10. YASAL MEVZUAT AÇISINDAN İHTİSAS OSB
10.2. NEDEN İHTİSAS OSB?
109
QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE ESTRATÉGIAS DE SUPERVISÃO CLÍNICA EM ENFERMAGEM
Os dados recolhidos neste projeto, servirão unicamente para o contexto deste estudo, que se insere no âmbito do Curso de Mestrado em Supervisão Clínica em Enfermagem, da Escola Superior de Enfermagem do Porto.
Antes de responder ao questionário leia cuidadosamente as seguintes indicações: Não há respostas certas ou erradas para nenhuma das questões
levantadas
Preencha todo o questionário e seja o mais sincero(a) possível
A sua participação é fundamental para a realização deste estudo, pelo que desde já se agradece a sua colaboração.
Parte I – CARACTERIZAÇÃO SÓCIO DEMOGRÁFICA
1. Sexo Feminino
Masculino 2. Idade ______ (anos completos)
3. Tempo de exercício profissional __________ (anos completos) 4. Categoria profissional
Enfermeiro
Enfermeiro Graduado Enfermeiro Especialista
Enfermeiro-Chefe Enfermeiro Supervisor Enfermeiro Diretor
5. Situação jurídica de emprego
Contrato de Trabalho em Funções Públicas (Antiga Nomeação Definitiva/Quadro)
Contrato Individual de Trabalho por Tempo Indeterminado Contrato Individual de Trabalho a Termo Resolutivo Certo
Outro Qual?__________________________________________________
6. Instituição onde exerce funções_______________________________________ 7. Serviço onde exerce as suas funções __________________________________ 8. Habilitações académicas e profissionais (pode assinalar mais do que uma
opção): Bacharelato Licenciatura Especialidade Qual? ____________________________________________ Mestrado Qual? ____________________________________________ Doutoramento Qual? ____________________________________________
9. Sente-se realizado como enfermeiro
Sim Não
10. Enquanto enfermeiro, já teve experiência como supervisionado
110
(Se respondeu não, passe à questão 12)
11. De uma forma geral, considera a sua experiência enquanto supervisionado
Positiva
Negativa Indiferente
12. Tem formação em Supervisão Clínica em Enfermagem
Sim Qual? __________________________________________________ Não
13. Já teve experiência enquanto supervisor clínico
Sim Não
14. A sua experiência enquanto supervisor clínico foi na (pode assinalar mais do
que uma opção)
Supervisão de estudantes
Supervisão de pares
15. Iniciou funções de supervisor clínico porque (pode assinalar mais do que uma
opção)
Voluntariou-se
O seu superior hierárquico nomeou-o
Os seus colegas sugeriram-no
Tem formação na área de Supervisão Clínica em Enfermagem
Outra Qual? __________________________________________________
16. Atualmente é supervisor clínico
Sim Não
17. De uma forma geral, considera a sua experiência enquanto supervisor clínico
Positiva Negativa Indiferente
18. Gostaria de vir a desempenhar funções de supervisor clínico
Sim Não
19. Considera importante ter formação em Supervisão Clínica em Enfermagem para
exercer funções de supervisor clínico
Sim Não
Indiferente
20. Considera a Supervisão Clínica em Enfermagem importante para o
desenvolvimento profissional
111
Parte II - AVALIAÇÃO DA RELEVÂNCIA DOS INDICADORES DAS ESTRATÉGIAS DE SCE
Feedback: processo interativo com o objetivo de promover a consciencialização do supervisionado sobre o seu
desempenho
O supervisor fornece feedback de forma clara e objetiva 1 2 3 4 5
O supervisor fornece feedback de forma contínua e atempada 1 2 3 4 5
O supervisor fornece feedback positivo 1 2 3 4 5
O supervisor fornece feedback negativo 1 2 3 4 5
O supervisor fornece feedback sobre as competências científicas, técnicas e atitudinais 1 2 3 4 5
O supervisor fornece feedback num ambiente apropriado 1 2 3 4 5
Demonstração: processo através do qual o supervisor, recorrendo a métodos de exemplificação, explica ou ensina ao
