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BÖLÜM 3: DÜĞÜN HAZIRLIĞI SÜRECĠNDE ORGANĠZASYON ġĠRKETLERĠNĠN TERCĠH EDĠLME NEDENLERĠ ÜZERĠNE BĠR ġĠRKETLERĠNĠN TERCĠH EDĠLME NEDENLERĠ ÜZERĠNE BĠR

3.3. AraĢtırman Evreni ve Örneklem

3.4.3. Organizasyon ġirketlerinin Tercih Edilme Nedenleri

Nessa seção mais três diferentes sistemas produtivos são simulados, nessa vez para diferentes valores de tempo entre falhas (19200, 9600 e 4800 minutos). As figuras 7.5 e 7.6 apresentam os resultados das ações de melhoria na redução do lead time para esses sistemas.

FIGURA 7.5: Efeito de ações de melhoria contínua no lead time para os tempos entre falhas de 4800 e 9600

minutos.

Lead time total 6,78 1 5,72 4 4,66 7 3,61 1 2,55 4 0 3 0 6 0 9 0 12 0 Tempo (meses)

Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria na taxa de defeitos Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria na variabilidade de chegadas Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria na variabilidade do tempo de Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria no tempo de reparo Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria no tempo de setup Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria no tempo entre falhas Tempo entre falhas 9600; nenhuma melhoria

Tempo entre falhas 4800; 50% de melhoria na taxa de defeitos Tempo entre falhas 4800; 50% de melhoria na variabilidade de chegadas Tempo entre falhas 4800; 50% de melhoria na variabilidade do tempo de processamento Tempo entre falhas 4800; 50% de melhoria no tempo de reparo

Tempo entre falhas 4800; 50% de melhoria no tempo de setup Tempo entre falhas 4800; 50% de melhoria no tempo entre falhas Tempo entre falhas 4800; nenhuma melhoria

FIGURA 7.6: Efeito de ações de melhoria contínua no lead time para os tempos entre falhas de 9600 e 19200

minutos.

As figuras 7.5 e 7.6 mostram que:

• Quanto mais freqüentes forem as falhas de máquinas, ou seja, quanto menor for o tempo entre falhas, maior é o lead time do processo;

A redução do tempo entre falhas é uma política muito eficaz na diminuição do lead

time, assim como acontece no sistema com apenas 1 estação de trabalho. Da mesma

maneira que no capítulo anterior, essa importância pode ser observada na grande diferença entre os efeitos de diversas ações de melhoria contínua dependendo da freqüência entre as falhas. Por exemplo, no sistema produtivo com tempo entre falhas de 9600 minutos e sem nenhuma melhoria implementada, o lead time apresentado é menor que todas as situações de melhoria para tempo entre falhas de 4800 minutos. Porém, para o sistema com tempo entre falhas de 9600 minutos, a ação de melhoria na variabilidade do tempo de processamento consegue atingir lead time menor que 3 ações de melhoria para o sistema produtivo com tempo entre falhas menor. Isso pode ser uma política alternativa a ser adotada quando o aumento da confiabilidade passa a ser difícil a partir de um determinado momento;

Lead time total 4,093 3,540 2,987 2,434 1,881 0 30 60 90 120 Tempo (meses) Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria na taxa de defeitos

Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria na variabilidade de chegadas Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria na variabilidade do tempo de processamento Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria no tempo de reparo

Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria no tempo de setup Tempo entre falhas 9600; 50% de melhoria no tempo entre falhas Tempo entre falhas 9600; nenhuma melhoria

Tempo entre falhas 19200; 50% de melhoria na taxa de defeitos Tempo entre falhas 19200; 50% de melhoria na variabilidade de chegadas Tempo entre falhas 19200; 50% de melhoria na variabilidade do tempo de processamento Tempo entre falhas 19200; 50% de melhoria no tempo de reparo

Tempo entre falhas 19200; 50% de melhoria no tempo de setup Tempo entre falhas 19200; 50% de melhoria no tempo entre falhas Tempo entre falhas 19200; nenhuma melhoria

• A ordem do efeito das ações estudados para os 3 diferentes tempos entre falhas é bastante parecida entre si e quando comparado aos ambientes com apenas 1 estação do trabalho. Para um sistema produtivo com menor tempo entre falhas (4800 minutos), a ação que mais afeta na redução do lead time é o de 50% de melhoria na variabilidade do tempo de processamento, seguida pela de melhoria no tempo de reparo, variabilidade de chegadas, tempo de setup, tempo entre falhas e taxa de defeitos. No sistema produtivo com tempo entre falhas de 9600, a ação que mais afeta na redução do lead time também é a de melhoria na variabilidade do tempo de processamento, seguida pela melhoria no tempo de setup, tempo de reparo, tempo entre falhas e taxa de defeitos. No sistema com maior tempo entre falhas (19200 minutos), o comportamento das ações de melhoria contínua segue o mesmo comportamento do sistema produtivo com 9600 minutos.

Os resultados das figuras 7.5 e 7.6 mostram que o sistema com 5 estações apresenta algumas semelhanças com o ambiente com 1 estação. Entre essas semelhanças está o fato da grande importância das ações de melhoria no tempo entre falhas e no tempo de reparo em sistemas com maior freqüência nas falhas, como já era esperado. Outra semelhança é que mesmo em um sistema com baixo tempo entre falhas, algumas ações têm mais potencial na redução do lead time do que a melhoria nessa própria variável. É o caso das ações de melhoria na variabilidade do tempo de processamento, tempo de reparo, variabilidade na taxa de chegadas e tempo de setup. A ordem das ações de melhoria contínua também é bastante parecida nas duas situações. Também, a política de investir em programas de zero falhas, continua (de acordo com as simulações) se mostrando pouco eficaz na redução do lead time, já que a maioria das ações apresentam comportamento estável a partir de um certo ponto;

7.2.4 CENÁRIO 10: O efeito das ações de melhoria contínua no lead time para sistemas