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CHAPTER III OTTOMAN ADMINISTRATION IN THE UYVAR PROVINCE

3.3 Officials

14.4.1. Avaliação Visual e Instrumental aos Ataques dos Reagentes – AMÊNDOA SÃO FRANCISCO

Hidróxido de Potássio (KOH) – Vermelho (Tipo 7), Marrom Montês (Tipo 8) e Vermelho Anelar (Tipo 9)

Avaliação das respostas dos materiais aos ataques dos reagentes: as diferenças de perda de brilho (Quadro 34) e alterações visuais (Pranchas 38, 39, 40) permitem discriminar os diferentes conjuntos litológicos neste conjunto de rochas.

O granito Amêndoa São Francisco Vermelho, com uma perda de brilho 30,3 não apresentou alterações visuais e, portanto, sua perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material. Esses fatores não afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.

O granito Amêndoa São Francisco Marrom Montês, com uma perda de brilho 43,5 é o que apresentou a maior perda de brilho não apresentou alterações visuais evidentes, porém mostrou uma sutil eflorescência nas fraturas. A estética desta rocha, portanto, foi preservada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.

O granito Amêndoa São Francisco Vermelho Anelar, com uma perda de brilho 29,1 sendo o que menos brilho perdeu neste conjunto, não apresentou alteração visual, mas sim uma incipiente corrosão (covas) nos máficos, porém estas não afetaram a estética. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.

Ácido Clorídrico (HCl) – Vermelho (Tipo 7), Marrom Montês (Tipo 8) e Vermelho Anelar (Tipo 9)

Avaliação das respostas dos materiais aos ataques dos reagentes: as diferenças de perda de brilho (Quadro 34) e alterações visuais (Pranchas 38, 39, 40) permitem discriminar os diferentes conjuntos litológicos neste conjunto de rochas.

O granito Amêndoa São Francisco Vermelho, com uma perda de brilho 30,3 (constituindo o que mais brilho perdeu neste conjunto e isto se justifica pela qualidade do polimento inicial do material), não apresentou alterações visuais (mudança de cor), apresentando apenas uma sutil presença de eflorescência nas fraturas (sobretudo nos minerais máficos). Esses fatores não afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.

O granito Amêndoa São Francisco Marrom Montês, com uma perda de brilho 4,8 (considerado o que menos brilho perdeu), apresentou alterações visuais, como covas (forte corrosão) notadas ao tato com aspecto ligeiramente áspero da superfície, além de eflorescência nos máficos e

fraturas, deve ser considerado o menos resistente desse grupo. Esses fatores afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.

O granito Amêndoa São Francisco Vermelho Anelar, com uma perda de brilho 20,8 não apresentou alterações, porém ocorreu forte corrosão (covas) nos máficos, notada no tato com aspecto ligeiramente áspero da superfície. Esses fatores afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.

Cloreto de Amônia (NH4Cl) – Vermelho (Tipo 7), Marrom Montês (Tipo 8) e Vermelho

Anelar (Tipo 9)

Avaliação das respostas dos materiais aos ataques dos reagentes: as diferenças de perda de brilho (Quadro 34) e alterações visuais (Pranchas 38, 39, 40) permitem discriminar os diferentes conjuntos litológicos neste conjunto de rochas.

O granito Amêndoa São Francisco Vermelho, com uma perda de brilho 3,6 considerada muito baixa, não apresentou alterações visuais e, portanto, sua pequena perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material. Ocorreu ainda uma sutil presença de eflorescência nas fraturas, porém esse fator não afetou a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.

O granito Amêndoa São Francisco Marrom Montês, com uma perda de brilho 7,1 é o que apresentou a segunda maior perda de brilho (considerada baixa perda), não apresentou alterações visuais, portanto, sua pequena perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material. A estética da rocha foi preservada e não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo- de-prova.

O granito Amêndoa São Francisco Vermelho Anelar, com uma perda de brilho 11,0 foi o que mais brilho perdeu neste conjunto (considerada baixa perda), portanto sua pequena perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material. Não apresentou alteração visual. A estética desta rocha não foi afetada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de- prova.

