1.5. Horasan’ın İdari Yapısı
1.6.1. Nîşâbur
ADORNO, Sérgio. Os aprendizes do poder: bacharelismo liberal na política brasileira.
Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
ALMEIDA, Cândido Mendes de. Auxiliar jurídico: apêndice às ordenações filipinas [por
Candido Mendes de Almeida]. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1985.
ALMEIDA, Cândido Mendes de. Código Philippino ou Ordenações e Leis do Reino de
Portugal recopiladas por mandado d´El-Rey D. Philippe [Candido Mendes]. Rio De Ja-
neiro: Typografia do Instituto Philomatico, 1870.
BAPTISTA, Francisco de Paula. Compêndio de theoria e pratica do processo civil com-
parado com o comercial para uso das Faculdades de Direito do império. Pernambuco:
Livr. Acadêmica de J.W. de Medeiros: Livr. Ind. de Walfredo e Souza, 1872.
ASCHERI, Mario. Giuristi e istituzioni dal medioevo all'età moderna (secoli XI-XVII).
Keip: Stockstadt, 2009.
BARBOSA, Samuel Rodrigues. Complexidade e meios textuais de difusão e seleção do
Direito Civil brasileiro pré-codificação in História do Direito em Perspectiva. Ricardo
Marcelo Fonseca e Airton Cerqueira Leite Seelaender (orgs.). Curitiba: Juruá, 2011.
BARMAN, Roderick J. e BARMAN, J. The Role of the Law Graduate in the Political
Imperial Brazil. Journal of Interamerican Studies, v.18, n.4. 1976.
BARRETO, Plinio. A cultura jurídica no Brasil, 1822-1922. São Paulo: Bibliotheca d’O
Estado de S. Paulo, 1922.
BASTOS, Aurélio Wander Chaves. Ensino Jurídico no Brasil. Rio de Janeiro: Lumen Ju-
ris, 2000.
BATISTA, Francisco de Paula. Compêndio de theoria e prática do processo civil com-
parado com o commercial e de hermenêutica jurídica. Rio de Janeiro: Paris Garnier,
1910?.
BROTERO, José Maria de Avelar. A filosofia do direito constitucional por José Maria
de Avellar Brotero (Conselheiro Brotero). Introdução de José Afonso da Silva. São
Paulo: Malheiros, 2007.
CAMPOS NETO, Antônio Augusto Machado. “As cadeiras extintas da Academia de Di-
reito de São Paulo” in Revista da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo,
São Paulo, v. 108, p. 93-115, jan./dez. 2013.
CARVALHO, José Murilo (organizador). Bernardo Pereira de Vasconcelos. São Paulo:
Editora 34, 1999.
CARVALHO, José Murilo de. A construção da ordem. Rio de Janeiro: Civilização
Brasileira, 2012.
COELHO, Edmundo Campos. As profissões imperiais: medicina, engenharia e advocacia
no Rio de Janeiro, 1822-1930. Rio de Janeiro: Record, 1999.
COSTA, Emília Viotti da. Da monarquia à república: momentos decisivos. São Paulo:
Ed. da UNESP, 2010.
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 2012.
FERREIRA, Waldemar Martins. Congregação da faculdade de direito na centúria de
1827 a 1927. São Paulo: Siqueira, 1928.
FONSECA, Ricardo Marcelo. A Cultura Jurídica Brasileira e a Questão Da Codifica-
ção Civil no Século XIX. In: Quaderni Fiorentini per la Storia del Pensiero Giuridico Mo-
FREIRE, Pascoal Jose de Melo. Curso de direito civil portuguez para o anno lectivo de
1842-1843. Coimbra: Imprensa da Universidade, 1845.
FREIRE, Pascoal Jose de Melo. Curso de direito civil portuguez, ou, commentario as
instituições do Sr. Paschoal Jose de Mello Freire sobre o mesmo direito. Coimbra, Orcel
19-?.
FREITAS, Augusto Teixeira de. Código civil esboço. Rio de Janeiro: Ministério da Justiça,
Serviço de Documentação, 1952.