supervisionado, como executar ou abordar uma determinada situação
O supervisor demonstra um determinado procedimento 1 2 3 4 5
O supervisor complementa a demonstração com explicação (promotora da compreensão) 1 2 3 4 5 O supervisor complementa a demonstração com explicação questionante (promotora da reflexão) 1 2 3 4 5
Observação: processo estruturado de observação das práticas e atitudes do supervisionado
O supervisor observa as atitudes do supervisionado 1 2 3 4 5
O supervisor observa o supervisionado na realização das práticas 1 2 3 4 5
O supervisor regista os dados observados 1 2 3 4 5
Relatório reflexivo: estratégia didática de promoção da reflexão e autoavaliação, através de um documento escrito pelo
supervisionado, essencial para o seu desenvolvimento pessoal e profissional
O supervisor analisa o relatório reflexivo do supervisionado 1 2 3 4 5
O supervisor reflete com o supervisionado acerca do conteúdo do relatório reflexivo 1 2 3 4 5
Formação contínua: estratégia formativa essencial para a atualização de conhecimentos e práticas
O supervisor identifica necessidades, ao nível da prática, pertinentes para discussão 1 2 3 4 5 O supervisor ajuda o supervisionado a identificar necessidades, ao nível da prática, pertinentes para
discussão 1 2 3 4 5
O supervisor identifica necessidades de formação do supervisionado 1 2 3 4 5
O supervisor indica fontes de pesquisa 1 2 3 4 5
O supervisor incentiva a pesquisa 1 2 3 4 5
O supervisor incentiva uma prática baseada na evidência 1 2 3 4 5
Atendendo às estratégias de supervisão clínica seguidamente assinaladas a negrito, escolha, colocando uma cruz (X) na opção que mais se adequa à sua opinião relativamente à relevância com que os indicadores das estratégias de supervisão mencionados devem ser implementados no âmbito da supervisão clínica em enfermagem. Utilize para isso a seguinte chave:
1 2 3 4 5 Totalmente relevante Muito relevante Pouco relevante Relevante Nada relevante
112
Supervisão à distância: estratégia que permite aceder ao supervisor, em tempo real ou acordado, para reflexão das
práticas e obtenção de apoio
O supervisor responde aos e-mails do supervisionado no tempo acordado 1 2 3 4 5
O supervisor está disponível via skype para contacto com o supervisionado no horário acordado 1 2 3 4 5 O supervisor está disponível para comunicar via telefone com o supervisionado 1 2 3 4 5
Análise de documentação dos cuidados de enfermagem: estratégia que permite obter dados essenciais para discutir e
refletir com o supervisionado sobre a conceção de cuidados
O supervisor analisa a consistência e rigor da documentação dos cuidados 1 2 3 4 5
O supervisor ajuda o supervisionado a identificar necessidades de formação 1 2 3 4 5 O supervisor ajuda o supervisionado a identificar, na documentação, os dados necessários à viabilização
de indicadores de qualidade dos cuidados 1 2 3 4 5
O supervisor ajuda o supervisionado a refletir sobre a adequação dos padrões de documentação dos
cuidados em uso 1 2 3 4 5
Apoio: estratégia que visa ajudar o supervisionado na sua prática clínica, a reduzir o stresse, a prevenir o burnout e a
aumentar a sua satisfação profissional
O supervisor estabelece uma relação de confiança com o supervisionado 1 2 3 4 5
O supervisor promove o suporte entre os pares 1 2 3 4 5
O supervisor propõe desafios 1 2 3 4 5
O supervisor ajuda o supervisionado a superar as suas dificuldades 1 2 3 4 5
O supervisor ajuda o supervisionado a gerir as emoções 1 2 3 4 5
O supervisor coloca-se no papel do supervisionado 1 2 3 4 5
O supervisor apoia o supervisionado em situações ansiogénicas 1 2 3 4 5
Análise crítico-reflexiva das práticas: estratégia que promove a reflexão sobre a prática e a reconstrução de saberes,
tendo em vista o desenvolvimento da autonomia no processo de tomada de decisão consciente e informada
