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Performans Bilgileri

TOPLULUĞUN ADI

Hedef 7.1. : Çağın şartlarına uygun yemekhane binasının yapılması

B- Performans Bilgileri

COMPAHC – SÃO BERNARDO DO CAMPO

Na cidade de São Bernardo do Campo, é indispensável conhecer a história e o trabalho realizado pelo Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural de São Bernardo do Campo (COMPAHC-SBC), órgão que presta assessoria aos mais diversos assuntos que venham a se relacionar com a valorização do patrimônio cultural, sua proteção e sua preservação.

Por resultados de uma série de debates que se realizavam no ABC Paulista diante do tema Patrimônio Histórico Cultural, e após diversos estudos e debates, esse conselho é então criado em 1984 por meio da Lei Municipal 2.608, com seu vínculo à Secretaria de Cultura.. Seu primeiro presidente do Conselho foi Enrique Ricardo Lewandowski, que teve participação ativa em todo o projeto de instauração.

Dentre os assuntos tratados pelos conselheiros municipais para o Patrimônio Cultural, estão sugestões e realizações de tombamentos, consultoria de possibilidades de ações de tombamento, emissões de pareceres no que se refere à demolição e construção, entre outras ações que tratem de interesses diante de bens em potencial, materiais e imateriais da cidade.

Esse conselho é composto por um colegiado de vinte representantes, sendo metade pertencente à administração pública municipal, representada por várias Secretarias e a outra metade composta por integrantes da sociedade civil5.

Voltado ao Patrimônio Cultural da cidade de São Bernardo do Campo, esse Conselho vem em um constante trabalho de debates baseados em diversas questões ligadas à preservação e conservação. Para que isso se efetive, ele instituiu sua subdivisão em grupos técnicos com o objetivo de focar em estudos e pesquisas, além de dinamizar questões de pareceres técnicos, tendo em vista uma forma de valorizar e fortalecer os trabalhos do grupo de conselheiros que formam esses eixos. Eles são os seguintes:

a) Grupo Técnico de Vistoria;

b) Grupo Técnico de Assuntos Jurídicos; c) Grupo Técnico de Arquitetura;

d) Grupo Técnico de História; e) Grupo Técnico de Educação; f) Grupo Técnico de Área Envoltória; g) Grupo Técnico de Meio Ambiente;

De forma efetiva, essa ação é muito significativa para que os estudos para a preservação sejam dinamizados, já que serve de parâmetros de identificação, estudos e procedimentos para que se realize os tombamentos de lugares importantes para descrever a história da cidade.

5 Representantes da Prefeitura: Secretaria de Educação; Secretaria de Assuntos Jurídicos; Secretaria de Obras;

Secretaria de Planejamento e Tecnologia da Informação; Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo; Secretaria de Habitação e Meio Ambiente; Secretaria de Esportes; Secretaria de Serviços Urbanos; Secretaria de Cultura - Seção de Memória e Patrimônio Histórico e Cultural; Representantes da Sociedade Civil: Ordem dos Advogados do Brasil - 39ª Subsecção de São Bernardo do Campo; Universidade Metodista de São Paulo - UMESP; Diretoria de Ensino - Região de São Bernardo do Campo; Associação dos Engenheiros e Arquitetos de São Bernardo do Campo; Instituto do Patrimônio do ABC; Núcleo de Estudos, Desenvolvimento e Pesquisa Científica e Jurídica sobre Meio Ambiente; Associação dos Artistas e Artesãos de São Bernardo do Campo; GIPEM - Grupo Independente de Pesquisadores da Memória do Grande ABC; Terra Viva - Movimento de Resistência Ecológica de São Bernardo do Campo; Instituto Histórico e Geográfico São Paulo; Historiador;

