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3. MICROCHIP MCP2510 KAA KONTROL EDİCİ

3.5. MCP2510 Kontrol Edici Konfigürasyon İşlemleri

Esta seção expõe os resultados obtidos a partir da análise das entrevistas. Deste modo, apresenta-se nos três próximos quadros um apanhado dos principais pontos apontados pelos entrevistados, dispostos pelas dimensões que eles representam, a partir dos instrumentos de pesquisa.

O primeiro quadro apresentada as categorias emanadas das entrevistas, que servem de base para proposição das variáveis que se relacionam no comportamento percebido dos profissionais de saúde, no Quadro 10.

DIMENSÃO VARIÁVEL CATEGORIA EVIDÊNCIAS ORIUNDAS DAS ENTREVISTAS

Privacidade Entendimento Conhecimento

di eito de u dete i ado pa ie te de o te as suas i fo ações divulgadas GE“

espeito de o expo o pa ie te e nenhum das áreas, quer seja a área física quer seja a área emocional ou mesmo a própria patologia do pa ie te áMP

toda i fo aç o ue ve a o pa hada da ide tifi aç o do pa ie te GE“

essa p iva idade uito mais uma questão hu a a GE“

Crenças

a uela ue o pa ie te a ha ais sigilosa (GES4)

os dados de pa ie tes i te ados s o dos pa ie tes GE“

di eito assegu ado pela o stituiç o (AMP4)

ue deli ita o ito da p iva idade o p óp io pa ie te áMP

s o a uelas ue to a os valo es o ais, como sexualidade, opção religiosa, mas isso dependendo da sociedade onde o paciente est i se ido áMP

dis uss o pe ue a, uase ue i elevante e algu s asos GE“

a o fide ialidade ai da ais trabalhada, mas a privacidade,

o eitual e te, o t a alhada GE“ eu vejo uito pou as o ve sações a esse espeito áMP

todo p ofissio al ue t a alha de t o de uma instituição tem essa percepção de que o sigilo i po ta te GE“

Desafios

Princípios

deve do di o ga a ti a p iva idade, o sigilo das i fo ações GE“

o aio desafio essa di e s o

educacional de como se lida com a informação do out o áMP

se si iliza ada vez ais ue essa informação, na verdade, é de propriedade do pa ie te GE“

Valores

a te p i ei o, a i teg idade, a segu a ça desta i fo aç o áMP

dese volve essa ultu a de espeito aos direitos da pessoa, de respeito aos direitos de

ue a i fo aç o do pa ie te áMP Quadro 10 – Principais pontos levantados pelos respondentes sobre a dimensão Privacidade

Observando-se a questão da privacidade das informações, procede-se uma reflexão sobre as categorias emanadas a partir das variáveis detectadas para esta dimensão, que são entedimento e desafios, com base na interpretação dos dados destacados das entrevistas. A primeira e segunda categorias dizem respeito ao conhecimento e as crenças que os profissionais da saúde têm a respeito do que é privacidade, entendimento este bastante flexibilizado em termos de o que pode e o que não pode ser feito em termos de acesso e uso das informações privadas.

A próxima variável se dá em relação aos desafios relacionados à privacidade de informações de pacientes da área médica. Observa-se que, na visão dos respondentes, não se trata de um problema relacionado à tecnologia, mas sim a aspectos comportamentais dos indivíduos envolvidos. Neste sentido, necessário se faz uma análise mais aprofundada quais

são os princípios e valores, bem como as possíveis formas de modificar este comportamento e introduzir, paulatinamente, uma mudança cultural. Da mesma forma, a definição de mecanismos de proteção apenas funcionará com uma cultura que respeita e valoriza a privacidade de informações de pacientes.

Em seguida apresentam-se as categorias emanadas da dimensão Aspectos Organizacionais, como pode ser verificado no Quadro 11.