Ácido Cítrico (C6H8O7) – Vermelho (Tipo 7), Marrom Montês (Tipo 8) e Vermelho Anelar

(Tipo 9)

Avaliação das respostas dos materiais aos ataques dos reagentes: as diferenças de perda de brilho (Quadro 34) e alterações visuais (Pranchas 38, 39, 40) permitem discriminar os diferentes

O granito Amêndoa São Francisco Vermelho, com uma perda de brilho 7,5 não apresentou alterações visuais e, portanto, sua pequena perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material. Ocorreu ainda uma sutil presença de eflorescência nas fraturas, porém esse fator não afetou a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de- prova.

O granito Amêndoa São Francisco Marrom Montês, com uma perda de brilho 25,5 é o que apresentou a segunda maior perda de brilho e não apresentou alterações visuais, portanto, sua pequena perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material. Ocorreu ainda uma sutil presença de eflorescência nas fraturas, porém esse fator não afetou a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.

O granito Amêndoa São Francisco Vermelho Anelar, com uma perda de brilho 44,2, foi o que mais brilho perdeu neste conjunto, sua pequena perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material. Não apresentou alteração visual. A estética desta rocha não foi afetada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.

Hipoclorito de Sódio (NaClO) – Vermelho (Tipo 7), Marrom Montês (Tipo 8) e Vermelho Anelar (Tipo 9)

Avaliação das respostas dos materiais aos ataques dos reagentes: as diferenças de perda de brilho (Quadro 34) e alterações visuais (Pranchas 38, 39, 40) permitem discriminar os diferentes conjuntos litológicos neste conjunto de rochas.

O granito Amêndoa São Francisco Vermelho, com uma perda de brilho 7,7 não apresentou alterações visuais e, portanto, sua pequena perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material. Ocorreu ainda uma sutil presença de eflorescência nas fraturas, porém esse fator não afetou a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de- prova.

O granito Amêndoa São Francisco Marrom Montês, com uma perda de brilho 11,3 é o que apresentou a segunda maior perda de brilho e não apresentou alterações visuais, portanto, sua pequena perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material. Ocorreu ainda uma sutil presença de eflorescência nas fraturas, porém esse fator não afetou a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.

O granito Amêndoa São Francisco Vermelho Anelar, com uma perda de brilho 14,4 considerado uma pequena perda, foi o que mais brilho perdeu neste conjunto. Não apresentou alteração visual, porém ocorreu uma sutil corrosão (covas) nos máficos e eflorescência nas fraturas, devendo ser considerado como o granito menos resistente deste grupo, porém estes fatores não afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo.

14.5.AMÊNDOA SÃO ROQUE

O ensaio de resistência ao ataque químico foi executado em placas polidas dos granitos atacados pelos reagentes e podem ser visualizadas nas Pranchas (41, 42). O quadro 35 e a Figura 49 apresentarão a seguinte seqüência relativa as medidas de perda de brilho médio sob a ação dos agentes agressivos utilizados: A) Amostra no estado natural (Neutro):; após o processo de envelhecimento pelo uso do: B) hidróxido de potássio; C) ácido clorídrico ; D) cloreto de amônia; E) ácido cítrico e F) hipoclorito de sódio.

Quadro 35. Resultados das medidas de brilho efetuadas no ensaio de resistência ao ataque químico

antes e após a ação das substâncias químicas utilizadas aos tipos São Roque.

TIPOS GRANÍTICOS: AMÊNDOA SÃO ROQUE

VERMELHO (Tipo 10) VERMELHO MÉDIO (Tipo11)

Substância Química Brilho Inicial Brilho Final Perda Brilho (%) Brilho Inicial Brilho Final Perda Brilho (%) Hidróxido de Potássio (KOH)–(30g/l) 48,1 22,8 52,6 44,6 30,8 30,8 Ácido Clorídrico (HCl)-(3%) 43,5 38,1 11,2 46,0 36,3 20,1 Cloreto de Amônia (NH4Cl)-(100 g/l) 38,6 33,0 14,0 37,6 32,3 14,6 Ácido Cítrico (C6H8O7)-(100 g/l) 38,1 24,6 35,1 47,5 43,8 7,8 Hipoclorito de Sódio (NaClO)-(20 mg/l) 56,8 45,0 20,5 46,8 39,5 15,0

Prancha 41. Granitos com as faces polidas das placas. São Roque Vermelho: A)

Amostra no estado

Benzer Belgeler