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A Tabela 5 mostra a contagem de colônias de bactérias oriundas do conteúdo intestinal de Tilápias-do-Nilo em placas de Petri contendo agar TSA (ágar tripticaseína de soja). As bactérias probióticas, de acordo com Oksanen et al., (1990) só apresentam efeitos biológicos no ambiente intestinal, quando atingido um número mínimo de Unidades Formadoras de Colônias - UFC.

Tabela 5: Resultados da análise da microbiota intestinal de Tilápias-do- Nilo alimentadas com ração com ou sem aditivo probiótico pela contagem de unidades formadoras de colônias (UFC) de B. cereus e B.

subtilis. Jaboticabal-SP-Brasil, 2012

Tratam ento Trato Intestinal

Grupo Controle 7.094A

Grupo Tratado 9.698B

Valor de F 5.03

CV* 29.35

* Coef iciente de variação

1 Letras dif erentes dif erem-se entre si pelo tes te de Tukey (P<0,05)

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Os peixes que receberam dieta com aditivo probiótico apresentaram colonização intestinal por B. cereus e B. subtilis (P>0,05) e o número de unidades formadoras de colônia foi superior (P<0,05) quando comparado ao do grupo controle. Estes dados corroboram os encontrados em pós-larvas de Tilápias-do-Nilo, alimentadas com ração contendo 5 e 10g de probiótico kg-1, contendo Bacillus

subtilis (1.15x104 e 4.74x105 UFC) (TACHIBANA et al., 2010).

O efeito do probiótico sobre o hospedeiro parece estar relacionado ao tempo de alimentação. Carnevali et al. (2004) observaram que, durante os primeiros 35 dias de criação de larvas de Sea bream (Brama australis), tanto as bactérias anaeróbicas quanto as aeróbicas intestinais não haviam sofrido modificações com a inclusão dos Lactobacillus spp. Esses autores mostraram alterações significativas da microbiota após o 66º dia de suplementação.

Os microrganismos aptos a colonizarem o intestino, como os contidos nos probióticos, devem se adaptar à especificidade física, química e biótica do ambiente intestinal, e resistir às ações da bile, enzimas digestivas, sistema imune do hospedeiro, anaerobiose e variações do pH. O sucesso da colonização também envolve a competição com outras bactérias por sítios de ligação, nutrientes e resistência a toxinas produzidas por outras bactérias (OUWEHAND et al., 2002; VAUGHAN, et al., 2002; MAKRIDIS et al., 2000).

Os efeitos dos probióticos na suplementação dietética é de grande importância na produção animal atual, pois seu uso está aumentando como promotor de crescimento. Na produção de peixes, com o aumento da densidade de estocagem, seja em aquários, tanques escavados ou tanques-rede, aumentam-se as possibilidades de problemas com doenças e, a utilização dos probióticos, em substituição às drogas antimicrobianas, pode ser uma solução.

Vários autores demonstraram o efeito benéfico de probióticos por inibir o desenvolvimento de microrganismos patogênicos, geralmente utilizando a inoculação artificial de patógenos específicos (NIKOSKELAINEM et al., 2001; VERSCHUERE et al., 2000; GRAM et al., 1999). De acordo com Abidi (2003), os probióticos têm efeito sobre os outros componentes da microbiota, fenômeno denominado de exclusão competitiva.

ϯϭ 



O efeito benéfico da adição de probióticos na dieta reside na maior integridade da mucosa intestinal que por aumentar sua área de absorção aumenta a retenção de nutrientes que por sua vez conduzem a melhor condição homeostática dos peixes.

7 CONCLUSÃO

Os resultados permitem sugerir que a dieta com aditivo probiótico (Bacillus

cereus 4,0 x 108 UFC g-1 e Bacillus subtilis 4,0 x 108 UFC g-1) para Tilápias-do-Nilo,

nas condições testadas, interferiu significativamente no percentual de sobrevivência relativa; induziu o aumento da altura, altura total e largura das vilosidades, assim como na espessura das células epiteliais de revestimento e número de células caliciformes da mucosa intestinal; interferiu positivamente nos teores de proteína e extrato etéreo das carcaças dos peixes tratados e no aumento do número de Unidades Formadoras de Colônias – UFC.

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Óleo de soja degomado 2,00

BHT, antioxidante 0,02 Fosfato bicálcio 0,30 Calcário 0,50 Premix 0,50 Vitamina C 0,03 Composição Quimíca

Energia bruta Kcal/Kg 4178,50

Matéria seca (%) 90,15 Proteína bruta (%) 26,46 Extrato etéreo (%) 6,12 Fibra bruta (%) 4,06 Cinzas (%) 7,79 Ca (%) 1,85 P (%) 0,91

Benzer Belgeler