8 DİĞER FİNANSAL YÜKÜMLÜLÜKLER
12 MADDİ OLMAYAN DURAN VARLIKLAR
O confinamento da ´agua em NCs altera significativamente o seu processo difusivo, e o coeficiente de difus˜ao ´e diretamente afetado pelo diˆametro do nanotubo. O estudo publicado por Harris e Woolf (1980) [104], relata que o valor experimental do coeficiente de difus˜ao da ´agua bulk ´e de 2,3×10−5 cm2
/s. Simula¸c˜oes de dinˆamica molecular sugerem valores bem pr´oximos. Nossos c´alculos, por exemplo, resultaram no valor de 2,5×10−5 cm2
/s.
Como j´a citado anteriormente, no subt´opico 1.3.1 do cap´ıtulo 1, Farimani et al. (2011) investigaram a difus˜ao das mol´eculas de ´agua confinadas em NCs de diferentes quiralidades usando o modelo SPC/E. Dos NCs estudados por eles, escolhemos os do tipo (7,7), (9,9), (12,12), (20,20) e (40,40) para simularmos e compararmos os nossos resulta- dos. Contudo, quanto ao modelo para ´agua, usamos o TIP4P/2005. Mostraremos que essa diferen¸ca n˜ao altera significativamente os resultados comparados com os do Farimani et al.. Comparamos tamb´em nossos resultados com os do K¨ohler (2015), que usou o modelo TIP4P/2005 para ´agua. A menos de pequenas diferen¸cas, os resultados desses autores em rela¸c˜ao aos nossos para o caso do nanotubo perfeito (ou seja, com e = 0) s˜ao muito pr´oximos.
Na Figura 20 mostramos nossos resultados para difus˜ao como fun¸c˜ao do diˆametro do tubo comparados com os estudos realizados por Farimani et al. (2011) e K¨ohler (2015). De maneira geral, h´a um m´ınimo global para nanotubos com diˆametros em torno de 1,0 nm. Nota-se uma pequena divergˆencia entre os nossos resultados – que s˜ao iguais aos do Farimani et al. (2011) – e os do K¨ohler (2015). Para este ´ultimo, o m´ınimo na difus˜ao (que na verdade tende `a zero) se da para o tubo (7,7), cujo diˆametro ´e 0,95 nm, enquanto que nossos resultados e os do Farimani et al. (2011) concordam que o m´ınimo aparece para o nanotubo (9,9), cujo diˆametro ´e 1,22 nm. Essa pequena diferen¸ca n´umerica pode vir de v´arios fatores, como tempo de simula¸c˜ao, tempo de equilibra¸c˜ao, algoritmo de integra¸c˜ao,
detalhes quanto ao termostato, etc. Acreditamos que essa divergˆencia n˜ao ´e importante, sendo o foco no momento o fato de que h´a um m´ınimo global, que ele tem valor nulo (ou seja, a ´agua literalmente congela dentro do nanotubo) e que o diˆametro em que esse fenˆomeno occore ´e em torno de 1 nm. Certamente a explica¸c˜ao para este fenˆomeno jaz no fato de o diˆametro do tubo ser comensur´avel com com as liga¸c˜oes de hidrogˆenio, favorecendo uma alta taxa destas, levando consequentemente ao congelamento do fluido.
Figura 20: - Compara¸c˜ao da varia¸c˜ao do coeficiente de difus˜ao da ´agua confinada em rela¸c˜ao ao diˆametro do nanotubo de carbono para os modelos SPC/E e TIP4P/2005.
O segundo ponto a se notar neste gr´afico ´e que para nanotubos muito grossos o valor da difus˜ao tende ao valor encontrado para o bulk (pr´oximo de 2,5×10−5 cm/s2
), como esperado. Finalmente, vemos que h´a um m´aximo, que aparece para diˆametros entre 2 e 3 nm. Segundo Farimani et al. (2011), a explica¸c˜ao para este fenˆomeno se deve `a competi¸c˜ao entre a ´area de contato com as paredes internas do tubo e o volume de fluido. Para grandes ´areas, a quantidade de liga¸c˜oes de hidrogˆenio pendentes (dangling bonds) ´e maior (mais livres, as mol´eculas de ´agua difundem mais), enquanto que para grandes volumes h´a o favorecimento das liga¸c˜oes (consequentemente diminuindo a difus˜ao).
