BÖLÜM I. YÖNETİM DANIŞMANLIĞININ KAPSAMI
3.1. İnsan Kaynakları Yönetimi İşlevlerine Göre Danışmanlık Alanları
3.1.5. Performans Değerleme
Há uma tendência de haver, nos pontos estudados neste trabalho, uma elevação no coeficiente de transferência de calor com a utilização do nanofuido água-grafeno. Contudo, há um valor de concentração que maximiza essa transferência de calor. No presente trabalho foi observado que este valor é próximo à concentração de 0,5%.
Assim como relatado por outros pesquisadores, uma degradação na superfície foi observada, mas somente após decorrer algum tempo de início do experimento. Este pode ser um dos motivos que levam muitas pesquisas relacionadas à ebulição utilizando nanofluidos a apresentarem resultados tão distintos. Em algumas pesquisas, são relatadas apenas a degradação da superfície, em outros relata-se a elevação do coeficiente de transferência de calor e, como não há uma padronização para a realização do ensaio os tempos de estabilização e de realização dos testes são distintos para cada pesquisa. Isto pode conduzir duas pesquisas semelhantes a resultados completamente diferentes. Narayan et al (2003) propuseram a influência do tamanho da nanopartícula e da rugosidade superficial para explicar a deterioração da superfície, mas, aparentemente, a quantidade de nanopartícula impregnada depende também do tempo de exposição da superfície ao nanofluido. Este comportamento foi observado mais claramente quando o nanofluido com concentração de 1% foi utilizado. No início do teste, o coeficiente de transferência de calor foi 15,6% maior que o da água pura. Depois de decorrido praticamente todo o tempo de ensaio, aproximadamente 3 horas, este mesmo coeficiente de transferência de calor foi 1% menor que o coeficiente de transferência de calor da água pura.
A continuação dos estudos de ebulição em vaso utilizando nanofluidos se faz necessária devido às várias dúvidas e questionamentos quanto a influência do tipo de fluido usado no coeficiente de transferência de calor e sobre a real eficácia de nanofluidos para intensificação da troca de calor.
As aplicações que requerem a utilização de um fluido em ebulição para realizar a troca de calor em equipamentos da indústria, geralmente, utilizam um componente hermético para confinar este fluido. Este é concebido para trabalhar por anos sem a intervenção de manutenção que abra o componente. Tendo em vista estas prerrogativas e os resultados obtidos neste trabalho, pode se afirmar que o uso de nanofluidos nestes sistemas é desaconselhável atualmente. O uso de nanofluidos levaria a um aumento do fator de
incrustação dos componentes e consequentemente uma intervenção de manutenção de forma prematura. Como sugestões para a continuação da pesquisa são sugeridos os seguintes estudos:
Influência do tempo de experimento na deterioração da superfície calefatora.
Aperfeiçoamento da espessura do isolamento no aparato de forma a minimizar as perdas.
Estabilização de nanopartícula no fluido base.
Procedimentos para promover a liberação das nanopartícula da superfície.
Monitoramento de pressão no interior do reservatório de forma a manter pressão constante no interior do reservatório.
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