0,597 Tip 2 DM Olanlar 13 32,5 16 40 11 27,5 40 %
3.2.5. SIRT1 rs7895833 gen bölgesi ekspresyonu
3.2.5.4. Ngn3 rs4536103 gen ekspresyon düzeyi-obez olan ve obez olmayanlarla ilişkis
Em amarelo estão as escolas ou tecnologias sociais6 que têm como atividade principal a promoção da aprendizagem, ou seja, escolas formais, não formais ou informais. Em vermelho estão as empresas ou empresas sociais7 que participam desta rede. Em azul os órgãos públicos, nacionais ou internacionais, institutos, fundações e coletivos sem fins lucrativos. Em verde as pessoas físicas. Para facilitar a visualização dos nomes, nesta representação está sendo usado apenas um nome de referência ou a sigla. São consideradas como relações nesta rede: parcerias para desenvolvimento de projetos em comum, financiamento de projetos, vínculos de parentesco entre membros da entidade ou participação no mesmo grupo proprietário, bem como participação direta de pessoas de liderança em ambas as instituições. A fonte de dados para a elaboração desta rede foram notícias na imprensa e sites oficiais dessas organizações.
Gostaríamos de destacar nesta rede a proporção dos atores. São pouquíssimas as escolas aqui representadas, mostrando que os vínculos institucionais que elas estabelecem não são formais ou essenciais para o desenvolvimento de seus projetos. Como são agentes de enorme relevância para entendermos a inovação educacional, na sequência traremos sua apresentação.
Nesta representação há a presença de empresas e empresas sociais, mas proporcionalmente são poucas e, quase em sua totalidade, vinculadas a tecnologias digitais. A grande representatividade neste setor é das instituições sem fins lucrativos.
Como Ghanem (2007) já observava, as organizações da sociedade civil têm atuado cada vez mais diretamente nas políticas públicas.
No Brasil, assim como em muitos outros países, a influência em políticas tornou-se meta de numerosas organizações da sociedade civil [...] o empenho em unir todas as forças possíveis do campo governamental e da sociedade civil para romper com aparelhos tradicionais de poder mantenedores de injustiça social é o grande desafio da influência em políticas públicas, é a tradução apropriada da ideia de democracia como esforço permanente. (GHANEM, 2007, p. 23)
Mas o setor de inovação educacional no Brasil é marcado não apenas pela articulação da sociedade civil, mas especialmente pela atuação de fundações e institutos
6 Tecnologias sociais são soluções (produtos ou metodologias) que podem ser replicáveis. Costumam ser
gestadas por uma comunidade para solução de seus problemas cotidianos, aliando conhecimento popular com conhecimento científico.
7
Negócios sociais são empresas ou organizações não governamentais (ONGs) que alinham lucro com impacto social. Fazem parte do “setor 2,5”. Diferentemente de empresas que podem ter uma área social ou exercer atividades filantrópicas em paralelo à sua atividade principal, as empresas sociais têm como atividade-fim o impacto social; diferentemente das ONGs que geram recursos por atividades e produtos que não necessariamente são sua atividade central, as empresas sociais também geram retorno financeiro por sua atividade principal. São negócios sustentáveis do ponto de vista econômico e social e/ou ambiental. As que combinam retorno financeiro com impacto social e retiram os lucros são juridicamente empresas, e as que investem o próprio lucro no negócio são ONGs.
ligados a grandes empresas e empresários de diversos setores, assim como por órgãos públicos e internacionais.
Para encerrarmos a análise geral e partirmos para a apresentação de cada um dos envolvidos, é interessante destacar dois tipos de relação predominantes nesta rede, que aqui chamaremos de agregadora e intensificadora. O primeiro tipo de relação diz respeito a projetos ou organizações que nascem agregando instituições ao seu redor, como no caso do projeto Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacionais (GENTE), a escola municipal do Rio de Janeiro, que conectou diversas outras instituições para sua realização; ou o Centro de Referências em Educação Integral (CREI), que também reúne muitas organizações ao seu redor. Uma característica deste tipo de relação é trazer novos players para o jogo, isto é, introduzir novas organizações no setor da inovação educacional do país. Essas ações têm papel importante para democratizar o debate e os tipos de projeto, bem como ampliar o número de agentes dessa rede.