O sistema em estudo consiste na varia¸c˜ao do grau de excentricidade dos tubos com quiralidades dos tipos (7,7), (9,9), (12,12), (16,16), (20,20) e (40,40). As excentricidades variam de e = 0,0, quando os tubos est˜ao perfeitamente sim´etricos, a e = 0,8, quando os
tubos apresentam o maior grau de deforma¸c˜ao aplicado neste trabalho.
Para o c´alculo do coeficiente de difus˜ao da ´agua, utilizamos a Equa¸c˜ao (1.6), onde o caminho percorrido pelas mol´eculas de ´agua cresce diretamente com o tempo. A inclina¸c˜ao dessa reta nos d´a o coeficiente de difus˜ao. Utilizamos a Equa¸c˜ao (2.9) para calcular a excentricidade dos NCs.
Escolhemos as seguintes excentricidades: e = 0,0; 0,2; 0,4; 0,6 e 0,8. Dividimos o nosso sistema em 5 grupos e calculamos o coeficiente de difus˜ao para todos os tubos. O objetivo ´e determinar a influˆencia da excentricidade dos tubos no comportamento difusivo da ´agua confinada.
Da Figura 21 `a Figura 26 podemos observar os NCs dos tipos (7,7), . . . , (40,40), respectivamente como fun¸c˜ao das excentricidades citadas acima e, com suas rescpectivas densidades em fun¸c˜ao da distˆancia em rela¸c˜ao ao eixo axial d das mol´eculas de ´agua.
Vemos dessas figuras que a ´agua confinada nos nanotubos com maior diˆametro vi- sualmente n˜ao apresenta maiores transforma¸c˜oes com o aumento da excentricidade, par- ticularmente os nanotubos (20,20) e (40,40). No caso do (16,16), para altas deforma¸c˜oes, nota-se uma estrutura tipo anel formada pelos ´atomos de oxigˆenio, especialmente nas camadas mais distantes do centro do tubo. No (12,12) esse anel ´e bastante evidente para o caso e = 0,8, fazendo tamb´em uma “fita” de oxigˆenios no centro do tubo. O tubo (9,9) ´e particularmente interessante, pelo fato de o anel de ´atomos de O se formar mesmo para o tubo perfeito. Isso ´e condizente com o congelamento da ´agua nas paredes do tubo para este caso. O anel persiste mesmo para altas deforma¸c˜oes, acompanhando o formato elips´oide do tubo. Veremos que, para grandes valores de e, h´a quebras de liga¸c˜oes de hidrogˆenio com consequente aumento da difus˜ao. Finalmente, n˜ao menos curioso, ´e o nanotubo (7,7). Para excentricidades entre 0 e 0,4, vˆe-se claramente uma estrutura de anel formada pelos oxigˆenios. Para e > 0,4, o anel da lugar a uma estrutura tipo “dupla fila”, onde os ´atomos de O formam duas filas ao longo do eixo axial do tubo.
(a) (b)
(c) (d)
(e)
(f)
Figura 21: Nanotubos de carbono do tipo (7,7) com excentricidade (a) e = 0,0 (b) e = 0,2 (c) e = 0,4 (d) e = 0,6, (e) e = 0,8 e a (f) densidade em fun¸c˜ao da distˆancia em rela¸c˜ao ao eixo d das mol´eculas de ´agua.
(a) (b)
(c) (d)
(e)
(f)
Figura 22: Nanotubos de carbono do tipo (9,9) com excentricidade (a) e = 0,0 (b) e = 0,2 (c) e = 0,4 (d) e = 0,6, (e) e = 0,8 e a (f) densidade em fun¸c˜ao da distˆancia em rela¸c˜ao ao eixo d das mol´eculas de ´agua.
(a) (b)
(c) (d)
(e)
(f)
Figura 23: Nanotubos de carbono do tipo (12,12) com excentricidade (a) e = 0,0 (b) e = 0,2 (c) e = 0,4 (d) e = 0,6, (e) e = 0,8 e a (f) densidade em fun¸c˜ao da distˆancia em rela¸c˜ao ao eixo d das mol´eculas de ´agua.
(a) (b)
(c) (d)
(e)
(f)
Figura 24: Nanotubos de carbono do tipo (16,16) com excentricidade (a) e = 0,0 (b) e = 0,2 (c) e = 0,4 (d) e = 0,6, (e) e = 0,8 e a (f) densidade em fun¸c˜ao da distˆancia em rela¸c˜ao ao eixo d das mol´eculas de ´agua.
