BÖLÜM 2: ŞERİF HÜSEYİN İSYANI
2.5. İsyan Sürecinin Analizi: İngilizler, Şerif Hüseyin ve İbn Suud
2.5.2. Mekke’den Medine’ye İsyan’ın Hicaz’da Yayılması
O tecido conjuntivo da derme consiste em fibras colágenas e elásticas dentro da substância fundamental; todos são formados pelos fibroblastos11.
O colágeno é uma glicoproteína estrutural, com peso molecular 290 kDa, composto pelos aminoácidos glicina (33,5%), prolina (12%) e hidroxiprolina (10%) formando três cadeias polipeptídicas enroladas entre si configurando uma estrutura de tripla hélice11,36. É formado por fibrilas e microfibrilas que originam as fibras com diâmetro variável e presentes sob a forma de uma rede delicadamente trançada ou de feixes espessos encontrados na camada papilar da derme. São birrefringentes, pois são constituídas por moléculas alongadas e paralelas, desse modo, quando examinadas ao microscópio de polarização aparecem brilhantes contra um fundo escuro37. As unidades pilossebáceas, glândulas écrinas, apócrinas e vasos sanguíneos estão rodeados por uma malha delgada de fibras colágenas11,36.
A derme reticular apresenta fibras colágenas, entrelaçadas, unidas em feixes espessos paralelos à superfície da pele. Eles se estendem em várias direções horizontalmente11.
As fibras reticulares representam um tipo especial de fibra colágena delgada, com 0,2-1 µm de diâmetro. Apresentam argirofilia em contraste com as fibras colágenas e isso provavelmente está relacionado com o fato dessas corresponderem à distribuição de colágeno tipo III ao invés de colágeno tipo I. São as primeiras fibras formadas durante a vida embrionária e estão presentes em várias condições patológicas com atividade fibroblástica aumentada, como na sarcoidose, granuloma da tuberculose, dermatofibroma, fibrossarcoma e feridas em processo de cura11. A proporção de colágeno tipo I para tipo III no adulto é 6:136.
Na pele normal, apesar do colágeno ser continuamente substituído; a sua formação não é precedida por uma fase argirófila, em vez disso, todo o colágeno neoformado consiste em fibras grandes. Entretanto, há poucas áreas nas quais as fibras colágenas pequenas, sob a forma de fibra reticular, estão presentes sem se transformar em fibras grandes não argirófilas; isso ocorre na zona da membrana basal, próxima da epiderme e seus apêndices, em torno dos vasos sanguíneos e como uma cápsula em torno de cada célula adiposa. A argirofilia das fibras reticulares pode ser explicada pela quantidade de substância fundamental em torno das fibras e sobre as mesmas, sendo presente nessas e ausentes nas fibras colágenas11.
Junqueira (1978) apud Junqueira38 descreveu o método de picro- sirius como específico para detecção de colágeno em cortes de tecido em vertebrados, esta coloração aumenta a birrefrigência do colágeno e fibras reticulares significativamente38,39.
As fibras elásticas estão presentes em quantidade menor na pele. Na derme papilar estão presentes como feixes de microfibrilas (fibras oxitalânicas) ou como elastina com ligações cruzadas em pequena quantidade (fibras elaunínicas). Na derme reticular estão orientadas horizontalmente na rede, com extensões verticais para a derme papilar na forma de fibras oxitalânicas40.
Na microscopia eletrônica as fibras elásticas apresentam, como maior constituinte, a elastina que aparece como estrutura ramificada, amorfa, formando camadas contínuas no tecido conjuntivo. A unidade básica da elastina é a tropoelastina que é um polipeptídeo linear, com cerca de 800 aminoácidos, massa molecular de 72 kDa e rico em valina, prolina, glicina e alanina, além de uma pequena quantidade de hidroxiprolina. A elastina é circundada por estruturas microfibrilares distintas formadas por proteínas de alto e baixo peso molecular, como as fibrilinas, proteínas de ligação latente, fator transformador de crescimento (TGF ) e fibulinas40.
Glicosaminoglicanos são um tipo de proteoglicano, componente da matriz extracelular. São moléculas de polissacarídeos que se ligam à água formando um polímero hidratado preenchedor do espaço entre as fibras de colágeno e elastina e auxiliam na sustentação do tecido cutâneo41.
No fotoenvelhecimento há diminuição dos fibroblastos; hiperplasia do tecido elástico, com fibras elásticas aumentadas, espessas, enroladas, emaranhadas e fibras colágenas afinadas e achatadas. As fibrilas colágenas estão diminuídas em número e quando presentes mostram uma densidade diminuída, bem como o contraste na estriação transversal e filamentos separados em suas extremidades10. Há diminuição dos precursores do colágeno tipo I e III10,11. Os vasos sanguíneos na derme elastótica são tortuosos ou dilatados, com espessamento das paredes das vênulas pós- capilares causado pela deposição concêntrica de material membrana “basal- like”. As células-véu estão envolvidas no depósito deste material devido ao aumento de seu tamanho e número. Os glicosaminoglicanos estão aumentados e são depositados anormalmente no tecido elastótico em vez de serem depositados entre as fibras colágenas e elásticas10,12-15.
Nos pacientes com elastose solar clínica, a coloração de hematoxilina-eosina (H.E.) revela, abaixo da epiderme, uma larga faixa de material eosinofílico chamada zona Grenz. Abaixo desta zona existe a degeneração basofílica do colágeno. Nesta área os feixes de colágeno eosinofílico foram substituídos por um material granuloso, organizado em massas amorfas basofílicas, que se coram como tecido elástico nas colorações específicas e são, portanto, designadas como material elastótico. O material elastótico é resultado da ação direta dos RUV na matriz extracelular ou ação direta nos fibroblastos dérmicos que produzem elastina anormal11-13. Os fibroblastos mostram características de uma célula que
sintetiza ativamente, pois possuem um retículo endoplasmático rugoso com material amorfo ou granuloso fino que é excretado no espaço extracelular; assim, o material elastótico é formado como resultado de uma função alterada dos fibroblastos, que não são mais capazes de produzir fibras elásticas e colágenas normais. Portanto, esse material não é um produto da degeneração das fibras elásticas preexistentes10.
O material elastótico se assemelha ao tecido elástico pelas seguintes características:
• composição dos aminoácidos, pois essa assemelha-se mais ao tecido elástico do que ao colágeno. O tecido elástico possui quantidade menor de hidroxiprolina;
• possui a mesma autofluorescência brilhante que o tecido elástico; • tanto o material elastótico quanto o tecido elástico são digeridos
pela enzima elastase.
Por outro lado, difere em alguns aspectos das fibras elásticas na pele idosa não exposta. O número e tamanho das fibras elastóticas estão aumentados em relação ao número e tamanho das fibras encontradas na pele normal ou idosa. Na microscopia eletrônica observa-se que o material elastótico preservou sua antigenicidade para a elastina, mas não para as microfibrilas10.