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3. YÖNTEM

5.2. Öneriler

5.2.1. Milli Eğitim Bakanlığına Yönelik Öneriler

A questão foi respondida positivamente por diversos autores, que inclusive criaram métodos pessoais de desenvolvimento da criatividade, como será examinado a seguir. Mas antes há de se entender como é explicado o processo criativo. Tentando conciliar o pensamento desses autores de forma resumida, podem-se estabelecer quatro fases no processo. A primeira delas, seria a de preparação ou estímulo, onde o indivíduo se sensibiliza para a criação, pesquisa conscientemente, busca dados, adquire repertório. A segunda fase, dita de incubação ou de elaboração mental é onde ocorrem as sinapses, as novas relações, a desconstrução do conceito, segundo alguns, e sua reconstrução após diversos novos relacionamentos; muitas vezes, embora o nível consciente não esteja ocupado no processo, ele continua a ocorrer sub- conscientemente. A terceira fase, chamada de iluminação pela maioria dos autores, é o clímax do processo criativo, quando internamente se obtém a convicção de se ter obtido a solução para o problema. A quarta e última etapa, de verificação, é a que o criador se depara com a sua criação e a avalia conscientemente, podendo reafirmá-la como definitiva ou tomá-la como estímulo para um novo processo de criação.

Conhecido o processo de criação, fica mais fácil o entendimento dos diversos métodos de estímulo à criatividade propostos.

O método chamado “brainstorming” ou “tempestade cerebral” foi desenvolvido por Osborn (1963) e consiste, basicamente, na produção incessante de idéias e associações livres que se façam a partir de determinado estímulo, com as seguintes regras: as associações devem vir livres de críticas; a imaginação deve funcionar incessantemente; é importante a produção de muitas associações; as associações anteriores podem servir como fonte de outras associações.

O “Problem solving” é assim descrito por Barbosa (1978, pag. 58): “O problem

solving como único meio de desenvolver a criatividade na sala de aula, é uma espécie de produção criativa, em condições de laboratório, enfatizando somente o domínio cognitivo com uma duração de efeito comprovada por pesquisas de 2 a 3 anos apenas. Tal ênfase é estruturalmente descompensatória tomando em consideração a unidade fundamental do organismo mental. Essa unidade não é somente uma afirmação da teoria da Gestalt, mesmo porque a teoria da Gestalt não pode mais ser considerada apenas uma teoria ou uma escola, uma vez que suas contribuições têm sido absorvidas, como princípios básicos e universais, pela psicologia geral. (...) Além disso, o problem solving envolve freqüentemente operações formais, que representam uma amálgama de pensamento associativo e avaliativo, no qual o processo de abstração desempenha importante papel”.

O método conhecido como “desenhando com o lado direito do cérebro” procura estimular o lóbulo cerebral onde, segundo estudos neurológicos, se situam as sinapses responsáveis pelas operações simbólicas e emocionais. Consiste basicamente na descontextualização dos estímulos, buscando encará-los sobre pontos de vista alternativos.

Saunders desenvolveu o “método dos processos mentais”, que consiste na seleção de uma atividade artística em função de um processo mental específico, tal como análise ou abstração, desenvolvimento da habilidade de redefinir e rearranjar, da flexibilidade e fluência, coerência de organização, originalidade e síntese. Nesse método, o professor é o agente provocador deste ou daquele componente mental.

D’Amico tentou ligar os pressupostos da arte-educação de Herbert Read com a aplicação de Hudson, definindo os seguintes pontos, assim sintetizados por Carneiro (1981):

1) Trabalhando criativamente os alunos, talentosos ou não, se mantém satisfeitos com as aulas;

2) O aluno tem consciência de seu desenvolvimento;

3) O aluno talentoso não deve receber muitas atenções especiais, pois pode correr o risco de procurar especializações antes de estar maduro para tal; 4) A primeira meta do professor é de manter o aluno livre para expressar seus

próprios sentimentos, idéias e expressões;

5) O aluno não é um fotógrafo e assim não precisa copiar as cores da natureza. Ele deve saber decompô-las para seu próprio enriquecimento; 6) A cor deve ser deixada a nível emocional;

7) O professor deve cuidar para não expressar seus próprios pontos de vista para permitir que o aluno siga seus sentimentos;

8) Num ambiente que oferece várias alternativas em materiais e espaço dá melhor resultados que um programa limitado em um único ponto de vista; 9) Técnicas e temas específicos podem ser dados pelo professor;

10) Tarefas simples e complexas são dadas para desafiar as várias habilidades dos indivíduos no mesmo grupo;

11) Emborca tarefas gerais possam ser dadas ao grupo como todo, professor deve focalizar as necessidades individuais;

12) O aluno deve ser estimulado a ver o mundo. Sua visão e sua memória visual devem ser treinadas. A inspiração podem ser encontradas nas redondezas, no lar, em eventos fora do comum ou ainda na representação do mundo indivisível;

13) Nunca métodos convencionais,” como se faz passo a passo” devem ser utilizados;

14) Não se deve trabalhar em cima de regras de composição e sim através do ensaio e erro;

15) Se o professor achar necessário demonstrar alguma técnica ao iniciar uma tarefa, assim que o trabalho tiver realizado deve ser retirado para evitar imitação;

16) Traço algum deve ser dado pelo professor no trabalho do aluno: se a demonstração for necessária, um desenho frio pode ser feito pelo professor em um outro papel e imediatamente destruído;

17) O julgamento do professor é importante, deve ser positivo sem que sentimentos sejam feridos;

18) O uso de modelos deve ser equilibrado para não criar dependência;

19) O modelo vivo pode ser utilizado para ser situado num espaço criado pelo aluno.

CAPÍTULO 7

Benzer Belgeler