(a) (b)
(c) (d)
(e)
(f)
Figura 25: Nanotubos de carbono do tipo (20,20) com excentricidade (a) e = 0,0 (b) e = 0,2 (c) e = 0,4 (d) e = 0,6, (e) e = 0,8 e a (f) densidade em fun¸c˜ao da distˆancia em rela¸c˜ao ao eixo d das mol´eculas de ´agua.
(a) (b)
(c) (d)
(e)
(f)
Figura 26: Nanotubos de carbono do tipo (40,40) com excentricidade (a) e = 0,0 (b) e = 0,2 (c) e = 0,4 (d) e = 0,6, (e) e = 0,8 e a (f) densidade em fun¸c˜ao da distˆancia em rela¸c˜ao ao eixo d das mol´eculas de ´agua.
Os valores de difus˜ao como fun¸c˜ao do diˆametro do tubo est˜ao representados na Figura 27 para todos os casos de excentricidades abordados. As informa¸c˜oes desta fi- gura est˜ao tamb´em mostradas na Figura 28, aqui em fun¸c˜ao da excentricidade para cada nanotubo. Na Figura 29 temos a varia¸c˜ao do percentual da difus˜ao em fun¸c˜ao das excen- tricidades. Destas figuras, vemos que a ´agua confinada no menor nanotubo, o (7,7), tem sua difus˜ao diminu´ıda monotonicamente `a medida que o tubo ´e deformado. Com o tubo “amassado”, a ´agua se distribui mais (veja tamb´em a Figura 21(f)) com um aumento monotˆonico das liga¸c˜oes de H (veja a Figura 32). Para c´alculos de densidade mostrados nas Figura 21 `a Figura 26 dividimos as regi˜oes dentro dos tubos em cascas cil´ındricas e calculamos a densidade de n´umero para cada raio (em rela¸c˜ao ao eixo axial) como o n´umero de mol´eculas de ´agua dentro da casca dividido pelo seu volume. Em rela¸c˜ao `as liga¸c˜oes de hidrogˆenio, usamos o crit´erio geom´etrico como se segue. Veja a Figura 30. Uma liga¸c˜ao de hidrogˆenio “perfeita” (no sentido de n˜ao-distorcida ou n˜ao-deformada) possui o ˆangulo α = 0 e a distˆancia entre os oxigˆenios de |~rOO| = 2,82 ˚A. Devido `a tem- peratura, ˆagulos e distˆancias ficam alterados, mas ainda formando liga¸c˜oes de hidrogˆenio. Desse modo, consideramos que uma liga¸c˜ao ´e feita se (i) α < 30◦
e se (ii) |~rOO| ≤ 3,50 ˚
A [41].
No caso (9,9), algo muito interessante acontece. H´a uma transi¸c˜ao de regime n˜ao difusivo para um regime difusivo para e > 0,6. At´e e = 0,6, a ´agua permanece congelada nas paredes do tubo e, com a extrema deforma¸c˜ao, o sistema ´e frustrado e liga¸c˜oes de H s˜ao desfeitas (veja a Figura 32). Na Figura 33 temos a varia¸c˜ao do percentual de liga¸c˜oes de H em fun¸c˜ao da excentricidade. Note que o decr´escimo nas liga¸c˜oes quando deforma-se este tubo de e = 0,6 para 0,8 ´e em torno de apenas 10%.
Figura 27: - Coeficiente de difus˜ao da ´agua confinada em rela¸c˜ao ao diˆametro dos nano- tubos com diferentes excentricidades.
Para o caso (12,12), vemos um esperado “espalhamento” da ´agua confinada em rela¸c˜ao ao eixo do tubo com a compress˜ao. Isso pode ser notado, tanto pela Figura 23(a)...(e), onde vemos a ´agua migrar para posi¸c˜oes mais centrais, quanto pela Figura 23(f). Nesta, fica clara a ocupa¸c˜ao da ´agua no centro do tubo para grandes deforma¸c˜oes, particularmente no caso e = 0,8 (veja o pico abrupto pr´oximo de pequenas distˆancias do eixo axial). Vˆe-se um m´aximo pr´oximo de e = 0,2 e, a partir da´ı, um decr´escimo da difus˜ao com valor m´ınimo para m´axima compress˜ao.