DIMENSÃO VARIÁVEL CATEGORIA EVIDÊNCIAS ORIUNDAS DAS ENTREVISTAS

Aspectos Organizacionais Políticas de acesso às informações Segurança

a i fo atizaç o ela veio ga a ti u pou o ais desse tipo de segu a ça GE“

a ge te te t a alhado h algu te po o p oto olos po e uipe áMP

á uest o da espe ializaç o a edi i a foi outra coisa que fez com que essa informação passe po ais olhos GE“

sa e o lo al o de se est ve aliza do essas i fo ações (AMP4)

Existência

a ge te te fó u s de dis uss o GE“ os hospitais t a o iss o de p o tu ios, que estabelece as regras de acesso às

i fo ações áMP

existe desde o ódigo de ti a di a, at os códigos de ética profissional, de

enfermagem, até os regulamentos internos de hospitais GE“

uase todos os hospitais ue eu visitei, te algu g au, te algu a políti a de a esso (GES2)

O o it de ti a só a io ado ua do soli itado GE“

as i stituições a t ú leos de o trole do exercício profissional. Esses núcleos se apresentam na forma de conselhos internos de ti a áMP

Observância

elas s o sufi ie tes, as eu si to a p ti a que as pessoas interpretam essas políticas conforme interesses próprios até dificuldades pessoais áMP

uitas oisas a ge te te o papel e as pessoas ignoram, se aquilo que está no papel fosse realmente respeitado, não teria p o le a áMP

a te viva essa p eo upaç o o a privacidade, com a ética, embora isso seja, ou devesse ser uma preocupação de todos dentro da i stituiç o áMP

Completude

o ate di e to dessas políti as passa uito pelo perfil das pessoas que estão trabalhando ali GE“

pa a esta ele e as ossas políti as de segurança e acesso a informação foi feita uma busca bastante abrangente de toda a

legislaç o efe e te a esse aspe to GE“ s o os o it s ue a ge te ge al e te busca, ou pra ter algum tipo de informação que se está precisando, ou para se aconselhar at áMP

Atores e Papéis

Intenção

a ge te te ue segui essas

recomendações que são do próprio ministério da saúde o elaç o a esses ate di e tos (AMP2)

o esta o ve sa do ou fala do dos asos áMP

te todo u siste a de o t ole da eti ada do p o tu io áMP

só a legislaç o e as o ie tações o d o o ta áMP

Ambiente

te o o o jetivo o ga iza as uestões de pes uisa e defe de o pes uisado áMP

existe u t ei a e to aio , as apenas treinamentos para funcionários

ad i ist ativos GE“

a saúde a ve dade est u siste a carente, onde o gestor muitas vezes tem que com boa vontade complementar aquilo que falta a políti a ge al de saúde GE“ Quadro 11 – Principais pontos levantados pelos respondentes sobre a dimensão Aspectos Organizacionais

Observando-se a questão destes aspectos organizacionais, verifica-se a existência de duas variáveis. Com relação à existência de políticas de acesso e uso de informações privadas como sendo algo bem mais presente nas organizações. No entanto, isto não significa que estas sejam adequadamente seguidas pelos profissionais, seja por questões culturais ou valores pessoais. Desta variável emanaram as categorias segurança, existência, observância e completude.

Estas políticas passam tanto por aquelas emanadas dos diversos conselhos profissionais, comitês de ética e comitês de prontuários, quanto aquelas elaboradas pela área de Tecnologia da Informação, que compreendem as Políticas de Segurança da Informação (PSI) e outras normas técnicas, tais como ISO´s ou frameworks eventualmente adotados pelas instituições em seus sistemas de informação de saúde.

Com relação aos atores e papéis deste processo, na medida em que os profissionais estejam preparados para os desafios relacionados à privacidade de informações de pacientes, há a necessidade de desenvolver programas de capacitação adequados para cada grupo de profissionais, no sentido de que cada um destes entenda claramente qual o seu papel e suas responsabilidades no processo. Assim, a partir da análise realizada, as categorias emanadas foram Intenção e Ambiente.

A seguir destacam-se as categorias emanadas da dimensão Aspectos Comportamentais, com base na interpretação dos dados coletados nas entrevistas e de acordo com o exposto no Quadro 12.