Mas é importante se ressaltar que não é somente por meio de leis e ações dos órgãos públicos que se faz a construção da memória de uma comunidade. Isso só se concretiza por meio de uma apropriação de seus sujeitos desses bens, quando esses lugares passam a fazer parte da vida social de forma relevante e efetiva. O que também não deixa de ser uma preocupação do COMPAHC-SBC nesse sentido, sendo que o próprio Conselho debate essa questão, chegando a produzir um documento com as premissas essenciais para a sua atuação:

a) ampliar o conceito de patrimônio para além dos bens de caráter monumental, englobando também, aqueles que são significativos e representativos da memória dos diversos grupos sociais;

b) considerar que a visão contemporânea de patrimônio cultural engloba, também, os bens naturais, entendidos como objeto de ação cultural;

c) levar em conta a relação afetiva da comunidade com os bens, o que implica em reconhecer valor naquilo que se apresenta como o típico dentro dos diversos grupos sociais;

d) reconhecer a pluralidade existente na memória coletiva, composta por diferentes manifestações e relações dos grupos sociais;

e) considerar a importância das manifestações culturais, das técnicas e saberes que compõem o chamado patrimônio imaterial, para o qual cabe uma atuação diferenciada de tombamento;

f) garantir maior representatividade da sociedade civil nas decisões relativas à proteção do patrimônio, através da ampliação de sua participação nas discussões;

g) considerar o patrimônio como um direito social fundamental, definido pela Constituição Brasileira, artigo 216, e que, portanto, implica em interesses coletivos superiores aos interesses individuais e na garantia destes por parte do Poder Público;

h) permitir a continuidade no trabalho de preservação, independente de mudanças político-administrativas que possam inviabilizar a garantia desse direito social fundamental;

i) promover a realização dos mais diversos meios e estratégias para a preservação, sejam eles: a identificação dos bens e manifestações de valor cultural, a proteção física destes bens através de fiscalização e obras de restauro e conservação, a proteção legal através da implementação de instrumentos legais de proteção destes bens e a divulgação para a garantia efetiva de inserção do patrimônio na vida da cidade. (SÃO BERNARDO DO CAMPO, 2006).

Partindo dessas premissas e retomada a leitura dos bens preservados e tombados, observa-se que São Bernardo do Campo possui uma lista de 21 bens6 que atualmente, são estimados como patrimônios da cidade. Cada um desses bens traz características relevantes conforme a sua relação com a cidade, como os pavilhões e estúdios da antiga Companhia Cinematográfica Vera Cruz, Cidade da Criança, Chácara Silvestre, 6 igrejas (sendo 5 católicas e 1 presbiteriana), Edifício Alfa da Universidade Metodista de São Paulo, entre outros.

Nessa questão cabe uma observação que nos leva ao questionamento, tendo em vista que os locais tombados como patrimônios culturais pelo Conselho de Patrimônio de São Bernardo não representam a formação da cidade, com base na sua industrialização e na memória operária, sendo que são apenas dois bens que representam esse patrimônio industrial: Torre da Elni e a Chaminé da Avenida Pery Ronchetti.

Enquanto caracterização desses bens patrimoniais ressalva-se o perfil de cada um:

 Torre da Elni – Uma torre de sustentação da caixa d’água da Sociedade Elni de Produtos Manufaturados Ltda., foi construída na década de 1940. Naquele período, a Elni representou para a cidade, com seus equipamento e instalações avançadas, uma inovação no setor têxtil, sendo essa uma atividade muito importante para a cidade, juntamente com o setor moveleiro. Essa torre é parte de uma estação de tratamento de água, possuindo ela galerias por onde circulava a água que era

6 São os 21 bens tombados pelo Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de São Bernardo do

Campo: Pavilhões e estúdios da antiga Companhia Cinematográfica Vera Cruz; A antiga Escola Municipal Santa Terezinha; Câmara de Cultura Antonino Assumpção; Torre da Elni; Árvore dos Carvoeiros; Edifício Alfa da Universidade Metodista de São Paulo; Cidade da Criança; Obelisco do Soldado Constitucionalista; Painel da Fonte de Água no Bairro Baeta Neves; Chácara Silvestre; Casa do Comissário do Café; Chaminé da Avenida Pery Ronchetti; Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem; Capela Santo Antonio; Capela São Bartolomeu; Igreja Santa Maria; Capela Santa Filomena; Igreja Presbiteriana Independente; Chácara Lauro Gomes; Jatobá da Vergueiro; Painel Memórias de uma Cidade, do artista plástico Adélio Sarro.

acrescida de sulfato de alumínio, para que servisse como forma de tratamento no alvejamento dos fios utilizado na produção dos tecidos.