Em contraste com este modelo, temos as instituições apresentadas ao centro desta representação e que se caracterizam por estarem vinculadas entre si, formando relações “intensificadas”. Exemplo desse tipo de relação é a que existe entre a Fundação Lemann, a Fundação Telefônica, o Instituto Natura e o Instituto Inspirare; juntos eles realizam muitos projetos, mas alguns projetos são realizados por apenas dois deles e outros por outros dois ou três. É comum o reforço nestas relações em vez do estabelecimento de novas parcerias, e o alinhamento começa a ser tão grande que empreendem projetos maiores e mais duradouros. É preciso recordar, mais uma vez, que se trata de relações que evidenciam a elaboração de projetos ou vínculo estreito no tocante aos projetos de inovação educacional. É possível que as organizações aqui representadas tenham fortes vínculos de parceria com instituições que aqui não aparecem por estarem desenvolvendo projetos de outra natureza, como alfabetização ou alimentação.
Iniciaremos esta descrição pela organização que mais apresentou pontos de conexão, o Todos pela Educação (TPE). Fundado em 2006, esta organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) é mantida por 13 organizações: DPaschoal, Fundação Bradesco, Fundação Itaú Social, Itaú BBA, Fundação Telefônica, Gerdau, Instituto Unibanco, Santander, Suzano Papel e Celulose, Fundação Lemann, Instituto Península, Instituto Natura e Instituto Samuel Klein. Tem como parceiros a agência ABC, a agência DM9 DDB, a Rede Globo, a Editora Moderna, a Fundação Santillana, o Instituto Ayrton Senna (IAS), a Friends Áudio, a Fundação Victor Civita, a consultoria McKinsey&Company, o Instituto Paulo Montenegro, o Instituto HSBC, o Canal Futura, a Editora Saraiva, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Patri Políticas Públicas, o Luzio Strategy
Group, o Itaú Cultural e a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal. Com sede em São Paulo, tem como objetivo produzir conhecimento, mobilizar e fomentar a educação no país para que até 2022 esteja assegurado o direito de todas as crianças e jovens a uma educação de qualidade. O projeto de inovação que desenvolve chama-se Métodos Inovadores de Ensino, que, segundo o movimento, é um projeto:
Em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Instituto Natura, o Itaú BBA, a Samsung e a Fundação Telefônica Vivo, [...]. A iniciativa tem como objetivo contribuir para a garantia de uma Educação de qualidade para todos e para o uso eficiente dos recursos públicos da Educação por meio da identificação e da construção de instrumentos que permitam aos professores, gestores escolares e gestores públicos:
1) diagnosticar as possibilidades de adoção de tecnologias na Educação – escolas e redes de ensino; 2) avaliar a pertinência das soluções disponíveis; 3) avaliar os resultados alcançados com a adoção das tecnologias selecionadas.
O projeto tem 4 fases: mapeamento nacional e internacional dos instrumentos existentes com esse foco; realização de pré-teste dos instrumentos identificados/elaborados; aplicação dos instrumentos em um piloto desenvolvido em parceria com redes públicas de ensino; divulgação do processo e resultados. A implementação dos Métodos Inovadores se estenderá até o ano de 2017.
Posteriormente, os instrumentos, guias e cases relacionados ao projeto estarão disponíveis em uma publicação impressa. Também será criada uma plataforma para que gestores públicos consultem e utilizem os instrumentos e insiram informações e tabulações de resultados. (TODOS PELA EDUCAÇÃO, 2015)
Um de seus parceiros, o IAS, fundado em 1994, além de apoiar o TPE desenvolve outros projetos de inovação, como o EduLab21, que busca desenvolver as competências para o século XXI nas escolas públicas brasileiras, conforme apresentado na ilustração abaixo.