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2.5. Türkiye‟de Çevre Eğitimi

2.5.1. Örgün Eğitimde Çevre Eğitiminin Yeri

2.5.1.3. Ortaöğretimde Çevre Eğitimi

De acordo com as informações obtidas na área, inicialmente é feito o levantamento das necessidades dos hospitais para elaborar o orçamento de cada unidade e identificar quais são os investimentos necessários para o próximo ano. Muitas vezes, ocorre uma extrapolação, e então a administração central da FHEMIG faz um corte. Essa restrição orçamentária é feita mediante um levantamento com os setores/áreas para saber o que é mais prioritário.

A Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG) fixa uma quota para a Secretária da Saúde (SES), que é repassada para a FHEMIG, considerando os levantamentos para investimento, pessoal e custeio (custos e despesas). Essa verba deve ser alocada em função das metas propostas pela Diretoria, tais como: aumentar o número de internações e exames. O orçamento deve ser adequado para cumprir essas metas, e não como algo mecânico de controle de gastos. Além disso, existe um programa de planejamento, gestão e finanças que indica todas as contas que precisam de verbas.

As verbas são oriundas do governo do estado, do Sistema Único de Saúde (SUS) e de convênios, como o QualiSUS, com o João XXIII, no valor de R$ 7 milhões. O SUS repassa para as prefeituras o dinheiro para custear os tratamentos de saúde, enquanto que o governo do estado, via SEPLAG, repassa a verba para a realização dos investimentos.

O orçamento não é seguido à risca; ou seja, as verbas podem ser remanejadas de um investimento para outro, mediante justificativa e determinação da Diretoria. Nesse sentido, o orçamento não é meramente um instrumento de controle de gastos já predeterminados, mas uma peça que aceita realocações e ajustes para atender às mudanças de planos que ocorrem durante o exercício.

O SUS envia a verba para a prefeitura, que repassa para a FHEMIG, porque esta não pode ser órgão gestor. Por sua vez, a administração central da FHEMIG repassa parte da verba para as suas unidades. O dinheiro é bastante controlado, inclusive pelo Tribunal de Contas. As compras podem ser feitas tanto pelas várias unidades quanto pela unidade central. Quando esta tem mais condições (importações, por exemplo) ou vantagens (descontos ao comprar para vários hospitais), ela faz a compra para as demais.

É importante ressaltar que a FHEMIG possui uma Diretoria Assistencial, cujo pessoal visita as unidades e faz uma análise daquilo que cada hospital necessita. Quando se trata de obras, reformas e ampliações, o Serviço de Engenharia também faz uma análise dos

investimentos mais relevantes. O Hospital João XXIII, pelo seu porte e alta complexidade, é a unidade que recebe uma verba maior da FHEMIG.

Cada diretor faz o seu planejamento, inclusive de treinamento de pessoal, e informa o quanto precisa para congressos, viagens, eventos, cursos. O orçamento reserva uma verba para esse tipo de gasto. Entretanto, se ao longo do ano ocorrer a necessidade de fazer restrições, solicita-se à área que faça alguns cortes, inclusive no caso de ocorrer a necessidade de realizar investimentos não previstos, porém urgentes.

Com relação ao investimento na área de Tecnologia da Informação, que resultou no desenvolvimento do SIGH, este foi planejado pela área responsável com o objetivo de facilitar o trabalho de todas as demais áreas. A FHEMIG, como outras organizações de grande complexidade, necessita de um sistema de informação ágil, integrado e confiável, o que justifica o valor investido para desenvolver esse sistema.

A Secretaria da Saúde pretende investir no interior, de modo a descentralizar o atendimento da Capital. Para isso, algumas ampliações devem ser feitas. Segundo a FHEMIG, existe a proposta de adequar os sanatórios, mas isso é um investimento de longo prazo. Os investimentos realizados nos hospitais do interior no período de 2003 a 2006 foram mais significativos nos hospitais gerais de Barbacena, Juiz de Fora e Patos de Minas, principalmente com as parcerias realizadas com as prefeituras locais.

Quando a FHEMIG precisa fazer um investimento maior que o orçado, aciona-se a Secretaria da Saúde para pedir mais verba, o que, muitas vezes, é atendido mediante documentação explicativa. Entretanto, não se pode comprar a priori sem que o crédito orçamentário seja liberado. Isso porque a Lei de Responsabilidade Fiscal proíbe e o Tribunal de Contas fiscaliza os gastos realizados. Atualmente, os setores de Orçamento e Financeiro andam juntos, pois, não podem ocorrer gastos maiores do que a capacidade de pagar.

O orçamento pode ser modificado quando há alteração proposta pela Diretoria, mas isso não é visto como algo prejudicial. É compreensível que os diretores possam propor alterações para melhorar o desempenho dos hospitais e, mesmo que isso gere justificativa, faz parte do trabalho da área de Orçamento.

O controle orçamentário pode ser feito pelas unidades, entretanto ele é centralizado pela FHEMIG de modo que é desnecessário manter uma equipe administrativa em cada unidade para a realização desse trabalho. Além disso, esta centralização facilita a auditoria do Tribunal de Contas e a consolidação do orçamento geral da FHEMIG, o que é importante para análise.

Como se pode perceber pela entrevista da área de orçamento, esse instrumento é elaborado de acordo com as necessidades de investimentos dentro dos recursos disponíveis para a Fundação. Destaca-se o caráter gerencial na sua execução, uma vez que os recursos podem ser remanejados conforme as prioridades e contingências que ocorrem ao longo do ano. Além disso, fica claro que não são feitos gastos que não foram orçados sem prévia autorização da Secretária da Saúde, o que ressalta o compromisso dos gestores com as leis que regulam o orçamento público.

Benzer Belgeler