Além dos dados já observados, foi feito uma comparação na geração dos óxidos de níquel e de ferro, utilizando-se um mesmo gerador, numa mesma concentração e para os tempos de 2 e 10 horas.
Nas Figuras 5.40 e 5.41 encontram-se as distribuições das concentrações versus o diâmetro de partícula para os óxidos de níquel e ferro, estando ambos na concentração de 0,1g/L e sendo geradas pelo gerador da TSI e pelo inalador comercial, respectivamente.
Figura 5.40: Distribuição do diâmetro versus o número de partículas geradas por cm3
de óxidos de níquel e de ferro, na concentração de 0,1 g/L, geradas pelo gerador da TSI no tempo de 2 e 10 horas.
Fonte: Acervo pessoal.
Figura 5.41: Distribuição do diâmetro versus o número de partículas geradas por cm3
de óxidos de níquel e de ferro, na concentração de 0,1 g/L, geradas pelo inalador comercial no tempo de 2 e 10 horas.
Na Figura 5.40, na geração de partículas de níquel e ferro na concentração de 0,1 g/L, utilizando o gerador da TSI, teve-se um aumento na concentração de partículas geradas tanto de óxido de níquel como para as partículas de óxido ferro no tempo de 2 horas para o tempo de 10 horas. Tal fato pode ser decorrente da baixa concentração utilizada dos óxidos, uma vez que em baixas concentrações as partículas ficam suspensas por um maior tempo, sendo geradas, dessa forma, um maior número por cm3. Além disto, está maior número pode ser decorrente da deposição de partículas nas tubulações no decorrer do tempo de análise e, consequentemente, quando desprendidas, levam ao maior número de partículas geradas.
Além disto, pode-se visualizar que a concentração de partículas de níquel geradas foi superior à concentração de partículas de ferro, uma vez que pelo óxido de ferro ser mais denso que o óxido de níquel, o mesmo sedimenta mais rapidamente. Tais fatos também foram observados na Figura 5.41, na qual se observa a geração de partículas de níquel e ferro, na concentração de 0,1 g/L, utilizando o inalador comercial.
Na comparação das Figuras 5.40 e 5.41, respectivamente, referentes a uso do gerador da TSI e do inalador comercial, para a geração de partículas de óxido de níquel e ferro na concentração de 0,1 g/L, observa-se que no inalador comercial teve-se uma maior concentração de partículas geradas, tanto para partículas de óxido de níquel quanto para as partículas de óxido de ferro, quando comparado com o gerador da TSI.
Já nas Figuras 5.42 e 5.43 pode-se observar as distribuições das concentrações versus o diâmetro de partícula para os óxidos de níquel e ferro, estando ambos na concentração 1,0 g/L e sendo geradas pelo gerador da TSI e pelo inalador comercial, respectivamente.
Figura 5.42: Distribuição do diâmetro versus o número de partículas geradas por cm3
de óxidos de níquel e de ferro, na concentração de 1,0 g/L, geradas pelo gerador da TSI no tempo de 2 e 10 horas.
Fonte: Acervo pessoal.
Figura 5.43: Distribuição do diâmetro versus o número de partículas geradas por cm3
de óxidos de níquel e de ferro, na concentração de 1,0 g/L, geradas pelo inalador comercial no tempo de 2 e 10 horas.
Na Figura 5.42, na geração de partículas de níquel e ferro na concentração de 1,0 g/L, utilizando o gerador da TSI, também se notou o aumento da concentração de partículas geradas, tanto de óxido de níquel como para as partículas de óxido ferro, no tempo de 2 horas para o tempo de 10 horas. No entanto, como também visualizado na Figura 5.40, a concentração de partículas de níquel geradas é superior à concentração de partículas de ferro. Tais fatos também foram observados na Figura 5.43, na qual se observa a geração de partículas de níquel e ferro, na concentração de 1,0 g/L, utilizando o inalador comercial.
Como se observou na comparação das Figuras 5.40 e 5.41, quando se compara as Figuras 5.42 e 5.43, respectivamente, referentes a uso do gerador da TSI e do inalador comercial, para a geração de partículas de óxido de níquel e ferro na concentração de 1,0 g/L, também se ressalta que no inalador comercial teve-se uma maior concentração de partículas geradas, tanto para partículas de óxido de níquel quanto para as partículas de óxido de ferro, quando comparado com o gerador da TSI.
Além disto, quando se compara a geração de partículas de óxido de níquel e de ferro da concentração de 0,1 g/L, nas Figuras 5.40 e 5.41, para a concentração de 1,0 g/L, nas Figuras 5.42 e 5.43, observa-se que a medida que se aumenta a concentração da suspensão aumenta-se a concentração de partículas geradas, tanto pelo gerador da TSI quanto pelo inalador comercial. No entanto, na Figura 5.43, utilizando o inalador comercial, teve-se uma geração mais instável quando comparado com o gerador da TSI. Fato devido ao maior número de partículas em suspensão.
Nas Figuras 5.44 e 5.45 observam-se o número total de partículas geradas de óxido de níquel e ferro para as concentrações de 0,1 e 1,0 g/L e no tempo de 2 e 10 horas, para o gerador da TSI e para o inalador comercial, respectivamente.
Figura 5.44: Variação do número total de partículas geradas de óxido de níquel e de
ferro, nas concentrações de 0,1 e 1,0 g/L e para os tempos de 2 e 10 horas, utilizando o gerador da TSI.
Fonte: Acervo pessoal.
Figura 5.45: Variação do número total de partículas geradas de óxido de níquel e de
ferro, nas concentrações de 0,1 e 1,0 g/L e para os tempos de 2 e 10 horas, utilizando o inalador comercial.
Nas Figuras 5.44 e 5.45, referentes, respectivamente, ao gerador da TSI e ao inalador comercial, observam-se que do tempo de 2 horas para o tempo de 10 horas de análise, tanto nas concentrações de 0,1 e 1,0 g/L, ocorreu um aumento do número total de partículas geradas tanto para as partículas de óxido de níquel quanto para as partículas de óxido de ferro. No entanto, para o inalador comercial pode-se observar um maior número total de partículas geradas para as partículas de níquel e de ferro, fato já observado nas Figuras 5.41 e 5.43, nas quais apresentaram uma maior concentração de partículas.