 Chaminé da Avenida Pery Ronchetti – Uma construção da década de 1950, por uma indústria siderúrgica - Usina Metalúrgica Itaetê S.A. -, que nem chegou a iniciar suas atividades. Mas sua construção se utilizou de uma técnica de obriga que os tijolos se disponham no formato trapezoidal. É esse bem uma edificação singular a todo o processo de industrialização da cidade, sendo que ele é também um referencial a paisagem urbana da cidade.

O cenário econômico e as consideráveis transformações do setor industrial na cidade são refletidas nos números de evasão desse setor na cidade e em consequência disso uma significativa mudança em sua paisagem e em seu modo de convívio social.

Uma situação que exige uma reflexão no que se refere à memória e seus espações, tanto do setor industrial como do trabalhador e suas ações, muito importantes para escrever a construção da cidade, e dessa forma também, torna-se necessário até para se figurar possíveis possibilidades para o futuro econômico e social de São Bernardo do Campo. O patrimônio cultural e mais especificamente o Patrimônio Industrial e a memória do trabalhador e do trabalho são fundamentais para se refletir a formação histórica e cultural da cidade.

Mas é necessário definirmos o que vem a ser Patrimônio Industrial. Foi em julho de 2003, em Nizhny Tagil, Rússia, realizada a XII Conferência Internacional do TICCIH (The International Committee for the Conservation of the Industrial Heritage). Nela foi elaborada e aprovada a Carta de Nizhny Tagil Sobre Patrimônio Industrial, que se refere e passa a definir a arqueologia industrial, o patrimônio industrial, bem como os valores, a proteção legal, os meios de manutenção e a conservação desse patrimônio. Deste modo, ficou definido da seguinte forma o patrimônio industrial:

O patrimônio industrial compreende os vestígios da cultura industrial que possuem valor histórico, tecnológico, social, arquitetônico ou científico. Estes

vestígios englobam edifícios e maquinaria, oficinas, fábricas, minas e locais de tratamento e de refinação, entrepostos e armazéns, centros de produção, transmissão e utilização de energia, meios de transporte e todas as suas estruturas e infraestruturas, assim como os locais onde se desenvolveram atividades sociais relacionadas com a indústria, tais como habitações, locais de culto ou de educação. (Carta de Nizhny Tagil, 2003, p.3)

Um questionamento referente ao patrimônio industrial, sendo até mesmo um debate muito recente no Brasil, faz menção à responsabilidade diante de um dever de memória, diante de processo constante de transformações ou destruição de vestígios desses bens que potencialmente deveriam ser preservados como lugares de memória, no âmbito de seus espaços, como também de seus equipamentos e ferramentas que trazem as informações sobre o processo de mudanças que ocorreram em um processo histórico.

Por mais que, em muitos casos, possa parecer menos importante e não havendo reconhecimento por parte da sociedade, os espaços urbanos ainda trazem vestígios de locais que com o tempo foram tomados por mudanças constantes ou até mesmo o seu desaparecimento, e nesse caso, se refere aos locais de trabalho e de produção, como fábricas com galpões e prédios abandonados, vias e instalações do setor ferroviário, embarcações ou até mesmo somente muros ou fachadas do que um dia já foi um imponente espaço fabril.

