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2.3. Dinamik Model

2.3.2. Parametrik modeller

O protocolo de treinamento de musculação em circuito não promoveu a alteração do consumo pico de oxigênio. Tanto os valores referentes ao VO2pico [27,71 (3,91) vs 26,62 (4,33) ml.kg-1.min-1; P=0,302] quanto os do LV (P=0,259) permaneceram similares, sem ocorrer alterações significativas.

Na carga referente ao LV não houve alteração do pré para o pós treinamento, entretanto, o protocolo de treinamento promoveu aumentos da intensidade referente ao VO2pico. Esses achados podem ser visualizados claramente no Figura 8.

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Figura 8: Carga máxima (IVO2pico) de trabalho no período pré e pós-treinamento.

* comparação entre as cargas (I) no período pré e pós-treinamento. Os valores são expressos em média e desvio padrão.

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6. DISCUSSÃO

O achado mais importante deste estudo foi verificar aumentos da IL-6 imediatamente após 5 minutos de exercício na IVO2pico. Entretanto, o período de exercício de 30 minutos em cicloergômetro na intensidade do LV não alterou a concentração de nenhuma citocina plasmática avaliada neste estudo. Indicando que altas intensidades de exercício em um curto período de tempo são capazes de alterar a concentração plasmática da IL-6.

Brenner et al (Brenner, Natale et al., 1999) realizaram 5 minutos de exercício em cicloergômetro com uma intensidade de 90% do VO2max, entretanto não foi verificada nenhuma alteração nas citocinas IL-6, TNF-α e IL-10. Desta maneira, o aumento da IL-6 após 5 minutos do protocolo proposto neste estudo, pode ter ocorrido, devido à maior intensidade exigida, bem como, pela realização anterior de um exercício de 30 minutos na intensidade do LV.

Tem se verificado, com freqüência, em vários estudos aumentos excessivos de IL- 6 após a realização de exercícios aeróbios com duração de mais de 1 hora, podendo chegar a aumentos de 100 vezes em sua concentração (Nieman, Henson et al., 2001). Estes aumentos são atribuídos à queda no conteúdo muscular de glicogênio (Febbraio, Steensberg et al., 2003; Helge, Stallknecht et al., 2003), bem como, pela própria contração muscular (Pedersen, Steensberg et al., 2003). Nossos achados demonstraram uma manutenção na concentração plasmática de IL-6 após 30 minutos na carga do LV, entretanto, se esse período de exercício seguido por 5 minutos de exercício na carga de intensidade máxima, promoveu aumento da concentração de IL-6, evidenciando um aumento na IL-6 plasmática em apenas 35 minutos. Assim, entendemos que um exercício de curta duração, porém com grande exigência muscular, ocasiona liberação desta interleucina, independente dos estoques de glicogênio, já que o tempo final de exercício e sua intensidade realizada não são suficientes para depletar totalmente os estoques.

No estudo de Steinberg et al (Steinberg, Ba et al., 2007) foram verificados aumentos da IL-6 e do TNF-α após um teste incremental. Estes achados coincidem em parte com os nossos resultados, pois houve aumentos de citocinas após um curto período de tempo. Desta maneira, acreditamos que a alteração de cargas, especialmente o aumento de intensidade durante o exercício, possa ser um fator que contribua para o estímulo da produção de citocinas, que poderiam exercer algum fator sinalizador ainda não conhecido. Assim, são necessários mais

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estudos para entender melhor o efeito do aumento de intensidade durante o exercício sobre a liberação de citocinas. No entanto, sabe-se que essa interleucina em resposta ao exercício é protocolo-dependente.