FREITAS, Augusto Teixeira de. Consolidação das leis civis. Prefácio de Ruy Rosado de
Aguiar. Brasília Senado Federal, Conselho Editorial, 2003.
HESPANHA, António Manuel. Cultura Jurídica Européia: síntese de um milênio. Coim-
bra: Almedina, 2012.
JUNQUEIRA, Eliane Botelho. O Bacharel de Direito no século XIX: herói ou anti-herói?
Luso-Brazilian Review, v.34, n.1. 1997.
LOPES, José Reinaldo de Lima. As palavras e a Lei: direito, ordem e justiça na história
do pensamento jurídico moderno. São Paulo: Editora 34, 2004.
LOPES, José Reinaldo de Lima. O Oráculo de Delfos. O Conselho De Estado No Brasil-
Império. São Paulo: Saraiva, 2010.
LOUREIRO, Lourenço Trigo de. Instituições de direito civil brasileiro. Prefácio de
Paulo Távora. Brasília Senado Federal, Conselho editorial do Superior Tribunal de Justiça,
2004.
MARQUES, Mário Reis. Ciência e Ação: o poder simbólico do discurso jurídico uni-
versitário no Período do Ius Commune. Penélope: fazer e desfazer a História, v.6. 1991.
p.63-72.
Livraria José Olympio-Instituto Nacional do Livro, 1979.
NOGUEIRA, José Luiz de Almeida. A academia de São Paulo - tradições e reminiscên-
cias: estudantes, estudantões, estudantadas. Edição comemorativa do sesquicentenário
dos cursos jurídicos no Brasil. Notas e acréscimos de Carlos Penteado de Rezende. São
Paulo: Saraiva, 1977.
RIBAS, Antônio Joaquim. Curso de direito civil brasileiro. Prefácio de Antônio de Pádua
Ribeiro. Brasília Senado Federal, Conselho Editorial 2003.
ROBERTO, Giordano Bruno Soares. O Direito Civil nas Academias Jurídicas do Impé-
rio. 2008. 602 folhas. Tese de Doutorado – Faculdade de Direito da Universidade Federal
de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2008.
SACRAMENTO BLAKE, Augusto Victorino. Diccionario bibliographico brazileiro
pelo doutor Augusto Victorino Alves Sacramento Blake. Rio de Janeiro: Typographia
Nacional, 1883-1902.
SILVA, Nuno J. Espinosa Gomes da. História do direito português: fontes do direito. Lis-
boa: Fundação Calouste Gilbekian, 1991.
TELES, José Homem Correa. Digesto portuguez ou tratado dos direitos e obrigações
civis accommodado as leis e costumes da nação portugueza para servir de subsídio ao
novo código civil. Lisboa: Liv Clássica, 1909.
VAMPRÉ, Spencer. Memórias para a história da Academia de São Paulo. Edição co-
memorativa do Sesquicentenário da instauração dos cursos jurídicos no Brasil: 1827-1977;
apresentação do Ministro da Educação e Cultura Ney Braga. São Paulo: INL, Conselho Fe-
deral de Cultura, 1977.
VENÂNCIO FILHO, Alberto. Das Arcadas ao Bacharelismo: 150 anos de ensino jurídico
no Brasil. 2ª Edição. 2ª Reimpressão. São Paulo: Perspectiva, 2011.
Relação do Rio de Janeiro: a invocação da Boa Razão e o uso da doutrina. Uma amostragem.
In: SILVA, MariaB. Nizza da (org.). Cultura portuguesa na Terra de Santa Cruz. Lisboa:
Editorial Estampa, 1995.
WOKMER, Antônio Carlos (organizador). Fundamentos de história do direito. 4ª Edi-
ção. 2ª Tiragem. Belo Horizonte: Del Rey, 2008.
WOKMER, Antônio Carlos. História do direito no Brasil. 4ª Edição, revista e alterada.
Rio de Janeiro: Forense, 2007.
