2.2 Farklı İş Sağlığı ve Güvenliği Yönetim Sistemleri
2.2.1 OHSAS 18001
Para caracterizar a natureza das fases líquidas foram utilizados os dados apresentados nas Tabelas 4.7 e 4.10.
Como pode ser visualizado na Figura 4.14, há uma boa correlação entre as viscosidades das fases líquidas na Tmd, sendo que quanto maior a
viscosidade menor o índice de piroplasticidade. Também, quanto maior a temperatura no ponto de escoamento das fases líquidas (temperatura na qual a viscosidade atinge o valor de log10= 4 KPa.s), menor o IP, essa correlação
pode ser visualizada graficamente na Figura 4.15. Outra característica da fase líquida é a tensão superficial que, ao contrário das demais, aumenta com o aumento do IP, Figura 4.16.
Figura 4.14 Efeito da piroplasticidade segund
É importante m composição KM porque alta viscosidade das piroplasticidade. Segun e potássio presente n formadas, ou seja, qua quando comparado com potássio. Na Tabela 4.1 peça como um todo be os dados extraídos da relação Na2O / K2O m
podemos compara-la c inicial utilizado foi a mes em KM. Além disso, ai em que as amostras S partida (Tabela 4.6) e, quartzo do que a STD contribuindo para a m a)
ito da viscosidade da fase líquida na Tmd sobr
egundo a) Lakatos, exceto os resultados da co b) Giordano.
nte mencionar que a Figura 4.14a) não contém orque a mesma desvia muito da tendência ge das fases líquidas na Tmd e também elev
egundo a literatura [63] a proporção entre os nte no feldspato afeta as propriedades das a, quanto maior o conteúdo de sódio, meno do com o líquido formado a partir da fusão d ela 4.11 está contemplada a relação Na2O / K
do bem como isoladamente na matriz vítrea, os das Tabelas 4.6 e 4.9, respectivamente O mostra que a massa KM apresenta o la com a massa STD, pois a quantidade to a mesma para ambas, justificando o alto valor so, ainda devemos observar a quantidade ini tras STD e KM praticamente se igualam na .6) e, após a sinterização, a massa KM ap
STD (Tabela 4.8), indicando maior dissolu a maior viscosidade da fase líquida. Ape
b)
sobre o índice de da composição KM e
ontém o resultado da cia geral: apresentou elevado índice de tre os óxidos de sódio s das fases líquidas menor a viscosidade são de um feldspato O / K2O presente na
ítrea, de acordo com mente. O cálculo da ta o menor valor e, ade total de fundente valor de viscosidade de inicial de quartzo, m na quantidade de M apresenta menos issolução do mesmo . Apesar da elevada
viscosidade, o IP revelou- tendência geral. Portanto, o concomitante a outras ques maior quantidade de fase lí pode ter sido o fator decisivo
Figura 4.15 Efeito do po Tabela 4.11 Relação Formulações STD Massa (%) 7,3 Fase vítrea (%) 6,8 Embora os resultado (Tabela 4.9) aponte menor pontos discutidos anteriorme determinadas por técnicas composição química das determinar a proporção entr cálculo da composição quími
-se igualmente alto na massa KM, cont nto, o alto valor de IP, nesse caso, deve se
questões, como já discutido anteriormente. ase líquida gerada em temperatura inferior cisivo para a deformação [79].
do ponto de escoamento da fase líquida sobre
elação molar Na2O / K2O para cada composiçã
STD QF QM KM QFKM
7,3 6,5 6,5 2,5 3,5
6,8 5,9 6,1 2,3 3,2
ultados de composição química estimada da enor quantidade de SiO2 em KM, contrad
riormente, é importante lembrar que essas me cnicas diferentes: fluorescência de raios
das peças queimadas na Tmd, RIR-Riet
entre as fases cristalinas e modelo de adit química estimada da fase vítrea.
R2 = 0,65 , contrariando a ve ser avaliado ente. Assim, a erior às demais sobre o IP. posição QMKM 3,5 3,1 a da fase vítrea ontradizendo os as medidas são raios X para Rietveld para e aditividade no
Também com r observa-se maior quan contribui para a maior v
Figura 4.
Poder-se-ia int poderia contribuir para superficial alta implica susceptibilidade à incor esses fatores podem favorecida. Assim, se superficial, exige-se ma sua vez, contribuiria superficial contribuiria d condições realizadas correlacionou de modo mostra a Figura 4.16.
Essa análise, dinâmica envolvida nes são, muito possivelme
com relação à composição química estimada quantidade de alumina na amostra KM, o aior viscosidade durante a queima.
4.16 Efeito da tensão superficial sobre o IP
ia intuitivamente pensar que tensão supe para a diminuição da deformação piroplástica mplica em menor capacidade de molham incorporação de componentes pela fase líqu odem resultar em uma sinterização com
, se a sinterização é dificultada pela e se mais temperatura para completar a densific uiria com a deformação piroplástica. Ou
uiria de forma indireta com a deformação. adas no presente trabalho, a tensão modo a contribuir com a deformação piro
lise, entretanto, é bastante simplificada con nesse sistema multicomponente em que a ivelmente, formadas a partir de fusão euté
R2 = 0,68
timada da fase vítrea o que novamente
re o IP.
superficial elevada lástica, já que tensão olhamento e menor e líquida. No entanto, com cinética menos ela elevada tensão ensificação o que, por Ou seja, a tensão De fato, para as nsão superficial se o piroplástica, como
a considerando-se a que as fases líquidas o eutética (devido à
presença de talco, Tabela 2.2), ou seja, a quantidade de líquido e a sua taxa de formação dependem, além da taxa de aquecimento, da composição do sistema. A quantidade de líquido presente na estrutura em cada instante é importante, pois determina a taxa de contração, a qual estabelece relação com a deformação piroplástica, já discutido na revisão da literatura. A fase líquida formada ocupará o espaço que antes era ocupada pelo sólido que lhe deu origem e um pouco do volume da porosidade devido à expansão de volume que os sólidos, de um modo geral, sofrem ao se transformar em líquido. A partir daí, passam a atuar as forças de capilaridade resultantes da tensão superficial formada na interface sólido líquido, resultando em um movimento coletivo de partículas que leva à densificação. A distribuição de tamanho de partículas da fase que permanece sólida e a dispersão da fase que se tornou líquida (que depende da tensão superficial) são fatores importantes para aumentar a intensidade da densificação pelo arranjo de partículas.
O tamanho das partículas foi uma das variáveis selecionadas na realização do presente trabalho com o objetivo de modificar as características das fases líquidas ou através do próprio líquido formado e/ou da dissolução das partículas sólidas presente na estrutura. A partir dos resultados até agora apresentados, pode-se dizer que tal objetivo foi atingido com êxito já que a natureza da fase líquida se apresentou como variável fundamental no mecanismo de deformação piroplástica.