De forma geral, o m´aximo na difus˜ao como fun¸c˜ao de e visto no tubo (12,12) tamb´em ´e visto nos tubos mais grossos, mas com localiza¸c˜oes diferentes. Quanto maior o diˆametro do tubo, maiores s˜ao os valores de e onde o m´aximo ´e detectado. No caso limite do tubo (40,40), o m´aximo da lugar a um platˆo (dentro de uma faixa de erro) para e < 0,6, seguido de um grave decr´escimo para e =0,8. Isso ´e razo´avel, uma vez que a ´agua confinada em tubos maiores (em raio) tende a ter um comportamento tipo bulk. Sendo o fluido imcompress´ıvel (ao menos nesta escala de deforma¸c˜oes para os tubos) espera-se que a difus˜ao seja menos influenciada por eventuais formas do meio confinante.
Figura 28: - Coeficiente de difus˜ao da ´agua confinada em fun¸c˜ao das excentricidades de cada nanotubo.
Figura 29: - Varia¸c˜ao do percentual da difus˜ao da ´agua confinada em fun¸c˜ao das excen- tricidades de cada nanotubo.
Figura 30: - Representa¸c˜ao de uma liga¸c˜ao de hidrogˆenio entre duas mol´eculas de ´agua.
Figura 31: - M´edia, por mol´ecula de ´agua, das liga¸c˜oes de hidrogˆenio em fun¸c˜ao do raio dos nanotubos.
Figura 32: - M´edia das liga¸c˜oes de hidrogˆenio em fun¸c˜ao da excentricidade dos nanotubos.
Figura 33: - Varia¸c˜ao percentual das liga¸c˜oes de hidrogˆenio em fun¸c˜ao da excentricidade dos nanotubos.
4 CONCLUS ˜OES
Neste trabalho investigamos o efeito da deforma¸c˜ao em nanotubos de carbono na difus˜ao da ´agua confinada em seu interior. Este tema ´e importante porque na natureza di- ficilmente haver´a nanotubos perfeitos, devido a deposi¸c˜ao destes em substratos, a defeitos ou liga¸c˜ao de mol´eculas ou ´atomos em sua estrutura.
Para tanto, utilizamos a t´ecnica de dinˆamica molecular com modelos baseados em potenciais emp´ıricos para a ´agua e nanotubos. No caso da ´agua, foi utilizado o TIP4P/2005, enquanto que para os nanotubos o AIREBO apenas na fase de demforma¸c˜ao. Ap´os, os ´atomos de carbono foram congelados, ou seja, a for¸ca resultante em cada um desses ´atomos foi anulada.
Para o caso sem deforma¸c˜ao, nossos resultados para difus˜ao da ´agua confinada est˜ao de acordo com a literatura. Inclusive, nossos c´alculos deram um valor de difus˜ao para a ´agua bulk com uma discrepˆancia de apenas 8% em rela¸c˜ao a dados experimentais. De maneira geral, podemos dizer que h´a um diˆametro cr´ıtico para nanotubos per- feitos em que a ´agua congela em seu interior, cujo valor est´a entre 0,95 e 1,22 nm. Com a deforma¸c˜ao, mostramos que as liga¸c˜oes de hidrogˆenio se quebram e a estrutura cristalina n˜ao ´e mais favor´avel, levando a difus˜ao da ´agua. Para nanotubos mais finos do que o “tubo cr´ıtico” existe difus˜ao (contudo, menor do que o valor de bulk ). Para nanotubos maiores, a difus˜ao possui um m´aximo (com valor maior do que do bulk ), para depois de- crescer, se aproximando do valor de bulk, como esperado, para nanotubos muito grossos. A competi¸c˜ao entre ´area e volume gera esse m´aximo: a ´area interna dos tubos favorece a quebra de liga¸c˜oes de H (gerando o que se chamam de “liga¸c˜oes pendentes” ou, do inglˆes, dangling bonds) enquanto que o volume favorece a forma¸c˜ao destas. Mol´eculas ligadas terminam sendo mais lentas enquanto que aquelas com liga¸c˜oes pendentes (em contato com grandes ´areas internas dos tubos) s˜ao mais difusivas. Esse m´aximo na difus˜ao aparece para nanotubos com diˆametros entre 2 e 3 nm.