ANEXO I
Dissertação de Antônio Manoel Browne
[475] A bem da ordem começaremos a nossa dissertação mostrando como se forma o fundo
da emancipação. No artigo 3, o legislador estatuiu uma providência, uma disposição que
mostra não apenas o poder soberano do Brasil, a libertação geral de todos os escravos para
que se libertasse decretasse imediatamente a libertação com as condições de ingenuidade
para os que nascerem da data da lei, não alterou, pois, a condição dos escravos existentes;
cumpria extirpar esta lepra que arruína o corpo social. Estatuiu neste artigo e em alguns
outros as providências tendentes a desaparecer gradativamente a escravidão no Brasil, assim
determinou: Serão [477] anualmente libertados, em cada província do Império, tantos escra-
vos quantos corresponderem à cota anualmente disponível no fundo destinado para a eman-
cipação. A este artigo correspondem os outros do Regulamento de 3 de novembro de 1873,
onde determinou as providências práticas, acerca do modo de libertação dos escravos. Se a
escravidão tem produzido vantagens, se tem mesmo servido para aumento de recursos
econômicos, se estes recursos agora desaparecem, convinha que os impostos decorrentes da
escravidão tivessem o destino da libertação da mesma; assim é um imposto que não poderia
ter aplicação mais conforme [479] do que concorrer para a libertação dos escravos.
Assim determinou o legislador que este fundo de emancipação devia compor-se: Da tarra (?)
de escravos; dos impostos gerais sobre transmissão de propriedade de escravos; do produto
de seis loterias anuais isentas de impostos, e da décima parte das que forem concedidas d'ora
em diante para correrem na capital do Império; das multas impostas em virtude desta lei; das
quotas que sejam mareadas (?) no orçamento geral e nos provinciais e municipais; de subs-
crições, doações e legados com esse destino. Assim, o legislador para extinguir uma iniqui-
dade, procurou o recurso de outras [481] instituições, os meios em que o elemento moral se
acha incluído. Esta doutrina é conforme não só a ciência econômica, como a ciência moral.
Assim a taxa dos escravos será aplicada para libertação dos mesmos, assim o produto das
seis loterias anuais, isentas de impostos deve ser aplicado para libertação dos escravos e
ainda as demais loterias que tenham destino especial se (…) deduzir a décima parte para o
fim da emancipação.
Com exceção desta fonte de rendas para formar o fundo de emancipação, todas as demais
rendas provêm do elemento servil, assim diz o legislador no §4 das multas impostas em [483]
virtude da lei; estas multas têm por fim o preenchimento dos deveres que a mesma lei esta-
belece, ora estes deveres são todos tendentes a verificação das matrículas dos escravos e a
verificação do nascimento de ingênuos em consequência da disposição da lei. Estas multas
abrangem todos os funcionários encarregados da matrícula e todos os proprietários e pessoas
a quem incumbe fazer a matrícula; por consequente o seu fundamento principal é a existência
da escravidão. Ainda determina o legislador além destes elementos (…) destinados a eman-
cipação dos escravos; o Estado deve concorrer com uma quota, para o mesmo [485] fim, por
isto diz: nos orlamentos gerais, provinciais e municipais serão assinadas quotas para o fim
da emancipação. Por conseguinte, vemos que o legislador não se esqueceu de concorrer com
vários elementos para que extinguisse o elemento servil. Como (…) que individual ou par-
ticularmente os cidadãos concorrerão para que se extinguisse a escravidão determinou que
as subscrições que forem feitas para este fim, as doações e legados que tiverem este destino
serão contemplados no fundo emancipador.
No §2 do artigo 3º o legislador em consequência das disposições já formadas em virtude de
que nos orçamentos provinciais e [487] municipais se havia de (…) uma quota para o fundo
emancipador. Dispõe acerca do modo como este fundo deve ser distribuído e dispõe muito
razoavelmente, porque se um município devota uma quantia para a emancipação de escra-
vos, esta quota deve ser aplicada no mesmo município, porque a renda sendo produzida no
município, sendo os impostos extraídos do município, aí é que devem ter aplicação. Se uma
quota foi lançada por uma assembleia provincial, esta deve ser aplicada em benefício dos
escravos da província e quando é geral deve ser aplicada em todo o Império segundo os
princípios de Bem Público e [489] Administrativo e dentro dos limites do justo e da equi-
dade, dento destes limites porque o fim é fazer desaparecer paulatinamente o elemento servil,
logo onde houver mais escravos a quota deve ser maior, onde o número destes for mais
diminuto, a quota deve ser proporcional. Eis o modo pelo qual se forma o fundo emancipa-
dor, passamos agora a mostrar qual o fim que tem o filho da escrava depois da idade de 8
anos, para depois respondermos a nossa tese.
