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– Oyuncular 03.1 Başlık değişikliği

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Kural 03 – Oyuncular 03.1 Başlık değişikliği

A profissão de professor é muito importante para a construção de uma sociedade, devido às contribuições que ela proporciona as pessoas. Os professores ensinam alunos de diversas idades no decorrer de um longo período, e acabam sendo essenciais na formação e no desenvolvimento deles. Esse convívio diário com os estudantes faz com que o professor tenha uma participação considerável na vida deles, servindo como referência para vários indivíduos, além de propiciarem conhecimentos enriquecedores. De acordo com Ferreira (2010, p. 596), professor é aquele que ensina algo, como uma técnica, uma disciplina, uma arte, uma ciência.

De acordo com Nóvoa (1995), a segunda metade do século XVIII foi muito importante na história da educação e da profissão docente. Inicialmente, a função docente era uma ocupação secundária de religiosos ou leigos de diferentes origens, sendo desenvolvida de forma subsidiária e não especializada. Assim, a origem da profissão de professor veio de algumas congregações religiosas, que posteriormente, tornaram-se legítimas congregações docentes.

Segundo Kreutz (1986 apud BITTENCOURT, BELADELLI e SOMACAL, 2010, p. 2), etimologicamente o termo professor significa “o que professa a fé e fidelidade aos princípios da instituição e se doa sacerdotalmente aos alunos, com parca remuneração aqui, mas farta na eternidade”. Essa função docente surgiu no século XVIII na Europa, devido à necessidade do clero ter pessoas para ajudar a suprir o crescimento educacional que estava ocorrendo. Esses colaboradores que eram convocados deveriam jurar fidelidade aos princípios da igreja para que pudessem exercer a função de ensinar. No começo do século XIX, o ensino era praticado em diferentes locais e ainda não existia uma organização escolar específica. Dessa forma, geralmente, eram os pais dos alunos que contratavam os professores, e estes acabavam tendo total liberdade para planejar suas aulas, possuindo assim, total controle sobre o seu trabalho.

A composição da profissão docente relaciona-se com a ideia de educação como um processo existente para que os indivíduos cultivem tanto seu percurso pessoal quanto sua participação no projeto coletivo das sociedades, integrando-se em um grupo e assimilando sua cultura (COSTA, 1995).

Segundo Marques (2000), a insistência na distinção entre o educador do ser humano e o professor é comum. Tradicionalmente essa profissão é vista como uma missão e vocação, sendo a dedicação às tarefas de ensinar maior que às próprias mudanças dos que precisam ganhar a vida com seu trabalho.

Da educação infantil à universitária, o professor representa uma parte essencial na formação e no crescimento de gerações mais competentes, seguras, alegres e eficientes em suas experiências e resultados. Sendo que essa influência vai além da formação acadêmica, interferindo na formação do caráter e da personalidade da criança e, portanto, do futuro adulto (VOLI, 1998).

De acordo com Tardif, Lessard e Lahaye (1991), o professor padrão configura-se como alguém que possui conhecimentos sobre sua matéria, sua disciplina e seu programa, além de possuir certas noções das ciências da educação e da pedagogia, não deixando de desenvolver aprendizados referentes à sua experiência diária com os alunos.

Conforme Cruz et al. (2010), a profissão de professor, no decorrer dos anos, vem passando por determinados problemas. Pois o professor, anteriormente, era visto como um profissional de grande importância para a sociedade, no entanto, atualmente, ele vem lutando, cada vez mais, para que seu trabalho seja reconhecido e valorizado.

Segundo Gatti (2012), quando se trata da valorização dos docentes perante a sociedade e na realidade educacional do Brasil, existem alguns obstáculos referentes à profissão de professor, como salários inadequados, que acabam fazendo esse profissional não ter o devido reconhecimento social, assim, ele acaba se sentindo injustiçado, juntamente com seus colegas de profissão.

Para Naujorks (2002), a profissão de professor, que era para ser uma fonte de realização para o mesmo, tanto pessoalmente quanto profissionalmente, acaba sendo uma das que mais gera desgaste emocional e estresse, frustrando, assim, o docente, que passa a considerar até mesmo diferentes situações como possíveis ameaças.

De acordo com Goulart Junior e Lipp (2008), o professor necessita ter habilidades consideráveis para conseguir lidar com as recorrentes transformações que o sistema e as demandas educacionais estão sofrendo. Pois, esse profissional acaba apresentando estresse quando não consegue se adaptar às modificações no mesmo tempo que elas acontecem, ou seja, quando essa adaptação não ocorre

paralelamente ao surgimento das mudanças, tende a surgir situações de desequilíbrio e de conflitos, geradoras de estresse.

Conforme Moracco e McFaden (1982 apud BITTENCOURT, BELADELLI e SOMACAL, 2010, p. 5), normalmente, o estresse do professor, não é percebido de forma imediata, pois inicialmente são apresentados apenas alguns sinais de alerta. Dessa forma, o estresse acaba sendo percebido quando o indivíduo apresenta níveis mais elevados de sintomas, que resultam em problemas como a depressão e a ansiedade, sendo estas acompanhadas de modificações fisiológicas. O estresse do professor é divido em fatores primários e secundários. O primeiro corresponde aos fatores que influenciam diretamente no professor, ou seja, refere-se a todos os fatores que influenciam as ações que o professor exerce em sala de aula. O segundo corresponde aos fatores que influenciam indiretamente, ou seja, refere-se à influência que o ambiente tem na prática docente.

Segundo Benevides-Pereira et al. (2008, p. 4871),

o magistério é uma profissão de relações interpessoais. Por outro lado, as exigências do exercício profissional se transformam e se avolumam cotidianamente. Além da atualização diária que o professor precisa realizar, depara-se com a indisciplina, a desmotivação e as condutas antissociais dos alunos, representando um esforço a mais, sem esquecer as tradicionais exigências como preparar aulas, elaborar e aplicar avaliações, ministrar aulas, interagir com superiores na hierarquia da instituição e ainda o contato com os pais.

O estresse ocupacional é algo muito desagradável, que envolve sentimentos negativos, depressão, ansiedade, hostilidade e frustração, que ocorrem devido a estressores presentes no local de trabalho. Existem vários possíveis colaboradores para o surgimento do estresse ocupacional, entre eles há o relacionamento entre os profissionais dentro do ambiente de trabalho, as características pessoais de cada um deles e o clima dentro da organização (LIPP, 2002).

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