Com relação ao treinamento de musculação em circuito de 10 semanas, não foram encontradas alterações nas concentrações plasmáticas das citocinas no teste agudo no período de pré e pós-treinamento e em nenhum momento da coleta, repouso, 30 minutos na WLV e 5 minutos na IVO2pico. Indicando que o treinamento resistido não modula a resposta das citocinas a exercícios em cicloergômetro. Isso pode ser devido ao também não encontrado aumento no VO2pico e no LV, visto que, aumentos dessas variáveis incidiriam sobre a performance aeróbia, o que poderia acarretar em uma alteração nas citocinas. Evidentemente são necessários outros estudos para verificar se exercícios resistidos que melhorem a aptidão cardiorespiratória seriam capazes de promover alterações nas citocinas.

Evidências demonstram que a IL-6 é modulada, principalmente, pela contração muscular e o conteúdo de glicogênio muscular, sendo considerada por conta desse último fator, um modulador da energia disponível. As células musculares são grandes produtoras desse marcador, e o tipo de estimulo, duração, intensidade e exigência muscular requerida modula a magnitude das concentrações plasmáticas dessa citocina (Penkowa, Keller et al., 2003; Chan, Carey et al., 2004).

O nosso estudo realizou um acompanhamento da ingesta alimentar durante toda a parte experimental do trabalho e verificou uma manutenção da ingesta de macronutrientes durante todo o período de intervenção (dados não publicados), porém não delimitou a alimentação nos dias presenciais do teste agudo em cicloergômetro.

Keller et al (Keller, Steensberg et al., 2005), com um protocolo de treinamento de 10 semanas, verificou que o exercício de 3 horas a 55-60% do Wmax no cicloergômetro aumentou os valores de IL-6 e seu RNAm, porém a disponibilidade de glicogênio proveniente de uma dieta controlada (baixo ou alto teor de carboidratos) não alterou a magnitude do aumento na fase aguda.

Desta forma, um protocolo aeróbio favoreceu a alteração das concentrações de IL- 6 após um exercício de longa duração, o que contrapõe nosso estudo, provavelmente devido o protocolo de treinamento empregado não ter sido capaz de melhorar a capacidade

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cardiorespiratória das voluntárias, além da natureza do estímulo do teste agudo não ser específico ao desenvolvido no decorrer da intervenção.

Com relação à aptidão cardiorrespiratória, o estudo de Sterwart et al (Stewart, Flynn et al., 2007) verificou aumentos de consumo máximo de oxigênio sem alteração das concentrações de IL-6 e TNF em resposta a um treinamento misto de 12 semanas na qual os jovens e idosos realizavam 20 minutos de esteira e 2 séries de 8 repetições em oito exercícios, com carga de 70-80% do VO2max e a 1-RM. Isso foi contrário aos achados dos nossos estudos devido possivelmente ao protocolo empregado neste estudo ser puramente resistido.

Nader (Nader, 2006) realizou um estudo que comparou três protocolos de exercício, num período de 10 semanas, sendo um de resistência (6 vezes por semana durante 40 min), um de força (5 vezes por semana durante 30 min) e um misto (resistência+força), e suas possíveis alterações neuromusculares e cardiorrespiratórias. Constatando que o protocolo de força aumentou massa magra e força, porém manteve os parâmetros cardiorrespiratórios, o que coincide com nosso estudo, no qual obteve-se ganho de massa magra com o treinamento de musculação em circuito e estabilização dos valores de VO2pico com aumento significativo do Ivo2pico no teste incremental.

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7. CONCLUSÃO

Conclui-se que exercícios na intensidade do LV seguidos por aumentos na intensidade, mesmo em curto período de tempo, são modelos de estimulação da IL-6 agudamente. No entanto, exercícios aeróbios de média duração e intensidade moderada não promovem alteração nas citocinas plasmáticas. Compreende-se também, que o treinamento de musculação em circuito não teve caráter pró-inflamatório, pois não interferiu negativamente na resposta imune sinalizada por essas citocinas após o período de intervenção. No entanto, este protocolo foi eficaz em alterar a massa corporal sem, no entanto, promover um aumento da capacidade aeróbia.

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APÊNDICE 1

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO CARLOS

Benzer Belgeler