Pelo §1 do artg. 1 da lei 2040 de 28 de setembro de 1871se vê: os filhos menores ficarão em
poder e sob autoridade dos senhores de suas mães, os quais terão obrigação de criá-los e
tratá-los até a idade [491] de 8 anos completos, o legislador aditou mais 1 ano em relação a
todos os indivíduos que o Estado fornece. Entendeu o legislador que não cumpria lançar um
ônus maior sobre os senhores de escravos, cujos filhos eram livres, que depois de 8 anos não
querendo o senhor carregar com este ônus, ou não podendo cumprir que o Estado se incum-
bisse da educação deles. Porém como havia desvio dos serviços das mães dos escravos e
todos estes desvios eram em prejuízo do senhor, cumpria que chegando os ingênuos a idade
de 8 anos, o senhor que declarava que não queria conservá-lo em seu poder para auferir
vantagens do serviço até a idade de 21 anos [493], devia ter uma indenização pelas despesas
feitas.
Assim, o legislador determinou que depois da idade de 8 anos, o senhor poderia optar ou por
uma indenização correspondente a uma apólice de 600$000 cujo juro devia ser prestado (…)
do ano ou pelo serviço do menor até a idade de 21 anos. Porém, cumpria que os senhores
fizessem uma declaração em regra, afim de não suscitarem questões no futuro acerca da
opção que se aprovará, esta declaração deve ser feita no prazo de 30 dias, firmado o protesto
perante duas autoridades qualquer, a autoridade tem o protesto e leva a autoridade superior.
[495] Quando o senhor não quer o serviço do ingênuo, cumpre ao Estado encarregar-se de
sua educação e instrução. Assim, pois, o senhor da escrava tem a obrigação até a data de 8
anos de criar e tratar do ingênuo. Porém, pelo §4 deste mesmo artigo e lei, nós vemos que o
legislador neste § jogou com sentimentos que decorrem da maternidade e com esses outros
que se encontram nas pessoas que veem (…) ente humano debaixo de seu poder, isto é, em
sua casa, fazenda ou herdade, portanto deu preferência ao sentimento que é natural, a mãe
se for libertada deve o filho de condição livre da idade de 8 anos acompanhá-la [497]. Mas
se este anuiu a que ficasse em poder de seu senhor é evidente é evidente que o sentimento e
afeição da parte do senhor se manifesta pelo escravo, o sentimento materno aqui sacrificasse,
entendendo que o senhor cumprirá o seu dever. Esta é a regra geral, salvo se preferir deixá-
los e o senhor anuir a ficar com eles.
Assim, pois, temos que se a mulher escrava obtiver a liberdade, os filhos menos de 8 anos
que estejam em poder do senhor dela por virtude do §1º lhe serão entregues, exceto se pre-
ferir deixá-los, e o senhor anuir a ficar com eles.
Em conclusão, dizemos que quanto a indenização ao senhor da escrava [499] libertada pelo
fundo de emancipação, a lei nada fiz, fala apenas na indenização no caso de serem entregues
os filhos na idade de 8 anos e onde a lei não distingue nós não podemos distinguir. Por isso,
somos forçados a dizer que o senhor da escrava libertada não recebe indenização alguma.
Aproveitamos a ocasião para pedir a nossa ilustrada cadeira vênia pela imperfeição de nosso
trabalho.
Belgede
VIII. yüzyıl ile XI. yüzyıllar arasında Horasan’ın dini ve sosyal yapısı
(sayfa 27-35)