2.2. Fen Eğitiminde Biyoloji Öğretimi
2.2.3. Mayoz bölünme konusunun öğretiminde kullanılan yöntem
Em relação aos resultados do tratamento com os Remédios Florais e seus efeitos sobre o TMC, em ambos os grupos, os resultados se mostraram sem diferença estatisticamente significante. Porém, da primeira para a segunda avaliação
houve uma redução de 66,7% da presença de TMC nas participantes do Grupo de Intervenção e no Grupo Placebo a diminuição foi de 57,9%.
Alguns dos fatores que estão associados com o TMC são: sentir-se sem apoio emocional e estar com dificuldade de fazer amigos (LIMA; DOMINGUES; CERQUEIRA, 2006), sentir-se sobrecarregado, apresentar renda inferior a um salário mínimo (LIMA et al., 2008) ou uma renda per capita baixa, sexo feminino e indivíduos de maior idade(WEICH; LEWIS, 1998).
Considerando-se o fato de sentir-se sobrecarregado e as flores de Bach mais escolhidas pelas participantes, verificou-se que um das principais essências foi o Elm, que é associado à sobrecarga de deveres e responsabilidades.
O estudo de Souza e Silva (1998) sugere que o fato de ser jovem constitui fator de risco para o TMC. A utilização de benzodiazepínicos mostra-se mais prevalente no sexo feminino e na presença de TMC(LIMA et al., 2008). O sexo feminino pode apresentar maior vulnerabilidade na ocorrência de TMC, por causa de diferenças nos aspectos biopsicossociais em relação aos homens, como alterações hormonais, variáveis sociais (gestação, jornada de trabalho, estado conjugal e número de filhos) (FLECK et al., 2002). Segundo Coelho et al. (2009) em estudos brasileiros de base populacional, a presença de doenças físicas especialmente as crônicas, esteve associada ao TMC.
Verificou-se no grupo de estudo que os principais medicamentos utilizados foram os anticoncepcionais e as drogas para tireóide, ambas envolvidas com alterações hormonais.
O TMC não configura categoria nosológica do CID-10, bem como do Manual de Diagnóstico e Estatística (DSM) da Associação Psiquiátrica Americana. Contudo, esse transtorno constitui problema de saúde pública e apresenta impacto econômico relevante em função das demandas geradas aos serviços de saúde e do absenteísmo no trabalho (COUTINHO; ALMEIDA FILHO; MARI, 1999).
Schmidt et al. em 2011, publicou na revista Lancet uma pesquisa que afirma que com mudanças no estilo de vida dos brasileiros, os transtornos psiquiátricos passaram a ocupar lugar de destaque entre os problemas de saúde pública do país. As doenças mentais são as responsáveis pela maior parte de anos de vida perdidos no país devido a doenças crônicas. A metodologia utilizada calcula tanto a mortalidade causada pelas doenças como a incapacidade provocada por elas para trabalhar e realizar tarefas do dia a dia. Segundo esse cálculo, problemas
psiquiátricos foram responsáveis por 19% dos anos perdidos. Entre eles, os maiores vilões foram depressão, psicoses e dependência de álcool (SCHMIDT, 2011).
É interessante observar que os dados parecem contraditórios, visto que várias pesquisas têm apresentado evidências a respeito da relação direta entre o bem estar espiritual e a saúde mental, portanto, esperava-se uma redução significativa do TMC no Grupo de Intervenção. Considerando-se que a espiritualidade apresenta relação com a consciência e que o floral amplia a consciência (verificou-se essa melhora na escala contínua), trazendo à tona questões que precisam ser trabalhadas, não raro isto gera um desconforto, visto que isso pode resultar na exaltação de algum sintoma previamente apresentado ou no aparecimento de novos sintomas (crise de cura). É possível que a crise de cura possa ter interferido nos resultados do TMC, em conjunto com o apoio emocional oferecido com o tratamento.
Em estudo transversal utilizando os mesmos instrumentos (SRQ-20 e EBE), Volcan et al. (2003) comentou que a subescala de bem estar existencial (BEE) da EBE avalia o propósito e a satisfação de vida, e é evidente que pessoas com transtornos de ansiedade e depressão apresentam alterações nesta área. Logo, os subfatores do SRQ-20 e da BEE são capazes de avaliar aspectos psicológicos semelhantes. Os achados de Volcan et al. (2003)sugerem que o bem estar espiritual se constitui num fator de proteção para o TMC. Embora não seja possível determinar com exatidão, os mecanismos de interação da espiritualidade na saúde, e especialmente na saúde mental, vários estudos sugerem que o exercício de atividades espirituais(a oração dentre outros rituais, por exemplo) pode influenciar, psicodinamicamente, através de emoções positivas (como a esperança, o perdão, a autoestima e o amor).
Os dados levantados por Marques (2000) dão suporte para afirmar que há uma relação positiva significativa entre saúde e bem estar espiritual. Os testes (Questionário de Saúde Geral e EBE) e todos seus fatores obtiveram correlações altamente significativas entre si, o que demonstra importantes associações entre os temas. Da mesma forma, é mostrada uma correlação negativa significativa entre o bem estar espiritual e a severidade do distúrbio mental. Isso indica que o elevado bem estar espiritual está associado à saúde mental, e inversamente associado ao adoecimento mental.
Outra relação existente entre o bem estar espiritual e o TMC é a avaliação subjetiva da saúde. Pode-se observar que as pessoas que apresentam uma avaliação subjetiva positiva em relação à sua saúde, costumam apresentar elevados escores de bem estar espiritual e uma menor probabilidade de apresentar o TMC.
Segundo Marques (2003), a avaliação subjetiva da própria saúde revelou associações significativas com a EBE e seus fatores. A tendência de que, quanto melhor a avaliação subjetiva da própria saúde, maior o bem estar espiritual, também apoia a ideia de uma correlação entre a saúde percebida e o bem estar espiritual. A saúde subjetiva foi a primeira (principal e de maior influência) variável preditora do bem estar espiritual.
Sob a ótica da Teoria da Complexidade e considerando a saúde como um SDCA, sabe-se que ela tende à auto-organização. Essa questão fortifica outra característica desses sistemas que é o efeito borboleta. A partir de uma intervenção externa positiva em uma dimensão da saúde, por exemplo, na dimensão espiritual, ocorrerá uma interferência positiva que repercutirá nas outras dimensões (emocional, mental, física, social) de modo a prevalecer a auto-organização, seja para a prevenção ou recuperação da saúde. Spagnuolo (2010) complementa ao afirmar que um SDCA simultaneamente se adapta ou responde à mudança e contribui para que esta ocorra, equivalendo à ideia de circularidade, de um looping autoprodutivo.
Com as evidências levantadas por pesquisadores, de que existe uma relação positiva e significativa entre o bem estar espiritual e a saúde mental, esperava-se uma alteração positiva também no presente estudo, no sentido de uma redução significativa da presença de indícios de TMC nas participantes do Grupo de Intervenção, porém isso não foi constatado estatisticamente.