Observamos que, por via de regra, grandes deforma¸c˜oes favorecem a forma¸c˜ao de liga¸c˜oes de H, o que diminui (muitas vezes drasticamente) a difus˜ao. A exce¸c˜ao ´e o nanotubo (9,9). Nele o efeito da deforma¸c˜ao ´e exatamente o contr´ario: o tubo perfeito apresenta ´agua congelada no seu interior, enquanto que a deforma¸c˜ao induz uma difus˜ao n˜ao nula.
Como perspectivas de trabalhos futuros, tentaremos entender porque a deforma¸c˜ao induz liga¸c˜oes de H e tamb´em trabalharemos num modelo te´orico que explique a difus˜ao como fun¸c˜ao da excentricidade dos nanotubos deformados.
REFERˆENCIAS
[1] RATNER, M. A.; RATNER, D. Nanotechnology: A gentle introduction to the next big idea. [S.l.]: Prentice Hall Professional, 2003.
[2] ZARBIN, A. J. (Nano)materials chemistry. Qu´ımica Nova, SciELO Brasil, v. 30, n. 6, p. 1469–1479, 2007.
[3] PEREIRA, J. G. Estudo do Espectro Vibracional de Nanotubos de Carbono por Si- mula¸c˜ao de Dinˆamica Molecular. Disserta¸c˜ao (Mestrado) — Universidade Federal de Ouro Preto, 2014.
[4] KROTO, H. W. et al. C60: buckminsterfullerene. Nature, London, v. 318, n. 6042, p. 162–163, 1985.
[5] IIJIMA, S. et al. Helical microtubules of graphitic carbon. nature, London, v. 354, n. 6348, p. 56–58, 1991.
[6] IIJIMA, S.; ICHIHASHI, T. Single-shell carbon nanotubes of 1-nm diameter. Nature Publishing Group, 1993.
[7] SOARES, J. dos S. Estudo da Intera¸c˜ao de Nanotubos de Carbono com Substrato de Quartzo Cristalino. Tese (Doutorado) — Universidade Federal de Minas Gerais, 2011.
[8] GEIM, A. K.; NOVOSELOV, K. S. The rise of graphene. Nature materials, Nature Publishing Group, v. 6, n. 3, p. 183–191, 2007.
[9] FILHO, A. G. d. S.; FAGAN, S. B. Functionalization of carbon nanotubes. Qu´ımica Nova, SciELO Brasil, v. 30, n. 7, p. 1695–1703, 2007.
[10] MATOS, M. J. d. S. Um Estudo sobre as Propriedades Estruturais e Eletrˆonicas de Nanotubos BxCyNz. Trabalho Acadˆemico de Final de Curso (Bacharel em F´ısica), Universidade Estadual de Feira de Santana, 2007.
[11] HERBST, M. H.; MACˆEDO, M. I. F.; ROCCO, A. M. Tecnologia dos nanotubos
de carbono: tendˆencias e perspectivas de uma ´area multidisciplinar. Qu´ımica Nova, SciELO Brasil, v. 27, n. 6, p. 986–992, 2004.
[12] BRAND ˜AO, S. D. F. Influˆencia da Funcionaliza¸c˜ao com grupos contendo Oxigˆenio na Dispers˜aa de Nanotubos de Carbono de Parede ´Unica em Solventes do Tipo Amida. Disserta¸c˜ao (Mestrado) — Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear, 2010.
[13] MASSOTE, D. V. P. Estudo de novos nanomateriais por primeiros princ´ıpios: con- finamento de oxigˆenio em nanotubos, camadas de AgSH, Ag2S e filmes finos fer- roel´etricos. Tese (Doutorado) — Universidade Federal de Minas Gerais, 2015.
[14] PASTRANA-MART´INEZ, L. et al. Nanotubos e grafeno: os primos mais jovens na fam´ılia do carbono! QU´IMICA, v. 128, p. 21–27, 2013.
[15] OLIVEIRA, A. B. de et al. Vibrational g peak splitting in laterally functionalized single wall carbon nanotubes: Theory and molecular dynamics simulations. Carbon, Elsevier, v. 96, p. 616–621, 2016.
[16] UMENO, Y.; KITAMURA, T.; KUSHIMA, A. Theoretical analysis on electronic pro- perties of zigzag-type single-walled carbon nanotubes under radial deformation. Com- putational materials science, Elsevier, v. 30, n. 3, p. 283–287, 2004.
