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3.3. Elektrodepozisyon Yöntemi Kullanılarak Üretilmiş Ni-Co Matrisli

3.3.3. Manyetik özellikler

Este capítulo teve como objetivo apresentar as principais relações entre as Es- tratégias de Manufatura e os SMD. Procurou-se apresentar como os indicadores de desempe- nho são capazes de alinhar as estratégias das organizações com os resultados esperados em sua operação.

Outro ponto importante deste capítulo foi apresentar os princípios da Estratégia Bata de Manufatura e os indicadores mais úteis para avaliação de seu desempenho.

O próximo capítulo revisa os Sistemas de Coordenação de Ordens (SCO), já que a proposta a ser apresentada no Capítulo 4 é o delineamento e detalhamento de um SCO em consonância com os princípios da EBM, visando à sua aplicação (Capítulo 5) numa em- presa de processamento de termoplásticos.

Vale ressaltar que neste texto a Estratégia de Manufatura é tratada como um conjunto de princípios em função dos quais a organização se ajusta para atingir objetivos pla- nejados. Já um Sistema de Coordenação de Ordens é um conjunto de procedimentos que serão utilizados para operacionalização da estratégia.

CAPÍTULO 3

OS SISTEMAS DE COORDENAÇÃO DE ORDENS (SCO)

3.1. INTRODUÇÃO

Um Sistema de Coordenação de Ordens (SCO) é definido por Fernandes (2003) como um sistema que além de controlar e/ou programar as ordens que devem ser pro- duzidas, organiza, emite e libera as ordens de compra que são necessárias para aquela produ- ção planejada. Trata-se, portanto, de um sistema de informação que programa as necessidades e fluxos de componentes e materiais e coordena a emissão de ordens de compra/produção, controlando o momento mais oportuno de liberar ou executar tais ordens.

Foi elaborada pelo mesmo autor uma classificação para os SCO, definida em 4 classes:

CLASSE 1 – Sistemas de pedido controlado: não é possível manter estoques de pro- dutos acabados para atendimento das necessidades dos clientes. A política de atendi- mento MTS (make-to-stock) não pode executada para este tipo de sistema. Exemplos mais comuns destes sistemas são projetos de pontes, rodovias, navios, grandes proje- tos nos quais há movimentação dos recursos transformadores até o local de produção do produto final.

CLASSE 2 – Sistemas controlados pelo nível de estoque: neste sistema, todas as de- cisões relacionadas a compras, produção e entrega são baseadas nos níveis de estoque dos diversos materiais e produtos acabados que fazem parte do sistema.

CLASSE 3 – Sistemas de fluxo programado: neste caso, o SCO faz a explosão de materiais e componentes comprados ou fabricados (BOM – Bill of Materials) necessá- rios à produção dos produtos finais especificados no MPS (Master Production Sche- duling - Plano Mestre de Produção).

CLASSE 4 – Sistemas híbridos: tem-se, neste caso, sistemas mistos com característi- cas dos sistemas de estoque controlado e de fluxo programado.

Em todos os sistemas produtivos há fluxos de informação e materiais que nor- teiam ou caracterizam o sistema que está sendo empregado. Segundo Fernandes (2003), quando os fluxos de informação e de materiais têm sentidos opostos, o SCO possui caracterís- ticas de puxar a produção. Se estes fluxos têm o mesmo sentido, o SCO possui características de empurrar a produção, conforme é ilustrado no Quadro 3.1. A representação das setas no Quadro 3.1 significa o sentido dos fluxos. No caso do SCO que puxa a produção, os sentidos das setas são opostos, indicando que informação e materiais caminham em sentidos opostos no sistema analisado. Esta caracterização dos SCO é importante neste contexto, pois determi- na a classificação dos sistemas de produção, conforme será apresentado posteriormente no trabalho.

Quadro 3.1. Caracterização do SCO vs. Sentido do fluxo de informação e materiais.

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Fonte: adaptado de Fernandes (2003).

Em cada uma das quatro classes anteriormente citadas, foram inseridos os dife- rentes sistemas de programação, que são apresentados na Figura 3.1.

Figura 3.1. Classificação dos Sistemas de Coordenação de Ordens. Fonte: Elaborada pelo autor.

Para cada modificação que se faz em um determinado SCO, é possível que seja mudada a classe em que este sistema está inserido. Por exemplo, a programação das ordens de produção pode ser feita tanto pelo PCP quanto pelo nível de estoques de um determinado item. O SCO Kanban é classificado como parte da Classe 2, pois sua programação é realizada por meio dos controles dos níveis de estoque. No entanto, caso haja uma alteração neste processo, em que a programação passa a ser definida pelo PCP, este SCO é classificado como Classe 4, um SCO Kanban Híbrido. Maiores detalhes serão apresentados ao longo deste capítulo.

Em geral, segundo Kim et al (2003), um mecanismo ou sistema de controle de fluxo de materiais entre estações de trabalho é constituído de três componentes:

(1) Estratégia de liberação do material: determina a quantidade de material que será entre- gue à linha e em que tempo. Pode ser caracterizada como aberta ou fechada. A estratégia a- berta é baseada em previsões de vendas e não há feedback de informação no processo (Ex: entregas uniformes à linha). A estratégia fechada é um sistema puxado pela demanda, que possui feedback de informação que auxilia nas liberações dos materiais ao longo do processo (Ex: Kanban, CONWIP, DBR).

(2) Regra de envio de material: processo empregado para determinar qual material será pro- cessado numa próxima estação de trabalho no tempo em que esta estação é ativada (Ex: FIFO: First In First Out).

(3) Política de controle: procedimentos ou regras que amarram um sistema e especificam quando uma estação de trabalho é ativada ou desativada (Ex: os cartões Kanban determinam quando uma estação de trabalho é ativada).

As combinações entre estes componentes geram inúmeras configurações de sistemas de controle de fluxo de materiais nos mais diversos ambientes produtivos.

A seguir são apresentadas as quatro classes de SCO definidas, dando-se ênfase aos sistemas híbridos, por terem uma maior relação com o modelo proposto neste trabalho.

Benzer Belgeler