Há nisso, conforme concepção já em desuso referente a patrimônio, pouca ou nenhuma beleza ou referencial artístico, sendo apenas resquícios de processos de produção, arte de fazer que já não se efetiva ou até mesmo espaços de encontros e conflitos das relações humanas. Lugares que são referencias importantes para a memória de uma sociedade e carregada de história e representações que vão muito além do que já foi funcional.

Ter uma noção de que um espaço passa a ser um lugar de memória o que antes tinha como finalidade apenas a ação de trabalho de um grupo social e uma determinada categoria. E a busca por transformar esse lugar em seus sentidos tão ambíguo, que causa estranhamento nessa possibilidade, diante de interesses

comerciais e financeiros que consideram esses espaços mais lucrativos diante da especulação imobiliária. Pode-se apresentar diversos casos de indústrias ou regiões industriais que depois de abandonadas passaram por um processo de patrimonialização e tiverem seus cenários revitalizados, e o retorno de ordem financeira foi considerável, tanto para o proprietários desses espaços como para a comunidade local ou para o Governo. Não sendo apenas, um espaço que se destine apenas a espaços culturais.

Transformar esses espaços de trabalho em espaço de memória, dando a eles um caráter de funcionalidade que vai além do abandono em que se encontram, é um desafio de extrema importância para garantir uma significação e uma aproximação pela identidade que cerca toda uma comunidade, que um dia já teve nesse ambiente um lugar de trabalho grande agitação e produção.

Ao tratar de patrimônio industrial, importante relaciona-los aos vestígios do processo produtivo, material ou imaterial, de atividades que nesses lugares, um dia ocorreram em um processo de transformação e que venha a explicar a evolução das técnicas, das máquinas e das relações de trabalho, das edificações. Também se pode citar que faz parte do objetivo de proteção os modelos empresariais, e formas de produção ou até mesmo as matrizes de caráter tecnológico que em um ciclo de existência, vieram para auxiliar na forma de trabalhar, mas caíram em desuso conforme foram surgindo novas formas.

São os testemunhos de uma ação para o trabalho que necessita de um tratamento mais cuidadoso de preservação de sua memória E patrimônio, por assumirem significância à identidade de um grupo social, ao assumir uma reflexão sobre esse tema, deve se atentar à rápida necessidade de ações a fim de que não se perca cada vez mais sinais do que já foi um modo de trabalho, seus espaços e suas relações.

GIPEM – GRUPO INDEPENDENTE DE PESQUISADORES DA MEMÓRIA

A partir de uma inciativa da Sociedade Civil da região do ABC Paulista em prol do Patrimônio Histórico e Artístico, surge em 1987 o GIPEM (Grupo Independente de Pesquisadores da Memória). Diversos moradores da região e não necessariamente profissionais ligados à área de memória e patrimônio, após cursos e debates oferecidos pela prefeitura de Santo André para a área de Patrimônio Cultural, uniram-se para concretizarem ações efetivas voltadas ao tema.

Dentre os integrantes que participaram de sua formação, estão acadêmicos como Luiz Roberto Alves, Alexandre Takara e José de Souza Martins, trabalhadores metalúrgicos como Philadelpho Braz, Paschoalino Assumpção e José Duda Costa, o jornalista Ademir Médici e figuras políticas como Enrique Ricardo Lewandowski e Celso Daniel, além de outros tão importantes ativistas, que já nos primeiros encontros compunham um grupo de mais de 50 pessoas.

Eles tinham reuniões periódicas, onde traçavam ações de preservacionismo na região das sete cidades do ABC Paulista, incluindo São Bernardo do Campo. Era um modo de exigir do poder público, atitudes referentes à preservação de pontos significativos da memória local.

Já no ano seguinte, o grupo passa a adotar a atual nomenclatura em que se deixa claro que o grupo tem uma ação independente das ações de qualquer entidade, empresa ou órgão público. E não somente isso, esse grupo independente de memória não é registrado de forma oficial em nenhum registro de pessoa jurídica. Não possui sede, seus encontros se realizam nos mais diversos espaços culturais da região. Nem possui uma diretoria fixa e eleita por seus integrantes.