[17] MACIEL, I. O. Estudo da dopagem em nanotubos de carbono por espectroscopia Ra- man ressonante. Tese (Doutorado) — Universidade Federal de Minas Gerais, 2009.
[18] K ¨OHLER, M. H. Estudo Computacional da Viscosidade da ´Agua Confinada em Na- notubos de Carbono. Disserta¸c˜ao (Mestrado) — Universidade Federal de Santa Maria, 2015.
[19] KROTT, L. B. Um modelo de duas escalas (tipo ´agua) sob confinamento. Tese (Dou- torado) — Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2012.
[20] DALLAGNOLLO, P. T. An´alise do estado single file da ´agua em SWNTs mediante um modelo do tipo Frenkel-Kontorova. Disserta¸c˜ao (Mestrado) — Universidade Federal de Santa Catarina, 2014.
[21] BALLADARES, A. L. Anomalia na densidade em um modelo para a ´agua em duas e trˆes dimens˜oes. Tese (Doutorado) — Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2008.
[22] CHAVES, F. M. Propriedades dinˆamica, termodinˆamica e estrutural da ´agua e do metanol por simula¸c˜oes de dinˆamica molecular. Disserta¸c˜ao (Mestrado) — Universidade Federal de Ouro Preto, 2015.
[23] OLIVEIRA, A. B. de. Anomalias Termodinˆamicas, Dinˆamicas e Estruturais em Mo- delos Cont´ınuos de Duas Escalas para a ´Agua. Tese (Doutorado) — Universidade Fe- deral do Rio Grande do Sul, 2008.
[24] GUILLOT, B. A reappraisal of what we have learnt during three decades of computer simulations on water. Journal of Molecular Liquids, Elsevier, v. 101, n. 1, p. 219–260, 2002.
[25] SZORTYKA, M. M. Estudo das propriedades dinˆamicas e termodinˆamicas em sis- temas tipo ´agua. Tese (Doutorado) — Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2010.
[26] BERTOLAZZO, A. A. Anomalias Dinˆamicas e Termodinˆamicas em um Modelo Pu- ramente Repulsivo de G´as de Rede. Tese (Doutorado) — Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2014.
[27] NUNES, J. N. Dinˆamica Molecular de Fluidos Supercr´ıticos. Disserta¸c˜ao (Mestrado) — Instituto Militar de Engenharia, 2013.
[28] CHIQUITO, A. J.; ALMEIDA, N. G. de. O potencial de lennard-jones: Aplica¸c˜ao `a mol´eculas diatˆomicas. Revista Brasileira de Ensino de F´ısica, v. 21, n. 2, 1999.
[29] NETZ, P. A. et al. Translational and rotational diffusion in stretched water. Journal of Molecular Liquids, Elsevier, v. 101, n. 1, p. 159–168, 2002.
[30] BELL, G.; LAVIS, D. Two-dimensional bonded lattice fluids. ii. orientable molecule model. Journal of Physics A: General Physics, IOP Publishing, v. 3, n. 5, p. 568, 1970.
[31] SZORTYKA, M. M. et al. Diffusion anomaly and dynamic transitions in the bell– lavis water model. The Journal of chemical physics, AIP Publishing, v. 133, n. 10, p. 104904, 2010.
[32] CHATTERJEE, S. et al. A computational investigation of thermodynamics, struc- ture, dynamics and solvation behavior in modified water models. The Journal of che- mical physics, AIP Publishing, v. 128, n. 12, p. 124511, 2008.
[33] BAEZ, L. A.; CLANCY, P. Existence of a density maximum in extended simple point charge water. The Journal of chemical physics, AIP Publishing, v. 101, n. 11, p. 9837–9840, 1994.
[34] ROBERTS, C.; DEBENEDETTI, P.; STILLINGER, F. Equation of state of the energy landscape of spc/e water. The Journal of Physical Chemistry B, ACS Publica- tions, v. 103, n. 46, p. 10258–10265, 1999.
[35] JORGENSEN, W. L. et al. Comparison of simple potential functions for simulating liquid water. The Journal of chemical physics, AIP Publishing, v. 79, n. 2, p. 926–935, 1983.
[36] NAKAMURA, Y.; OHNO, T. Structure of water confined inside carbon nanotubes and water models. Materials Chemistry and Physics, Elsevier, v. 132, n. 2, p. 682–687, 2012.
