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4. BULGULAR VE YORUMLAR

4.2. ORHAN VELİ ŞİİRİNDE ÖYKÜ İZLERİ

Qualquer interferência neste processo pode causar a morte da célula.

3.2.2.1. Feniluréia: O mecanismo de ação proposto pelo FRAC para o grupo das feniluréias se caracteriza pela inibição da divisão celular, através da interferência do fungicida no

processo de mitose. Os efeitos promovidos por pencicurom no crescimento do fungo, lembram aqueles causados por carbendazim (Hutson & Miyamoto, 1998).

3.2.2.1.1. Características do grupo: Pencicuron é um fungicida não sistêmico, de ação protetora, com um longo período residual desenvolvido para o controle de Rhizoctonia solani, nas culturas de arroz, batata, tomate, melão, fumo e amendoim (Ehr & Kemmitt, 2002; Tomlin, 2002).

3.2.2.1.2. Principais representantes do grupo:

a. pencycuron

Nome comum: pencycuron (pencicurom) – Código FRAC: 4 Formula molecular: [C19H21ClN2O]

Nome químico: 1-(4-chlorobenzyl)-1-cyclopentyl-3-phenylurea.

Recomendado para os cultivos de alface, algodão, batata, beterraba, café, cenoura, feijão, repolho, curcubitáceas, ervilha, espinafre, ornamentais, olericolas, tomate e uva. (AGROFIT, 2005; CASAFE, 2005; Ehr & Kemmitt, 2002; Thomson, 2003).

Registrado no Brasil com as marcas comerciaisMoncerem 250 SC e Moncerem PM (AGROFIT, 2005).

Fórmula estrutural:

NHCON

Cl CH2

3.2.2.1.3. Principais doenças controladas: Os fungicidas apresentam controle sobre doenças do Grupo II (Danos em plântulas).

3.2.2.1.4. Doses: 5 L/ha ou 2 a 5 Kg/ha ou 100 a 300 g/100 kg de sementes (AGROFIT, 2005).

3.2.2.1.6. Misturas: No Brasil este produto não é formulado em mistura. Existem formulações em mistura com captan, tolifluanide, edifenfós, imidacloprid e imazalil (AGROFIT, 2005; Thomson, 2003; Tomlin, 1997).

3.2.2.1.7. Riscos de Resistência: Para o manejo de resistência de pencicuron considera-se como um fungicida do grupo B. Alguma ocorrência natural de populações de fungos resistentes a pencicuron e outros do grupo B podem existir através de variabilidade genética em uma população qualquer. Os indivíduos resistentes podem eventualmente dominar esta população se esse fungicida for utilizado continuamente. Os fungos resistentes não são controlados por pencicuron e nem outros fungicidas do grupo B, resultando em perda de eficácia e possível perda em produtividade. A ocorrência de fungos resistentes é difícil de ser detectada antes do uso do fungicida, devendo existir precauções no manejo deste grupo (FRAC, 2003).

3.2.2.1.8. Fitotoxicidade: não existe relato de fitotoxicidade para este produto se utilizado na dose recomendada.

3.3. Inibidores da Respiração: Diversos grupos de fungicidas utilizam como alvo a respiração mitocondrial (Figura 7). Respiração é um mecanismo onipresente no complexo oxidativo que conserva energia, liberada pelo catabolismo de moléculas tais como carboidratos, através da produção de ATP a partir de ADP e ortofosfatos. Vários componentes podem ser identificados na sequência de reações. Acetil Co-A formado na quebra de carboidratos (via glicolítica), proteínas e gorduras são degradadas no ciclo do ácido tricarboxílico (TCA). Neste processo, o co-fator NAD+ (nicotinamina adenina dinucleotideo) e FAD (flavina adenina dinucleotideo) são reduzidos para formar NADH e FADH2,

respectivamente. Os co-fatores oxidados são regenerados rendendo seus elétrons em uma cascata da cadeia respiratória terminando na redução do oxigênio da água. A cadeia de transporte de elétrons está unida para a produção de ATP através do processo de fosforilação oxidativa e complementar uma pequena quantidade de ATP sintetizada durante as reações iniciais da glicolise. Os inibidores de respiração não somente privam o organismo de seu

principal produto, o ATP, mas também interferem com a produção de outras sínteses intermediárias vitais. Vários sítios de ação tem sido identificados para fungicidas (Venâncio et al., 1999). A cadeia de transporte de elétrons (Figura 8), pode ser fracionada em quatro componentes, cada um associado com uma atividade característica:

Complexo I: NADH Coenzima Q Complexo II: Succinato Coenzima Q

Complexo III: Coenzima Q Citocromos (b c1 c)

Complexo IV: Citocromos (b c1 c) Citocromos (a a3 ) O2 (Venancio et al, 1999).

