• Sonuç bulunamadı

2.2.5. Metabolik Sendrom ve İlişkili Olduğu Klinik Durumlar

2.2.5.2 Obezite

Observamos que a carência de material didático sobre vestuário se faz sentir em todos os níveis do ensino. O dicionário, enquanto ferramenta didática, poderá auxiliar os professores, como ficou claro no tópico da avaliação geral. Assim, um dos professores comentou:

Nós tínhamos aqui o Curso Superior de Moda [...] no qual formamos a primeira turma. Uma das dificuldades que nós tivemos foi exatamente de referência bibliográfica, de um acervo que embasasse melhor a teoria junto aos alunos. Porque o aluno acadêmico é diferente do técnico, ele se aprofunda, ele quer saber a origem, quer saber detalhes... e seu trabalho contempla essas questões, [...] Outro curso está em andamento, [...] com certeza essa lacuna vai ser fechada no final, com certeza, com o lançamento desse seu trabalho. (P1, GF2).

Concordaram, ainda, que o dicionário seria uma ferramenta bastante útil para as suas atividades docentes, visto que sentiam a falta de um dicionário técnico na área, conforme afirma um dos professores:

[...] este trabalho é uma ferramenta que é desconhecida com a profundidade que tem, pelo menos em termos de acervo bibliográfico.

Eu não conheço nenhum que tenha essa profundidade, como a que você está trabalhando, vai servir de referência, e os alunos vão sair com muito mais subsídios para a defesa de um seminário, uma explicação, um painel, a apresentação de relatório final de curso, para qualquer um trabalho desses, ou de acordo com a demanda do professor. (P1, GF2).

Outros hesitaram com relação ao fato de o dicionário ser uma ferramenta didática, mas concordaram que seria uma fonte de pesquisa:

[...] Seria uma fonte de pesquisa para os alunos irem consultar esse material quando fosse necessário, de acordo com os trabalhos que fossem sendo passados por disciplinas diferentes. Essa idéia [do dicionário] é muito boa de nós associarmos a essa parte pedagógica, porque ela tem uma base, tanto para os alunos que futuramente serão os profissionais da área, e também vai fazer com que a área em si cresça com relação ao nível de conhecimento, e que cada vez mais esse conhecimento seja unificado. (P3, GF3).

Alguns docentes fazem pesquisa bibliográfica de termos para enriquecer o vocabulário e ampliar o conhecimento dos alunos. Após essas pesquisas, procedem a um debate em sala de aula. Esse trabalho poderia ser mais proveitoso não fosse a carência de literatura técnica. O dicionário permitiria superar essa carência:

[...] vi que a profundidade de cada termo, com o nível de abrangência e a responsabilidade na pesquisa que você está fazendo, isso vai contribuir muito no dia-a-dia didático [...] na sala de aula. Às vezes o professor está numa aula de pesquisa, numa aula de campo, ou seja, numa pesquisa bibliográfica de termos técnicos, e a gente tem só um conceito de algumas coisas. Muitas vezes, a gente pesquisa em documentos sem muita consistência que não acrescentam nada, e da forma como você está fazendo, com certeza será de grande valia. (P1, GF2).

Também, o dicionário pode ser uma ferramenta para que o professor prepare e enriqueça suas aulas, e sua própria formação. O dicionário serviria para a elaboração dos planos de ensino, dirimindo dúvidas sobre alguns termos, ou para responder aos questionamentos de alunos: “Este material vai contribuir até para o próprio professor estar se preparando para dar sua aula, já tendo uma referência para poder estar levando para sala de aula [...] (P3, GF2)”. Também um participante comentou: “E a aplicabilidade [do dicionário] eu vejo assim, inteiramente possível,

considerando o momento de planejamento de ensino, quando o professor vai elaborar o plano de demonstração das suas aulas” (P4, GF2).

Para outros professores, o dicionário, como obra de referência, seria particularmente útil no contexto de formação no qual atuam, com alunos extremamente diversos quanto aos seus conhecimentos, como enfatizou (P2, GF2):

O apoio do dicionário vai trazer muitas contribuições para nossa área, até porque, hoje nós recebemos alunos com muita diversidade: alguns não tem experiência nenhuma, outros já vêm com algumas experiências caseiras, outros vêm com experiência de fábrica. Então, como a gente percebe, esses meninos, esses nossos alunos, nossos clientes, cada um traz o seu conhecimento de mundo, que a gente tenta unificar dentro de um padrão. E tendo uma referência, vai se tornar algo muito mais concreto.

Para os participantes, alunos de engenharia têxtil da UFRN, o dicionário configura-se como um novo instrumento de pesquisa ao qual recorrer em caso de dúvidas, como explicou (P5, GF5):

[...] quando eu li o material, eu achei bastante complexo para a gente que trabalha na área de Confecção. É um material que a gente sabe que vai poder recorrer quando tiver dúvidas sobre algum termo. Vai servir como ferramenta de pesquisa, que vai auxiliar... para a gente poder, nas empresas, ir usando a definição mais correta, e sabendo ‘o porquê’ daquela definição.

[...] Eu acho que de início, como é uma ferramenta nova, que a gente está tendo acesso a ela agora, acho que de início seria como um instrumento de pesquisa mesmo. Se a gente precisasse, ia recorrer a ele procurando alguma definição, ou quando tivesse alguma dúvida.

Outros alunos acharam que o diferencial desse material estava justamente na sua estrutura, detalhada e abrangente, conforme percebido por um aluno:

A primeira impressão do material, é que ele é muito semelhante com um dicionário, só que os termos, a explicação dos termos, é mais detalhada, e vem com conteúdo técnico de grande abrangência para cobrir toda a atuação do Engenheiro Têxtil. (P4, GF5).

Aspecto também evidenciado por outro aluno quando declarou:

Eu também achei que o material ficou bem interessante. As definições ficaram bem claras com os termos voltados para a área profissional têxtil, e o que deixou ele ainda mais interessante foi a questão da contextualização, e saber qual a origem daqueles termos, daquelas palavras. (P3, GF5).

Benzer Belgeler