[37] SEGATTO, C. A. R. Estudo Computacional da Difus˜ao de ´Agua em Nanotubos de
Carbono Induzida por Gradiente de Press˜ao. Disserta¸c˜ao (Mestrado) — Universidade Federal de Santa Maria, 2013.
[38] MAJUMDER, M. et al. Nanoscale hydrodynamics: enhanced flow in carbon nano- tubes. Nature, Nature Publishing Group, v. 438, n. 7064, p. 44–44, 2005.
[39] WU, K. et al. Kinetics of water filling the hydrophobic channels of narrow carbon nanotubes studied by molecular dynamics simulations. The Journal of chemical physics, AIP Publishing, v. 133, n. 20, p. 204702, 2010.
[40] WALTHER, J. H. et al. Barriers to superfast water transport in carbon nanotube membranes. Nano letters, ACS Publications, v. 13, n. 5, p. 1910–1914, 2013.
[41] JOSEPH, S.; ALURU, N. Why are carbon nanotubes fast transporters of water? Nano letters, ACS Publications, v. 8, n. 2, p. 452–458, 2008.
[42] MASHL, R. J. et al. Anomalously immobilized water: a new water phase induced by confinement in nanotubes. Nano Letters, ACS Publications, v. 3, n. 5, p. 589–592, 2003.
[43] GORDILLO, M.; MARTI, J. Hydrogen bonding in supercritical water confined in carbon nanotubes. Chemical physics letters, Elsevier, v. 341, n. 3, p. 250–254, 2001.
[44] YAN, W.; HONG-JUN, Y. Molecular dynamics simulation of water confined in car- bon nanotubes. Chinese Physics Letters, IOP Publishing, v. 24, n. 11, p. 3276, 2007.
[45] WALTHER, J. et al. Molecular dynamics simulations of carbon nanotubes in water. In: Proceedings of the summer program. [S.l.: s.n.], 2000. p. 5.
[46] ZHANG, H. et al. Cross-plane heat transfer through single-layer carbon structures. Physical Chemistry Chemical Physics, Royal Society of Chemistry, v. 18, n. 7, p. 5358– 5365, 2016.
[47] SHIOMI, J.; KIMURA, T.; MARUYAMA, S. Molecular dynamics of ice-nanotube formation inside carbon nanotubes. The Journal of Physical Chemistry C, ACS Publi- cations, v. 111, n. 33, p. 12188–12193, 2007.
[48] NIE, G.-X.; WANG, Y.; HUANG, J.-P. Shape effect of nanochannels on water mo- bility. Frontiers of Physics, Springer, v. 11, n. 6, p. 1–8, 2016.
[49] BARBOSA, R. d. C.; KROTT, L. B.; BARBOSA, M. C. Structural behavior of an anomalous fluid under hydrophobic, hydrophilic and heterogeneous confinement. In: IOP PUBLISHING. Journal of Physics: Conference Series. [S.l.], 2016. v. 686, n. 1, p. 012004.
[50] FARIMANI, A. B.; ALURU, N. Spatial diffusion of water in carbon nanotubes: from fickian to ballistic motion. The Journal of Physical Chemistry B, ACS Publications, v. 115, n. 42, p. 12145–12149, 2011.
[51] ZHAO, K.; LIU, Z.; WU, H. Effects of temperature and pore size on water diffu- sion inside carbon nanotubes. In: AMERICAN SOCIETY OF MECHANICAL ENGI- NEERS. ASME 2015 13th International Conference on Nanochannels, Microchannels, and Minichannels collocated with the ASME 2015 International Technical Conference and Exhibition on Packaging and Integration of Electronic and Photonic Microsystems. [S.l.], 2015. p. V001T03A017–V001T03A017.
[52] GAO, X.; ZHAO, T.; LI, Z. Effects of ions on the diffusion coefficient of water in carbon nanotubes. J. Appl. Phys, v. 116, p. 054311, 2014.
[53] CHEN, Q. et al. The effect of hydrogen bonds on diffusion mechanism of water in- side single-walled carbon nanotubes. The Journal of chemical physics, AIP Publishing, v. 140, n. 21, p. 214507, 2014.
[54] ZHOU, X. et al. The ice-like water monolayer near the wall makes inner water shells diffuse faster inside a charged nanotube. The Journal of chemical physics, AIP Pu- blishing, v. 138, n. 20, p. 204710, 2013.
[55] ZHENG, Y.-g. et al. Water diffusion inside carbon nanotubes: mutual effects of