Sítios de fungicidas na cadeia de respiração mitoco ndrial de fungo s (modelo esquemático)

Complexo II

Cianoimidazoles Carboxamidas Fungicidas QiI

Mutação G143 Glicina Alanina Complexo III Ubiquinona- Citocromo c- Redutase Complexo I NADH Deidro- genase UBQ Succinato Deidro- genase Membrana Mitocondrial Lado interno cd Lado externo Complexo IV Cit. c- Oxidase UBQ UBQ e AO Fungicidas QoI

Figura 7. Sítios de diferentes fungicidas na cadeia de respiração mitocondrial de fungos

(adaptado de KUCK & MEHL, 2003).

Espaço Inter-membrana Matriz Ubiquinona Fumarato Succinato NADH+H+ NAD+ NADH+HNAD+ + 1/2O2 H O2 1/2O2 H O2 ADP+Pi ATP NADH+H+ NADP+ H + H+ H+

Figura 8. Modelo esquemático da cadeia respiratória de transporte de elétrons (adaptado de

3.3.1. Inibição do Complexo I: Complexo I ou NADH-Ubiquinona redutase é o principal ponto de acesso de elétrons para a cadeia respiratória. É composto de FMN (flavina mononucleotídeo) como flavoproteína e 24 grupamentos de Fe-S (distribuídos em cinco centros ferro-enxofre). A FMN não difunde, pois se encontra rigidamente presa ao complexo I. Este complexo possui uma bomba eletrogênica de prótons, que expulsa H+ da mitocôndria, aumentando o gradiente de prótons em 4 (2 H+ são expulsos e 2 H+ são consumidos da matriz mitocondrial) (Oliveira, 2005).

3.3.1.1. Pyrimidinamines: grupo químico a que pertence também o inseticida e acaricida pyrimidifen e, em algumas literaturas, também o fungicida cyprodinil (Earles et al., 1999). Diflumetorim é o fungicida representante do grupo de acordo com o FRAC (2002).

3.3.1.1.1. Características do grupo: Apresentam atividade protetora, pois atuam inibindo a germinação e crescimento micelial. Controlam oidio e ferrugens em cereais e ornamentais, são ativos contra fungos resistentes aos IBE’s(Inibidores da Biossintese do Esterol), benzimidazoles, quinoxalines (Smith, 2002).

3.3.1.1.2. Principais representantes do grupo:

a. diflumetorim

Nome comum: diflumetorim - Código FRAC: U3 Formula molecular: [C15H16ClF2N3O]

Nome químico: (RS)-5-chloro-N-[1-(4-difluoromethoxyphenyl)propyl]-6-methylpyrimidin- 4-ylamine

Recomendado para os cultivos de ornamentais e trigo (Smith, 2002).

Não está registrado no Brasil, sendo registrado em outros países com a marca comercial Pyricut (Smith, 2002).

N N CH3 Cl H N CH2CH3 OCHF2

3.3.1.1.3. Principais doenças controladas: Os fungicidas apresentam controle sobre doenças do Grupo V (Oídio, ferrugem).

3.3.1.1.4. Doses: 5 a 10 g i.a /100 L 3.3.1.1.5. Formulações: CE (10%)

3.3.1.1.6. Misturas: não há misturas disponíveis no mercado.

3.3.1.1.7. Riscos de Resistência: Não apresenta resistência conhecida (FRAC, 2003). Importante utilizar manejo de resistência se utilizados para patógenos de risco.

3.3.1.1.8. Fitotoxicidade: não existe relato de fitotoxicidade para este produto se utilizado na dose recomendada.

3.3.2. Inibição do Complexo II (succinato-desidrogenase): O complexo desidrogenase

Benzer Belgeler