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Müzik Yazısının Temel Öğeleri ve Müzikte Kullanılan Nüans Terimleri

3. MÜZİĞİN TEMEL ÖĞELERİ VE TÜRK MÜZİĞİ SES SİSTEMİ

3.1 Müzik Yazısının Temel Öğeleri ve Müzikte Kullanılan Nüans Terimleri

O Plano de Ação do ACeS do Baixo Mondego, num horizonte trienal, perspetiva as intervenções organizacionais, de promoção e prevenção da saúde e de prestação de cuidados por forma a desempenhar cabalmente a sua missão

A nível organizacional, são compromissos do ACeS do Baixo Mondego:

Indicador Designação Num. Den. Valor

MORB.237.01 FL Incidência de "hipertensão arterial" 6.669 382.068 17,46 MORB.239.01 FL Incidência de "alteração metabolismo lípidos" 6.055 382.068 15,85 MORB.240.01 FL Incidência de "abuso de tabaco" 3.905 382.068 10,22 MORB.238.01 FL Incidência de "obesidade" 3.542 382.068 9,27 MORB.247.01 FL Incidência de "perturbação depressiva" 3.015 382.068 7,89 MORB.248.01 FL Incidência de "distúrbio ansioso" 2.895 382.068 7,58 MORB.236.01 FL Incidência de "diabetes mellitus" 2.515 382.068 6,58 MORB.249.01 FL Incidência de "osteoartrose do joelho" 1.906 382.068 4,99 MORB.246.01 FL Incidência de "neoplasia maligna" 1.855 382.068 4,86

MORB.242.01 FL Incidência de "asma" 1.077 382.068 2,82

MORB.250.01 FL Incidência de "osteoartrose da anca" 867 382.068 2,27

MORB.241.01 FL Incidência de "DPOC" 589 382.068 1,54

MORB.251.01 FL Incidência de "acidente vascular cerebral" 557 382.068 1,46 MORB.243.01 FL Incidência de "neoplasia maligna da mama" 287 382.068 0,75 MORB.245.01 FL Incidência de "neoplasia maligna do cólon / recto" 264 382.068 0,69 MORB.213.01 FL Incidência de "enfarte agudo do miocárdio" 238 382.068 0,62 MORB.224.01 FL Incidência de "acidente isquémico transitório" 139 382.068 0,36 MORB.244.01 FL Incidência de "neoplasia maligna do colo do útero" 38 382.068 0,1 MORB.253.01 FL Incidência de "Infeção VIH/Sida" 38 382.068 0,1

Plano Nacional de Saúde e Estratégias Locais de Saúde

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a) A reorganização das unidades de prestação de cuidados de saúde às populações,

promovendo a acessibilidade e a qualidade assistencial através de:  Capacitação das UCSP’s para uma gestão por objetivos

 Abertura de 1 USF e criar as condições para novas candidaturas

 Abertura de 1 UCC e criar a cobertura integral dos concelhos em UCC's;  Dinamização da URAP

 Redução significativa de utentes sem médico de família atribuído com reorganização das listas de utentes

 Incentivo à marcação prévia de consultas (programadas) em detrimento de consultas não programadas quando a situação clínica do utente o permite, utilizando o telefone e agenda eletrónica

 Incremento do apoio ao cidadão e desenvolvimento de um processo de articulação eficaz entre os serviços do ACeS do Baixo Mondego, nomeadamente: serviço social, psicologia, nutrição, equipa local de cuidados continuados, na tentativa de proporcionar uma resposta ampla aos problemas dos utentes

b) Promover a segurança dos utentes e dos profissionais:

 Definindo uma política e uma programa de gestão de risco clínico e não clínico  Manter e alargar o programa de controlo de infeção no ACeS do Baixo

Mondego

c) Desenvolver uma cultura de Formação, Qualidade e Boas Práticas através de:

 Definição, implementação e acompanhamento de um plano de formação dirigido aos profissionais

 Promoção da análise organizacional e divulgação de informação pertinente às Unidades Funcionais

 Elaboração, divulgação e implementação de Manuais de Boas Práticas

 Envolvimento da comissão de Medicina Geral e Familiar e de Enfermagem, na elaboração de planos operacionais de implementação das Normas Técnicas nas Unidades Funcionais

 Monitorização, avaliação e implementação de medidas corretivas sobre boas práticas de prescrição

 Dar continuidade ao trabalho desenvolvidos na Direcção de Enfermagem do ACeS do Baixo Mondego

d) Promover a articulação interna e externa no ACeS do BM e nos serviços, pela:

 Implementação de protocolos de referenciação interna e externa  Otimização dos recursos da URAP

 Estabelecimento de parcerias internas e externas visando a eficiência de atuação

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 Promover a elaboração de Planos de Atividades das Unidades em alinhamento com os dos níveis Local, Regional e Nacional

 Estabelecer contratualização interna com as USF’s, UCSP’s, UCC’s, USP e URAP, criando condições para a progressiva co-responsabilização e autonomia das unidades.

A nível de Promoção e Prevenção, procuraremos desenvolver os programas e projetos que permitam um conhecimento aprofundado dos problemas de saúde e seus determinantes de modo a planear intervenções efetivas:

a) Gestão da Informação em Saúde:

 Implantar o Observatório Local de Saúde  Atualizar o Diagnóstico de Situação em Saúde;  Vigilância do Estado da Saúde das populações;  Monitorizar os programas de saúde;

 Avaliar o Impacto das Intervenções;

 Propor programas prioritários dirigidos às necessidades das populações;  Promover a articulação com outros níveis de Prestação de Cuidados

b) Vigilância Epidemiológica e Proteção de Saúde:

 Vigilância sanitária ambiental;

 Promoção do Plano Nacional de Vacinação;  Incremento de uma política de Gestão de Risco;

 Promoção do Sistema de DD≥ com aposta em gestão online ;

 Vigilância de grupos específicos com especial enfoque na população escolarizada;

 Promoção da Saúde Ocupacional e de Higiene e Segurança no Trabalho;

 Promoção de Prevenção e Controle de Infecções e Resistência aos Antimicrobianos

A nível de Prestação de Cuidados:

a) Organizar cuidados dirigidos ao Ciclo de Vida:

 Implementação dos Programas prioritários que permitem a prevenção primária, secundária e terciária dos principais problemas de saúde: Doenças Cardiovasculares, Diabetes, Doenças Oncológicas, Doenças Respiratórias, VIH/Sida e Doenças Mentais;

 Promoção do Novo Programa Nacional em Saúde Infantil e Juvenil;

 Monitorização da atividade das Unidades Coordenadoras Funcionais de Saúde Materna e Neonatal e de UCF da Criança e do Adolescente;

 Aumento da acessibilidade à população jovem em Cuidados de Saúde Primários;

 Reforço dos programas de promoção de comportamentos saudáveis com especial ênfase na alimentação saudável, exercício físico, adição de álcool e tabaco;

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 Melhorar a organização dos serviços dirigidos à saúde do idoso quer na prevenção e promoção da saúde quer sobretudo assistencial e de continuidade de cuidados

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ACES BAIXO VOUGA

Benzer Belgeler