O supervisor ajuda o supervisionado a refletir para a ação de modo a planificar as suas intervenções 1 2 3 4 5 O supervisor ajuda o supervisionado a refletir na ação de modo a estruturar as suas intervenções 1 2 3 4 5
O supervisor ajuda o supervisionado a refletir sobre a ação realizada, permitindo-lhe reconstruir e
compreender a sua ação 1 2 3 4 5
O supervisor reflete com o supervisionado sobre as metodologias de organização dos cuidados 1 2 3 4 5 O supervisor não dá respostas, ajuda o supervisionado a encontrá-las por si 1 2 3 4 5
O supervisor respeita o tempo para o supervisionado refletir 1 2 3 4 5
O supervisor ajuda o supervisionado a questionar-se sobre situações decorrentes da prática 1 2 3 4 5
O supervisor questiona o supervisionado sobre a sua prática 1 2 3 4 5
Análise de casos com o supervisionado: estratégia potenciadora do saber contextualizado, através da análise refletida
de casos reais da prática clínica ou de episódios significativos
O supervisor analisa as situações clínicas com o supervisionado 1 2 3 4 5
O supervisor analisa incidentes críticos com o supervisionado 1 2 3 4 5
O supervisor tem em consideração as experiências anteriores do supervisionado 1 2 3 4 5
Análise de casos em grupo: estratégia de grupo potenciadora do saber contextualizado, através da análise refletida de
casos reais da prática clínica ou de episódios significativos
O supervisor analisa situações clínicas com os supervisionados 1 2 3 4 5
O supervisor analisa incidentes críticos com os supervisionados 1 2 3 4 5
O supervisor promove a discussão entre supervisionados em relação às situações/incidentes analisados 1 2 3 4 5 O supervisor tem em consideração as experiências anteriores dos supervisionados 1 2 3 4 5
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Sessões de supervisão individuais: estratégia estruturada e ativa desenvolvida entre o supervisor e o supervisionado,
que visa a reflexão, a discussão e a análise da prática, bem como a promoção do desenvolvimento pessoal e profissional
O supervisor negoceia as estratégias de supervisão 1 2 3 4 5
O supervisor ajuda o supervisionado a desenvolver uma atitude crítica, dando-lhe espaço para dar
sugestões 1 2 3 4 5
O supervisor ajuda o supervisionado a desenvolver uma atitude crítica, dando-lhe espaço para colocar
questões 1 2 3 4 5
O supervisor identifica as necessidades de desenvolvimento do supervisionado 1 2 3 4 5
O supervisor planeia a sessão seguinte com o supervisionado 1 2 3 4 5
Sessões de supervisão em grupo: estratégia estruturada e ativa, desenvolvida em grupo de pares, que visa a reflexão, a
discussão e a análise da prática, bem como a promoção do desenvolvimento pessoal e profissional O supervisor ajuda os supervisionados a desenvolverem uma atitude crítica, proporcionando espaço
para colocarem questões 1 2 3 4 5
O supervisor promove a reflexão entre supervisionados 1 2 3 4 5
O supervisor promove a troca de experiências entre supervisionados 1 2 3 4 5
O supervisor ajuda os supervisionados a desenvolverem uma atitude crítica, proporcionando espaço
para darem sugestões 1 2 3 4 5
O supervisor planeia a sessão seguinte com os supervisionados 1 2 3 4 5
Auto supervisão: estratégia de introspeção metacognitiva, de autoanálise e de autorreflexão, que permite ao
supervisionado sentir-se mais confiante e seguro das suas práticas
O supervisor promove no supervisionado a capacidade de identificar as suas potencialidades e
dificuldades 1 2 3 4 5
O supervisor informa o supervisionado sobre a utilização de técnicas de autoavaliação 1 2 3 4 5 O supervisor treina com o supervisionado a utilização de técnicas de autoavaliação 1 2 3 4 5 O supervisor informa o supervisionado sobre a utilização de técnicas de autorreflexão 1 2 3 4 5
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