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4. BULGULAR VE TARTIŞMA

4.4. Yapının Performans Düzeylerinin Belirlenmesi

4.5.14. Perde Donatıları

Fazendo uma análise entre três municípios do Estado de Alagoas, notamos que o método de inspeção realizado pelos técnicos do TCE/AL é in loco e de amostragem em sua totalidade.

Trataremos estes objetos de auditoria de Município A (A1 exercício 2004; A2 exercício 2009), Município B (exercício 2003) e Município C (exercício 2003). Relatamos, a seguir, apenas aquilo que os Técnicos do

TCE/AL ponderaram a respeito dos Municípios: A, B e C, Põe eles visitados e que passaram pelo processo de auditoria.

O Município A está na região situada no litoral central de Alagoas, no qual fizemos duas amostras de dados, a primeira (A1) durante o exercício de 2004 e a segunda (A2) no exercício de 2009. Notamos que existe uma discrepância entre as duas amostras no tocante a questão orçamentária, onde no primeiro exercício (2004), mesmo tendo apresentado a documentação pertinente aos processos licitatórios posteriormente, há um trabalho baseado nos princípios fundamentais de contabilidade, dispostos na Lei Federal 4.320/64.

No segundo exercício (2009) foi considerada a desobediência ao artigo 60 da Lei Federal 4.320/64, o qual estabelece que: “é vedada a realização de despesa sem prévio empenho.” Também não foram apresentados os documentos de despesas dos meses de janeiro a abril.

Foram constatadas outras irregularidades tanto na distribuição irregular de combustíveis e lubrificantes de automóveis (próprios e locados).

Diferentemente, durante o exercício de 2004 não foram notadas tais irregularidades e sim aplicações de impostos (na casa de aproximadamente 36,5%) e cumprimento da A:D.C.T. (aproximadamente 16,5%).

Na região da Zona da Mata alagoana encontramos o Município B, o qual colhemos os dados do exercício de 2003, e conferimos que foram apresentados os documentos de despesa de todo o exercício. Recursos foram aplicados na educação (28,34%) e foi cumprida o que preconiza a A:D.C.T. com aplicação de 12,26%.

O Município C, também situado na Zona da Mata de Alagoas, e, também, teve seus dados do exercício de 2003 colhidos para uma análise de seus respectivos documentos, os quais foram apresentados aqueles referentes às despesas realizadas durante todo o exercício, mesmo que o gestor público à época deixou de apresentar alguns processos, no momento da fiscalização, referentes aos processos licitatórios.

Não foram encontrados no Município C irregularidades no tocante à má distribuição de combustíveis e lubrificantes de automóveis (próprios ou

locados). Além disso, foram aplicados impostos (pouco mais do que 26%) e foi cumprida o que concerne à A:D.C.T. (12,27%). Contudo, os Técnicos de Controle Externo concluem que: no Município A, no exercício de 2004, “teve muito mais acertos do que falhas, quanto aos aspectos técnicos e jurídicos assim como nas ações de saúde, educação assistência social”.

Já no exercício de 2009 do mesmo município os Técnicos de Controle Externo ponderaram que o relatório precisou ser submetido "ao superior (...) para que fossem julgadas as providências necessárias (sic).“ Provavelmente decorrente das tantas irregularidades encontradas no Município A2. Como conclusão da fiscalização realizada no Município B, os Técnicos do TCE/AL relatam que assim como no Município A (2004, A1) o Município C “teve muito mais acertos do que falhas, quanto aos aspectos técnicos e jurídicos assim como nas ações de saúde, educação assistência social, obras e serviços.”

Na tabela 01, podemos observar a comparação entre os relatórios emitidos pela auditoria realizada em 4 (quatro) municípios do Estado de Alagoas. Nela consta a referência que foi dada a eles, mediante a preservação de seus reais nomes pelo sigilo, transformando-os sucessivamente em Municípios A1, A2, B e C. Vejamos:

Coloque o título : Tabela 01- Comparação dos Relatórios

Fonte: Elaboração própria

Como pode ser observado na tabela 01, foram elencados os seguintes dados sobre os referidos municípios analisados: o exercício inspecionado respectivamente de 2004,2009, 2003 e novamente de 2003; a apresentação dos documentos de despesa de cada município, sendo que no município A1 não requerido e especificado em 2004; a lista de despesas e contratações, assim como as possíveis irregularidades, que sofreu com a falta de padrão e

não foi requerido pelos municípios A1 em 2004 e B em 2003; A formalização com a Lei, onde apenas A1 (2004) e B estavam realmente de acordo com ela; A aplicação dos recursos públicos em educação, onde a maioria foi negativa e apenas o município B (2003) investiu 28,34%; e a aplicação dos recursos recolhido em impostos utilizado em 36,49% em A1 e 26,3% em C.

A segunda tabela elaborada Tabela 02, traz as informações dos mesmos Municípios analisados em auditoria junto ao tipo de inspeção feita, que em sua totalidade foi realizada in loco, ou seja, no próprio município mediante a visita dos auditores.

Como o método de pesquisa realizado pelos auditores, que é na totalidade o método de amostragem, sem mais especificações, e mais o cumprimento da A.D.C.T. em percentagem, sendo a do Município A1 (2004) de 16,47%, de A2 (2009) não foi requesitado no relatório, do Município B (2003) em 12,26% e mais no Município C (2003) sendo de 12,27%. Vejamos Tabela 02:

Coloque o título : Tabela 02 – Tipo, Método e Cumprimento da A.D.C.T.

Fonte: Elaboração própria

Na tabela 03 onde os mesmos municípios A1, A2, B e C estão sendo analisados novamente, nos mesmos exercícios já citados, foram avaliados ainda, nos relatórios quantidade de veículos próprios ou locados que são utilizados pelo referido município.

A possível distribuição irregular de combustíveis entre os automóveis oficiais e não oficiais do município, a forma com que ocorrem ou devem ocorrer

os processos licitatórios dos serviços públicos daqueles municípios. Ainda é feito no final do relatório uma conclusão e a opinião dos técnicos sobre os serviços de gestão daquele determinado município.

Observemos pois a tabela abaixo.

Coloque o título : Tabela 03 - Inspeção, Distribuição e Processos Licitatórios

Fonte: Elaboração própria

Logo, podemos chegar a conclusão de que diante das tabelas produzidas nesse trabalho, que aduz uma simples comparação da auditagem realizada no TCE/AL nos municípios desse Estado, são inúmeras as diferenças de requisitos utilizados, o que deixa a desejar pelos serviços em alguns casos. Portanto é preciso que haja uma maior padronização para a garantia da equidade nesses relatórios.