Seus encontros ocorrem com definição de ações e pautas para a realização de cursos, seminários, pesquisas, mas de forma que a iniciativa e decisões se fundamentam na coletividade e pelo interesse mútuo pela preservação da memória.

Tanto é que, por iniciativa do GIPEM, e com o apoio de órgãos públicos e entidades, que efetivaram a realização na região dos “Congressos de História do Grande ABC”. O primeiro congresso ocorreu em Santo André em 1990 e ele ocorre a cada dois anos de forma que as sedes são as sete cidades da região, determinadas de forma rotativa. São Bernardo do Campo já organizou e realizou esse evento em duas oportunidades7.

Nesses congressos, são debatidas ideias, apresentadas estudos e pesquisas e tornaram-se espaço de reflexão sobre a história e a memória da região, sob os mais diversos temas. São nesses congressos também que partem ações práticas como já ocorreu, por iniciativa do próprio GIPEM, que em 1992 fez o levantamento de verbas, por meio de pedágio, para a realização de restauro do prédio que foi a primeira sede da Prefeitura e da Câmara Municipal de São Bernardo do Campo e que é um bem tombado pelo COMPAHC- SBC.

Esse grupo de pessoas é um exemplo de luta pela memória e pelo patrimônio, chegando com suas iniciativas, a ocupar espaços dentro de órgãos oficiais para levar suas ideias e anseios para as agendas das políticas municipais, inclusive em São Bernardo do Campo, quando a partir de 1993 passou a compor o COMPAHC-SBC, como um significativo representante da sociedade civil.

INSTITUTO DO PATRIMÔNIO DO ABC

O IPABC é uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) de direito privado, no qual suas ações englobam além de São Bernardo do Campo, toda a região do ABC.

Ele surgiu, até com a participação de alguns integrantes do GIPEM, dos constantes debates realizados nos Congressos de História do ABC, sobre questões e

7 São Bernardo do Campo realizou por duas vezes o Congresso de História do Grande ABC, sendo em 1992 o

segundo congresso com o tema “Caminhos e Rumos: índios, escravos e operários” e em 2007 o nono congresso com o tema “A classe operária depois do paraíso”.

problemas que envolviam tombamento, restauro e manutenção dos bens patrimonializados da região.

Sua fundação ocorreu em 2002, na sede da Associação Comercial de Santo André (ACISA) e tem como objetivo conciliar desenvolvimento, através de atividades produtivas em conjunto com a preservação dos patrimônios culturais do ABC Paulista. Uma iniciativa que visa à sustentabilidade com o desenvolvimento da ciência, tecnologia e desenvolvimento econômico em função das questões sociais e ambientais.

Suas principais atividades são a preservação e conservação dos bens tombados e também de bens que ainda não tiveram seus tombamentos efetivados. Também a qualificação de mão de obra especializada para a realização desses trabalhos, que nesse caso pode-se citar o projeto “Reviver o Patrimônio” que teve início em 2008 e que proporciona a formação de jovens trabalhadores para o trabalho com o restauro e manutenção do patrimônio cultural.

Esse instituto realizou um trabalho ativo em São Bernardo do Campo, juntamente com outros representantes da sociedade civil e o próprio COMPAHC- SBC, para que o poder público pudesse tomar providências emergenciais para a preservação da Chácara Silvestre. E desta forma, também integra o Conselho Municipal de Patrimônio como um representante da Sociedade Civil.

Não se pode deixar de fazer a relação importante e fundamental entre patrimônio Cultural e Educação. Problematizar a distância entre a população e os Patrimônios preservados pede também que sejam refletidos os instrumentos e métodos para se resolver, mesmo que não entendendo ser um processo lento, essa questão. Dessa forma, é necessário ver a ação prática em que se deve agir sobre esse debate. E isso ocorre dentro da escola e por meio dela.

Benzer Belgeler