,86
MPa; T2= 42,12 MPa; T3= 42,14 MPa; T4= 40,71 MPa; T5= 44,59 MPa) a
elevação no tempo de exposição às microondas promoveu aumento na resistência à flexão em todos os tempos avaliados, porém esse aumento foi significativo (P<0,05) apenas em T5, em comparação ao T0. Para a
resina termopolimerizável L não houve diferença significativa (P>0,05) em relação ao T0, no entanto, a média de resistência à flexão de T2 (44,39
MPa) foi significativamente menor que T3 (61,76 MPa) e T5 (57,35 MPa),
enquanto que a média de resistência de T3 (61,76 MPa) mostrou-se
significativamente maior do que T2 (44,39 MPa) e T4 (51,36 MPa). A
resistência à flexão dos materiais TR, UGH e NT não foi alterada pelos tempos de irradiação testados. Este estudo ainda demonstrou que a dureza Vickers da resina K aumentou significativamente em T3 (5,77
VHN), T4 (6,36 VHN) e T5 (7,03 VHN), em relação aoT0 (3,03 VHN). Para a
resina UGH, o aumento significativo em relação ao T0 (7,91 VHN) ocorreu
em T4 (10,77 VHN) e T5 (11,01 VHN). Já para NT, apenas a média de
dureza de T5 (6,94 VHN) foi significativamente maior que T0 (4,02 VHN).
Os valores de dureza da resina para base de prótese L não foram significativamente (P>0,05) alterados pelos tempos de irradiação avaliados, quando comparados ao T0. Entretanto, esse material
em relação aos grupos T2 (17,61 VHN), T4 (17,44 VHN) e T5 (17,54 VHN).
A irradiação em microondas não ocasionou efeitos deletérios na resistência à flexão e dureza dos materiais avaliados neste estudo, independente do tempo de exposição utilizado.
Palavras-chave: Resinas acrílicas; microondas; desinfecção; dureza; resistência à flexão.
2004.
Abstrac t
Microwave irradiation was previous suggested as an effective method for the disinfection of acrylic resins. However, little information is available concerning the effect of microwave irradiation on the mechanical properties of acrylic resins. The purpose of this study was to evaluate the effect of two cycles of a microwave disinfection procedure on the flexural strength and Vickers hardness of acrylic resins. Four autopolymerized resins (Kooliner- K, Tokuso Rebase Fast- TR, Ufi Gel Hard- UGH and New Truliner- NT) and one heat-cured resin (Lucitone 550- L) were used for preparing specimens. For each material, 48 specimens were made and equally divided into six groups. The relined specimens were submitted to disinfection procedures after polymerization and the denture base polymer specimens were stored in water for 50 ± 2 hours at 37ºC ± 1ºC prior to disinfection. The specimens were individually immersed in 200 mL of destilated water and microwaved twice, simulating when dentures come from the patient and before being returned to the patient. Each cycle of microwave disinfection was performed at 650 W for one of the following irradiation times: 1 minute (T1), 2 minutes (T2), 3 minutes (T3), 4 minutes
(T4) or 5 minutes (T5). Control group (T0) specimens were subjected to
mechanical tests without being disinfected. The flexural strength values of the materials were determined using a testing machine MTS-810 at a crosshead speed of 5 mm/minute using a three-point bending fixture with a span of 50 mm. Thereafter, one fragment of specimen was submitted to Vickers microhardness test. The values were determined by using a 25 gf
load, after 30 seconds contact. Twelve hardness measurements were taken on each specimen and the average was then calculated. The flexural and hardness values were submitted to ANOVA and Tukey’s test (P=0.05). The results demonstrated that microwave disinfection produced an increase in flexural strength mean values for material K (T0= 32.72
MPa; T1= 36.86 MPa; T2= 42.12 MPa; T3= 42.14 MPa; T4= 40.71 MPa;
T5= 44.59 MPa). However, a statistically significant (P<0.05) increase in
the flexural strength was found between T5 and T0. For material L, there
was no significant (P>0.05) difference regarding to T0. However, T2 (44.39
MPa) flexural strength mean value was significantly lower than those of T3
(61.76 MPa) and T5 (57.35 MPa), while T3 (61.76 MPa) mean value was
significantly higher than those of T2 (44.39 MPa) and T4 (51.36 MPa). The
flexural strength mean values of materials TR, UGH and NT were not significantly (P>0.05) affected by microwave disinfection. For material K, the hardness values of T3 (5.77 VHN), T4 (6.36 VHN) and T5 (7.03 VHN)
were significantly higher than that of T0 (3.03 VHN). The resin UGH had a
significant increase in hardness mean values of T4 (10.77 VHN) and T5
(11.01 VHN) compared with that of T0 (7.91 VHN). For material NT, only
the hardness of T5 (6.94 VHN) was significantly higher than T0 (4.02 VHN).
The material L hardness mean values were not significantly (P>0.05) affected by irradiation times when compared to that of T0. Nevertheless,
this resin showed a significant increase in hardness mean value of T3
(19.84 VHN) compared to those of T2 (17.61 VHN), T4 (17.44 VHN) and T5
(17.54 VHN). Regardless of irradiation time used, the flexural strength and hardness of the materials evaluated were no detrimentally affected by microwave disinfection.
Keywords: Acrylic resins; microwave; disinfection; hardness; flexural strength.