DIMENSÃO VARIÁVEL CATEGORIA EVIDÊNCIAS ORIUNDAS DAS ENTREVISTAS

Aspectos Comportamentais

Conduta profissional

Atitude

a ge te te essa p eo upaç o ue todos os níveis de profissionais e os residentes te ha t ei a e to GE“

te o e tos ue ós te os u sos, te os eve tos ue dis ute isso áMP

ua do te esses eve tos, de vez e quando, na programação tem uma mesa sobre

ti a, u palest a te fala do áMP ai da u a la u a as fa uldades de

edi i a GE“

se esses siste as o tive e u siste a de segurança adequado, essas informações fi a t o f agilizadas ua to o papel GE“

u a edida ge al de eforçar a e essidade de se a te a p iva idade (GES4)

soli itado ao p ofissio al ue expli asse os motivos e o caso seria levado ao comitê de

ti a pa a a lise GE“

se a e se p e u p o esso ju to ao o it de ti a da ea GE“

o al e te se tenta fazer primeiro uma a o dage edu ativa áMP

Manutenção do Sigilo

o vio ue algu ue o te ha esse perfil, não tenha valores bem definidos nessa questão, não vai levar este comportamento à f e te GE“

o fato hu a o fu da e tal (GES2) o ue vo t az do e ço, a edu aç o ue você teve em casa vai lhe ajudar na vida e em tudo áMP

ue o te esses valo es o ais e estabelecidos não vai dar muito importância a

uest o da p iva idade áMP

a quebra de confidencialidade, privacidade, é muito mais uma questão de postura do p ofissio al do ue st ess GE“

Uso da informação pelo profissional de saúde Hábito

st ess ou p ess o pode atua e ual ue situaç o, i lusive u ato di o GE“

a so e a ga de t a alho pode impedir sim o profissional a ferir esses princípios às vezes at se pe e e áMP

ua do algu o leva a s io po ue o te o o he i e to GE“

u a pe ue a f aç o faz po

desconhecimento, ou até por uma formação falha GE“

o p i ipal otivo a esso pa a pes uisa (GES2)

o p i ei o deles talvez seja o o

e te di e to dessa uest o de p iva idade (AMP4)

te uito a ve o a p óp ia pe so alidade da pessoa áMP

Quadro 12 – Principais pontos levantados pelos respondentes sobre a dimensão Aspectos Comportamentais

Observando-se a dimensão dos Aspectos Comportamentais, diz respeito à conduta profissional e o uso que este faz das informações de pacientes a que tem acesso. A relativização das regras por parte dos profissionais é preocupante, uma vez que pode ocorrer o balanço entre punição e recompensa, o que pode comprometer ainda mais a manutenção do sigilo das informações. Desta forma, as políticas elaboradas pelos Gestores das Instituições, apoiados por suas áreas de TI podem se tornar ineficazes, deixando as informações dos pacientes desprotegidas. Tal comportamento estimula um Hábito inadequado e em dissonância às políticas estabelecidas.

Esse processo de conscientização pela privacidade das informações em saúde está relacionado com o os três níveis de conscientização na Segurança da Informação, dispostos por Shaw et al. (2009), quais sejam o entendimento, a compreensão e a projeção.

O entendimento diz respeito à capacidade de detecção e identificação de riscos potenciais na segurança da informação, permitindo o entendimento, por parte do profissional, da presença de ameaças através de um comportamento inadequado. A compreensão diz respeito à habilidade em identificar corretamente todas as potencias origens de ameaças à Segurança da Informação. Por fim, a projeção é a capacidade do profissional de saúde em predizer futuras situações.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Uma vez realizada a análise, são apresentadas neste capítulo as considerações finais a respeito desta pesquisa, apresentadas em quatro seções, a seguir. A primeira destas seções apresenta as conclusões da pesquisa, bem como os pontos observados no decorrer deste estudo.

A segunda seção deste capítulo final procura discorrer sobre as contribuições desta pesquisa ao tema proposto. Já a terceira seção traz observações a respeito das limitações contidas nesta pesquisa. Por fim a quarta e última seção apresenta sugestões de pesquisas futuras que podem ser realizadas no sentido de complementar esta pesquisa, enriquecendo ainda mais o tema Privacidade, especificamente relativo às informações de saúde.

Benzer Belgeler